A Faculdade Barretos, juntamente com o coordenador do Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, dão as Boas Vindas a todos os alunos para o ano letivo de 2012! Sejam Bem Vindos!
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Professores de Familia - Aula de Reforço em Casa

Três em cada 10 alunos do ensino médio em Minas estão atrasados na escola e 40% dos estudantes matriculados no 1º do ano do nível médio abandonam as salas de aula ao longo dos três anos dessa etapa da educação. O cenário preocupante levou o governo do estado a lançar ontem um projeto piloto para melhorar o desempenho dos jovens, combater a evasão escolar e aumentar a participação dos pais na vida acadêmica dos filhos. O programa Professores da Família será testado em 22 escolas de nove cidades mineiras e, se os resultados forem positivos, deve ser expandido para 100 municípios até o fim do ano que vem. Na primeira etapa da iniciativa, 100 educadores vão desenvolver um plano de ação com acompanhamento escolar, aulas de reforço e diálogo frequente com as famílias de 4,2 mil alunos do ensino médio. Com investimento de R$ 1,9 milhão, eles vão atuar nas cidades de Presidente Kubitschek, Santo Antônio do Jacinto, Itinga (Vale do Jequitinhonha), Ninheira (Norte de Minas), Mateus Leme, Confins, Capim Branco (Grande BH), Arinos (Noroeste) e Matutina (Alto Paranaíba). Os municípios foram escolhidos por critérios de vulnerabilidade no índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e de Responsabilidade Social. Os dados mais preocupantes são de Santo Antônio do Jacinto, localizado a 849 quilômetros da capital. Mais da metade (51,1%) dos alunos do ensino médio da cidade estão atrasados na escola. O percentual de distorção-série foi medido pelo Movimento Todos pela Educação, com base no Censo Escolar 2009, do Ministério da Educação (MEC). Segundo a pesquisa, as razões para o atraso são a reprovação ou matrícula tardia nas escolas. Em Santo Antônio do Jacinto, o problema é agravado pela migração da população nos períodos de corte da cana. “Muitos jovens deixam a cidade durante a safra em busca de emprego no Sul de Minas e no interior de São Paulo. Por isso, há tanto abandono escolar e muitos estudantes atrasados”, explica o prefeito Raniene José da Silva (PT). Para mudar essa realidade, o novo professor da família Ruliã Caetano dos Santos, de 27 anos, espera conscientizar a população sobre a importância da educação. “Vou tentar canalizar a energia que a juventude tem para ações que despertem o interesse pelo estudo. A ideia é usar um método diferente, que envolva pais e alunos na escola, para melhorar o desempenho escolar e evitar o abandono”, diz Ruliã, que acumula experiência em trabalhos com crianças em situação de risco. CAPACITAçãO Em visitas periódicas às famílias dos alunos, os educadores terão de identificar dificuldades e habilidades dos estudantes e propor uma metodologia diferenciada de aprendizagem que envolva a participação dos pais na rotina dos filhos. “Vamos criar uma relação de porta em porta com as famílias, até porque educação não é uma matéria a ser resolvida apenas na escola. Ela tem tudo a ver com os valores e expectativas das famílias. Estamos tentando reinventar o ensino médio, que precisa ser mais atraente para o jovem. Hoje, um garoto passa oito horas numa lan house, mas não quer ficar quatro horas na sala de aula”, disse a secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola. Para atuar no programa, os professores receberão um treinamento inicial com 32 aulas e, ao longo do ano, farão cursos a distância e presenciais. Os 100 educadores, apresentados ontem em solenidade na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, no Bairro Serra Verde, na Região Norte de BH, são profissionais com ensino médio ou superior e conhecimento prévio em informática e mobilização juvenil. Além da capacitação específica para as atividades do programa, os Professores da Família também receberão treinamento sobre políticas sociais. No próximo semestre, a secretaria pretende levar o programa Professores da Família a outras 36 cidades mineiras, chegando a 100 municípios atendidos até 2012. A previsão é de que seja investido um total de R$ 8 milhões no projeto.

MEC estabele regras para distribuição de bolsas remanescentes do ProUni

Terão prioridade os candidatos que sejam professores da rede pública O Ministério da Educação (MEC) definiu as regras para a distribuição das bolsas de estudo remanescentes do Programa Universidade Para Todos (ProUni) do primeiro semestre deste ano. O texto foi publicado nesta quarta-feira no Diário Oficial da União (DOU). Segundo a portaria, as bolsas não concedidas a candidatos pré-selecionados no processo regular podem ser concedidas conforme a classificação em processo seletivo da instituição de ensino superior, inclusive vestibular, para turmas iniciadas neste semestre e conforme o desempenho acadêmico, para turmas iniciadas até o último semestre. De acordo com a pasta, terão prioridade na ocupação das bolsas os estudantes que sejam professores da rede pública de ensino matriculados em cursos de licenciatura, normal superior e pedagogia. De acordo com o texto, as universidades são obrigadas a divulgar a existência das vagas remanescentes do ProUni em cartazes e em sites na internet. Devem ser divulgados o teor da portaria, o número de bolsas disponíveis em cada curso, turno e local de oferta, a lista dos estudantes inscritos e depois dos aprovados. Os reprovados devem receber documento com a explicação do motivo. A concessão dessas bolsas deverá ser regularizada até 12 de abril e o processo deverá ser registrado no sistema informatizado do MEC. As bolsas que ainda restarem deverão ser oferecidas no próximo processo seletivo do programa.

Crédito: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/mec-estabele-regras-para-distribuicao-de-bolsas-remanescentes-do-prouni

terça-feira, 5 de abril de 2011

'Ele não tinha lesão', diz diretora de escola, sobre caso de agressão na BA

A diretora geral da escola Fundação Baiana de Engenharia, Sandra Nagel, contou na tarde desta terça-feira (6) outra versão sobre a suposta agressão de um aluno de 11 anos, ocorrida na quadra da instituição de ensino, na segunda-feira, 28 de março.
Sandra afirma que as crianças estavam brincando e que, assim que percebeu que a brincadeira estava ficando agressiva, o professor de educação física direcionou os dois envolvidos para o Serviço de Orientação Educacional (SOE). A diretora conversou com os alunos na ocasião, que informaram estavar apenas brincando.
“Um estava de cabeça baixa e o outro choroso. Eles disseram que tudo começou com uma brincadeira, que se tornou uma coisa maior e eu aconselhei que contassem tudo aos pais. A criança não tinha nenhuma lesão, nada chamou atenção da gente”, relata. A diretora afirma ainda que, minutos depois, os dois brincavam juntos.
Sandra admite que encontrou o menino usando o colar cervical e que ele havia comentado que estava com dor na coluna.
O aluno de 11 anos tem um mês na escola e, segundo a diretora, mesmo assim já é muito entrosado com os colegas. Sobre uma possível solução para o caso, ela afirma que vai esperar a mãe dar entrada na Justiça para que a escola possa se defender.
“Estamos tratando de crianças, não de marginais. Não posso expulsar um menino pela primeira vez”, diz. Sandra também afirma que a criança acusada de ter batido na “vítima” chorou muito e jurou “pela mãe” que não fez nada. “Ás vezes a pessoa fala o que quer, não sei com qual interesse. Nós estamos pedagogicamente com a consciência limpa”, comenta, sobre a mãe que fez a denúncia.
Segundo Sandra, a escola já tinha programado uma palestra para familiares e alunos tendo como tema o buylling, para o dia 29 de abril.

Entenda o casoDe acordo com o relato da mãe, um garoto de 11 anos sofreu escoriações na coluna cervical após ter sido agredido por seis colegas na quadra da escola Fundação Baiana de Engenharia, localizada no bairro do Imbui, em Salvador. Camila Lima, mãe da "vitima", registrou o caso na Promotoria da Infância e Juventude, Ministério Público da Bahia.
“Eu estava esperando o professor de educação física chegar quando sem querer prendi o pé na rede. Foi quando um dos meus colegas fechou a trave – que abre e fecha – e começou a me bater. Depois chegaram outros que aproveitaram a situação e me bateram com socos, chutes e murros”, revela a criança. A mãe conta que o filho usou colar cervical por cinco dias, acompanhado por analgésicos.

Crédito: http://g1.globo.com/bahia/noticia/2011/04/ele-nao-tinha-lesao-diz-diretora-de-escola-sobre-caso-de-agressao-na-ba.html

Abertas inscrições para prêmio de incentivo à leitura

Experiências com atividades de incentivo à leitura desenvolvidas em todo o País podem concorrer ao prêmio Vivaleitura de 2011. As inscrições devem ser feitas até 20 de julho, com apresentação escrita de trabalhos em execução ou já concluídos. Há três categorias e o vencedor de cada uma leva R$ 30 mil.
A primeira categoria é de bibliotecas e inclui públicas, privadas e comunitárias, a segunda é de escolas e também vale tanto para rede pública quanto privada. Outra categoria aceita inscrições desde pessoas físicas e organizações não governamentais até empresas e universidades.
Este ano, de acordo com o regulamento, podem concorrer experiências que começaram em janeiro de 2009, com conclusão prevista para julho de 2011, e projetos permanentes, com indicadores de resultados. O relato do trabalho não deve ultrapassar seis páginas. Cada participante pode inscrever um projeto por categoria.
O prêmio é uma iniciativa dos ministérios da Educação e Cultura e tem a coordenação da Organização dos Estados Ibero-Americanos para Educação, Ciência e Cultura (OEI) e o patrocínio da Fundação Santillana, da Espanha para estimular a leitura e a formação cidadã.
As inscrições, gratuitas, devem ser feitas pela internet (aqui) ou via postal, como carta registrada com aviso de recebimento para o endereço Prêmio Vivaleitura 2011, caixa postal 71.0377. CEP: 03.410-970, São Paulo (SP). O regulamento e o formulário de inscrição estão no site do prêmio (http://www.premiovivaleitura.org.br/regulamento/default.asp). Na mesma página, podem ser consultadas as 15 experiências vencedoras.

Créditos: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/abertas%20inscricoes%20para%20premio%20de%20incentivo%20a%20leitura/n1300027996206.html

Já passamos dos 700 acessos

Pessoal... Acabamos de passar o número de 700 acessos ao nosso BLOG.
Agora, vamos lutar para chegar logo aos 1000 acessos. Quando vamos chegar? Este mês?
Então vamos divulgar nosso BLOG, para que este número de 1000 acessos seja atingido o mais rápido possível.
É isso ai... Contamos com vocês...

Equipe do BLOG.

Presidente da Costa do Marfim se rende e aceita a derrota para seu opositor.

O líder da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, assinou um documento escrito oficializando sua rendição e pedindo proteção da ONU (Organização das Nações Unidas), informou a agência de notícias Reuters.
A notícia chega momentos após a França e a ONU pressionarem Gbagbo a assinar um documento de renúncia ao presidente eleito do país, Alassane Ouattara, como condição para sua saída.
"Nós exigimos [...] que a saída de Gbagbo seja precedida pela publicação de um documento com sua assinatura no qual renuncia ao poder e reconhece Ouattara como presidente", disse o ministro de Relações Exteriores da França, Alain Juppé, que disse estar de acordo com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.
Ouattara foi o vencedor das eleições de novembro do ano passado, reconhecido pela comunidade internacional. Gbagbo, que já estava no poder, se recusou a renunciar e apelou ao Conselho Eleitoral por uma recontagem de votos, que favoreceu sua campanha.
Desde então, forças dos dois lados se enfrentaram em confrontos que deixaram centenas de mortos e ameaçaram levar o país de volta à guerra civil de 2002 e 2003.
Nos últimos dois dias, as forças de Ouattara lançaram uma "ofensiva final" contra Gbagbo em Abdijã, com apoio de ataques de helicópteros da ONU e da França.
Eles cercaram a residência oficial do presidente, que estaria escondido em um bunker, no porão de sua casa, com sua família e alguns aliados.
Juppé confirmou ainda que os confrontos na Costa do Marfim foram interrompidos e que as negociações para a saída de Gbagbo estão em andamento.
Um porta-voz de Gbagbo confirmou que ele estava negociando os termos de sua saída com base no reconhecimento de Ouattara como presidente. Segundo o porta-voz, as negociações incluem garantias de segurança a Gbagbo e seus familiares.
Mais cedo, o representante especial da ONU na Costa do Marfim, Y. P. Choi, disse ao canal árabe Al Jazeera que "a guerra acabou" e Gbagbo já se rendeu. "Ele está no porão [de sua casa em Abdijã] e está pronto para se entregar", disse Choi.
Já o premiê francês, François Fillon, disse que dois generais da Costa do Marfim estavam negociando a renúncia de Gbagbo. "Neste exato momento, estamos conversando com dois generais para negociar a renúncia do presidente Gbagbo", disse Fillon a membros do Parlamento em Paris.
As forças de Gbagbo pediram anteriormente um cessar-fogo, e o ministro da Defesa francês, Gerard Longuet, disse que a crise no país seria resolvida em uma questão de horas.

Créditos: http://www.correiodoestado.com.br/noticias/gbagbo-se-rendeu-e-pediu-protecao-da-onu-na-costa-do-marfim_105914/

Cansados de receberem troco em balas, alunos de colégio em SP pagam padaria com doces

Alunos do colégio Vera Cruz, em São Paulo, fizeram na manhã de segunda-feira (4) um protesto inusitado: cansados de receberem troco da padaria da esquina em balas, compraram um saco de doces e resolveram fazer o pagamento em balinhas Sete Belo. A informação foi publicada na coluna Mônica Bergamo desta terça (5).
Munidos de cartazes com a frase “Bala não é dinheiro”, os estudantes fizeram o pagamento na mesma proporção da utilizada pela padaria: cada bala valia R$ 0,10. E o estabelecimento aceitou fazer as trocas.
O protesto foi organizado via Facebook pela aluna Helena Allegro, do oitavo ano. Segundo a colunista, mais de cem alunos combinaram o “levante”. Quatro foram contra –para eles, era mais importante discutir assuntos mais sérios, como o que acontece na Líbia e no Japão.
Para conseguir reunir todo mundo, foi criado, no site, o evento "Pagar a Codavonga em Balas". A descrição do evento é bastante direta: "Durante toda a semana que vem, vamos pagar tudo que compramos na padaria em balas em vez de dinheiro, porque afinal, isso que eles fazem com a gente. Se você não quiser, tente pelo menos recusar o famoso "troco em bala", que eles dão como se fosse a coisa mais normal o mundo. Caso alguém não saiba, um estabelecimento é obrigatório a ter troco EM DINHEIRO. Faça o possível para se recusar à este (sic) roubo. Obrigada." O evento teve 96 confirmações, 18 "talvez" e 16 "ausentes".
O gerente da padaria Covadonga, alvo do protesto, diz que ficou “surpreso” e negou que desse balas como troco. De acordo com Ronaldo Antinhani, responsável pelo local, para suprir a falta de moedas são oferecidas balas, mas ninguém é obrigado a aceitar. Obrigar o cliente a aceitar outra forma de pagamento de troco que não seja dinheiro é crime.
Um aluno ainda foi “flagrado” saindo da padaria com uma garrafa do uísque Chivas Regal, avaliado em R$ 120. A garrafa foi recuperada cinco minutos depois por um funcionário.
O protesto estava previsto para acontecer durante toda a semana, mas foi suspenso, segundo um recado de Helena no Facebook, por estar dando "muita confusão". Para a próxima sexta-feira (8), eles estão combinando um boicote à padaria -a convocação é para que todos levem lanche de casa ou comprem em outro lugar.

Crédito: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/04/05/cansados-de-receberem-troco-em-balas-alunos-de-colegio-em-sp-pagam-padaria-com-doces.jhtm

Vítima de bullying posta vídeo de protesto e ganha seguidores na web



Um vídeo postado por uma estudante norte-americana de 13 anos que se diz vítima de bullying em um protesto silencioso contra a violência e a intimidação nas escolas faz sucesso na internet e transformou a aluna em uma celebridade na web.
Alye Pollack, estudante da Bedford Middle School, de Westport, estado de Connecticut, na costa leste dos Estados Unidos, já teve seu vídeo entitulado "As palavras são piores do que paus e pedras" visto por mais de 400 mil pessoas. No Facebook, ela recebe centenas de mensagens de apoio e relatos de outras vítimas de bullying. Outros internautas postaram vídeos com mensagens e músicas de apoio a Alye.
No vídeo, Alye aparece mostrando cartazes com sua mensagem de protesto, com uma música instrumental ao fundo.
"Olá, eu sou Alye. Eu estou na oitava série. Eu pareço feliz? Bem, eu não sou. Estou assim desde a sexta série. Não tenho muitos amigos. 3? 4? Por quê? Sou uma vítima de bullying. Não há um dia que se passa sem uma dessas palavras: "piranha, vagabunda, gorda, lésbica, vadia, maluca, feia, esquisita", relata Alye mostrando as placas.
O protesto continua: "Eu não vou me cortar, mas estou perto. Passo mais tempo na terapia do que nas minhas aulas. Gosto da minha escola, só não gosto das crianças (alunos). Será que na high school (ensino médio) as coisas vão piorar? Socorro".
A mensagem termina com um recado para os agressores. "Pense um pouco antes de dizer as coisas. Isto pode salvar vidas. Não seja um assassino. Paus e pedras? São as palavras que machucam."
Em entrevista à rede de TV CNN na noite desta segunda-feira (4), Alye disse que muita gente faz bullying contra outra pessoa por causa de ciúmes ou pura insegurança. "Eles não deviam fazem bullying contra ninguém, deviam conversar com seus pais ou um psicólogo", disse Alye, na entrevista ao lado de sua mãe. "O bullying precisa terminar totalmente, não pode ser tolerado por ninguém. Não importa o que alguém tenha feito para você, você jamais pode praticar o bullying contra essa pessoa."
Alye comentou ainda sobre a repercussão do vídeo. "Muita gente veio até mim e disse: 'Agora eu sei que não se deve dizer coisas ruins'. E isso é simplesmente fantástico, porque as pessoas estão realmente sendo afetadas por meu vídeo."

Outros casos de bullying
O vídeo de Alye Pollack segue o caminho do sucesso recente da entrevista do garoto Casey Heynes, que após se cansar de tanta provocação de um colega reagiu ao bullying e o arremessou contra o chão. Casey também ganhou uma série de admiradores por sua atitude.
No Brasil, o bullying segue fazendo vítimas. Em Ribeirão Preto (SP), a estudante de enfermagem Ana Claudia Karen Lauer afirma ter sido espancada por três alunas na sexta-feira (1º). A agressão ocorreu em frente ao Centro Universitário Barão de Mauá após a estudante ter denunciado à coordenação que era perseguida por outros alunos.
No Rio, uma menina de 13 anos relatou as agressões que sofreu em uma escola municipal do subúrbio. Ela alega que a escola não a ajudou. Em outro caso, a Justiça do Rio condenou o Colégio Nossa Senhora da Piedade a indenizar em R$ 35 mil reais a família de uma ex-aluna que foi vítima de bullying dentro da escola.

Crédito: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/04/vitima-de-bullying-posta-video-de-protesto-e-ganha-seguidores-na-web.html

Ensino médio noturno pode durar até um ano mais longo.

O ensino médio noturno pode durar mais tempo. Se as novas diretrizes para essa etapa da educação básica forem aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) amanhã, o aluno que estuda à noite poderá ficar de um semestre até um ano a mais na escola. A ideia é que ele tenha menos horas de aula por dia, com a possibilidade até mesmo de explorar recursos de educação à distância no currículo. A proposta é uma das que compõem o documento que pretende flexibilizar o currículo do ensino médio, trazendo a escola para dentro da rotina do aluno e, assim, tornando-a atraente. Com isso, o conselho quer valorizar o projeto político-pedagógico e a identidade de cada escola. O ensino médio é hoje a etapa mais problemática da educação brasileira. Além de boa parte dos alunos apresentar baixo desempenho escolar, o ensino médio enfrenta uma evasão crônica. Dados de 2009 mostram que 32,8% dos brasileiros entre 18 e 24 anos abandonaram os estudos antes de completar o terceiro ano. "No caso do ensino médio noturno, sabemos que é difícil manter o aluno quatro horas por dia na escola, pois muitos chegam atrasados do trabalho e saem antes do fim da aula. Por isso, flexibilizar essa grade é importante", afirma José Fernandes de Lima, relator das diretrizes e membro da Câmara de Educação Básica do CNE. "Isso dará ao aluno a possibilidade de concluir essa etapa em três anos e meio, quatro anos ou até mais." Hoje, o ensino médio dura três anos.

ISENÇÃO DA TAXA DE INSCRIÇÃO PARA O CONIC 2011

Está chegando cada vez mais perto, o momento da inscrição e entrega do texto para o CONIC SEMESP 2011.
Segundo informações ainda não confirmadas pela equipe do BLOG, quem tem PROUNI ou FIES vai poder pedir isenção da taxa de inscrição.
Assim que obtiver-mos mais notícias elas serão repassadas a todos aqui pelo BLOG.

Autor: Hassan Marra Jorge

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Morre Jackson Lago, ex-governador do Maranhão

O ex-governador do Maranhão Jackson Lago (PDT) morreu às 18h30 desta segunda-feira (4) em São Paulo, de acordo com a assessoria do Hospital do Coração (HCor). Aos 76 anos, ele deixou mulher, três filhos e seis netos. Nascido em Pedreiras (MA), era médico de formação.
Conforme nota do hospital, ele morreu por falência de múltiplos órgãos. Estava internado desde o dia 30 de março para para tratamento de miocardite (inflamação do músculo cardíaco), causada pela quimioterapia. Veja no fim do texto a íntegra da nota.
Segundo informou a família, o corpo deve seguir para São Luís na manhã desta terça (5) para ser velado na sede do PDT local. A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), decretou luto oficial de três dias no estado.
A filha Ludmila Lago disse que o pai sofria de câncer de próstata desde 2004. Em novembro passado, segundo informou, o ex-governador deu início a sessões de quimioterapia em São Paulo, mas as sessões foram interrompidas em fevereiro porque ele estava muito debilitado. Em março, ele retomou a quimioterapia. Nesta segunda, entrou em coma, segundo o filho Igor.
“Como ele era médico, acho que ele já tinha certa noção do que estava prestes a acontecer. Mais do que nós”, afirmou Ludmila.
De acordo com a assessoria do PDT, ele foi internado pela última vez em 30 de março, "em estado febril, com falta de ar e cansaço devido ao tratamento quimioterápico a que estava se submetendo devido a um câncer de próstata em estado avançado".
"Ele teve uma metástase [disseminação da doença] e vinha segurando isso. A coisa começou a complicar nos últimos dois, três meses, quando ele foi para o hospital", afirmou o irmão Wagner Lago.

Cassação
Acusado de abuso de poder político e econômico na eleição de 2006 - o que sempre negou -, Lago teve o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em março de 2009.
No lugar dele, assumiu Roseana Sarney (PMDB), segunda colocada em 2006. Mesmo após a posse de Roseana, Lago chegou a resistir a deixar o governo e passou noites no palácio. Ao sair, se disse "violentado".
No ano passado, Lago tentou voltar ao governo estadual, mas foi derrotado na eleição. A rival Roseana Sarney (PMDB) se reelegeu governadora, e ele ficou em terceiro lugar - Flavio Dino (PC do B) foi o segundo.
Além de governador (2007-2009), Lago foi prefeito de São Luís por três mandatos (1989-1992; 1997-2000 e 2001-2002, quando saiu para se candidatar a governador). Devido à doença, estava licenciado da vice-presidência do PDT, partido do qual é um dos fundadores.
Lago concorreu ao governo estadual por três vezes. Além de 2006 e 2010, ele disputou também em 2002, quando perdeu para José Reinaldo Tavares (PSB), que obteve 51,05% dos votos válidos.

Nota do hospital
"Nota de Falecimento
O ex-governador do Estado do Maranhão, Jackson Lago, 76 anos, internado no Hospital do Coração (HCor) desde o dia 30/03, para tratamento clínico de miocardite (inflamação do músculo cardíaco) pós quimioterapia, faleceu nessa segunda-feira (04/04) às 18h30, por falência de múltiplos órgãos.
Assessoria de Imprensa do HCor – Hospital do Coração"

Crédito: http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/04/morre-jackson-lago-ex-governador-do-maranhao.html

Projeto de Lei pretende combater evasão escolar no Piauí

Piauí é apontado como um dos estados com menor taxa de alunos que concluem o Ensino Fundamental O estado do Piauí está entre os que apresentam maior taxa de evasão escolar. De acordo com a pesquisa Situação da Infância e da Adolescência Brasileira, realizada recentemente pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Piauí é apontado como um dos estados com menor taxa de alunos que concluem o Ensino Fundamental. A pesquisa da Unicef revelou que dos 121.727 alunos matriculados na primeira série no Piauí, apenas 43.660 concluem o ensino fundamental. Isso significa que só 35,8% dos estudantes que ingressam na vida escolar conseguem terminar o ensino fundamental. O Legislativo Piauiense, através da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta semana um Projeto de Lei (PL) que promete combater a evasão escolar no Piauí. O documento de autoria do deputado Marden Menezes (PSDB) obriga as escolas da rede pública estadual a comunicarem o excesso de faltas dos alunos regulamente matriculados no ensino fundamental e no ensino médio às instituições responsáveis pelo bem-estar das crianças e adolescentes do estado, tais como Conselho Tutelar e a Vara da Infância e da Juventude. Os pais e responsáveis também deverão ser informados em caso de faltas em demasia. O parlamentar argumenta que além de aprimorar o ensino público é dever do Estado, combater a evasão escolar, salientando que a referida comunicação tem por finalidade evitar que não seja ultrapassado o limite permitido de 25% de ausências. Vale ressaltar que as informações deverão ser feitas quando for atingido o percentual de 20% das faltas. “Infelizmente a ausência dos alunos regularmente matriculados às aulas ainda é um dos problemas mais freqüentes nas escolas da rede pública estadual, o que acarreta desperdício de recursos públicos e diminuição do aproveitamento escolar”, acrescentou Marden. O parlamentar acrescenta que o presente Projeto de Lei, ao obrigar as escolas a comunicarem por escrito as ausências aos pais e responsáveis pelos alunos, impõe uma medida simples, porém eficaz, para coibir as faltas em excesso. “Agora só falta o governador sancionar”, finalizou Marden Menezes.

Professores do Estado de São Paulo receberão bolsas de Mestrado e Doutorado.

A Secretaria da Educação de São Paulo abriu inscrições para bolas de estudo de mestrado e doutorado voltadas para professores, supervisores e diretores de escolas estaduais. O valor do benefício foi ampliado de R$ 790 para R$ 1,3 mil no mestrado e para R$ 1,6 mil no doutorado. As inscrições podem ser feitas até o dia 5 de maio aqui.
Para participar, os educadores devem ter no mínimo três anos de atuação no cargo e ser efetivos. Aqueles que já estiverem cursando a pós-graduação também podem se inscrever. Nesse caso, receberão bolsa proporcional ao tempo de curso (sem efeito retroativo), com base no prazo de conclusão estipulado pela secretaria, que é de até 30 meses para o mestrado e até 54 meses para o doutorado.
Segundo a secretaria, desde 2004, quando teve início o programa, 3.477 trabalhos foram inscritos e aprovados, dos quais 2.246 concluídos. Para obter o benefício, o professor tem que firmar compromisso de que permanecerá no magistério público estadual, após a conclusão do curso, pelo prazo mínimo proporcional ao tempo em que o benefício foi recebido.
As bolsas são concedidas para que os docentes possam fazer o mestrado ou doutorado em cursos reconhecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) na área inerente à disciplina do cargo exercido ou na área da educação.

Crédito: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5046230-EI8266,00.html

Milhares saem à rua no Rio em defesa da educação pública

Milhares de pessoas percorreram, dia 1° de abril, a Avenida Rio Branco do Rio de Janeiro em defesa da educação pública no estado do Rio de Janeiro. A Cinelândia, onde há poucos dias Obama teve que cancelar seu discurso público graças à pressão do povo, assistiu a um novo êxito da mobilização popular, precisamente no aniversário do golpe militar.
A jornada de luta teve uma adesão maciça, na qual professorado, estudantado, funcionári@s, animadoras e animadores... e todas as pessoas ligadas ao mundo da educação, de uma ou outra maneira, saíram à rua contra a destruição do ensino público.
A concentração foi convocada pelo Fórum Estadual em Defesa da Escola Pública (FEDEP), que no texto da convocatória criticou que no estado do Rio "a educação pública sofre um terrível sucateamento da falta de recursos públicos".
A forte presença repressiva, com vários carros da polícia militar desde o começo da concentração, ficou relativamente diluída no meio dos milhares de pessoas que chegaram à manifestação. "Isto é uma manifestação pacífica e esperamos não ter nenhum problema", desejava uma das pessoas que falaram durante o evento face à presença dos policiais, fortemente armados.
A chegada de manifestantes foi contínua desde as 10:00 horas, início da concentração na Candelária. Dos poucos centos da primeira hora, chegou-se a uma maré humana, que acabou partindo às 13:00 em direção à Cinelândia, ocupando vários centos de metros do comprimento da Avenida do Rio Branco no seu percurso.
A assistência foi tal, que houve dificuldades para @s manifestantes permanecerem na zona marcada para a manifestação, produzindo-se problemas de trânsito da avenida. Foram as próprias pessoas manifestantes as que formaram um cordão de segurança. Ainda, as pessoas pertenciam a todas as faixas etárias e ocupações, demonstrando que os planos que os governos têm para a educação não benefíciam ninguém entre as classes populares.
Poucos minutos depois da chegada à Cinelândia, a chuva aparecia, e o fazia com força. A tenacidade das pessoas manifestantes fez com que, na mesma, se mantivesse a assembleia convocada para depois da passeata. Milhares de pessoas estiveram na histórica praça pelo ensino público.

Reivindicações e metas
A jornada abrangia um amplo leque de reivindicações que afetam a todos os setores relacionados com a educação: estudantes secundaristas, universitários, de educação especial, professores, funcionalismo, recreadores...

A convocatória do FEDEP definia várias lutas:

- pela garantia do direito de todo o mundo à educação pública, como dever do Estado,

- pela constituição de um sistema nacional de educação democrático,

- pelo 10% do PIB para a educação pública,

- pelo transporte gratuíto, acesso aos bens culturais, alimentação, bolsa de manutenção e moradia estudantil,

- por um piso salarial que propicie condições realmente dignas de trabalho,

- pela radical desmercantilização da educação,

- pela garantia de um padrão unitário de qualidade

E, ainda, a mesma organização define 10 metas para uma educação de qualidade: nenhuma criança sem escola, nenhum aluno sem professor/a, nenhum profissional desvalorizad@, nenhum professor/a sem escola, nenhuma escola sem funcionári@, nenhum profissional sem direito à formação, nenhuma escola sem estrutura, nenhuma educação sem democracia, nenhum educador discriminado e nenhuma economia nos investimentos em educação.

Crítica aos planos de Dilma, Cabral e Paes
Segundo o FEDES, "as políticas educacionais contidas no Plano de Desenvolvimento da Educação do governo Dilma, no Plano de Metas de Sérgio Cabral e nas políticas de parcerias público-privadas de Eduardo Paes e de vários outros governos podem apagar o futuro da educação pública".

2,89% do orçamento para educação

O FEDEP denunciou com a convocatória "a segregação educacional e as políticas que somente aceleram o desmonte da escola pública". Ainda, anunciava-se a intenção dos governos de entregar "as escolas ao setor privado para serem administradas por empresas, fundações e seitas religiosas", para o qual previamente "estrangulam os recursos para a educação".
Para demonstrar isso forneceram dados de 2010, conforme os quais apenas 2,89% do orçamento foi dedicado à educação. Resulta muito interessante confrontar esse dado com os 44,93% do orçamento dedicado para juros, amortizações e refinanciamento da dívida. 62,18% até chegar ao total foi dividido entre 25 ítens diferentes. Precisamente, uma das maiores reivindicações foi chegar, ao menos, aos 10% do PIB dedicado para educação pública.

Créditos: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17645&boletim_id=877&componente_id=14332

Estudante é espancada após dizer que era vítima de bullying

Uma aluna de enfermagem do Centro Universitário Barão de Mauá, em Ribeirão Preto (313 km de São Paulo), foi espancada e teve o nariz quebrado por golpes de capacete após denunciar à coordenação de seu curso que vinha sendo vítima de bullying na instituição.
Ana Cláudia Karen Lauer, 20, foi agredida no início da tarde desta sexta-feira. Uma aluna, disse, discutiu com ela na saída e outras duas a abordaram enquanto pegava sua moto, do lado de fora da Barão, para ir embora.
A vítima contou ter sido agredida com seu próprio capacete por uma das alunas que a abordaram. "Quando ela me bateu, eu cai no chão dizendo 'você quebrou meu nariz' e mesmo assim a garota não parou", relatou.
Ela disse ter ficado indignada também porque alguns funcionários da instituição não a ajudaram. "Enquanto eu apanhava, ficaram todos só olhando, inclusive os seguranças. Até que veio outra menina, que não sei quem é, e me tirou dali", disse.
A estudante de enfermagem afirmou ainda que a Barão se recusou a fornecer o nome completo da garota que a agrediu para a queixa na polícia. "Disseram que era antiético."
Mãe de Ana, Cláudia Karen Lauer, afirmou acreditar que a filha podia estar sofrendo preconceito porque foi transferida de outra faculdade para a Barão há três meses e, como já conhecia algumas matérias, se destacava nas aulas.
A jovem contou ter procurado a coordenação do curso para se queixar de bullying porque, além de ser ignorada na maior parte do tempo, era rejeitada em uma das classes até na hora de fazer trabalhos em grupo.
"Quando isso começou a atrapalhar nos estudos, ela procurou ajuda da instituição", afirmou a mãe.
O Centro Universitário Barão de Mauá informou via assessoria de imprensa que uma comissão foi formada para apurar o caso e ouvir todos os envolvidos. A instituição negou ter recusado socorro à vítima, já que o atendimento foi feito por uma unidade médica contratada pela Barão.

Créditos: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/897461-estudante-e-espancada-apos-dizer-que-era-vitima-de-bullying.shtml

Parabéns! Já chegamos a mais de 600 acessos.

A cada semana que passa, a equipe do BLOG fica ainda mais feliz.
Hoje nós ultrapassamos a marca de 600 acessos em menos de dois meses de criação do BLOG.
Parabéns a todos que confiam na gente e sempre nos visitam.
AGORA UMA NOVIDADE! VOCÊ PODE RECEBER AS NOTÍCIAS PUBLICADAS NO BLOG DIRETO NO SEU EMAIL. BASTA SE CADASTRAR. APROVEITE!!

Créditos: Hassan e Junior.

FICOU DESEMPREGADO? “SEGURO FACULDADE”.

Você entra na faculdade. Esta trabalhando. Pagando suas mensalidades da faculdade em dia. Mas ocorre um imprevisto e você é demitido. E agora o que fazer? Prestações em atraso, cobranças, multas, e muita dor de cabeça. Mas com um novo tipo de seguro, pelo menos quanto a suas mensalidades escolares ou universitárias você pode ficar despreocupado, é o “SEGURO EDUCACIONAL”.
Isso mesmo, um seguro educacional, que garante em caso de demissão o pagamento das mensalidades da escola do seu filho, ou da sua faculdade; basta você contratar. Saiba mais.
O seguro funciona como um tipo de bolsa de estudos, e se contratado, garante o pagamento da mensalidade escolar até o final do curso.
A apólice pode ser contratada por qualquer pai de aluno, responsável ou até mesmo pelo aluno, entre 16 a 65 anos, em bom estado de saúde e em plena atividade profissional. O seguro cobre as mensalidades em caso de desemprego, morte ou invalidez.
É mais vantajoso fazer o contrato diretamente pela escola ou faculdade, pois quando existe a adesão de mais pessoas, o valor cobrado pelo seguro cai. A apólice coletiva pode ser negociada pela instituição de ensino diretamente com a corretora de seguros.
Na maioria dos contratos, a cobertura se dá por 14 meses, que é o suficiente para o pagamento de 12 mensalidades, a matricula (ou rematricula) e os materiais didáticos. A cobertura se da integral da apólice, por morte ou invalidez da pessoa que é a responsável pela parte financeira do aluno. Em casos de interrupção de trabalho por doença ou algum acidente, o seguro cobre três mensalidades. Podem ser incluídos no seguro, formatura, transporte, aulas extras; porém isso encarece o custo da apólice.  
Os valores cobrados para se fazer um seguro dessa natureza, são geralmente de 1% a 2% do valor da mensalidade, em apólices fechadas de forma coletiva. Lembrando que como qualquer outra apólice de seguro, o mesmo não cobre morte por suicídio, uso de álcool, drogas, etc.
Se interessou, procure um corretor de seguros e faça já o seu SEGURO FACULDADE.

Autor: Hassan Marra Jorge

O ENEM VIA COMPUTADOR... SERÁ QUE VAI ROLAR...

Zapeando hoje pela internet, vi uma reportagem falando sobre o Enem. A reportagem ressalta uma coisa que já foi publicada no BLOG, que é a questão de o INEP ter chamado Instituições de Ensino Superior Públicas para ajudar a fazer mais questões para o ENEM e assim aumentar o seu banco de dados de questões. Hoje o banco de questões conta com  dez mil questões, eles querem chegar a cem mil. Mas vamos ao que importa.
O texto dizia que a meta do INEP para os próximos anos é informatizar o ENEM. Isso mesmo, informatizar o ENEM. Não vai ter mais aquela prova de papel, a prova vai ser feita toda no computador. Achei a idéia legal, mas comecei a pensar. E fui longe nos meus devaneios. Pensem comigo...
Olhem o desafio que o Ministério da Educação irá enfrentar para conseguir fazer uma prova toda informatizada, o problema é tecnológico, de logística e principalmente de segurança. Será que o INEP, órgão que é o responsável pelo ENEM, tem competência para realizar uma façanha dessas, pois já faz algum tempo que o exame não vem dando muito certo. Cheio de erros nas provas, ou em casos mais graves, até mesmo o furto de provas.
Mas também tem o lado dos estudantes. Em um país como o Brasil, onde a maioria sai da escola mal sabendo o BE – A – BA. Custando a saber fazer contas de adição e subtração. Onde inúmeros alunos saem do colegial sem saber escrever seu próprio nome. Será que os alunos terão domínio suficiente de computação para fazer a prova? Pois já nas tarefas iniciais para acessarem suas provas eletrônicas eles necessitarão de fazer um logim e senha. Depois vai complicando um pouco mais. É isso ai, se a pessoa não tiver um pouquinho de conhecimento ela não vai dar conta mesmo. É fato.
Mas no mundo existem pessoas que dizem que aqui só sobrevivem os mais fortes, não acreditava nisso, nem ao menos concordava... mas ultimamente estou vendo que essa afirmativa é correta, o mundo é dos mais fortes, dos que querem seguir em frente. É a seleção natural.
Em sua visita ao Brasil o ex – presidente dos EUA Bill Clinton, em que veio para participar do Fórum Mundial de Sustentabilidade, ele disse que quer ver o ensino médio universalizado no país para que se ampliem o acesso e o número de matrículas nas universidades, além dos negócios com educação, é claro. O diploma superior ajuda a desenvolver cidadania, ressaltou ele, mesmo que essa graduação não seja decisiva para muitos empregos do século 21.

Autor: Hassan Marra Jorge

domingo, 3 de abril de 2011

Chega de educação progressista

Eduardo Nunes* Fala-se e escreve-se, o tempo todo e em toda parte, que o Brasil está em vias de se tornar uma das potências dominantes do cenário global – mas tais previsões costumam vir acompanhadas de uma condicional: se quisermos chegar lá, teremos de investir em educação. É aqui que o leitor se pergunta: mas já não estamos investindo em educação? Para onde vão os 25% do orçamento que todo gestor público tem a obrigação legal de destinar a essa área? Depois de passar sete anos acompanhando, como professor, o cotidiano da escola pública, posso afirmar que o principal problema do nosso ensino não é falta de verbas, mas falta de rumo. E ouso levantar uma questão que tem sido pouco discutida: a educação brasileira só é tão ruim por ser “boa demais”, pelo menos no papel. Se tomarmos os textos das leis que norteiam o ensino no país ou os regimentos das secretarias municipais e estaduais de Educação, se lermos as ementas das disciplinas dos cursos de Pedagogia ou se ouvirmos o que é debatido em seminários de educadores, choraremos de emoção e teremos a sensação de que nossas escolas são o melhor dos mundos. Tais textos, geralmente redigidos em prosa poética, estão repletos de belas expressões como “inclusão”, “gestão democrática”, “construção do conhecimento”, “leitura da realidade”, “libertação dos oprimidos”, “formação do ser humano integral”. Os arautos da corrente que hoje domina a intelligentsia educacional brasileira, e que chamam a si mesmos de “progressistas”, defendem esses princípios com fervor quase religioso e travam uma luta de vida e morte contra o paradigma anterior, que rotulam como “educação tradicional”. A educação tradicional, aquela em que a maioria dos brasileiros com mais de 25 anos foi alfabetizada, foi demonizada. “Tradicional” tornou-se um xingamento. Ao assumir o comando dos órgãos que cuidam da educação no país, lá pelo fim da década de 80, os novos timoneiros identificaram o paradigma então vigente com o autoritarismo da ditadura e trataram de exorcizar as escolas das práticas tidas como “tradicionais” e “autoritárias”: a transmissão de conhecimento de um professor que sabe para um aluno que não sabe, a reprovação dos alunos que não aprendem, a memorização pela repetição, o bê-á-bá, a exaltação dos que tiram boas notas. Desde então, evita-se ao máximo reprovar, pois isso “traumatiza” o aluno. A repetição da tabuada e os ditados para fixar a grafia das palavras também são evitados, pois “deformam a consciência”. Os currículos escolares foram permeados de atividades lúdicas e recreativas, destinadas a estimular a aceitação e a “inclusão”. Você concorda que o avanço na educação depende de uma volta ao tempo em que o conhecimento era transmitido de forma tradicional? O resultado, duas décadas depois, é que milhões de analfabetos funcionais saem das escolas públicas, todos os anos, com certificados de conclusão embaixo do braço. No seu afã de conscientizar e libertar os oprimidos, a educação progressista os condenou à escravidão da falta de qualificação. Vivendo num mundo de faz de conta onde a interação social é mais importante que o conteúdo, os “libertadores” não percebem que a verdadeira libertação é ter condições de ser selecionado para um bom emprego, de ser aprovado no vestibular, de passar em um concurso público, e isso é negado à maioria dos alunos das escolas públicas. O avanço de que necessitamos para abraçar o nosso destino de potência global se assemelha mais, por paradoxal que seja, a um retrocesso, uma volta ao tempo em que o conhecimento era medido e aplicado, os professores eram respeitados e valorizados e os alunos só eram aprovados se aprendessem. * Filósofo e Jornalista

sábado, 2 de abril de 2011

AGORA VOCÊ PODE TER AS NOTÍCIAS DO BLOG DIRETO POR EMAIL.

Agora você pode ter as notícias que são publicadas no BLOG, direto no seu email, tudo muito fácil e rápido.
Aprenda passo a passo como fazer para receber as notícias por email:

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Lembre-se de sempre divulgar o NOSSO blog para todos. Só assim teremos mais credibilidade, mais acessos e mais reconhecimento. E caso tenha alguma sugestão de matéria, mande um email para contatocomhassan@gmail.com que será analisado, e assim que possivel postado.

Imagens mostram briga da alunas em escola no interior de SP



Briga foi filmada e divulgada na internet.
Caso aconteceu em São Manuel, a 259 km de São Paulo.


Um vídeo postado na internet mostra mais uma briga de estudantes em São Manuel , a 259 km de São Paulo. Nas imagens, a agressora, que tem 15 anos, se aproxima e agarra uma outra aluna pelos cabelos.
A menina dá chutes até que duas funcionárias da escola separam a briga, mas, em seguida, a adolescente parte novamente para cima da outra aluna, que tem 13 anos, e continua com as agressões.
Tudo aconteceu no pátio da escola, onde os estudantes acompanharam de perto. De acordo com a direção da escola, as brigas acontecem dentro e fora do colégio e sempre por motivos fúteis.
Esta foi a segunda vez que as alunas se desentenderam e que o caso foi registrado na Delegacia da Mulher de São Manuel. A polícia já comunicou a primeira briga à Vara da Infância e Juventude e, agora, irá ouvir testemunhas desta última briga.

Crédito: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/04/imagens-mostram-briga-da-alunas-em-escola-no-interior-de-sp.html

Livro didático utilizado em SP tem respostas na internet

Exercícios estão em 135 milhões de livros distribuídos na rede estadual Endereços oferecem de graça as resoluções sugeridas presentes no material passado para os professores

As respostas de exercícios presentes em 135 milhões de livros de apoio distribuídos a alunos da rede estadual de SP estão, indevidamente, disponíveis na internet. As respostas são as apontadas no material dos docentes. Desde 2009, o governo de São Paulo distribui, a cerca de 3 milhões de estudantes, cadernos que podem ser usadas como lição de casa, atividades em classe ou até como avaliação. O material, que no ano passado custou aos cofres públicos R$ 75 milhões, visa ajudar a organização do conteúdo a ser dado. Cabe ao docente definir como usá-lo. A Folha verificou haver endereços na internet que oferecem de graça as resoluções sugeridas presentes no material dos professores. No Orkut, são mais de cem comunidades, uma delas com 300 mil membros. Também há blogs como o "Sem Repetentes", que tem respostas para todas as séries. A Folha tentou, sem sucesso, contato com responsáveis pelos sites. Não foi possível verificar como obtiveram o material do professor. PROBLEMAS "Pedia lição de casa, trabalho para nota ou mesmo atividade em sala de aula e, ultimamente, vinha tudo certo", conta um docente de português do ensino médio. Ao conversar com alunos, soube dos links. "Eles nem precisam pensar mais." Para o secretário-adjunto da Educação da gestão Geraldo Alckmin (PSDB), João Cardoso Palma Filho, como o material é basicamente de apoio, não há prejuízos. "Não tem como impedir (a publicação). Acontece com quem usa material pronto." Ele sugere que os docentes, a partir das resoluções, refinem explicações. "O material já é simplificado. Com respostas, vira perda de tempo", diz Angela Soligo, professora da Faculdade de Educação da Unicamp. "O ideal é o docente ter liberdade para definir atividades. A padronização causa problemas como esse." Segundo Regina Brito, professora da pós-graduação em educação da PUC-SP, "claro que há perda, mas o material não está todo perdido. A troca de informações entre alunos já é positiva". Ela ressalta que, antes, estudantes conseguiam o livro do professor e passavam as respostas a colegas. "A questão é que a internet potencializou isso. O docente precisa ser criativo para, a partir das respostas, estimular os alunos em outras atividades."
Créditos: http://www1.folha.uol.com.br/fsp/cotidian/ff0204201121.htm

Bônus não atrai bons profissionais para a educação.

Os bônus por produtividade nas redes de ensino público causam bastante polêmica entre os educadores. Poderia a lógica aplicada na indústria e no comércio, de premiar conforme a “produtividade”, ser adaptada para o ensino público e garantir que a qualidade da educação melhore?
Talvez ainda se encontre uma forma para que a prática dê certo, mas, da forma que é aplicado em São Paulo, não temos essa garantia. Em 2010, por exemplo, somente cerca de 70% das escolas estaduais tiveram uma nota considerada suficiente para que seus profissionais recebessem o bônus, que será pago em 2011. No ano anterior, o benefício atingiu cerca de 90% das escolas. Ou seja, até para os padrões definidos pelo governo, muitas escolas paulistas não estão melhorando.
É importante estar atento para o fato de que boa parte dessas escolas não atingiu totalmente a meta e vão receber só parte do bônus. Os dados demonstram que cada profissional vai ganhar, em média, pouco mais de R$ 3 mil, de bônus, neste ano. Como só quem atinge a meta ganha 2,4 vezes o seu salário, e considerando quanto ganham os profissionais de educação em São Paulo, fica claro que grande parte dos profissionais só atingiu parcialmente as metas.
Os profissionais das escolas que, por exemplo, superam suas metas, recebem 2,9 vezes a média de seus salários do ano. Claro que, pra quem ganha, é ótimo. Representa até um 16º salário. O problema é que a prática passa a responsabilidade pela qualidade da educação somente, ou principalmente, ao trabalho dos docentes.
Em educação, as coisas não são implantadas. Quando construímos uma estrada, podemos ter a certeza de que com mais trabalhadores, equipamentos e matéria prima a construção ficará pronta mais rápido. Em ensino, existem mais variáveis a serem consideradas, e, além disso, tudo o que é feito em educação tem que ser visto como desenvolvimento. Podemos até aumentar a velocidade com que os educandos desenvolvem habilidades e competências, mas não podemos 'depositá-las' nos alunos.
Quando utilizamos avaliações que aplicam provas, o que descobrimos, mais do que qualquer outra coisa, é como são os alunos em relação ao que é cobrado nos exames. No curto prazo, sempre são as mesmas escolas que ocupam os primeiros e os últimos lugares.
Mais do que ter boa estrutura, bom material didático ou bons professores, as melhores colocadas são aquelas que receberam os alunos que melhor se adaptam ao sistema de ensino. E isso tem a ver com a história socioeconômica do aluno. A qualidade do professor é o segundo aspecto que afeta o aprendizado. O primeiro engloba a estrutura familiar, sua renda per capita, a qualidade do gasto do orçamento, a escolarização dos pais, o contato com livros e periódicos, a sensação de pertencimento ao grupo, a valorização que o grupo dá para a educação, a qualidade de suas atividades de lazer, suas viagens, entre outras coisas.
É justamente por isso que não podemos olhar dados de forma absoluta. Uma escola, por exemplo, que sempre tira 7 nas avaliações acrescenta menos aos alunos do que uma que começa com 3, passa pra 4 e chega a 5. Não podemos insistir no erro de querer que todos os alunos, e todas as escolas, sejam iguais. Quando fazemos isso, tentamos orientar a escola para aqueles que 'sabem', em detrimento daqueles que não 'sabem'. E isso exclui, não pode ser adotado como política pública em nenhum lugar.
O bônus de São Paulo considera justamente onde a escola estava e onde ela chegou, apesar de vários setores da sociedade ainda insistirem em destacar as maiores e as menores notas absolutas, sem considerar sua historia. Até a Secretaria de Estado fez esse equívoco em edições anteriores do prêmio, quando algumas escolas com notas absolutas altas não conseguiram aumentá-las e mesmo assim receberam o bônus. Provavelmente, a nota tinha tem muito mais ver com os alunos do que com a qualidade da educação na unidade escolar.
O mesmo vale para os educadores. Os melhores são aqueles que possuem condições socioeconômicas mais aprimoradas. E não é só uma questão de renda familiar, mas também de vivência cultural. E é aí que erra o Estado de São Paulo. Temos duas formas de melhorar a qualidade do que é feito dentro das salas de aula. Uma é atrair profissionais mais capacitados para a carreira. A outra é melhorar a capacitação dos profissionais que estão na carreira.
Para atrair profissionais melhores para a carreira é fundamental que o salário seja maior. O bônus não é percebido como aumento nos salários, porque não é uma garantia. O professor pode trabalhar o ano todo contando que sua escola vai bater as metas e que ele vai receber três salários a mais, mas acabar recebendo apenas um, ou até mesmo ficar sem gratificação. Com a diversificação da economia e a diminuição do desemprego no Brasil, cada vez os jovens encontram mais possibilidades de carreira.
Como um professor ganha, em média, 60% a menos que outro profissional com o mesmo tempo de estudo, é natural que cada vez menos pessoas se interessem pela profissão.
Para melhorar a capacitação de quem já está na rede, a capacitação tem que ser continuada. E capacitação continuada não pode ser entendida somente como um curso a cada 15 dias (na verdade nem esta periodicidade existe, de forma universalizada, na rede paulista). O professor se capacita quando participa de cursos e encontros, quando lê, quando assiste a vídeos, quando navega pela internet, quando escreve artigos, quando debate, quando se abre para novas idéias, quando cria, quando viaja, quando conversa, quando reflete sobre essas atividades.
É esta a idéia que devemos ter da capacitação continuada. Guardados os limites do bom senso, deve ocorrer a toda hora e a todo momento. Não pode ser só o curso, o encontro ou a oficina. Deve se tornar a própria vivência do professor. Acontece que, ganhando pouco, mesmo aqueles que gostariam de ler bons livros, fazer viagens, pagar por uma internet rápida, ir ao cinema, assinar jornais e revistas, entre outras coisas, ficam financeiramente impedidos de fazê-lo. Além disso, ao professor resta pouco tempo para exercer sua curiosidade intelectual. Alguns se dedicam a jornadas durante o dia inteiro. Outros dividem o magistério com outras profissões. Soma-se a isso a necessidade de administrar a família, cuidar dos filhos, corrigir provas e trabalhos e preencher diários de classe e não sobra tempo para nada.
Concordo que alguns dos atuais professores, mesmo que ganhassem muito mais que nas outras profissões, não teriam um gasto qualificado do salário a ponto de melhorarem suas vivências culturais. Isso porque os salários, apesar de serem baixos, foram suficientes para atrair algumas pessoas que não encontravam outras perspectivas de trabalho e que, definitivamente, mas não possuem nenhum talento para educar.
Mas não são as exceções que devem guiar a política pública para a educação. Salários maiores são uma necessidade, maior do que as atuais políticas de incentivo, para atrair bons profissionais para a carreira e para dar a possibilidade de que os atuais professores passem pela experiência da melhoria na formação.
Do jeito que está, o bônus do Estado de São Paulo pode criar um ciclo nada pedagógico. O que hoje é cobrança pode transformar-se em “culpalização”. A Secretaria do Estado vai começar a culpar as direções regionais por maus resultados. As direções regionais culparão os diretores de escolas. Os diretores de escola, naturalmente, vão dizer que os culpados são os professores. E os professores dirão que são os alunos, o elo mais frágil e que mais precisa de atenção.

Crédito: http://ultimosegundo.ig.com.br/colunistas/mateusprado/bonus+nao+atrai+bons+profissionais+para+a+educacao/c1300008713317.html

Parabéns a Todos os Alunos do Curso de História... Já Passamos de 500 Acessos...

Mais uma vez, a equipe do Blog História Faculdade Barretos (http://historiafaculdadebarretos.blogspot.com/), juntamente com a coordenadora do Curso de História (Professora Alethéia), paranizam os alunos do curso e a todos os professores, por mais essa conquista. São mais de 500 acessos, em menos de três meses. Temos que agradecer a visita das pessoas que não fazem parte do corpo discente e docente da Faculdade, mas que de uma forma e de outra visitam nosso blog (e esse número não é pouco).
Parabéns a todos.

E lembre - se, caso tenha algum tema que queira ver discutido em reportagens ou artigos no blog, basta mandar um email com o tema para contatocomhassan@gmail.com O tema será analizado e assim que possível atendido com muito prazer. Aceitamos também sugestões de entrevistas, nos envie o nome da pessoa a ser entrevistada, o motivo que ela pode e deve ser entrevistada, que analisaremos com muito prazer.
Obrigado.

Crédito: Hassan e Junior

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Bônus da rede estadual de educação de SP cai quase pela metade

A Secretaria de Educação do Estado de São Paulo pagou nesta quinta-feira (31) a bonificação por desempenho a 190 mil funcionários, de 3.778 unidades – 75% do total de 5.019. O valor total gasto pelo Estado foi de R$ 340 milhões, quase a metade do concedido em 2010, quando foram pagos R$ 655 milhões, e inferior também aos números de 2009 (R$ 590,6 milhões).
A diminuição do valor pago se deve principalmente ao fato do desempenho dos alunos ter caído no Sistema de Avaliação do Rendimento Escolar do Estado de São Paulo (Saresp), nas médias gerais. O Saresp é uma prova de português e matemática aplicada aos alunos da rede, que mede o conhecimento dos diferentes níveis.
O bônus é calculado de acordo com a evolução do Índice de Desenvolvimento da Educação de São Paulo (Idesp) – indicador de qualidade que combina os resultados do Saresp com dados de aprovação, reprovação ou abandono, e que também caiu em 2010 – e com metas estipuladas para cada unidade. A bonificação é proporcional ao resultado da escola no Idesp e à porcentagem atingida das metas. As faltas dos docentes são descontadas individualmente de seus respectivos bônus.
Neste ano, cerca de 142 mil educadores vão ganhar até R$ 2.500 e aproximadamente 33 mil professores receberão entre R$ 2.500 e R$ 5.000. Outros 12.300 profissionais terão remuneração numa faixa maior, limitada a R$ 8.000, e 2.700 docentes receberão valores superiores a esse.

Resultado disponível

Pela primeira vez, a Secretaria irá disponibilizar um link (http://drhunet.edunet.sp.gov.br/portalnet/), em seu portal, para que os docentes consultem o valor do pagamento do bônus e vejam informações como dias trabalhados, número de faltas, a relação das escolas onde atuou e o resultado alcançado por cada uma delas no Idesp. Uma das principais reclamações dos profissionais e do sindicato era a discriminação dos critérios do bônus.
Para a consulta, é necessário utilizar o usuário e a senha criados anteriormente. Caso o docente não possua o cadastro, basta clicar no botão "obter acesso ao sistema" e utilizar os números do RG e do CPF, a data de nascimento e o endereço de e-mail para criação do login.
Anteriormente, a Secretaria havia divulgado que o bônus seria pago às equipes de 3.591 unidades (70,9% do total). Segundo a pasta o número era uma estimativa, que foi corrigida no pagamento para 3.778 escolas.
Os professores recebem o bônus de acordo com o resultado do nível de ensino em que atuam (1ª a 5ª séries, 6ª a 9ª e Ensino Médio). As equipes das escolas (diretor, professores-coordenadores, agentes de organização escolar, agentes de serviço escolar, assistentes de administração escolar, secretários) recebem de acordo com a média das unidades e os dirigentes de ensino e supervisores recebem com base na média das escolas na sua região.

Mais dinheiro para as melhores

Assim como em 2010, as escolas que conseguiram resultados acima da média da rede estadual irão receber um prêmio, um bônus extra. É uma forma da Secretaria premiar as melhores escolas, mesmo que elas não tenham avançado em relação às suas próprias metas.
A presidenta do sindicato dos professores do Estado de São Paulo (Apeoesp), Maria Izabel Noronha, acredita que a política amplia as disparidades entre as escolas, pois favorece quem obtêm os melhores resultados em detrimento das escolas que enfrentam dificuldades. Segundo estimativa da Apeoesp, o bônus pago em 2011 é o terceiro valor mais baixo desde a instituição da bonificação, há dez anos.
Em nota, o secretário de Estado da Educação, Herman Voorwald, afirma que “o bônus por resultado é um estímulo importante para promover a melhoria da qualidade do ensino”. O secretário declara que é preciso aprimorar a política de bonificação para que seja mais eficiente. “Técnicos da Secretaria da Educação já estão desenvolvendo estudos com essa finalidade”, diz.

Crédito: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/bonus%20da%20rede%20estadual%20de%20educacao%20de%20sp%20cai%20quase%20pela%20metade/n1300019379693.html

Flexibilização do ensino médio: SP dará autonomia a regionais

A proposta do Conselho Nacional de Educação (CNE) de uma grade curricular livre para o ensino médio agrada a Secretaria Estadual de São Paulo – que administra a maior rede do País, com 1,6 milhão de estudantes matriculados apenas nesta etapa. As novas diretrizes para o ensino de adolescentes, que serão votadas em Brasília no próximo dia 6, liberam cada sistema de ensino para montar uma proposta atraente para seus alunos sem se prender a disciplinas.
O documento diz apenas que a ênfase do ensino médio deve ser para trabalho, ciência e tecnologia e cultura, mas reforça que algumas escolas podem ser mais voltadas a cada um dos três tópicos. O relator da proposta, José Fernandes de Lima, explica que o currículo obrigatório, continuará existindo, mas cada escola poderá escolher incluí-lo em projetos ou disciplinas e a quantidade de tempo que preverá para cada assunto.
O secretário-adjunto de Educação de São Paulo, João Cardoso Palma Filho, disse ao iG que a rede paulistana deve dar a cada Diretoria Regional de Ensino, autonomia para propor currículos. “Nós também achamos que as escolas não devem ser todas iguais, esta gestão tem dialogado com professores e funcionários em todas as regiões e as necessidades são diferentes, então, as soluções podem ser também”, diz.

Agrupamento de disciplinasPelo documento do CNE, das 2.400 horas de aula que a etapa deve garantir ao longo de pelo menos três anos, 600 seriam livres para o tema que a escola achasse mais importante. As outras 1.800 ficam responsáveis pelo currículo básico, mas as instituições podem optar, por exemplo, por ciências da natureza, agrupando física, química e biologia.
“Sou muito favorável a reunir disciplinas, principalmente estas que já têm pouco tempo na grade, insuficiente para o professor desenvolver um bom programa”, afirmou Palma.

Ensino técnico

Em relação à ênfase no trabalho, ele disse que já existem “entendimentos” entre o governo paulista e o federal para abertura de 2 mil vagas para estudantes da rede paulista fazerem cursos técnicos nos 25 Institutos Federais do Estado. “Também estamos conversando com outras instituições de diferentes regiões para que todo adolescente que tiver interesse possa fazer um curso técnico junto com o médio.”
Entre as outras possibilidades, está adiantada a negociação com a Fundação Indaiatubana de Educação e Cultura (Fiec), as escolas do Senai. Também é estudada a participação do Centro Paula Souza, responsável pelas Escolas Técnicas Estaduais (Etecs).
Crédito: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/flexibilizacao%20do%20ensino%20medio%20sp%20dara%20autonomia%20a%20regionais/n1300020919936.html

Militares que Fizeram Parte da Ditadura na Argentina são Condenados nesta Sexta - Feira.

O Tribunal Oral Federal condenou à prisão perpétua o ex-general Eduardo Rodolfo Cabanillas pela prática de cinco homicídios qualificados e a privação ilegítima da liberdade de 29 pessoas. Os juízes impuseram penas de 25 anos de prisão para os ex-agentes de inteligência Horacio Martínez Ruiz e Eduardo Rufo, e de 20 anos para Raúl Gulielminetti, ex-integrante do Batalhão 601 de Inteligência do Exército. Pelo centro de detenção Automotores Orletti passaram dezenas de sulamericanos vítimas da Operação Condor, um mecanismo de coordenação repressiva entre as ditaduras.


Automotores Orletti era uma velha casa de dois andares com uma fachada similar a de uma oficina mecânica, que foi alugada por agentes do Serviço de Inteligência do Exército argentino (SIDE) para ser base operativa da chamada Operação Condor, desenhada por ditaduras latino-americanas para perseguir opositores políticos. Hoje o prédio é conservado como “lugar recuperado para a memória”.
Pelo centro clandestino passaram argentinos, uruguaios, chilenos, peruanos, bolivianos e cubanos. Entre as 65 vítimas há 18 desaparecidas: dez são argentinas, três uruguaias, duas cubanas, duas argentinas sequestradas na Bolívia e uma chilena. Outros seis argentinos foram assassinados.
Após nove meses de audiências, o tribunal condenou o general Eduardo Cabanillas, que foi o chefe do centro, a prisão perpétua; a 25 anos de prisão os agentes da SIDE Eduardo Rufo e Honorio Martínez Ruiz, e a 20 anos de prisão Raul Gulielminetti, ex-integrante do Batalhão 601 de Inteligência do Exército.
O tribunal considerou o chefe militar como “partícipe necessário” e responsável por cinco homicídios, 29 privações ilegais de liberdade e outros crimes. Rufo e Martinez Ruiz foram condenados por 65 sequestros e 60 casos de maus tratos cada um. Guglieminetti, aliás major Guastavino, foi condenado por 25 sequestros e 21 casos de torturas, em todos os casos agravados pelo fato se tratarem de ex-funcionários públicos.
De acordo com a investigação realizada pelo juiz federal Daniel Rafecas, responsável pela megacausa envolvendo o Primeiro Corpo do Exército, pelo centro passaram cerca de 300 pessoas que ficaram a disposição do organismo de inteligência. Entre elas, um grupo de cidadãos uruguaios sequestrados para roubar-lhes 10 milhões de dólares, dinheiro que foi repartido entre o SIDE e o grupo de tarefas que interveio no operativo, incluindo interrogadores uruguaios.
Esta circunstância explica que o julgamento tenha sido transmitido ao vivo pela TV. Foi assistido na embaixada argentina em Montevidéu. Na sala de audiência, junto ao subsecretário de Direitos Humanos, Luis Alem, estava a cônsul geral do Uruguai na Argentina, Lilian Alfaro. Por Orletti passaram, entre outros, o filho do poeta Juan Gelman, Marcelo Gelman, que apareceu assassinado dentro de um tambor de cimento no canal San Fernando, e sua esposa Maria Claudia Iruretagoyena, levada ao Uruguai para dar à luz a Macarena, a filha de ambos, antes de ser assassinada.
A criação deste centro já havia sido decidida no final de 1975 pelo general Otto Paladino, então chefe da SIDE e um dos fundadores da Aliança Anticomunista Argentina (Triple A), para que fosse operado pelo bando de Anibal Gordon, o grupo paraestatal de ultradireita que logo foi assimilado pela ditadura.
O coronel Rubén Visuara, falecido há apenas um mês e julgado até esse momento, foi o encarregado de mandar o agente Eduardo Ruffo buscar uma “caverna” que funcionou desde o dia 1° de junho de 1976 e que, na gíria repressiva, era conhecida como “O Jardim”. Outro dos acusados, o comodoro da Força Aérea, Néstor Guillamondegui, foi afastado do julgamento às vésperas de sua realização por problemas de saúde.

Crédito: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17637

Professores protestam vestidos de palhaços em SP

Professores de escolas estaduais fazem um protesto desde as 14h na Praça da República, no centro de São Paulo, em frente à Secretaria Estadual da Educação.
Os manifestantes cobram melhores salários e querem redução da jornada de trabalho sem redução dos pagamentos. Com bom humor, os docentes se vestiram de palhaços, usaram fantasias e "brincaram" com as condições salariais que enfrentam.
Mais de 6.000 professores se reuniram no local. A Polícia Militar acompanha o protesto e diz que não há registros de ocorrências.
Segundo a Apeoesp (sindicato dos professores do Estado), uma assembleia vai discutir uma proposta de nova carreira para os profissionais da educação.

Crédito: http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/professores-protestam-vestidos-de-palhacos-em-sp-20110401.html

Ditadura - Memórias de Um Agente da Repressão

+ Assista em vídeo a um trecho do programa

Os agentes da repressão se autodenominam patriotas que apenas cumpriram ordens, que usaram táticas de guerra para salvar o país do comunismo. Para um outro Brasil são frios torturadores e, muitas vezes, assassinos, que sob o pretexto de combater diferentes visões políticas, lançaram o país em uma barbárie sem precedentes na historia nacional. Quem são eles? O que pensam? Como convivem com atos que cometeram? Não se trata da luta do bem contra o mal. Se trata da história de uma época que ainda está longe de cicatrizar, com suas contradições, heroísmos ingênuos, manipulações, traições e abusos.

31 de março de 1964. O Brasil mergulha no período mais sombrio de sua história. Uma junta militar promove o golpe e todos os brasileiros perdem os seus direitos civis. Entre 1964 e 1985, o Brasil é governado pelos militares. Durante esse período, as instituições democráticas sofrem restrições. As liberdades individuais são limitadas e a imprensa censurada.O Ato institucional nº 5 fecha o Congresso, caça o mandato de políticos e suspende as garantias constitucionais. Por uma década, o AI 5, de dezembro 1968, marca o inicio da fase mais feroz dos 21 anos de ditadura.

Segundo estimativas de ongs e órgãos não oficiais e pesquisadores entre 500 e 700 militares estão na lista de pessoas acusadas da prática de tortura durante o regime militar. As informações são sempre desencontradas. Abrir os arquivos da ditadura e punir ainda é delicado demais para uma nação, onde tentam conviver uma presidente que foi guerrilheira presa e torturada e setores das forças armadas, que ainda conservam rastros, discretos ou não, da máquina que um dia se dedicava a reprimir a qualquer preço.

Durante três meses percorremos o Brasil atrás dos agentes da máquina de repressão. Apesar de todas evidências que incluem relatos detalhados de vítimas, nas conversas informais a imensa maioria nega a imprensa que um dia torturou e a serviço do regime militar. Até descobrirmos em Porto Velho, num Brasil totalmente afastado dos grandes centros, o agente especial da Polícia Federal dos anos de chumbo, que mesmo acusado de cometer atrocidades tem orgulho do que fez. Ele aceita contar o seu lado da história. João Lucena Leal é um homem que conhece como poucos os porões da ditadura. A memória dele mostra-se impecável, mas a saúde está visivelmente abalada, consequência de de um recente ataque do coração. Dificil imaginar que por trás do jeito bonachão, se esconde um agente que segundo suas vítimas, torturava impiedosamente para conseguir as informações que o regime queria. Foram dois dias acompanhando seus passos. Pelo menos quatro horas de conversas gravadas. Momentos tensos, angustiantes e reveladores. Ele é capaz de narrar seus atos como agente da ditadura com coragem, sinceridade e riqueza de detalhes e, minutos depois, mudar a expressão e passar a negar tudo.

João Lucena Leal era o agente Lucena da Policia Federal de Fortaleza, durante a ditadura militar. Frio e implacável era sempre escalado para as missões especiais. Comandava os trabalhos para extrair de presos politicos as informações. Não media esforços ou limites. Orgulha-se do cumprimento rigoroso das missões. Por isso foi escolhido para missões espinhosas como sequestros. Testemunhou e participou diretamente dos momentos mais criticos dessa época. Em Fortaleza, localizamos os que acusam João Lucena Leal de praticar atos impensáveis de tortura. Locais, documentos e depoimentos resgatam dias sombrios.

A definição de tortura nos dicionários é auto-explicativa de um período da história do Brasil. Tortura é a imposição de dor física ou psicológica por crueldade, intimidação, punição, para obtenção de uma confissão, informação ou simplesmente por prazer da pessoa que tortura. A tortura é caracterizada com o fim de obter informação, declaração ou confissão da vítima ou de terceira

Coronel Sebastião Curió também foi um personagem importante da época da ditadura. Foi o militar que comandou as operações no Araguaia. Na época, capitão e depois major do exército, foi homenageado pelo governo militar pela vitória contra a guerrilha comunista, mas seus inimigos o chamam como o carrasco do Araguaia. Um homem capaz de torturar e executar prisioneiros. Nós o localizamos em sua casa em Brasília. No início se nega a dar entrevista. Depois, desoluto, aceita contar o seu lado da história. Mostra orgulhoso condecorações por bravura. E então começa a revelar os segredos do Araguaia. As questões mais incômodas o tiram de seu ponto de equilíbrio.

Brasília, fim de uma tarde de março. Numa casa confortável encontramos com o homem reconhecido como uma das principais faces dos 21 anos do governo militar. Jarbas Gonçalves Passarinho, 91 anos. Durante 29 anos atuou como militar, chegou a tentente coronel e 32 na vida pública. Mostra orgulhosamente as medalhas de quem serviu a todos os governos militares. Na época era considerado um super ministro. Jarbas Passarinho foi signatário do polêmico AI5, símbolo de uma era de repressão. Ele conhece como poucos os anos da ditadura. O milagre brasileiro, o AI 5, a tortura, a guerrilha, a máquina da repressão. Ele não se esquiva de nenhuma dura questão.
Fonte: http://www.sbt.com.br/conexaoreporter/reportagens/reportagem.asp?id=49&t=Mem%F3rias+de+Um+Agente+da+Repress%E3o

TJ-RJ condena escola a indenizar em R$ 35 mil família de vítima de bullying

A Justiça do Rio condenou o Colégio Nossa Senhora da Piedade a indenizar em R$ 35 mil reais a família de uma ex-aluna que foi vítima de bullying dentro da escola. Segundo o Tribunal de Justiça, na quarta-feira (30), a 13ª Câmara Cívil negou por unanimidade um recurso do colégio e manteve a sentença expedida em 2009, que prevê o pagamento de R$ 15 mil para a vítima e mais R$ 20 mil para seus pais. Procurado pelo G1, o colégio ainda não se pronunciou sobre o caso.
De acordo com o processo, o caso aconteceu em 2003, quando a menina, aos 7 anos, sofreu agressões físicas e psicológicas de colegas. Dentre as agressões, o documento destaca o dia em que a criança foi espetada na cabeça por um lápis, que foi arrastado provocando arranhões.
No documento ainda consta que outras crianças também foram vítimas de agressões dentro da escola e que um grupo de mães chegou a entregar um ofício à direção da escola solicitando providências.
No processo, a escola se defendeu alegando ter tomado todas as medidas pedagógicas merecidas pelo caso, porém não entendeu ser conveniente o afastamento dos alunos da escola, sendo os mesmo acompanhados por psicólogos, bem como os responsáveis chamados ao colégio.
Em seu voto, o relator do processo, desembargador Ademir Pimentel, disse que “documentos comprovam várias reclamações formuladas não só pelos pais da menor, como por pais de outros alunos que também eram vítimas das agressões, mas o colégio foi omisso na resolução do problema”.
Consulta a médicos
As agressões influenciaram bastante no comportamento da vítima. De acordo com o relato da família no processo, a criança passou por vários médicos que constaram que “a menina tinha manifestações fóbicas, com dificuldade de ir para a escola, e problema específico com dois colegas do sexo masculino”.
Além da questão da frequência escolar, a criança também passou a sofrer de insônia, terror noturno e outros sintomas como enxaqueca e dores abdominais, tendo que ser submetida a tratamentos com antidepressivos.
Créditos: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/04/tj-rj-condena-escola-indenizar-em-r-35-mil-familia-de-vitima-de-bullying.html

Primeiro o Filme do Lula... Agora o Filme da Marina Silva...

No dia 01 de janeiro de 2010, estreiava nas telas de cinema de todo o país o filme "Lula, o Filho do Brasil" (dirigido por Fábio Barreto).
Agora, pouco mais de um ano mais tarde, surge mais um político que irá fazer de sua vida um filme. É a vez da ex - candidata a presidente da republica Marina Silva.
A obra será baseada em sua biografia, escrita por Marília de Camargo César (Marina: a Vida Por uma Causa).
Ela que tem 53 anos, nasceu em um pequeno povoado no Acre, começou a ler e escrever com 16 anos de idade, pois na infância tinha que se dedicar a extração da borracha, teve alguns problemas de saúde por conta do mercúrio utilizado por garimpeiros nos rios amazônicos.
Na política, foi Ministra do Meio - Ambiente do Governo Lula, nos anos de 2003 e 2008. Em 2010, se candidatou a presidência da república pelo Partido Verde (PV), tendo mais de 1/5 dos votos, ficando atrás somente da Presidente eleita Dilma Roussef (PT), e do candidato José Serra (PSDB).
Para nós historiadores, vale a pena lembrar que Marina é formada em história, mas sua luta sempre foi em prol a ecologia. Sempre lutou juntou com o líder sindicalista e ecologista Chico Mendes, que foi assassinado em 1988.

Créditos: Texto produzido pelo aluno Hassan Marra Jorge

quinta-feira, 31 de março de 2011

USP aprova bônus de até 15% para alunos de escolas públicas na Fuvest

Alunos de escolas públicas vão fazer duas provas durante o ensino médio.
Outras mudanças no vestibular serão votadas em nova reunião.

A reunião do Conselho de Graduação da Universidade de São Paulo (USP) terminou por volta das 16h50 desta quinta-feira (31) com a aprovação de um bônus maior nas notas dos estudantes de escolas públicas. Eles podem ganhar até 15% a mais na nota do vestibular de acordo com desempenho em duas provas da Fuvest durante o ensino médio, uma no segundo e a outra no terceiro ano. Atualmente, o bônus máximo é de 12%.
O aluno de escola pública que estiver no segundo ano do ensino médio deverá prestar o vestibular como treineiro concorrendo ao bônus de acordo com o seu desempenho, que pode lhe valer até 5% de bônus Já no terceiro ano, ele pode disputar o vestibular para uma das carreiras da USP, e sua pontuação na primeira fase pode lhe garantir um bônus de até 10%. No total, somando os dois anos, o estudante pode atingir uma bonificação de 15% da nota.
Esta bonificação faz parte do programa de inclusão de alunos de escola pública, o Inclusp. Implantado pela primeira vez no vestibular 2007, o Inclusp foi criado para aumentar a participação de estudantes de escolas públicas na universidade. Em 2010, essa parcela foi de 25,4% dos inscritos.
Na época, a USP afirmou que o objetivo era ter 30% dos estudantes aprovados oriundos da escola pública. Nos primeiros dois anos, foi dado bônus de 3% nas provas da primeira e da segunda fase para os vestibulandos que cursaram o ensino médio integralmente em escolas públicas.

Em 2009, foram acrescentadas também possibilidades de bônus de até 6%, de acordo com a nota no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), e de até 3% pelo Programa de Avaliação Seriada (Pasusp).
Com os problemas de atraso da aplicação do Enem, a Fuvest desistiu de usar a nota do exame e ofereceu bônus de acordo com uma média de acertos na própria prova da Fuvest. Com isso, o bônus aos alunos de escola pública pode chegar a até 12%.

Conselho vai fazer nova reunião
Outras propostas de mudanças no vestibular da Fuvest, como a possibilidade de a nota da primeira fase ter peso na nota final do candidato, não tiveram uma conclusão nesta reunião. Um novo encontro do Conselho de Graduação, que reúne representantes das 42 faculdades da USP, será marcado, ainda sem data definida.
O Conselho decidiu também criar uma autenticação de informações dos candidatos do vestibular para evitar que os estudantes sem o ensino médio completo e que se inscrevam na categoria geral, e não a de treineiros, sejam convocados nas listas de chamadas. Este ano, a presença de vários estudantes sem a conclusão do ensino médio obrigou a USP a fazer quatro chamadas com várias vagas em aberto.

País não tem lei federal específica para o combate ao bullying

Projeto de lei tramita em comissão de educação do Senado.
Alguns estados e municípios aprovaram leis sobre o tema.

O Brasil não tem uma lei federal sobre o combate ao bullying. Um projeto de lei propõe que as ações de combate ao bullying sejam detalhadas na Lei de Direitrizes e Bases da Educação. O projeto aguarda votação na Comissão de Educação, Cultura e Esporte do Senado. A proposta, de autoria do senador Gim Argello (PTB-DF) quer incluir entre as incumbências dos estabelecimentos de ensino a promoção de ambiente escolar seguro e a adoção de estratégias de prevenção e combate a intimidações e agressões.
Alguns estados e municípios, no entanto, adotaram leis de combate ao bullying. O Rio Grande do Sul teve a lei que prevê políticas públicas contra o bullying nas escolas estaduais e privadas de ensino básico e de educação infantil sancionada no ano passado. A lei não prevê punições aos estudantes, apenas ações educacionais.
Em Santa Catarina, a lei de combate ao bullying foi sancionada em janeiro de 2009 pelo governador Luiz Henrique da Silveira. O projeto de autoria do deputado Joares Ponticelli (PP) obriga às escolas a criar uma equipe multidisciplinar, com a participação de docentes, alunos, pais e voluntários, para a promoção de atividades didáticas, informativas, de orientação e prevenção.
 A cidade de São Paulo tem uma lei de 2009 sancionada pelo prefeito Gilberto Kassab que determina que as escolas públicas da educação básica do município deverão incluir em seu projeto pedagógico medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying escolar. A lei prevê a promoção de ações de prevenção e combate ao bullying, capacitação dos professores e orientação das vítimas “visando à recuperação da auto-estima”.
Outros projetos estão em tramitação para se tornarem leis municipais e estaduais. No Rio, uma lei aprovada ano passado prevê punição das escolas que não denunciarem funcionários e alunos que praticarem o bullying. Aa Assembléia Legislativa aprovou esta semana uma outra lei de caráter mais educativo para a promoção do combate a esta prática nas escolas.

Indenização à vítima de bullying

Em Belo Horizonte, a Câmara Municipal aprovou em segundo turno dois projetos de lei que têm como objetivo impedir trotes violentos e bullying. Segundo a Câmara, o Programa BH Trote Solidário e Cidadão também prevê a conscientização das famílias e das escolas quanto ao problema.
No ano passado, um aluno de um colégio particular de Belo Horizonte foi condenado a pagar uma indenização de R$ 8 mil a uma colega de sala, que foi vítima de bullying. De acordo com o juiz da 27ª Vara Cível de, Luiz Artur Rocha Hilário, “o pagamento estipulado pela Justiça é uma forma de reparar a ofensa que a pessoa sofreu”. De acordo com o magistrado, esta foi a primeira condenação judicial em Minas Gerais por bullying.
A subsecretária de Desenvolvimento da Educação Básica da Secretaria de Educação de Minas Gerais, Raquel Elizabete de Souza Santos, disse que não existe nenhum programa específico voltado para o combate à prática de bullying no estado, mas que está em fase de implementação um grupo de trabalho entre as secretarias de Educação, de Defesa Social, de Saúde e de Esporte e Juventude para discutir alternativas.
“Antes, teremos que realizar um levantamento-diagnóstico para saber onde há mais casos porque não são todas as escolas do estado que enfrentam o problema. Não podemos generalizar”, disse. A previsão para que a equipe esteja trabalhando, segundo Raquel, é a partir do dia 15 de abril.
Já a diretora da Superintendência Técnica do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais (CEE-MG), Maria Guilhermina Nogueira, informou que o órgão não tem normatizações com relação ao problema do bullying.
O vereador Adriano Ventura (PT) tem um projeto de lei que está tramitando na Câmara Municipal de Belo Horizonte contra o bullying. O objetivo é proibir trotes violentos e bullying presencial ou virtual nas escolas da capital, nos ensinos fundamental, médio e superior. O projeto foi aprovado em primeiro turno e aguarda votação no segundo. “Esperamos que a votação aconteça em abril”, falou Ventura.
No Espírito Santo  também tramita projeto de lei para a criação de ações de discussão, prevenção, orientação e solução do problema; inclusão de regras normativas contra o bullying no regimento escolar; e integração da comunidade, das organizações da sociedade e dos meios de comunicação nas ações multidisciplinares de combate ao bullying, entre outros.

Crédito: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/03/pais-nao-tem-lei-federal-especifica-para-o-combate-ao-bullying.html

Inep convoca universidades públicas para criar questões para o Enem

MEC quer aumentar banco de itens de dez mil para cem mil.
Cadastro das instituições vai desta quarta-feira (30) até 15 de abril.


O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) abriu uma chamada pública para que as instituições públicas de ensino superior passem a participar da elaboração do banco de itens do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O cadastro começa a ser feito nesta quarta-feira (30) e vai até 15 de abril, segundo o instituto. O edital de credenciamento foi publicado no “Diário Oficial da União” na segunda-feira (28).
Universidades federais, estaduais e municipais, além dos institutos federais de Educação Profissional poderão participar. Até agora as questões do Enem eram feitas por professores ou especialistas contratados diretamente para a tarefa.
Segundo o Inep, a ideia é aumentar o número de questões disponíveis para a aplicação de duas edições da prova ao ano. O Inep tem hoje cerca de dez mil questões no Banco Nacional de Itens (BNI) do Enem e a meta é chegar a 100 mil.
Cada edição do exame tem 180 questões, sendo 45 de cada área. A prova é composta por uma redação e provas de matemática e suas tecnologias; linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias e ciências da natureza e suas tecnologias.
O pagamento a cada instituição, segundo tabela do Inep será de R$ 30 mil por 500 questões até R$ 1 milhão por cinco mil questões. Cada elaborador ganha R$ 120 por questão e cada revisor ganha R$ 60 por questão. Eles devem ser professores ou pesquisadores ativos da instituição.
Segundo o instituto, o pagamento à instituição será por créditos, que a instituição poderá acumular e usar quando achar conveniente. Os créditos poderão ser transformados em apoio financeiro a projetos apresentados pela instituição ao Inep.
De acordo com o Inep, as instituições receberão ainda R$ 50 mil para infraestrutura, apoio técnico e operacional, e R$ 50 mil para capacitação e coordenação da equipe de elaboração e revisão.
O aumento do banco de itens é necessário para informatizar o Enem, segundo o MEC. O ministério planeja começar a aplicar a prova em computadores em dois ou três anos. Com o exame informatizado, os candidatos fazem a prova em terminais capazes de gerar uma prova diferente para cada estudante.
Segurança
Segundo o Inep, as condições de segurança para o trabalho deverão incluir área de acesso restrito com chaves sob controle de pessoas identificadas, isolada do ambiente externo, com segurança presencial durante a fase de produção ou monitorada 24 horas com sistema de câmera; computadores com controle de acesso mediante login e senha individuais e fragmentadora de papel na área de produção de itens para que os refugos gerados sejam picotados e misturados no local.
De acordo com o cronograma do Inep, a capacitação dos coordenadores deverá ocorrer em maio, a capacitação de elaboradores, em junho, a divulgação das instituições selecionadas, em maio, a elaboração e revisão de itens na instituição e a revisão do Inep após a definição do plano de trabalho. O convênio terá vigência de 12 meses e poderá ser renovado por mais 12 meses.

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