A tragédia causada pelo atirador na escola do Rio de Janeiro deixou diretores de colégios de São Paulo preocupados com a segurança. O Colégio Agostiniano Mendel, no Tatuapé, zona leste, acelerou a contratação de vigilantes para controlar o acesso às dependências. "É crucial ter mais gente cuidando da entrada e saída de nossos estudantes", diz o coordenador do ensino médio, Luiz Felipe Fuke. O professor afirmou que ninguém tem acesso livre à escola, com exceção dos estudantes uniformizados. "Os visitantes precisam se identificar na recepção. Nem os pais podem entrar sem autorização." Segundo Fuke nunca houve ocorrências graves envolvendo alunos no Mendel. Já o Vértice vai manter seu esquema de segurança atual. "O que aconteceu no Rio nos deixou muito preocupados, mas nosso modelo de vigilância tem funcionado bem", disse o diretor Adilson Garcia. O colégio do Campo Belo, zona sul, tem funcionários antigos na portaria e terceiriza o serviço de vigilância externa. Agentes a pé e em carros fazem rondas nos arredores da escola, que também instalou câmeras em ruas vizinhas. Estudantes só entram de uniforme e ex-alunos têm horário determinado para visitas. Para a diretora-geral do Rio Branco, Esther Carvalho, apesar da comoção do momento, é preciso "tranquilidade" para "refinar" os procedimentos de vigilância. "Vamos avaliar o que pode ser melhorado, mas não podemos entrar nesse clima de insegurança coletiva."
Crédito: http://www.ovale.com.br/cmlink/o-vale/brasil/ataque-no-rio-preocupa-colegios-de-s-o-paulo-1.92929
A Faculdade Barretos, juntamente com o coordenador do Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, dão as Boas Vindas a todos os alunos para o ano letivo de 2012! Sejam Bem Vindos!
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Ex-colegas mostram como Wellington sofria com o bullying
Wellington Menezes de Oliveira morreu solitário. Passou parte de sua
vida escolar assim. A exceção era a companhia de um amigo chamado Bruno.
A amizade gerou comentários maldosos. O atirador de Realengo não
escapou dos preconceitos e dos ataques dos colegas. Era a brincadeira
das garotas que mais irritava e magoava o estudante. Nesta quinta-feira,
Wellington voltou à escola e matou 10 meninas e dois meninos. Os
depoimentos de ex-colegas da escola de Ensino Fundamental Tasso da
Silveira mostram que o assassino era vítima de bullying. Os ataques
pioraram a partir do 7º ano. Thiago Costa da Cruz, 23 anos, assessor
cultural, estudou da 5ª à 8ª série com Wellington. Ele afirma que o
colega era introvertido e "rejeitado pela turma". A pressão era tão
grande que, segundo dizem, ele teria feito uma lista com o nome daqueles
que mataria. "A gente brincava e dizia que estaríamos nela", lembra.
Apesar da crueldade constante dos colegas, Thiago afirma que Wellington
nunca chorou ou reclamou. "Pelo contrário, ele ria com os meninos".
Segundo Thiago, Wellington não tinha problemas com os estudos até o
último ano, quando não conseguiu aprovação. "Ele tinha um grande amigo, o
Bruno. Os dois andavam juntos. Eram os únicos rejeitados", conta. "Eles
eram estranhos mesmo, nada sociáveis. Para nós, adolescentes idiotas, a
aparência contava muito e eles não se encaixavam", avalia. Thiago
afirma que Wellington se vestia como os demais, mas sempre andava de
cabeça baixa. "Ele só não passava desapercebido quando era zoado". A
amizade entre os jovens rejeitados chamou atenção da turma. "Começou a
rolar um boato de que eles eram gays, mas hoje percebo que eles deviam
ser virgens. Até um professor falou para nós que estava preocupado com a
relação deles", disse Thiago. As agressões de conotação sexual também
partiam das meninas. "Elas fingiam que davam bola para eles. Simulavam
que iam ficar com ele e depois mandavam ele ir embora. Tudo para
ridicularizá-los", afirma. O assessor cultural conta que em uma ocasião
Wellington saiu da sala e foi até o banheiro para dar socos em uma
parede. "O repúdio das garotas era tão forte que hoje sinto nojo das
coisas que elas faziam", afirma. Josemar Sebastião Telles,
desempregado, foi colega de classe de Wellington e Thiago. "Ele era
muito excluído. A galera sacaneava ele por conta do jeito esquisito",
afirma. Bruno, o único amigo de Wellington, também sofria bullying. Mas
reagia de forma diferente. "Chamavam o Bruno de gay, diziam que ele era
namorado do Wellington. Mas ele não parecia ter a mesma raiva do
Wellington". Outra colega, Gabriela Santos Moreno, 23 anos, estudou
com ele na 5ª série do Ensino Fundamental. "Não tinha nada de anormal.
Ele tinha alguns apelidos, mas não era nada demais. Naquela época isso
era comum", afirma. O rendimento escolar dele também era satisfatório.
"Ele tirava as notas na média. Não ficou de recuperação nem de prova
final", relembra. Ao receber a notícia, Gabriela não pôde acreditar que
se tratava dele. "Até hoje moramos perto da escola. Meu pai foi comprar
pão e quando voltou comentou sobre a confusão em volta da nossa escola.
Não pude acreditar quando vi o nome dele", afirma. A diretora da
escola Madre Teresa de Calcutá, também situada em Realengo, disse que
Wellington não possuía nenhuma observação em sua ficha estudantil no
ensino médio. Nem de cunho comportamental, nem pedagógico. De acordo com
informações repassadas pela professora à Secretaria de Educação do
Estado do Rio de Janeiro, o estudante não teve nenhum problema de
repetência no últimos três anos de sua formação e era bom aluno.
Wellington estudou na escola até 2006, quando se formou.
Credito : http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=4873
Credito : http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=4873
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Como se defender do bullying?
Os resultados de um estudo feito na UNICAMP, em 2010, com o objetivo de refletir sobre o bullyingna escola brasileira apontam para um número grande (60%) de vítimas que se sentem menosprezadas pelos seus pares. Acompanhe como esse fenômeno de agressão física e moral pode ser combatido.
Cotidianamente, educadores se deparam com o problema comum nas escolas: a violência entre os alunos. Uma dessas formas de violência hoje tem sido alvo de investigações e de melhor compreensão de suas características: o bullying. No livro El Bullying: la intimidación y maltrato entre iguales(2002), de J. Martinez, a palavra “bully”, do inglês, significa “aquele que é valente”, sentido ligado às condutas relacionadas a intimidação, agressão, tiranização, ameaças e insultos sobre uma vítima de quem ocupa tal papel.
Hoje em dia, a palavra também se emprega para considerar o assédio que uma pessoa ou um grupo pratica. Por outro lado, no Japão, o termo que se utiliza para a palavra é “ljime”, ou “ljime-ru” (quando agressão verbal). No entanto, o mais significativo da definição japonesa é a confluência de três características: os agressores têm uma posição dominante, os atos causam sofrimento mental e/ou físico e ocorrem entre iguais.
Identificamos o bullying a partir de condutas agressivas entre estudantes, com tipos distintos de agressão e manifestando-se por meio do exercício de ações negativas de um sobre o outro. É importante ter em mente que, em todos os casos de bullying, há um (ou mais) autor mal intencionado querendo causar dano a uma vítima, os alvos de bullying.
Os alvos, geralmente, são sujeitos excessivamente acanhados e tristes, apresentando alguma característica culturalmente estabelecida que os destoam do grupo social de que fazem parte: a cor do cabelo, o tipo físico, a opção sexual etc. Além disso, o autor do bullying agride o alvo em frente a espectadores durante um período de tempo tal para que seja uma violência recorrente. (continua)
Leia a reportagem completa em: http://clickeaprenda.uol.com.br/mostraConteudo.action?nivel=f2&codigoPagina=NOT1103300501
Cotidianamente, educadores se deparam com o problema comum nas escolas: a violência entre os alunos. Uma dessas formas de violência hoje tem sido alvo de investigações e de melhor compreensão de suas características: o bullying. No livro El Bullying: la intimidación y maltrato entre iguales(2002), de J. Martinez, a palavra “bully”, do inglês, significa “aquele que é valente”, sentido ligado às condutas relacionadas a intimidação, agressão, tiranização, ameaças e insultos sobre uma vítima de quem ocupa tal papel.
Hoje em dia, a palavra também se emprega para considerar o assédio que uma pessoa ou um grupo pratica. Por outro lado, no Japão, o termo que se utiliza para a palavra é “ljime”, ou “ljime-ru” (quando agressão verbal). No entanto, o mais significativo da definição japonesa é a confluência de três características: os agressores têm uma posição dominante, os atos causam sofrimento mental e/ou físico e ocorrem entre iguais.
Identificamos o bullying a partir de condutas agressivas entre estudantes, com tipos distintos de agressão e manifestando-se por meio do exercício de ações negativas de um sobre o outro. É importante ter em mente que, em todos os casos de bullying, há um (ou mais) autor mal intencionado querendo causar dano a uma vítima, os alvos de bullying.
Os alvos, geralmente, são sujeitos excessivamente acanhados e tristes, apresentando alguma característica culturalmente estabelecida que os destoam do grupo social de que fazem parte: a cor do cabelo, o tipo físico, a opção sexual etc. Além disso, o autor do bullying agride o alvo em frente a espectadores durante um período de tempo tal para que seja uma violência recorrente. (continua)
Leia a reportagem completa em: http://clickeaprenda.uol.com.br/mostraConteudo.action?nivel=f2&codigoPagina=NOT1103300501
Pela internet, Unesco repudia massacre em escola do Rio
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) condenou hoje (7) com veemência o crime ocorrido na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio.
Na rede social do Twitter, a Unesco Brasil repudiou o crime. “A Unesco repudia ataques à escola do Rio e se solidariza com as famílias. A escola deve ser um lugar para reconstruir a paz e a cultura”. O assunto está entre o dez mais comentados no Twitter.
Identificado como ex-aluno da escola municipal, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, entrou no início da manhã no colégio informando ser um palestrante. Depois de conversar normalmente com algumas pessoas na entrada da escola, Oliveira atirou na direção de estudantes e funcionários.
Na rede social do Twitter, a Unesco Brasil repudiou o crime. “A Unesco repudia ataques à escola do Rio e se solidariza com as famílias. A escola deve ser um lugar para reconstruir a paz e a cultura”. O assunto está entre o dez mais comentados no Twitter.
Identificado como ex-aluno da escola municipal, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, entrou no início da manhã no colégio informando ser um palestrante. Depois de conversar normalmente com algumas pessoas na entrada da escola, Oliveira atirou na direção de estudantes e funcionários.
‘Ele matou minha amiga’, diz aluna que sobreviveu a ataque em escola
Uma das alunas da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, nesta quinta-feira (7), lembra os momentos de terror na unidade. Aos 12 anos, ela viu o atirador entrar na escola e estava dentro da sala de aula quando ele abriu fogo contra os alunos.
“Ele começou a atirar. Eu me agachei e, quando vi, minha amiga estava atingida. Ele matou minha amiga dentro da minha sala”, conta ela, que afirma que estava no pátio na hora em que Welligton Menezes de Oliveira entrou na escola.
“Ele estava bem vestido. Subiu para o segundo andar e eu ouvi dois tiros. Depois, todos os alunos subiram para suas salas. Depois ele subiu para o terceiro andar, onde é a minha sala, entrou e começou a atirar”, completou.
Atirador diz, em carta, que tinha HIV
O subprefeito da Zona Oeste, Edmar Peixoto, afirmou nesta quinta-feira (8) que o homem que abriu fogo na escola, identificado pela polícia como Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, deixou uma carta em que contava ser portador do vírus HIV. Segundo a Polícia Militar, ele era ex-aluno.
De acordo com o coronel Djalma Beltrami, a carta de Wellington tinha inscrições complicadas. “Ele tinha a determinação de se suicidar depois da tragédia”, contou Beltrami. A carta foi entregue a agentes da Divisão de Homicídios.
Conhecido na escola por ser ex-aluno, ele teria entrado sob alegação de que iria fazer uma palestra. Segundo a polícia ele usou dois revólveres, que chegou a recarregar várias vezes.
Mortos e feridos
“Ele começou a atirar. Eu me agachei e, quando vi, minha amiga estava atingida. Ele matou minha amiga dentro da minha sala”, conta ela, que afirma que estava no pátio na hora em que Welligton Menezes de Oliveira entrou na escola.
“Ele estava bem vestido. Subiu para o segundo andar e eu ouvi dois tiros. Depois, todos os alunos subiram para suas salas. Depois ele subiu para o terceiro andar, onde é a minha sala, entrou e começou a atirar”, completou.
Atirador diz, em carta, que tinha HIV
O subprefeito da Zona Oeste, Edmar Peixoto, afirmou nesta quinta-feira (8) que o homem que abriu fogo na escola, identificado pela polícia como Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, deixou uma carta em que contava ser portador do vírus HIV. Segundo a Polícia Militar, ele era ex-aluno.
De acordo com o coronel Djalma Beltrami, a carta de Wellington tinha inscrições complicadas. “Ele tinha a determinação de se suicidar depois da tragédia”, contou Beltrami. A carta foi entregue a agentes da Divisão de Homicídios.
Conhecido na escola por ser ex-aluno, ele teria entrado sob alegação de que iria fazer uma palestra. Segundo a polícia ele usou dois revólveres, que chegou a recarregar várias vezes.
Mortos e feridos
De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, 11 pessoas morreram e 18 ficaram feridas. O Relações Públicas da Polícia Militar, coronel Ibis Pereira, confirmou que o atirador morreu.
Segundo ele, uma equipe do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV) teria sido chamada ao local e trocou tiros com o suspeito.
Funcionária viu crianças feridas
Segundo ele, uma equipe do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV) teria sido chamada ao local e trocou tiros com o suspeito.
Funcionária viu crianças feridas
Uma funcionária da unidade afirmou que viu várias crianças feridas no local. “O cara entrou, foi para o terceiro andar e começou a atirar. As crianças disseram que foi pai de aluno. Vimos muitas crianças carregadas, desacordadas, baleadas”, disse ela, que preferiu não se identificar.
Ataque em escola no Brasil é sem precedentes, dizem especialistas
Estudiosos de assassinatos em massa, a escritora Ilana Casoy e o psiquiatra forense Guido Palomba dizem serem nunca terem visto no país um caso como o ocorrido nesta quinta-feira (7) na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, quando pelo menos 11 estudantes foram mortos e 18 feridos. O ministro da Educação, Fernando Haddad, também considerou o ataque a tiros na escola municipal do Rio de Janeiro como uma "tragédia sem precedentes no Brasil". Para Ilana, este deve ser até agora o o caso mais emblemático de atirador que provoca mortes em escolas no país. O outro caso ocorrido em escolas do Brasil lembrado pela escritora ocorreu em 2002, quando um estudante de 17 anos matou a tiros uma colega e deixou outra ferida após realizar disparos em uma sala de aula em Salvador. "Enquanto nos Estados Unidos estas situações ocorrem com maior facilidade, aqui no Brasil é mais difícil, porque nossa cultura é menos armamentista. Lá nos Estados Unidos há maior facilidade de se adquirir armas, então pessoas transtornadas conseguem mais rapidamente transformar a fantasia em ação", diz Ilana. "Este tipo de ação é raro no mundo, e mais ainda no Brasil", acrescenta ela. O psiquiatra Guido Palomba, que diz que não há registros brasileiros de um caso semelhante ao ocorrido no Rio de Janeiro. "Este é o primeiro caso no Brasil. Não tenho conhecimento de literatura a respeito", diz. Atirador do shopping O mais emblemático dos casos no Brasil até então, segundo especialistas, foi quando o ex-aluno de medicina Mateus da Costa Meira abriu fogo contra pessoas que assistiam a uma sessão de cinema no Shopping Morumbi, em São Paulo, na noite de 3 de novembro de 1999. O "atirador do shopping", como ficou conhecido, usou uma submetralhadora e deixou três mortos, quatro feridos e pelo menos quatro feridos. "Todos que fazem isso são desequilibrados", diz Guido Palomba. "O Mateus já tinha fantasias desde criança, e conseguiu executar seu desejo de atirar contra a ultidão do cinema aos 17 anos. Só que uma pessoa interrompeu o Mateus quando recarregava a arma, por isso a tragédia não foi maior" , diz Ilana. Auto índice de doença mental, graves perturbações, passado de bullying e gosto por assuntos paramilitares são características que integram o perfil dos atiradores em massa, segundo Ilana. "É comum que eles se suicidam depois de cometer a ação, pois são pessoas traumatizadas, que tem um passado de um longo período de humilhação e baixa auto-estima", afirma Ilana. Palomba acredita que o entendimento da personalidade de um indivíduo deve levar em consideração o ambiente social em que ele vive. "Há uma pitada da cultura social maior ou menor em cada caso. Culturalmente falando, esse tipo de caso ocorre com mais frequência nos Estados Unidos. Isso fica aparente quando se conversa com as pessoas sobre o caso do Rio. Elas fazem relação imediata com casos ocorridos no exterior". O psiquiatra disse que a ausência de casos como o ocorrido na escola municipal do Rio de Janeiro automaticamente elimina as chances de que histórias assim existam com mais naturalidade. "Nos Estados Unidos, o porte de arma legal é mais fácil do que no Brasil. Ataques a escolas por lá são mais frequentes e são fatos repetitivos, o que se torna exemplo para os olhos da sociedade. Isso passa a fazer parte do imaginário do povo e do doente mental também. Os exemplos servem de caminho para ele escoar sua doença, sua patologia".
Crédito: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/04/ataque-em-escola-no-brasil-e-sem-precedentes-dizem-especialistas.html
Crédito: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/04/ataque-em-escola-no-brasil-e-sem-precedentes-dizem-especialistas.html
Tecnologia ou Metodologia
A professora Alethéia passou em uma de suas aulas passadas um video muito legal, intitulado "Tecnologia ou Metodologia". Em debate com a sala, pediram para que o mesmo fosse publicado no BLOG, e aqui está...
Divirtam-se...
Divirtam-se...
CINEMA COMENTADO - TROPA DE ELITE 2
O próximo cinema comentado, realizado pelo Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, será no dia 16/04/2011, hora a confirmar.
O filme trabalho no dia será "Tropa de Elite 2" (Brasil, José Padilha, 2010).
Sinopse
Os acontecimentos de Tropa de Elite 2 ocorrem treze anos após os do primeiro filme. Um dos seus focos é o amadurecimento do então Coronel Nascimento, personagem de Wagner Moura, que tem que lidar com problemas com seu filho adolescente. O filme também mostra o crescimento do BOPE e conflitos entre os policiais e milícias do Rio de Janeiro. O diretor José Padilha afirmou que "o filme trata da relação entre segurança pública e financiamento de campanha. Faz ligação entre a segurança e a política". Além disso, uma rebelião é realizada na penitenciária de Bangu 1, liderada por Beirada, personagem de Seu Jorge.
Lembre - se
O Cinema Comentado, é livre para todos. A participação no mesmo vale como ATIVIDADE COMPLEMENTAR. O tema deste semestre do cinema comentado é SOCIAL.
Crédito: Hassan e Alethéia
O filme trabalho no dia será "Tropa de Elite 2" (Brasil, José Padilha, 2010).
Sinopse
Os acontecimentos de Tropa de Elite 2 ocorrem treze anos após os do primeiro filme. Um dos seus focos é o amadurecimento do então Coronel Nascimento, personagem de Wagner Moura, que tem que lidar com problemas com seu filho adolescente. O filme também mostra o crescimento do BOPE e conflitos entre os policiais e milícias do Rio de Janeiro. O diretor José Padilha afirmou que "o filme trata da relação entre segurança pública e financiamento de campanha. Faz ligação entre a segurança e a política". Além disso, uma rebelião é realizada na penitenciária de Bangu 1, liderada por Beirada, personagem de Seu Jorge.
Lembre - se
O Cinema Comentado, é livre para todos. A participação no mesmo vale como ATIVIDADE COMPLEMENTAR. O tema deste semestre do cinema comentado é SOCIAL.
Crédito: Hassan e Alethéia
Lei do piso do professor vale para todo o país, decide STF
O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quarta-feira (6), por 8 votos a 1, a validade da Lei do Piso Nacional do Magistério. Após adiar por duas vezes o julgamento do mérito da matéria, o Supremo rejeitou a ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) 4167. A ação alegava que a lei era inconstitucional, e havia sido impetrada por cinco Estados.
A lei, que foi sancionada em 2008, determinava o rendimento mínimo por 40h semanais de trabalho para professores da educação básica da rede pública. O valor atual do piso é de R$ 1.187,14, que passa a ser considerado como o "vencimento básico" da categoria, ou seja: gratificações e outros extras não podem contar como parte do piso.
Os ministros Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello, Ayres Britto e Gilmar Mendes votaram a favor do piso; as ministras Cármen Lúcia e Ellen Gracie o aprovaram parcialmente; e o voto do ministro Marco Aurélio Mello foi o único contrário à lei.
Os proponentes da ADI queriam que o termo "piso" fosse interpretado como remuneração mínima, incluindo os benefícios, sob a alegação de que os Estados e municípios não teriam recursos para arcar com o aumento.
“Não há restrição constitucional ao uso de um conceito mais amplo para tornar o piso mais um mecanismo de fomento à educação”, defendeu o ministro Joaquim Barbosa, relator da ação, durante seu voto.
Além disso, os representantes dos Estados contrários ao piso alegaram que haveria cidades que não teriam verbas suficientes para cumprir a lei e que a norma feria o pacto federativo previsto na Constituição, uma vez que dizia respeito ao orçamento e à gestão de Estados.
Parte dos ministros considerou que há invasão da competência legislativa dos entes federativos (estados e municípios) e, portanto, violação do pacto federativo. Com isso, não se chegou ao quórum necessário de seis votos para a declaração de constitucionalidade ou inconstitucionalidade dessa norma.
O ministro Ayres Britto, que presidiu a sessão, afirmou que a votação deste item deve ser retomada na próxima semana.
Crédito: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/04/06/lei-do-piso-do-professor-vale-para-todo-o-pais-decide-stf.jhtm
A lei, que foi sancionada em 2008, determinava o rendimento mínimo por 40h semanais de trabalho para professores da educação básica da rede pública. O valor atual do piso é de R$ 1.187,14, que passa a ser considerado como o "vencimento básico" da categoria, ou seja: gratificações e outros extras não podem contar como parte do piso.
Os ministros Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello, Ayres Britto e Gilmar Mendes votaram a favor do piso; as ministras Cármen Lúcia e Ellen Gracie o aprovaram parcialmente; e o voto do ministro Marco Aurélio Mello foi o único contrário à lei.
Os proponentes da ADI queriam que o termo "piso" fosse interpretado como remuneração mínima, incluindo os benefícios, sob a alegação de que os Estados e municípios não teriam recursos para arcar com o aumento.
“Não há restrição constitucional ao uso de um conceito mais amplo para tornar o piso mais um mecanismo de fomento à educação”, defendeu o ministro Joaquim Barbosa, relator da ação, durante seu voto.
Além disso, os representantes dos Estados contrários ao piso alegaram que haveria cidades que não teriam verbas suficientes para cumprir a lei e que a norma feria o pacto federativo previsto na Constituição, uma vez que dizia respeito ao orçamento e à gestão de Estados.
Tempo para atividades extraclasse ainda será discutido
Por meio da ação impetrada no mesmo ano da sanção da lei, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará também questionavam pontos específicos, tais como a regra de que um terço da carga horária do professor deveria ser reservada para atividades extraclasse, como planejamento de aula e atualização. Esse dispositivo foi suspenso pelos ministros à época da aprovação da lei, e voltou a ser discutido hoje.Parte dos ministros considerou que há invasão da competência legislativa dos entes federativos (estados e municípios) e, portanto, violação do pacto federativo. Com isso, não se chegou ao quórum necessário de seis votos para a declaração de constitucionalidade ou inconstitucionalidade dessa norma.
O ministro Ayres Britto, que presidiu a sessão, afirmou que a votação deste item deve ser retomada na próxima semana.
Crédito: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/04/06/lei-do-piso-do-professor-vale-para-todo-o-pais-decide-stf.jhtm
Professores X Direção
Professores e alunos unidos contra uma diretoria que acusam de omissão com a situação precária da escola. Este foi o tema que protagonizou a sessão da Câmara de Vereadores de Guabiruba na noite de terça-feira, 5. O plenário ficou lotado de alunos, professores e pais, que foram à reunião para apoiar o protesto contra o diretor Norberto Ulber, que de acordo com as denúncias mantém a Escola de Ensino Básico Professor João Carlos Boos em situação de penúria.Antes que a professora escolhida para representar os outros profissionais da escola fizesse as suas declarações, a aluna Dalana Fischer, do primeiro ano do Ensino Médio, leu um texto falando da situação precária da escola, e de como os alunos não teriam assistência por parte da direção. "Alunos brigando entre si e batendo em professores, salas sendo incendiadas, portas e janelas sem trincos e sem vidros e alunos fazendo sexo dentro da escola. Isso para a antiga diretoria do João Boos seriam casos de expulsão e delegacia, e hoje qualquer pessoa que entrar lá irá ver tudo isso que estou falando, pois não é invenção e sim a palavra de quem vive dentro dessa dura realidade", declarou, relatando um episódio onde sofreu uma agressão física e não teve respaldo do diretor da escola. "Minha mãe me levou para a escola e mostrou para o diretor o meu rosto todo ensanguentado. Ele disse que não poderia fazer nada além de falar para o agressor pedir desculpas", desabafou, finalizando seu relato com um pedido de ajuda a comunidade para mudar a situação da escola.DenúnciasDenúnciasDenúnciasA professora de Química, Márcia Antônia Moreira foi à tribuna para falar da situação da escola. Segundo ela, escolhida como porta-voz da maioria dos professores e funcionários da E. E. B. Professor João Carlos Boos, a escola passa por uma situação insustentável, em virtude da falta de comunicação entre professores, direção e Associação de Pais e Professores (APP), e apesar das muitas tentativas de conciliação não houve entendimento entre a comunidade escolar. "Queremos alguém com quem possamos dialogar. Em nenhum momento fazemos exigências políticas, pois aceitaremos perfeitamente outro profissional do mesmo partido, desde que o mesmo se disponha a recuperar nossa escola da posição lastimável em que ela se encontra", destacou.A professora de Química, Márcia Antônia Moreira foi à tribuna para falar da situação da escola. Segundo ela, escolhida como porta-voz da maioria dos professores e funcionários da E. E. B. Professor João Carlos Boos, a escola passa por uma situação insustentável, em virtude da falta de comunicação entre professores, direção e Associação de Pais e Professores (APP), e apesar das muitas tentativas de conciliação não houve entendimento entre a comunidade escolar. "Queremos alguém com quem possamos dialogar. Em nenhum momento fazemos exigências políticas, pois aceitaremos perfeitamente outro profissional do mesmo partido, desde que o mesmo se disponha a recuperar nossa escola da posição lastimável em que ela se encontra", destacou.A professora de Química, Márcia Antônia Moreira foi à tribuna para falar da situação da escola. Segundo ela, escolhida como porta-voz da maioria dos professores e funcionários da E. E. B. Professor João Carlos Boos, a escola passa por uma situação insustentável, em virtude da falta de comunicação entre professores, direção e Associação de Pais e Professores (APP), e apesar das muitas tentativas de conciliação não houve entendimento entre a comunidade escolar. "Queremos alguém com quem possamos dialogar. Em nenhum momento fazemos exigências políticas, pois aceitaremos perfeitamente outro profissional do mesmo partido, desde que o mesmo se disponha a recuperar nossa escola da posição lastimável em que ela se encontra", destacou.Leia na edição de amanhã, 7, a reportagem completa com o posicionamento do diretor e da Gerência de Educação da Secretaria de Desenvolvimento RegionalLeia na edição de amanhã, 7, a reportagem completa com o posicionamento do diretor e da Gerência de Educação da Secretaria de Desenvolvimento RegionalLeia na edição de amanhã, 7, a reportagem completa com o posicionamento do diretor e da Gerência de Educação da Secretaria de Desenvolvimento RegionalLeia na edição de amanhã, 7, a reportagem completa com o posicionamento do diretor e da Gerência de Educação da Secretaria de Desenvolvimento Regional
Crédito: http://www.omunicipio.com.br/Website/Noticias/?CodigoNoticia=3561
Crédito: http://www.omunicipio.com.br/Website/Noticias/?CodigoNoticia=3561
Jovem é esfaqueado dentro de escola em Belém, no Pará
Um adolescente identificado como Jeferson Dias Costa foi esfaqueado durante o intervalo de aula no colégio de ensino médio Orlando Bittar, na avenida José Malcher, em Belém, no Pará, nesta quarta-feira . Ele já foi socorrido pela equipe do Samu (Serviço de Atendimento Móvel Urgência). De acordo com informações da Polícia, o adolescente que esfaqueou o outro teria reagido à agressões físicas dos dois colegas, que o atingiam com socos e ponta-pés. A vice-diretora da escola, que preferiu não se identificar, acredita que a briga teve origem fora da escola, mas o crime acabou acontecendo durante o intervalo. - Como as aulas tiveram início nesta semana, acredito que seja uma rivalidade que começou fora da escola - diz a vice-diretora. O jovem que desferiu o golpe no colega está sendo ouvido pelo delegado Carlos Alberto, na delegacia de São Braz. Já a vítima foi encaminhada para o Pronto Socorro da 14 de março. O estado de saúde dele ainda não foi informado. Após vários exames e avaliações médica, o jovem recebeu alta da equipe médica do Pronto Socorro da 14 de Março. O rapaz foi ferido nas costas. A Secretaria Municipal de Saúde informou que Jeferson não precisou passar por cirurgia. Em depoimento à polícia, o agressor Lucas O.N, 18 anos, disse que machucou o colega para se defender.
Crédito: http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2011/04/06/jovem-esfaqueado-dentro-de-escola-em-belem-no-para-924177066.asp
Crédito: http://oglobo.globo.com/cidades/mat/2011/04/06/jovem-esfaqueado-dentro-de-escola-em-belem-no-para-924177066.asp
O retrato de Bolsonaro, como Hitler
A fotografia do deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) com um bigode riscado, caracterizando-o como Adolf Hitler, se destacava dos demais cartazes empunhados pelos manifestantes ligados às entidades estudantis, ao movimento negro e de defesa dos homossexuais, que protestavam, ontem na Câmara dos Deputados. Estavam lá para pedir a cassação de Jair Bolsonaro. Ele conseguiu despertar toda essa ira depois que foi à televisão e, com toda tranquilidade, disse que seria "uma promiscuidade" a relação do seu filho com uma mulher negra. Para não perder o hábito, também atacou os homossexuais. Depois do rebuliço, o deputado afirmou que não havia entendido a pergunta relativa aos negros, mas reafirmou a sua homofobia. Não entrou – O protesto se concentrou na Comissão de Direitos Humanos e Minorias, da qual ironicamente Bolsonaro faz parte, como suplente, representando o PP. O deputado chegou a se aproximar da sala, acompanhado de três policiais legislativos, mas não entrou para a reunião. "Eu iria entrar lá para quê? Eu estou com a razão, não tenho que discutir com esse pessoal", afirmou. A ministra da área, Maria do Rosário, compareceu e não poupou Bolsonaro. Ela destacou que não se pode permitir o uso da homofobia para encobrir racismo porque este já está previsto na lei como crime. "Aqueles que agem de forma racista, quando são flagrados, sentem-se livres para manifestações de homofobia. Se mantivermos essa lógica, não teremos um Brasil digno". Maria do Rosário disse que a Câmara faz parte de um esforço para afirmar "um Brasil sem homofobia, sem discriminação, sem racismo". Os movimentos de afrodescendentes também criticaram o deputado Pastor Marco Feliciano (PSC-SP), que afirmou no Twitter serem os africano "amaldiçoados". Feliciano diz que a citação é bíblica. Notificação – A Corregedoria da Câmara conseguiu ontem, na segunda tentativa, notificar Bolsonaro sobre as quatro representações encaminhadas contra ele à Mesa, por causa de comentários considerados racistas feitos por ele no dia 28 de março na televisão. Agora, Bolsonaro terá até cinco sessões para apresentar a sua defesa, mas ele avisou que pretende se manifestar antes desse período. O deputado afirmou que sua defesa vai comprovar que ele não é racista. Em relação às outras declarações, o parlamentar pretende se defender com o argumento da imunidade. Ele comemorou estar no centro da polêmica por acreditar que possa impedir o Ministério da Educação de distribuir materiais em escolas que, segundo ele, defendem o homossexualismo. "Eu estou feliz porque estamos detonando com o tsunami de homossexualismo que seríamos invadidos por causa deste kit gay". Acrescenta-se a tudo isso a afirmação de Bolsonaro, também na TV, de que torturaria o filho se o pegasse fumando maconha. Para Yann Evanovick, presidente da União Brasileira dos Estudantes Secundarias (UBES), "a democracia avança quando se combate a homofobia, o racismo e o preconceito".
Crédito: http://www.dcomercio.com.br/materiaC.aspx?id=66172&canal=21
Conselho de Educação adia debate sobre ensino médio
A proposta de novas diretrizes para o ensino médio, que prevê autonomia para as escolas definirem as disciplinas com mais espaço na grade curricular, foi retirada da pauta da reunião de hoje do Conselho Nacional de Educação (CNE). Com o adiamento, o relator José Fernandes de Lima espera aproveitar o prazo estendido para aprofundar o debate, informou a assessoria do CNE. Não foi informado, no entanto, quando o assunto voltará à pauta.O projeto prevê que cada escola trabalhe a partir de quatro áreas de atuação - ciência, tecnologia, cultura e trabalho. A partir da escolha da vocação, monta-se a carga horária, com as escolas adequando as disciplinas de acordo com o seu interesse. Uma escola focada em cultura, por exemplo, pode dar mais espaço às disciplinas de história e geografia, sem deixar de lado outras matérias, como língua portuguesa e matemática
Crédito: http://www.istoe.com.br/noticias/data/131959_CONSELHO+DE+EDUCACAO+ADIA+DEBATE+SOBRE+ENSINO+MEDIO/
Crédito: http://www.istoe.com.br/noticias/data/131959_CONSELHO+DE+EDUCACAO+ADIA+DEBATE+SOBRE+ENSINO+MEDIO/
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Nota de Repúdio - Anpuh - Aluno Unipampa
A ANPUH – Associação Nacional de História vem tornar público o seu repúdio
e sua indignação em relação aos episódios lamentáveis ocorridos com o estudante do
curso de História da Universidade Federal dos Pampas (UNIPAMPA), campus de
Jaguarão, Helder Santos, vítima de preconceito, agressão e ameaças de conteúdo racista
vindas de membros da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul, atuantes
naquela cidade.
Solicitamos providências por parte do governo do Estado do Rio Grande do Sul
e do comando da Brigada Militar, no sentido de serem identificados e punidos os
autores das referidas agressões e ameaças.
Solicitamos ainda que tanto o governo gaúcho, quanto a direção da Universidade
envidem esforços no sentido de garantir o retorno do aluno a suas atividades
acadêmicas, evitando que ele perca assim seu curso e que os racistas terminem por
conseguir o que almejavam, ou seja, afastá-lo da cidade e do Estado, prejudicando um
brasileiro vindo das camadas populares ao impedi-lo de concluir um curso superior.
Este episódio simboliza e condensa os preconceitos de dados setores da sociedade
brasileira que parecem não estar satisfeitos e não verem com bons olhos o atual
processo de ascensão social daqueles setores classicamente alijados e discriminados no
país: os pobres, os negros e os nordestinos.
O preconceito e o ódio não podem sair vencedores nesse processo, eles têm que
ser derrotados com a colaboração de todas as autoridades e todos aqueles responsáveis
por coibirem tais atitudes inaceitáveis. Esperamos providencias, no mesmo instante em
que vimos a público nos colocar contra atitudes com as quais não se pode ter tolerância.
Prof. Dr. Durval Muniz de Albuquerque Júnior
Presidente da ANPUH
e sua indignação em relação aos episódios lamentáveis ocorridos com o estudante do
curso de História da Universidade Federal dos Pampas (UNIPAMPA), campus de
Jaguarão, Helder Santos, vítima de preconceito, agressão e ameaças de conteúdo racista
vindas de membros da Brigada Militar do Estado do Rio Grande do Sul, atuantes
naquela cidade.
Solicitamos providências por parte do governo do Estado do Rio Grande do Sul
e do comando da Brigada Militar, no sentido de serem identificados e punidos os
autores das referidas agressões e ameaças.
Solicitamos ainda que tanto o governo gaúcho, quanto a direção da Universidade
envidem esforços no sentido de garantir o retorno do aluno a suas atividades
acadêmicas, evitando que ele perca assim seu curso e que os racistas terminem por
conseguir o que almejavam, ou seja, afastá-lo da cidade e do Estado, prejudicando um
brasileiro vindo das camadas populares ao impedi-lo de concluir um curso superior.
Este episódio simboliza e condensa os preconceitos de dados setores da sociedade
brasileira que parecem não estar satisfeitos e não verem com bons olhos o atual
processo de ascensão social daqueles setores classicamente alijados e discriminados no
país: os pobres, os negros e os nordestinos.
O preconceito e o ódio não podem sair vencedores nesse processo, eles têm que
ser derrotados com a colaboração de todas as autoridades e todos aqueles responsáveis
por coibirem tais atitudes inaceitáveis. Esperamos providencias, no mesmo instante em
que vimos a público nos colocar contra atitudes com as quais não se pode ter tolerância.
Prof. Dr. Durval Muniz de Albuquerque Júnior
Presidente da ANPUH
MT-MS que impedir punições em escolas públicas por indisciplina
O Ministério do Trabalho quer impedir a continuidade de um sistema de punições para alunos de escolas públicas de Campo Grande, no Mato Groso do Sul, projeto implantado pela Promotoria da Infância e vinculado ao Ministério Público Estadual, que consiste em dar a jovens indisciplinados ações pedagógicas como pintura de paredes, limpeza de banheiros e trabalho de jardinagem. Segundo a auditora fiscal do Trabalho Regina Catarino Rupp, trata-se de um descumprimento da legislação nacional e internacional, "uma vez que é proibido o trabalho abaixo dos 16 anos e o trabalho insalubre para menores de 18 anos". As informações são do Jornal da Globo.
O "castigo" ao adolescente, ideia adotada em 60% das escolas estaduais, é aplicado depois do horário em que ele não está em sala de aula e com autorização dos pais, por no máximo um mês durante oito horas por semana. Sérgio Harfouche, promotor de Infância e Juventude de Campo Grande e criador do projeto, se baseia nos números para defender a tese. Harfouche disse que o número dos casos de violência, vandalismo e uso de drogas caiu em 75% nos últimos dois anos nas escolas que adotaram a punição.
Créditos: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5049379-EI8266,00.html
O "castigo" ao adolescente, ideia adotada em 60% das escolas estaduais, é aplicado depois do horário em que ele não está em sala de aula e com autorização dos pais, por no máximo um mês durante oito horas por semana. Sérgio Harfouche, promotor de Infância e Juventude de Campo Grande e criador do projeto, se baseia nos números para defender a tese. Harfouche disse que o número dos casos de violência, vandalismo e uso de drogas caiu em 75% nos últimos dois anos nas escolas que adotaram a punição.
Créditos: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5049379-EI8266,00.html
Nos EUA, Lula diz ter orgulho de avanços no ensino do Brasil
"Eu e o José Alencar fomos os primeiros presidente e vice-presidente do Brasil sem diploma universitário, mas fomos os que mais criaram universidades no País", disse Luiz Inácio Lula da Silva durante um pronunciamento, nesta quarta-feira, em Washington (EUA), durante o Fórum de Líderes do Setor Público patrocinado pela Microsoft.
O ex-presidente disse que os resultados que seu governo, de 2003 a 2010, conquistou na área de ensino são motivos de grande orgulho para ele.
"Criamos um programa que atendeu, entre 2005 e 2010, cerca de 850 mil jovens de famílias pobres que mereceram bolsas de estudo em universidades particulares", disse Lula.
O ex-presidente disse que graças aos avanços na educação, entre outros, os brasileiros não precisam mais "ter vergonha de mostrar o passaporte quando viajam".
Lula afirmou também que a presidente Dilma Rousseff tem ciência da importância do investimento na educação.
"A presidente Dilma Rousseff assumiu o compromisso de ampliar o investimento em educação progressivamente até atingir 7% do PIB", afirmou o ex-presidente.
Lula disse ainda que para o Brasil ir adiante é fundamental que os outros países da região também avancem e, para isso, é preciso ser existir uma Universidade da América Latina.
"Não queremos ficar exportando minério de ferro e soja a vida inteira", afirmou, salientando a importância da formação de mão de obra técnica e especializada em tecnologia de ponta.
Créditos: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5050298-EI8266,00.html
O ex-presidente disse que os resultados que seu governo, de 2003 a 2010, conquistou na área de ensino são motivos de grande orgulho para ele.
"Criamos um programa que atendeu, entre 2005 e 2010, cerca de 850 mil jovens de famílias pobres que mereceram bolsas de estudo em universidades particulares", disse Lula.
O ex-presidente disse que graças aos avanços na educação, entre outros, os brasileiros não precisam mais "ter vergonha de mostrar o passaporte quando viajam".
Lula afirmou também que a presidente Dilma Rousseff tem ciência da importância do investimento na educação.
"A presidente Dilma Rousseff assumiu o compromisso de ampliar o investimento em educação progressivamente até atingir 7% do PIB", afirmou o ex-presidente.
Lula disse ainda que para o Brasil ir adiante é fundamental que os outros países da região também avancem e, para isso, é preciso ser existir uma Universidade da América Latina.
"Não queremos ficar exportando minério de ferro e soja a vida inteira", afirmou, salientando a importância da formação de mão de obra técnica e especializada em tecnologia de ponta.
Créditos: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5050298-EI8266,00.html
Escolaridade afasta jovens da construção civil, mostra pesquisa da FGV
O aumento da escolaridade está fazendo com que os jovens se afastem de trabalhos braçais e de baixa renda na construção civil. Segundo a pesquisa Trabalho, Educação e Juventude na Construção Civil, da Fundação Getulio Vargas, divulgada hoje (5), o número de trabalhadores de 15 a 29 anos de idade no setor caiu de 34,2%, em 1996, para 28%, em 2009. O tempo médio de educação dos trabalhadores tem aumentado: os empregados da construção tinham 4,41 anos de estudo em 1996; em 2009, esse número passou para 6,35 anos.
“O jovem tem optado por qualificações menos braçais e mais escolarizadas. Essa situação pode gerar no futuro, devido à expansão desse setor, um apagão de mão de obra”, afirmou o coordenador da pesquisa, Marcelo Neri, do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
De acordo com o pesquisador, o setor terá de aumentar os salários, garantir direitos trabalhistas e investir em qualificação a fim de atrair mais jovens, para evitar falta de mão de obra. "Precisa qualificar mais o jovem. A construção civil é um dos três setores com menor qualificação profissional. É necessário alterar o modo de produção, com métodos menos braçais, mais rápidos, com mais tecnologia, até para a gente dar conta dos grandes desafios, como os eventos internacionais dos próximos anos”, disse.
Créditos: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/04/05/escolaridade-afasta-jovens-da-construcao-civil-mostra-pesquisa-da-fgv.jhtm
“O jovem tem optado por qualificações menos braçais e mais escolarizadas. Essa situação pode gerar no futuro, devido à expansão desse setor, um apagão de mão de obra”, afirmou o coordenador da pesquisa, Marcelo Neri, do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getúlio Vargas (FGV).
De acordo com o pesquisador, o setor terá de aumentar os salários, garantir direitos trabalhistas e investir em qualificação a fim de atrair mais jovens, para evitar falta de mão de obra. "Precisa qualificar mais o jovem. A construção civil é um dos três setores com menor qualificação profissional. É necessário alterar o modo de produção, com métodos menos braçais, mais rápidos, com mais tecnologia, até para a gente dar conta dos grandes desafios, como os eventos internacionais dos próximos anos”, disse.
Créditos: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/04/05/escolaridade-afasta-jovens-da-construcao-civil-mostra-pesquisa-da-fgv.jhtm
Falta preparo nas escolas para lidar com o bullying, dizem especialistas
As escolas ainda não têm o preparo necessário para lidar com os frequentes casos de intimidação de alunos, o chamado bullying. Segundo especialistas ouvidos, não se trata apenas de uma questão pedagógica, mas deve envolver também todos os lados afetados: tanto o dos alunos, pais e professores, quanto o da sociedade.
"Não diria que todas as escolas não estão preparadas, mas o que tenho observados nos contatos que tive é que os docentes não estão preparados para lidar com o bullying assim como não estão preparados para lidar com a indisciplina", diz Nelson Pedro-Silva, professor da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e especialista em bullying.
Ele explica, fazendo analogia ao filósofo Kant - que dizia que o professor tinha de estar dois passos à frente do aluno, mas estava um passo atrás - que o professor de hoje está três passos atrás dos atuais estudantes. "Eles não conseguem acompanhar até por conta das mudanças da sociedade, das longas jornadas de trabalho, da formação deficiente e da desvalorização do educador que ocorre em nossa sociedade. Não temos que satanizar o professor, mas temos que compreender que todos nós somos responsáveis por essa situação."
Para o professor William Sanches, estudioso do assunto, a maioria dos estabelecimentos ainda não "incorporou" a discussão do bullying em sala de aula. "A violência sempre existiu e há uma tendência de as escolas não admitirem sua ocorrência entre seus alunos" diz ele, por ser um tema "desconfortável" e desconectado aos valores "construtivos e pacificadores" do universo escolar.
O docente defende uma maior integração entre a família e a escola para a mediação do problema, com o professor como mediador. "A escola e a família hoje estão muito distantes. Eles cobram um do outro e a criança, nesses casos, fica num jogo de pingue-pongue", diz.
Soluções
De acordo com o professor Silva, não só professores, mas todos os funcionários das escolas deveriam ter preparação de ordem psicológica para aprender a lidar com as diferenças em sala de aula. "Às vezes, o próprio professor não consegue lidar com a criança considerada 'diferente'. Há muitos professores e coordenadores que ainda estão ligados naquela moral dos anos 60. Esses profissionais precisam se conhecer melhor para lidar com os problemas dos alunos", diz.
Na escola, o docente aponta a discussão entre estudantes e professores como a melhor arma para o combate do bullying. Isso pode ocorrer por meio de palestras, reuniões entre alunos e pessoas que foram vítimas de violência e a elaboração de cartazes sobre o tema. Outra medida importante é identificar os alunos que praticam bullying, com o intuito de compreender por que elas praticam tais atos. No entanto, ele lembra que a solução não está só no âmbito educacional: "temos que lembrar que isso extrapola a escola, é um problema, antes de tudo, social", diz.
O professor William salienta a importância de a escola falar com os pais dos estudantes, para que eles, em casa, também possam detectar se o filho está sofrendo bullying. "É preciso haver um trabalho conjunto; a escola já recebe uma carga muito grande da sociedade, mas é uma vítima também. Ela tem que ser uma extensão da vida em sociedade", explica.
Créditos: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/04/06/falta-preparo-nas-escolas-para-lidar-com-o-bullying-dizem-especialistas.jhtm
"Não diria que todas as escolas não estão preparadas, mas o que tenho observados nos contatos que tive é que os docentes não estão preparados para lidar com o bullying assim como não estão preparados para lidar com a indisciplina", diz Nelson Pedro-Silva, professor da Unesp (Universidade Estadual Paulista) e especialista em bullying.
Ele explica, fazendo analogia ao filósofo Kant - que dizia que o professor tinha de estar dois passos à frente do aluno, mas estava um passo atrás - que o professor de hoje está três passos atrás dos atuais estudantes. "Eles não conseguem acompanhar até por conta das mudanças da sociedade, das longas jornadas de trabalho, da formação deficiente e da desvalorização do educador que ocorre em nossa sociedade. Não temos que satanizar o professor, mas temos que compreender que todos nós somos responsáveis por essa situação."
Para o professor William Sanches, estudioso do assunto, a maioria dos estabelecimentos ainda não "incorporou" a discussão do bullying em sala de aula. "A violência sempre existiu e há uma tendência de as escolas não admitirem sua ocorrência entre seus alunos" diz ele, por ser um tema "desconfortável" e desconectado aos valores "construtivos e pacificadores" do universo escolar.
O docente defende uma maior integração entre a família e a escola para a mediação do problema, com o professor como mediador. "A escola e a família hoje estão muito distantes. Eles cobram um do outro e a criança, nesses casos, fica num jogo de pingue-pongue", diz.
Soluções
De acordo com o professor Silva, não só professores, mas todos os funcionários das escolas deveriam ter preparação de ordem psicológica para aprender a lidar com as diferenças em sala de aula. "Às vezes, o próprio professor não consegue lidar com a criança considerada 'diferente'. Há muitos professores e coordenadores que ainda estão ligados naquela moral dos anos 60. Esses profissionais precisam se conhecer melhor para lidar com os problemas dos alunos", diz.
Na escola, o docente aponta a discussão entre estudantes e professores como a melhor arma para o combate do bullying. Isso pode ocorrer por meio de palestras, reuniões entre alunos e pessoas que foram vítimas de violência e a elaboração de cartazes sobre o tema. Outra medida importante é identificar os alunos que praticam bullying, com o intuito de compreender por que elas praticam tais atos. No entanto, ele lembra que a solução não está só no âmbito educacional: "temos que lembrar que isso extrapola a escola, é um problema, antes de tudo, social", diz.
O professor William salienta a importância de a escola falar com os pais dos estudantes, para que eles, em casa, também possam detectar se o filho está sofrendo bullying. "É preciso haver um trabalho conjunto; a escola já recebe uma carga muito grande da sociedade, mas é uma vítima também. Ela tem que ser uma extensão da vida em sociedade", explica.
Créditos: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/04/06/falta-preparo-nas-escolas-para-lidar-com-o-bullying-dizem-especialistas.jhtm
Documento feito em cartório pode ser prova em casos de bullying
Pais de crianças e adolescentes que são vítimas de bullying, tanto presencial quanto na internet, podem procurar ajuda nos cartórios. Um documento que é feito nestes locais pode servir como prova em um eventual processo judicial.
O documento se chama ata notarial. Para obtê-lo, a pessoa precisa ir até um cartório e descrever a ocorrência para o tabelião. Ele irá até o local dos fatos, fará observações e redigirá o documento.
Normalmente, a prática de bullying acontece nas escolas, interna ou externamente. O tabelião vai até o local descaracterizado – por isso, os agressores não sabem que ele está observando.
“É um documento exclusivo do tabelião, por meio do qual ele narra os fatos que ocorreram na presença dele. A ata é solicitada por alguém que precisa desse documento e pode ser avaliada por um juiz num eventual processo judicial”, diz o tabelião Rubens Fabrício Barbosa.
Nos casos de bullying pela internet, o documento também pode ser utilizado. Entretanto, neste caso, ele é feito dentro do próprio cartório – o tabelião acessa a página na internet onde ocorrem as agressões e descreve os fatos no documento.
O documento custa cerca de R$ 270 – o valor varia de acordo com o seu tamanho.
Crédito: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/04/documento-feito-em-cartorio-pode-ser-prova-em-casos-de-bullying.html
O documento se chama ata notarial. Para obtê-lo, a pessoa precisa ir até um cartório e descrever a ocorrência para o tabelião. Ele irá até o local dos fatos, fará observações e redigirá o documento.
Normalmente, a prática de bullying acontece nas escolas, interna ou externamente. O tabelião vai até o local descaracterizado – por isso, os agressores não sabem que ele está observando.
“É um documento exclusivo do tabelião, por meio do qual ele narra os fatos que ocorreram na presença dele. A ata é solicitada por alguém que precisa desse documento e pode ser avaliada por um juiz num eventual processo judicial”, diz o tabelião Rubens Fabrício Barbosa.
Nos casos de bullying pela internet, o documento também pode ser utilizado. Entretanto, neste caso, ele é feito dentro do próprio cartório – o tabelião acessa a página na internet onde ocorrem as agressões e descreve os fatos no documento.
O documento custa cerca de R$ 270 – o valor varia de acordo com o seu tamanho.
Crédito: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/04/documento-feito-em-cartorio-pode-ser-prova-em-casos-de-bullying.html
STF pode decidir hoje piso salarial dos professores
Está na pauta da plenária do Supremo Tribunal Federal (STF) hoje a aplicação da lei de 2008 que fixa o piso salarial para professores de todo o país. A principal questão a ser decidida é se o piso de R$ 950 fixado pela lei 11.738 será composto somente pelo salário dos professores ou se benefícios como bônus e gratificações entrarão na conta do valor mínimo a ser pago. O piso de 2008, atualizado pelo Ministério da Educação, é de R$1.187,97. Ceará, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul questionaram a lei assim que ela foi promulgada alegando, entre outras coisas, dificuldades orçamentárias. Se o STF entender como o piso o valor do salário mais os benefícios, os Estados e municípios vão ter menos gastos do que se a corte entender que a quantia mínima vale apenas para o vencimento básico. “A grande questão não é recusar o piso, é a interpretação que se quer dar à lei”, diz o procurador geral do Estado de Santa Catarina, Nelson Serpa. Segundo ele, a base de cálculo do piso deve ser computada com todas as vantagens, exceto o adicional por tempo de serviço. Segundo o presidente da Confederação Nacional dos Municípios (CNM), Paulo Ziulkoski, se o Supremo entender que o piso não deve incluir as vantagens, o impacto fiscal sobre os municípios pode chegar a R$ 5 bilhões ao ano. “Como a tendência é praticamente duplicar o número de professores na próxima década, os municípios não serão capazes de arcar com esse valor, principalmente os da região Nordeste e os mais pobres”. Professores querem que piso seja o maior Porém, para o presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), Roberto Leão, o argumento de dificuldades financeiras usado pelos Estados não é válido, porque quando a lei foi elaborada, foram feitas contas que comprovavam sua viabilidade mesmo sem considerar os benefícios na conta do piso. Além disso, uma ajuda financeira oferecida pela União para esses gastos foi pouco procurada, acrescenta ele. A solução passa, segundo Leão, por uma realocação de recursos. “Nos gastos estaduais de educação são incluídos outros gastos, como por exemplo, um professor que vai trabalhar numa Secretaria de Cultura. é uma questão de prioridade”, afirma. O pronunciamento do STF é importante para os trabalhadores, de acordo com o presidente da CNTE, porque a indefinição tem gerado insegurança jurídica que acaba reduzindo os salários além do que seria o piso. “A maioria das prefeituras não paga o piso porque cada um interpreta a lei à sua maneira. Com o pronunciamento, vai haver pacificação”. Carga horária também é questionada Além de dificuldades orçamentárias, os Estados afirmam que a lei fere o princípio de autonomia das unidades da federação prevista na Constituição. Esse questionamento ocorre porque a lei 11.738, além de estabelecendo o piso salarial, fixa a carga horária em 40 horas semanais e reserva um terço desse tempo para atividades extraclasse, como planejamento pedagógico. Segundo os Estados que contestam a lei no STF, a jornada de trabalho e a reserva de tempo para atividades extracurriculares são competência dos Estados. Por isso, a lei também seria inconstitucional. “O correto é que cada Estado fixe a jornada de trabalho dos seus servidores”, defende Serpa, procurador de SC. Entenda a controvérsia Em 2008, governadores de Ceará, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul entraram com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 4167 questionando a validade da lei aprovada no Congresso. Uma decisão liminar concedida aos cinco Estados pelo Supremo invalidou o dispositivo que reservava tempo para atividades fora da sala de aula e considerou que o valor pago como piso poderia incluir vantagens, além do salário. Neste ano, o novo governador do Rio Grande do Sul, Tarso Genro (PT), afirmou não ter mais interesse na ADI. Porém, a Justiça impede que um reclamante se desligue oficialmente do processo em andamento. Os professores, representados pelo CNTE, planejam um ato de apoio à sua interpretação ao texto original da lei na Praça dos Três Poderes, em frente ao Superior Tribunal Federal, durante o julgamento.
Crédito:
Crédito:
Professores de Familia - Aula de Reforço em Casa
Três em cada 10 alunos do ensino médio em Minas estão atrasados na escola e 40% dos estudantes matriculados no 1º do ano do nível médio abandonam as salas de aula ao longo dos três anos dessa etapa da educação. O cenário preocupante levou o governo do estado a lançar ontem um projeto piloto para melhorar o desempenho dos jovens, combater a evasão escolar e aumentar a participação dos pais na vida acadêmica dos filhos. O programa Professores da Família será testado em 22 escolas de nove cidades mineiras e, se os resultados forem positivos, deve ser expandido para 100 municípios até o fim do ano que vem. Na primeira etapa da iniciativa, 100 educadores vão desenvolver um plano de ação com acompanhamento escolar, aulas de reforço e diálogo frequente com as famílias de 4,2 mil alunos do ensino médio. Com investimento de R$ 1,9 milhão, eles vão atuar nas cidades de Presidente Kubitschek, Santo Antônio do Jacinto, Itinga (Vale do Jequitinhonha), Ninheira (Norte de Minas), Mateus Leme, Confins, Capim Branco (Grande BH), Arinos (Noroeste) e Matutina (Alto Paranaíba). Os municípios foram escolhidos por critérios de vulnerabilidade no índice de Desenvolvimento Humano (IDH) e de Responsabilidade Social. Os dados mais preocupantes são de Santo Antônio do Jacinto, localizado a 849 quilômetros da capital. Mais da metade (51,1%) dos alunos do ensino médio da cidade estão atrasados na escola. O percentual de distorção-série foi medido pelo Movimento Todos pela Educação, com base no Censo Escolar 2009, do Ministério da Educação (MEC). Segundo a pesquisa, as razões para o atraso são a reprovação ou matrícula tardia nas escolas. Em Santo Antônio do Jacinto, o problema é agravado pela migração da população nos períodos de corte da cana. “Muitos jovens deixam a cidade durante a safra em busca de emprego no Sul de Minas e no interior de São Paulo. Por isso, há tanto abandono escolar e muitos estudantes atrasados”, explica o prefeito Raniene José da Silva (PT). Para mudar essa realidade, o novo professor da família Ruliã Caetano dos Santos, de 27 anos, espera conscientizar a população sobre a importância da educação. “Vou tentar canalizar a energia que a juventude tem para ações que despertem o interesse pelo estudo. A ideia é usar um método diferente, que envolva pais e alunos na escola, para melhorar o desempenho escolar e evitar o abandono”, diz Ruliã, que acumula experiência em trabalhos com crianças em situação de risco. CAPACITAçãO Em visitas periódicas às famílias dos alunos, os educadores terão de identificar dificuldades e habilidades dos estudantes e propor uma metodologia diferenciada de aprendizagem que envolva a participação dos pais na rotina dos filhos. “Vamos criar uma relação de porta em porta com as famílias, até porque educação não é uma matéria a ser resolvida apenas na escola. Ela tem tudo a ver com os valores e expectativas das famílias. Estamos tentando reinventar o ensino médio, que precisa ser mais atraente para o jovem. Hoje, um garoto passa oito horas numa lan house, mas não quer ficar quatro horas na sala de aula”, disse a secretária de Estado de Educação, Ana Lúcia Gazzola. Para atuar no programa, os professores receberão um treinamento inicial com 32 aulas e, ao longo do ano, farão cursos a distância e presenciais. Os 100 educadores, apresentados ontem em solenidade na Cidade Administrativa Presidente Tancredo Neves, no Bairro Serra Verde, na Região Norte de BH, são profissionais com ensino médio ou superior e conhecimento prévio em informática e mobilização juvenil. Além da capacitação específica para as atividades do programa, os Professores da Família também receberão treinamento sobre políticas sociais. No próximo semestre, a secretaria pretende levar o programa Professores da Família a outras 36 cidades mineiras, chegando a 100 municípios atendidos até 2012. A previsão é de que seja investido um total de R$ 8 milhões no projeto.
MEC estabele regras para distribuição de bolsas remanescentes do ProUni
Terão prioridade os candidatos que sejam professores da rede pública O Ministério da Educação (MEC) definiu as regras para a distribuição das bolsas de estudo remanescentes do Programa Universidade Para Todos (ProUni) do primeiro semestre deste ano. O texto foi publicado nesta quarta-feira no Diário Oficial da União (DOU). Segundo a portaria, as bolsas não concedidas a candidatos pré-selecionados no processo regular podem ser concedidas conforme a classificação em processo seletivo da instituição de ensino superior, inclusive vestibular, para turmas iniciadas neste semestre e conforme o desempenho acadêmico, para turmas iniciadas até o último semestre. De acordo com a pasta, terão prioridade na ocupação das bolsas os estudantes que sejam professores da rede pública de ensino matriculados em cursos de licenciatura, normal superior e pedagogia. De acordo com o texto, as universidades são obrigadas a divulgar a existência das vagas remanescentes do ProUni em cartazes e em sites na internet. Devem ser divulgados o teor da portaria, o número de bolsas disponíveis em cada curso, turno e local de oferta, a lista dos estudantes inscritos e depois dos aprovados. Os reprovados devem receber documento com a explicação do motivo. A concessão dessas bolsas deverá ser regularizada até 12 de abril e o processo deverá ser registrado no sistema informatizado do MEC. As bolsas que ainda restarem deverão ser oferecidas no próximo processo seletivo do programa.
Crédito: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/mec-estabele-regras-para-distribuicao-de-bolsas-remanescentes-do-prouni
Crédito: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/mec-estabele-regras-para-distribuicao-de-bolsas-remanescentes-do-prouni
terça-feira, 5 de abril de 2011
'Ele não tinha lesão', diz diretora de escola, sobre caso de agressão na BA
A diretora geral da escola Fundação Baiana de Engenharia, Sandra Nagel, contou na tarde desta terça-feira (6) outra versão sobre a suposta agressão de um aluno de 11 anos, ocorrida na quadra da instituição de ensino, na segunda-feira, 28 de março.
Sandra afirma que as crianças estavam brincando e que, assim que percebeu que a brincadeira estava ficando agressiva, o professor de educação física direcionou os dois envolvidos para o Serviço de Orientação Educacional (SOE). A diretora conversou com os alunos na ocasião, que informaram estavar apenas brincando.
“Um estava de cabeça baixa e o outro choroso. Eles disseram que tudo começou com uma brincadeira, que se tornou uma coisa maior e eu aconselhei que contassem tudo aos pais. A criança não tinha nenhuma lesão, nada chamou atenção da gente”, relata. A diretora afirma ainda que, minutos depois, os dois brincavam juntos.
Sandra admite que encontrou o menino usando o colar cervical e que ele havia comentado que estava com dor na coluna.
O aluno de 11 anos tem um mês na escola e, segundo a diretora, mesmo assim já é muito entrosado com os colegas. Sobre uma possível solução para o caso, ela afirma que vai esperar a mãe dar entrada na Justiça para que a escola possa se defender.
“Estamos tratando de crianças, não de marginais. Não posso expulsar um menino pela primeira vez”, diz. Sandra também afirma que a criança acusada de ter batido na “vítima” chorou muito e jurou “pela mãe” que não fez nada. “Ás vezes a pessoa fala o que quer, não sei com qual interesse. Nós estamos pedagogicamente com a consciência limpa”, comenta, sobre a mãe que fez a denúncia.
Segundo Sandra, a escola já tinha programado uma palestra para familiares e alunos tendo como tema o buylling, para o dia 29 de abril.
Entenda o casoDe acordo com o relato da mãe, um garoto de 11 anos sofreu escoriações na coluna cervical após ter sido agredido por seis colegas na quadra da escola Fundação Baiana de Engenharia, localizada no bairro do Imbui, em Salvador. Camila Lima, mãe da "vitima", registrou o caso na Promotoria da Infância e Juventude, Ministério Público da Bahia.
“Eu estava esperando o professor de educação física chegar quando sem querer prendi o pé na rede. Foi quando um dos meus colegas fechou a trave – que abre e fecha – e começou a me bater. Depois chegaram outros que aproveitaram a situação e me bateram com socos, chutes e murros”, revela a criança. A mãe conta que o filho usou colar cervical por cinco dias, acompanhado por analgésicos.
Crédito: http://g1.globo.com/bahia/noticia/2011/04/ele-nao-tinha-lesao-diz-diretora-de-escola-sobre-caso-de-agressao-na-ba.html
Sandra afirma que as crianças estavam brincando e que, assim que percebeu que a brincadeira estava ficando agressiva, o professor de educação física direcionou os dois envolvidos para o Serviço de Orientação Educacional (SOE). A diretora conversou com os alunos na ocasião, que informaram estavar apenas brincando.
“Um estava de cabeça baixa e o outro choroso. Eles disseram que tudo começou com uma brincadeira, que se tornou uma coisa maior e eu aconselhei que contassem tudo aos pais. A criança não tinha nenhuma lesão, nada chamou atenção da gente”, relata. A diretora afirma ainda que, minutos depois, os dois brincavam juntos.
Sandra admite que encontrou o menino usando o colar cervical e que ele havia comentado que estava com dor na coluna.
O aluno de 11 anos tem um mês na escola e, segundo a diretora, mesmo assim já é muito entrosado com os colegas. Sobre uma possível solução para o caso, ela afirma que vai esperar a mãe dar entrada na Justiça para que a escola possa se defender.
“Estamos tratando de crianças, não de marginais. Não posso expulsar um menino pela primeira vez”, diz. Sandra também afirma que a criança acusada de ter batido na “vítima” chorou muito e jurou “pela mãe” que não fez nada. “Ás vezes a pessoa fala o que quer, não sei com qual interesse. Nós estamos pedagogicamente com a consciência limpa”, comenta, sobre a mãe que fez a denúncia.
Segundo Sandra, a escola já tinha programado uma palestra para familiares e alunos tendo como tema o buylling, para o dia 29 de abril.
Entenda o casoDe acordo com o relato da mãe, um garoto de 11 anos sofreu escoriações na coluna cervical após ter sido agredido por seis colegas na quadra da escola Fundação Baiana de Engenharia, localizada no bairro do Imbui, em Salvador. Camila Lima, mãe da "vitima", registrou o caso na Promotoria da Infância e Juventude, Ministério Público da Bahia.
“Eu estava esperando o professor de educação física chegar quando sem querer prendi o pé na rede. Foi quando um dos meus colegas fechou a trave – que abre e fecha – e começou a me bater. Depois chegaram outros que aproveitaram a situação e me bateram com socos, chutes e murros”, revela a criança. A mãe conta que o filho usou colar cervical por cinco dias, acompanhado por analgésicos.
Crédito: http://g1.globo.com/bahia/noticia/2011/04/ele-nao-tinha-lesao-diz-diretora-de-escola-sobre-caso-de-agressao-na-ba.html
Abertas inscrições para prêmio de incentivo à leitura
Experiências com atividades de incentivo à leitura desenvolvidas em todo o País podem concorrer ao prêmio Vivaleitura de 2011. As inscrições devem ser feitas até 20 de julho, com apresentação escrita de trabalhos em execução ou já concluídos. Há três categorias e o vencedor de cada uma leva R$ 30 mil.
A primeira categoria é de bibliotecas e inclui públicas, privadas e comunitárias, a segunda é de escolas e também vale tanto para rede pública quanto privada. Outra categoria aceita inscrições desde pessoas físicas e organizações não governamentais até empresas e universidades.
Este ano, de acordo com o regulamento, podem concorrer experiências que começaram em janeiro de 2009, com conclusão prevista para julho de 2011, e projetos permanentes, com indicadores de resultados. O relato do trabalho não deve ultrapassar seis páginas. Cada participante pode inscrever um projeto por categoria.
O prêmio é uma iniciativa dos ministérios da Educação e Cultura e tem a coordenação da Organização dos Estados Ibero-Americanos para Educação, Ciência e Cultura (OEI) e o patrocínio da Fundação Santillana, da Espanha para estimular a leitura e a formação cidadã.
As inscrições, gratuitas, devem ser feitas pela internet (aqui) ou via postal, como carta registrada com aviso de recebimento para o endereço Prêmio Vivaleitura 2011, caixa postal 71.0377. CEP: 03.410-970, São Paulo (SP). O regulamento e o formulário de inscrição estão no site do prêmio (http://www.premiovivaleitura.org.br/regulamento/default.asp). Na mesma página, podem ser consultadas as 15 experiências vencedoras.
Créditos: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/abertas%20inscricoes%20para%20premio%20de%20incentivo%20a%20leitura/n1300027996206.html
A primeira categoria é de bibliotecas e inclui públicas, privadas e comunitárias, a segunda é de escolas e também vale tanto para rede pública quanto privada. Outra categoria aceita inscrições desde pessoas físicas e organizações não governamentais até empresas e universidades.
Este ano, de acordo com o regulamento, podem concorrer experiências que começaram em janeiro de 2009, com conclusão prevista para julho de 2011, e projetos permanentes, com indicadores de resultados. O relato do trabalho não deve ultrapassar seis páginas. Cada participante pode inscrever um projeto por categoria.
O prêmio é uma iniciativa dos ministérios da Educação e Cultura e tem a coordenação da Organização dos Estados Ibero-Americanos para Educação, Ciência e Cultura (OEI) e o patrocínio da Fundação Santillana, da Espanha para estimular a leitura e a formação cidadã.
As inscrições, gratuitas, devem ser feitas pela internet (aqui) ou via postal, como carta registrada com aviso de recebimento para o endereço Prêmio Vivaleitura 2011, caixa postal 71.0377. CEP: 03.410-970, São Paulo (SP). O regulamento e o formulário de inscrição estão no site do prêmio (http://www.premiovivaleitura.org.br/regulamento/default.asp). Na mesma página, podem ser consultadas as 15 experiências vencedoras.
Créditos: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/abertas%20inscricoes%20para%20premio%20de%20incentivo%20a%20leitura/n1300027996206.html
Já passamos dos 700 acessos
Pessoal... Acabamos de passar o número de 700 acessos ao nosso BLOG.
Agora, vamos lutar para chegar logo aos 1000 acessos. Quando vamos chegar? Este mês?
Então vamos divulgar nosso BLOG, para que este número de 1000 acessos seja atingido o mais rápido possível.
É isso ai... Contamos com vocês...
Equipe do BLOG.
Agora, vamos lutar para chegar logo aos 1000 acessos. Quando vamos chegar? Este mês?
Então vamos divulgar nosso BLOG, para que este número de 1000 acessos seja atingido o mais rápido possível.
É isso ai... Contamos com vocês...
Equipe do BLOG.
Presidente da Costa do Marfim se rende e aceita a derrota para seu opositor.
O líder da Costa do Marfim, Laurent Gbagbo, assinou um documento escrito oficializando sua rendição e pedindo proteção da ONU (Organização das Nações Unidas), informou a agência de notícias Reuters.
A notícia chega momentos após a França e a ONU pressionarem Gbagbo a assinar um documento de renúncia ao presidente eleito do país, Alassane Ouattara, como condição para sua saída.
"Nós exigimos [...] que a saída de Gbagbo seja precedida pela publicação de um documento com sua assinatura no qual renuncia ao poder e reconhece Ouattara como presidente", disse o ministro de Relações Exteriores da França, Alain Juppé, que disse estar de acordo com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.
Ouattara foi o vencedor das eleições de novembro do ano passado, reconhecido pela comunidade internacional. Gbagbo, que já estava no poder, se recusou a renunciar e apelou ao Conselho Eleitoral por uma recontagem de votos, que favoreceu sua campanha.
Desde então, forças dos dois lados se enfrentaram em confrontos que deixaram centenas de mortos e ameaçaram levar o país de volta à guerra civil de 2002 e 2003.
Nos últimos dois dias, as forças de Ouattara lançaram uma "ofensiva final" contra Gbagbo em Abdijã, com apoio de ataques de helicópteros da ONU e da França.
Eles cercaram a residência oficial do presidente, que estaria escondido em um bunker, no porão de sua casa, com sua família e alguns aliados.
Juppé confirmou ainda que os confrontos na Costa do Marfim foram interrompidos e que as negociações para a saída de Gbagbo estão em andamento.
Um porta-voz de Gbagbo confirmou que ele estava negociando os termos de sua saída com base no reconhecimento de Ouattara como presidente. Segundo o porta-voz, as negociações incluem garantias de segurança a Gbagbo e seus familiares.
Mais cedo, o representante especial da ONU na Costa do Marfim, Y. P. Choi, disse ao canal árabe Al Jazeera que "a guerra acabou" e Gbagbo já se rendeu. "Ele está no porão [de sua casa em Abdijã] e está pronto para se entregar", disse Choi.
Já o premiê francês, François Fillon, disse que dois generais da Costa do Marfim estavam negociando a renúncia de Gbagbo. "Neste exato momento, estamos conversando com dois generais para negociar a renúncia do presidente Gbagbo", disse Fillon a membros do Parlamento em Paris.
As forças de Gbagbo pediram anteriormente um cessar-fogo, e o ministro da Defesa francês, Gerard Longuet, disse que a crise no país seria resolvida em uma questão de horas.
Créditos: http://www.correiodoestado.com.br/noticias/gbagbo-se-rendeu-e-pediu-protecao-da-onu-na-costa-do-marfim_105914/
A notícia chega momentos após a França e a ONU pressionarem Gbagbo a assinar um documento de renúncia ao presidente eleito do país, Alassane Ouattara, como condição para sua saída.
"Nós exigimos [...] que a saída de Gbagbo seja precedida pela publicação de um documento com sua assinatura no qual renuncia ao poder e reconhece Ouattara como presidente", disse o ministro de Relações Exteriores da França, Alain Juppé, que disse estar de acordo com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.
Ouattara foi o vencedor das eleições de novembro do ano passado, reconhecido pela comunidade internacional. Gbagbo, que já estava no poder, se recusou a renunciar e apelou ao Conselho Eleitoral por uma recontagem de votos, que favoreceu sua campanha.
Desde então, forças dos dois lados se enfrentaram em confrontos que deixaram centenas de mortos e ameaçaram levar o país de volta à guerra civil de 2002 e 2003.
Nos últimos dois dias, as forças de Ouattara lançaram uma "ofensiva final" contra Gbagbo em Abdijã, com apoio de ataques de helicópteros da ONU e da França.
Eles cercaram a residência oficial do presidente, que estaria escondido em um bunker, no porão de sua casa, com sua família e alguns aliados.
Juppé confirmou ainda que os confrontos na Costa do Marfim foram interrompidos e que as negociações para a saída de Gbagbo estão em andamento.
Um porta-voz de Gbagbo confirmou que ele estava negociando os termos de sua saída com base no reconhecimento de Ouattara como presidente. Segundo o porta-voz, as negociações incluem garantias de segurança a Gbagbo e seus familiares.
Mais cedo, o representante especial da ONU na Costa do Marfim, Y. P. Choi, disse ao canal árabe Al Jazeera que "a guerra acabou" e Gbagbo já se rendeu. "Ele está no porão [de sua casa em Abdijã] e está pronto para se entregar", disse Choi.
Já o premiê francês, François Fillon, disse que dois generais da Costa do Marfim estavam negociando a renúncia de Gbagbo. "Neste exato momento, estamos conversando com dois generais para negociar a renúncia do presidente Gbagbo", disse Fillon a membros do Parlamento em Paris.
As forças de Gbagbo pediram anteriormente um cessar-fogo, e o ministro da Defesa francês, Gerard Longuet, disse que a crise no país seria resolvida em uma questão de horas.
Créditos: http://www.correiodoestado.com.br/noticias/gbagbo-se-rendeu-e-pediu-protecao-da-onu-na-costa-do-marfim_105914/
Cansados de receberem troco em balas, alunos de colégio em SP pagam padaria com doces
Alunos do colégio Vera Cruz, em São Paulo, fizeram na manhã de segunda-feira (4) um protesto inusitado: cansados de receberem troco da padaria da esquina em balas, compraram um saco de doces e resolveram fazer o pagamento em balinhas Sete Belo. A informação foi publicada na coluna Mônica Bergamo desta terça (5).
Munidos de cartazes com a frase “Bala não é dinheiro”, os estudantes fizeram o pagamento na mesma proporção da utilizada pela padaria: cada bala valia R$ 0,10. E o estabelecimento aceitou fazer as trocas.
O protesto foi organizado via Facebook pela aluna Helena Allegro, do oitavo ano. Segundo a colunista, mais de cem alunos combinaram o “levante”. Quatro foram contra –para eles, era mais importante discutir assuntos mais sérios, como o que acontece na Líbia e no Japão.
Para conseguir reunir todo mundo, foi criado, no site, o evento "Pagar a Codavonga em Balas". A descrição do evento é bastante direta: "Durante toda a semana que vem, vamos pagar tudo que compramos na padaria em balas em vez de dinheiro, porque afinal, isso que eles fazem com a gente. Se você não quiser, tente pelo menos recusar o famoso "troco em bala", que eles dão como se fosse a coisa mais normal o mundo. Caso alguém não saiba, um estabelecimento é obrigatório a ter troco EM DINHEIRO. Faça o possível para se recusar à este (sic) roubo. Obrigada." O evento teve 96 confirmações, 18 "talvez" e 16 "ausentes".
O gerente da padaria Covadonga, alvo do protesto, diz que ficou “surpreso” e negou que desse balas como troco. De acordo com Ronaldo Antinhani, responsável pelo local, para suprir a falta de moedas são oferecidas balas, mas ninguém é obrigado a aceitar. Obrigar o cliente a aceitar outra forma de pagamento de troco que não seja dinheiro é crime.
Um aluno ainda foi “flagrado” saindo da padaria com uma garrafa do uísque Chivas Regal, avaliado em R$ 120. A garrafa foi recuperada cinco minutos depois por um funcionário.
O protesto estava previsto para acontecer durante toda a semana, mas foi suspenso, segundo um recado de Helena no Facebook, por estar dando "muita confusão". Para a próxima sexta-feira (8), eles estão combinando um boicote à padaria -a convocação é para que todos levem lanche de casa ou comprem em outro lugar.
Crédito: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/04/05/cansados-de-receberem-troco-em-balas-alunos-de-colegio-em-sp-pagam-padaria-com-doces.jhtm
Munidos de cartazes com a frase “Bala não é dinheiro”, os estudantes fizeram o pagamento na mesma proporção da utilizada pela padaria: cada bala valia R$ 0,10. E o estabelecimento aceitou fazer as trocas.
O protesto foi organizado via Facebook pela aluna Helena Allegro, do oitavo ano. Segundo a colunista, mais de cem alunos combinaram o “levante”. Quatro foram contra –para eles, era mais importante discutir assuntos mais sérios, como o que acontece na Líbia e no Japão.
Para conseguir reunir todo mundo, foi criado, no site, o evento "Pagar a Codavonga em Balas". A descrição do evento é bastante direta: "Durante toda a semana que vem, vamos pagar tudo que compramos na padaria em balas em vez de dinheiro, porque afinal, isso que eles fazem com a gente. Se você não quiser, tente pelo menos recusar o famoso "troco em bala", que eles dão como se fosse a coisa mais normal o mundo. Caso alguém não saiba, um estabelecimento é obrigatório a ter troco EM DINHEIRO. Faça o possível para se recusar à este (sic) roubo. Obrigada." O evento teve 96 confirmações, 18 "talvez" e 16 "ausentes".
O gerente da padaria Covadonga, alvo do protesto, diz que ficou “surpreso” e negou que desse balas como troco. De acordo com Ronaldo Antinhani, responsável pelo local, para suprir a falta de moedas são oferecidas balas, mas ninguém é obrigado a aceitar. Obrigar o cliente a aceitar outra forma de pagamento de troco que não seja dinheiro é crime.
Um aluno ainda foi “flagrado” saindo da padaria com uma garrafa do uísque Chivas Regal, avaliado em R$ 120. A garrafa foi recuperada cinco minutos depois por um funcionário.
O protesto estava previsto para acontecer durante toda a semana, mas foi suspenso, segundo um recado de Helena no Facebook, por estar dando "muita confusão". Para a próxima sexta-feira (8), eles estão combinando um boicote à padaria -a convocação é para que todos levem lanche de casa ou comprem em outro lugar.
Crédito: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/04/05/cansados-de-receberem-troco-em-balas-alunos-de-colegio-em-sp-pagam-padaria-com-doces.jhtm
Vítima de bullying posta vídeo de protesto e ganha seguidores na web
Um vídeo postado por uma estudante norte-americana de 13 anos que se diz vítima de bullying em um protesto silencioso contra a violência e a intimidação nas escolas faz sucesso na internet e transformou a aluna em uma celebridade na web.
Alye Pollack, estudante da Bedford Middle School, de Westport, estado de Connecticut, na costa leste dos Estados Unidos, já teve seu vídeo entitulado "As palavras são piores do que paus e pedras" visto por mais de 400 mil pessoas. No Facebook, ela recebe centenas de mensagens de apoio e relatos de outras vítimas de bullying. Outros internautas postaram vídeos com mensagens e músicas de apoio a Alye.
No vídeo, Alye aparece mostrando cartazes com sua mensagem de protesto, com uma música instrumental ao fundo.
"Olá, eu sou Alye. Eu estou na oitava série. Eu pareço feliz? Bem, eu não sou. Estou assim desde a sexta série. Não tenho muitos amigos. 3? 4? Por quê? Sou uma vítima de bullying. Não há um dia que se passa sem uma dessas palavras: "piranha, vagabunda, gorda, lésbica, vadia, maluca, feia, esquisita", relata Alye mostrando as placas.
O protesto continua: "Eu não vou me cortar, mas estou perto. Passo mais tempo na terapia do que nas minhas aulas. Gosto da minha escola, só não gosto das crianças (alunos). Será que na high school (ensino médio) as coisas vão piorar? Socorro".
A mensagem termina com um recado para os agressores. "Pense um pouco antes de dizer as coisas. Isto pode salvar vidas. Não seja um assassino. Paus e pedras? São as palavras que machucam."
Em entrevista à rede de TV CNN na noite desta segunda-feira (4), Alye disse que muita gente faz bullying contra outra pessoa por causa de ciúmes ou pura insegurança. "Eles não deviam fazem bullying contra ninguém, deviam conversar com seus pais ou um psicólogo", disse Alye, na entrevista ao lado de sua mãe. "O bullying precisa terminar totalmente, não pode ser tolerado por ninguém. Não importa o que alguém tenha feito para você, você jamais pode praticar o bullying contra essa pessoa."
Alye comentou ainda sobre a repercussão do vídeo. "Muita gente veio até mim e disse: 'Agora eu sei que não se deve dizer coisas ruins'. E isso é simplesmente fantástico, porque as pessoas estão realmente sendo afetadas por meu vídeo."Outros casos de bullying
O vídeo de Alye Pollack segue o caminho do sucesso recente da entrevista do garoto Casey Heynes, que após se cansar de tanta provocação de um colega reagiu ao bullying e o arremessou contra o chão. Casey também ganhou uma série de admiradores por sua atitude.
No Brasil, o bullying segue fazendo vítimas. Em Ribeirão Preto (SP), a estudante de enfermagem Ana Claudia Karen Lauer afirma ter sido espancada por três alunas na sexta-feira (1º). A agressão ocorreu em frente ao Centro Universitário Barão de Mauá após a estudante ter denunciado à coordenação que era perseguida por outros alunos.
No Rio, uma menina de 13 anos relatou as agressões que sofreu em uma escola municipal do subúrbio. Ela alega que a escola não a ajudou. Em outro caso, a Justiça do Rio condenou o Colégio Nossa Senhora da Piedade a indenizar em R$ 35 mil reais a família de uma ex-aluna que foi vítima de bullying dentro da escola.
Crédito: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/04/vitima-de-bullying-posta-video-de-protesto-e-ganha-seguidores-na-web.html
Ensino médio noturno pode durar até um ano mais longo.
O ensino médio noturno pode durar mais tempo. Se as novas diretrizes para essa etapa da educação básica forem aprovadas pelo Conselho Nacional de Educação (CNE) amanhã, o aluno que estuda à noite poderá ficar de um semestre até um ano a mais na escola. A ideia é que ele tenha menos horas de aula por dia, com a possibilidade até mesmo de explorar recursos de educação à distância no currículo. A proposta é uma das que compõem o documento que pretende flexibilizar o currículo do ensino médio, trazendo a escola para dentro da rotina do aluno e, assim, tornando-a atraente. Com isso, o conselho quer valorizar o projeto político-pedagógico e a identidade de cada escola. O ensino médio é hoje a etapa mais problemática da educação brasileira. Além de boa parte dos alunos apresentar baixo desempenho escolar, o ensino médio enfrenta uma evasão crônica. Dados de 2009 mostram que 32,8% dos brasileiros entre 18 e 24 anos abandonaram os estudos antes de completar o terceiro ano. "No caso do ensino médio noturno, sabemos que é difícil manter o aluno quatro horas por dia na escola, pois muitos chegam atrasados do trabalho e saem antes do fim da aula. Por isso, flexibilizar essa grade é importante", afirma José Fernandes de Lima, relator das diretrizes e membro da Câmara de Educação Básica do CNE. "Isso dará ao aluno a possibilidade de concluir essa etapa em três anos e meio, quatro anos ou até mais." Hoje, o ensino médio dura três anos.
ISENÇÃO DA TAXA DE INSCRIÇÃO PARA O CONIC 2011
Está chegando cada vez mais perto, o momento da inscrição e entrega do texto para o CONIC SEMESP 2011.
Segundo informações ainda não confirmadas pela equipe do BLOG, quem tem PROUNI ou FIES vai poder pedir isenção da taxa de inscrição.
Assim que obtiver-mos mais notícias elas serão repassadas a todos aqui pelo BLOG.
Autor: Hassan Marra Jorge
Segundo informações ainda não confirmadas pela equipe do BLOG, quem tem PROUNI ou FIES vai poder pedir isenção da taxa de inscrição.
Assim que obtiver-mos mais notícias elas serão repassadas a todos aqui pelo BLOG.
Autor: Hassan Marra Jorge
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Morre Jackson Lago, ex-governador do Maranhão
O ex-governador do Maranhão Jackson Lago (PDT) morreu às 18h30 desta segunda-feira (4) em São Paulo, de acordo com a assessoria do Hospital do Coração (HCor). Aos 76 anos, ele deixou mulher, três filhos e seis netos. Nascido em Pedreiras (MA), era médico de formação.
Conforme nota do hospital, ele morreu por falência de múltiplos órgãos. Estava internado desde o dia 30 de março para para tratamento de miocardite (inflamação do músculo cardíaco), causada pela quimioterapia. Veja no fim do texto a íntegra da nota.
Segundo informou a família, o corpo deve seguir para São Luís na manhã desta terça (5) para ser velado na sede do PDT local. A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), decretou luto oficial de três dias no estado.
A filha Ludmila Lago disse que o pai sofria de câncer de próstata desde 2004. Em novembro passado, segundo informou, o ex-governador deu início a sessões de quimioterapia em São Paulo, mas as sessões foram interrompidas em fevereiro porque ele estava muito debilitado. Em março, ele retomou a quimioterapia. Nesta segunda, entrou em coma, segundo o filho Igor.
“Como ele era médico, acho que ele já tinha certa noção do que estava prestes a acontecer. Mais do que nós”, afirmou Ludmila.
De acordo com a assessoria do PDT, ele foi internado pela última vez em 30 de março, "em estado febril, com falta de ar e cansaço devido ao tratamento quimioterápico a que estava se submetendo devido a um câncer de próstata em estado avançado".
"Ele teve uma metástase [disseminação da doença] e vinha segurando isso. A coisa começou a complicar nos últimos dois, três meses, quando ele foi para o hospital", afirmou o irmão Wagner Lago.
Cassação
Acusado de abuso de poder político e econômico na eleição de 2006 - o que sempre negou -, Lago teve o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em março de 2009.
No lugar dele, assumiu Roseana Sarney (PMDB), segunda colocada em 2006. Mesmo após a posse de Roseana, Lago chegou a resistir a deixar o governo e passou noites no palácio. Ao sair, se disse "violentado".
No ano passado, Lago tentou voltar ao governo estadual, mas foi derrotado na eleição. A rival Roseana Sarney (PMDB) se reelegeu governadora, e ele ficou em terceiro lugar - Flavio Dino (PC do B) foi o segundo.
Além de governador (2007-2009), Lago foi prefeito de São Luís por três mandatos (1989-1992; 1997-2000 e 2001-2002, quando saiu para se candidatar a governador). Devido à doença, estava licenciado da vice-presidência do PDT, partido do qual é um dos fundadores.
Lago concorreu ao governo estadual por três vezes. Além de 2006 e 2010, ele disputou também em 2002, quando perdeu para José Reinaldo Tavares (PSB), que obteve 51,05% dos votos válidos.
Nota do hospital
"Nota de Falecimento
O ex-governador do Estado do Maranhão, Jackson Lago, 76 anos, internado no Hospital do Coração (HCor) desde o dia 30/03, para tratamento clínico de miocardite (inflamação do músculo cardíaco) pós quimioterapia, faleceu nessa segunda-feira (04/04) às 18h30, por falência de múltiplos órgãos.
Assessoria de Imprensa do HCor – Hospital do Coração"
Crédito: http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/04/morre-jackson-lago-ex-governador-do-maranhao.html
Conforme nota do hospital, ele morreu por falência de múltiplos órgãos. Estava internado desde o dia 30 de março para para tratamento de miocardite (inflamação do músculo cardíaco), causada pela quimioterapia. Veja no fim do texto a íntegra da nota.
Segundo informou a família, o corpo deve seguir para São Luís na manhã desta terça (5) para ser velado na sede do PDT local. A governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), decretou luto oficial de três dias no estado.
A filha Ludmila Lago disse que o pai sofria de câncer de próstata desde 2004. Em novembro passado, segundo informou, o ex-governador deu início a sessões de quimioterapia em São Paulo, mas as sessões foram interrompidas em fevereiro porque ele estava muito debilitado. Em março, ele retomou a quimioterapia. Nesta segunda, entrou em coma, segundo o filho Igor.
“Como ele era médico, acho que ele já tinha certa noção do que estava prestes a acontecer. Mais do que nós”, afirmou Ludmila.
De acordo com a assessoria do PDT, ele foi internado pela última vez em 30 de março, "em estado febril, com falta de ar e cansaço devido ao tratamento quimioterápico a que estava se submetendo devido a um câncer de próstata em estado avançado".
"Ele teve uma metástase [disseminação da doença] e vinha segurando isso. A coisa começou a complicar nos últimos dois, três meses, quando ele foi para o hospital", afirmou o irmão Wagner Lago.
Cassação
Acusado de abuso de poder político e econômico na eleição de 2006 - o que sempre negou -, Lago teve o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em março de 2009.
No lugar dele, assumiu Roseana Sarney (PMDB), segunda colocada em 2006. Mesmo após a posse de Roseana, Lago chegou a resistir a deixar o governo e passou noites no palácio. Ao sair, se disse "violentado".
No ano passado, Lago tentou voltar ao governo estadual, mas foi derrotado na eleição. A rival Roseana Sarney (PMDB) se reelegeu governadora, e ele ficou em terceiro lugar - Flavio Dino (PC do B) foi o segundo.
Além de governador (2007-2009), Lago foi prefeito de São Luís por três mandatos (1989-1992; 1997-2000 e 2001-2002, quando saiu para se candidatar a governador). Devido à doença, estava licenciado da vice-presidência do PDT, partido do qual é um dos fundadores.
Lago concorreu ao governo estadual por três vezes. Além de 2006 e 2010, ele disputou também em 2002, quando perdeu para José Reinaldo Tavares (PSB), que obteve 51,05% dos votos válidos.
Nota do hospital
"Nota de Falecimento
O ex-governador do Estado do Maranhão, Jackson Lago, 76 anos, internado no Hospital do Coração (HCor) desde o dia 30/03, para tratamento clínico de miocardite (inflamação do músculo cardíaco) pós quimioterapia, faleceu nessa segunda-feira (04/04) às 18h30, por falência de múltiplos órgãos.
Assessoria de Imprensa do HCor – Hospital do Coração"
Crédito: http://g1.globo.com/politica/noticia/2011/04/morre-jackson-lago-ex-governador-do-maranhao.html
Projeto de Lei pretende combater evasão escolar no Piauí
Piauí é apontado como um dos estados com menor taxa de alunos que concluem o Ensino Fundamental O estado do Piauí está entre os que apresentam maior taxa de evasão escolar. De acordo com a pesquisa Situação da Infância e da Adolescência Brasileira, realizada recentemente pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), o Piauí é apontado como um dos estados com menor taxa de alunos que concluem o Ensino Fundamental. A pesquisa da Unicef revelou que dos 121.727 alunos matriculados na primeira série no Piauí, apenas 43.660 concluem o ensino fundamental. Isso significa que só 35,8% dos estudantes que ingressam na vida escolar conseguem terminar o ensino fundamental. O Legislativo Piauiense, através da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) aprovou nesta semana um Projeto de Lei (PL) que promete combater a evasão escolar no Piauí. O documento de autoria do deputado Marden Menezes (PSDB) obriga as escolas da rede pública estadual a comunicarem o excesso de faltas dos alunos regulamente matriculados no ensino fundamental e no ensino médio às instituições responsáveis pelo bem-estar das crianças e adolescentes do estado, tais como Conselho Tutelar e a Vara da Infância e da Juventude. Os pais e responsáveis também deverão ser informados em caso de faltas em demasia. O parlamentar argumenta que além de aprimorar o ensino público é dever do Estado, combater a evasão escolar, salientando que a referida comunicação tem por finalidade evitar que não seja ultrapassado o limite permitido de 25% de ausências. Vale ressaltar que as informações deverão ser feitas quando for atingido o percentual de 20% das faltas. “Infelizmente a ausência dos alunos regularmente matriculados às aulas ainda é um dos problemas mais freqüentes nas escolas da rede pública estadual, o que acarreta desperdício de recursos públicos e diminuição do aproveitamento escolar”, acrescentou Marden. O parlamentar acrescenta que o presente Projeto de Lei, ao obrigar as escolas a comunicarem por escrito as ausências aos pais e responsáveis pelos alunos, impõe uma medida simples, porém eficaz, para coibir as faltas em excesso. “Agora só falta o governador sancionar”, finalizou Marden Menezes.
Professores do Estado de São Paulo receberão bolsas de Mestrado e Doutorado.
A Secretaria da Educação de São Paulo abriu inscrições para bolas de estudo de mestrado e doutorado voltadas para professores, supervisores e diretores de escolas estaduais. O valor do benefício foi ampliado de R$ 790 para R$ 1,3 mil no mestrado e para R$ 1,6 mil no doutorado. As inscrições podem ser feitas até o dia 5 de maio aqui.
Para participar, os educadores devem ter no mínimo três anos de atuação no cargo e ser efetivos. Aqueles que já estiverem cursando a pós-graduação também podem se inscrever. Nesse caso, receberão bolsa proporcional ao tempo de curso (sem efeito retroativo), com base no prazo de conclusão estipulado pela secretaria, que é de até 30 meses para o mestrado e até 54 meses para o doutorado.
Segundo a secretaria, desde 2004, quando teve início o programa, 3.477 trabalhos foram inscritos e aprovados, dos quais 2.246 concluídos. Para obter o benefício, o professor tem que firmar compromisso de que permanecerá no magistério público estadual, após a conclusão do curso, pelo prazo mínimo proporcional ao tempo em que o benefício foi recebido.
As bolsas são concedidas para que os docentes possam fazer o mestrado ou doutorado em cursos reconhecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) na área inerente à disciplina do cargo exercido ou na área da educação.
Crédito: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5046230-EI8266,00.html
Para participar, os educadores devem ter no mínimo três anos de atuação no cargo e ser efetivos. Aqueles que já estiverem cursando a pós-graduação também podem se inscrever. Nesse caso, receberão bolsa proporcional ao tempo de curso (sem efeito retroativo), com base no prazo de conclusão estipulado pela secretaria, que é de até 30 meses para o mestrado e até 54 meses para o doutorado.
Segundo a secretaria, desde 2004, quando teve início o programa, 3.477 trabalhos foram inscritos e aprovados, dos quais 2.246 concluídos. Para obter o benefício, o professor tem que firmar compromisso de que permanecerá no magistério público estadual, após a conclusão do curso, pelo prazo mínimo proporcional ao tempo em que o benefício foi recebido.
As bolsas são concedidas para que os docentes possam fazer o mestrado ou doutorado em cursos reconhecidos pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) na área inerente à disciplina do cargo exercido ou na área da educação.
Crédito: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5046230-EI8266,00.html
Milhares saem à rua no Rio em defesa da educação pública
Milhares de pessoas percorreram, dia 1° de abril, a Avenida Rio Branco do Rio de Janeiro em defesa da educação pública no estado do Rio de Janeiro. A Cinelândia, onde há poucos dias Obama teve que cancelar seu discurso público graças à pressão do povo, assistiu a um novo êxito da mobilização popular, precisamente no aniversário do golpe militar.
A jornada de luta teve uma adesão maciça, na qual professorado, estudantado, funcionári@s, animadoras e animadores... e todas as pessoas ligadas ao mundo da educação, de uma ou outra maneira, saíram à rua contra a destruição do ensino público.
A concentração foi convocada pelo Fórum Estadual em Defesa da Escola Pública (FEDEP), que no texto da convocatória criticou que no estado do Rio "a educação pública sofre um terrível sucateamento da falta de recursos públicos".
A forte presença repressiva, com vários carros da polícia militar desde o começo da concentração, ficou relativamente diluída no meio dos milhares de pessoas que chegaram à manifestação. "Isto é uma manifestação pacífica e esperamos não ter nenhum problema", desejava uma das pessoas que falaram durante o evento face à presença dos policiais, fortemente armados.
A chegada de manifestantes foi contínua desde as 10:00 horas, início da concentração na Candelária. Dos poucos centos da primeira hora, chegou-se a uma maré humana, que acabou partindo às 13:00 em direção à Cinelândia, ocupando vários centos de metros do comprimento da Avenida do Rio Branco no seu percurso.
A assistência foi tal, que houve dificuldades para @s manifestantes permanecerem na zona marcada para a manifestação, produzindo-se problemas de trânsito da avenida. Foram as próprias pessoas manifestantes as que formaram um cordão de segurança. Ainda, as pessoas pertenciam a todas as faixas etárias e ocupações, demonstrando que os planos que os governos têm para a educação não benefíciam ninguém entre as classes populares.
Poucos minutos depois da chegada à Cinelândia, a chuva aparecia, e o fazia com força. A tenacidade das pessoas manifestantes fez com que, na mesma, se mantivesse a assembleia convocada para depois da passeata. Milhares de pessoas estiveram na histórica praça pelo ensino público.
Reivindicações e metas
A jornada abrangia um amplo leque de reivindicações que afetam a todos os setores relacionados com a educação: estudantes secundaristas, universitários, de educação especial, professores, funcionalismo, recreadores...
A convocatória do FEDEP definia várias lutas:
- pela garantia do direito de todo o mundo à educação pública, como dever do Estado,
- pela constituição de um sistema nacional de educação democrático,
- pelo 10% do PIB para a educação pública,
- pelo transporte gratuíto, acesso aos bens culturais, alimentação, bolsa de manutenção e moradia estudantil,
- por um piso salarial que propicie condições realmente dignas de trabalho,
- pela radical desmercantilização da educação,
- pela garantia de um padrão unitário de qualidade
E, ainda, a mesma organização define 10 metas para uma educação de qualidade: nenhuma criança sem escola, nenhum aluno sem professor/a, nenhum profissional desvalorizad@, nenhum professor/a sem escola, nenhuma escola sem funcionári@, nenhum profissional sem direito à formação, nenhuma escola sem estrutura, nenhuma educação sem democracia, nenhum educador discriminado e nenhuma economia nos investimentos em educação.
Crítica aos planos de Dilma, Cabral e Paes
Segundo o FEDES, "as políticas educacionais contidas no Plano de Desenvolvimento da Educação do governo Dilma, no Plano de Metas de Sérgio Cabral e nas políticas de parcerias público-privadas de Eduardo Paes e de vários outros governos podem apagar o futuro da educação pública".
2,89% do orçamento para educação
O FEDEP denunciou com a convocatória "a segregação educacional e as políticas que somente aceleram o desmonte da escola pública". Ainda, anunciava-se a intenção dos governos de entregar "as escolas ao setor privado para serem administradas por empresas, fundações e seitas religiosas", para o qual previamente "estrangulam os recursos para a educação".
Para demonstrar isso forneceram dados de 2010, conforme os quais apenas 2,89% do orçamento foi dedicado à educação. Resulta muito interessante confrontar esse dado com os 44,93% do orçamento dedicado para juros, amortizações e refinanciamento da dívida. 62,18% até chegar ao total foi dividido entre 25 ítens diferentes. Precisamente, uma das maiores reivindicações foi chegar, ao menos, aos 10% do PIB dedicado para educação pública.
Créditos: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17645&boletim_id=877&componente_id=14332
A jornada de luta teve uma adesão maciça, na qual professorado, estudantado, funcionári@s, animadoras e animadores... e todas as pessoas ligadas ao mundo da educação, de uma ou outra maneira, saíram à rua contra a destruição do ensino público.
A concentração foi convocada pelo Fórum Estadual em Defesa da Escola Pública (FEDEP), que no texto da convocatória criticou que no estado do Rio "a educação pública sofre um terrível sucateamento da falta de recursos públicos".
A forte presença repressiva, com vários carros da polícia militar desde o começo da concentração, ficou relativamente diluída no meio dos milhares de pessoas que chegaram à manifestação. "Isto é uma manifestação pacífica e esperamos não ter nenhum problema", desejava uma das pessoas que falaram durante o evento face à presença dos policiais, fortemente armados.
A chegada de manifestantes foi contínua desde as 10:00 horas, início da concentração na Candelária. Dos poucos centos da primeira hora, chegou-se a uma maré humana, que acabou partindo às 13:00 em direção à Cinelândia, ocupando vários centos de metros do comprimento da Avenida do Rio Branco no seu percurso.
A assistência foi tal, que houve dificuldades para @s manifestantes permanecerem na zona marcada para a manifestação, produzindo-se problemas de trânsito da avenida. Foram as próprias pessoas manifestantes as que formaram um cordão de segurança. Ainda, as pessoas pertenciam a todas as faixas etárias e ocupações, demonstrando que os planos que os governos têm para a educação não benefíciam ninguém entre as classes populares.
Poucos minutos depois da chegada à Cinelândia, a chuva aparecia, e o fazia com força. A tenacidade das pessoas manifestantes fez com que, na mesma, se mantivesse a assembleia convocada para depois da passeata. Milhares de pessoas estiveram na histórica praça pelo ensino público.
Reivindicações e metas
A jornada abrangia um amplo leque de reivindicações que afetam a todos os setores relacionados com a educação: estudantes secundaristas, universitários, de educação especial, professores, funcionalismo, recreadores...
A convocatória do FEDEP definia várias lutas:
- pela garantia do direito de todo o mundo à educação pública, como dever do Estado,
- pela constituição de um sistema nacional de educação democrático,
- pelo 10% do PIB para a educação pública,
- pelo transporte gratuíto, acesso aos bens culturais, alimentação, bolsa de manutenção e moradia estudantil,
- por um piso salarial que propicie condições realmente dignas de trabalho,
- pela radical desmercantilização da educação,
- pela garantia de um padrão unitário de qualidade
E, ainda, a mesma organização define 10 metas para uma educação de qualidade: nenhuma criança sem escola, nenhum aluno sem professor/a, nenhum profissional desvalorizad@, nenhum professor/a sem escola, nenhuma escola sem funcionári@, nenhum profissional sem direito à formação, nenhuma escola sem estrutura, nenhuma educação sem democracia, nenhum educador discriminado e nenhuma economia nos investimentos em educação.
Crítica aos planos de Dilma, Cabral e Paes
Segundo o FEDES, "as políticas educacionais contidas no Plano de Desenvolvimento da Educação do governo Dilma, no Plano de Metas de Sérgio Cabral e nas políticas de parcerias público-privadas de Eduardo Paes e de vários outros governos podem apagar o futuro da educação pública".
2,89% do orçamento para educação
O FEDEP denunciou com a convocatória "a segregação educacional e as políticas que somente aceleram o desmonte da escola pública". Ainda, anunciava-se a intenção dos governos de entregar "as escolas ao setor privado para serem administradas por empresas, fundações e seitas religiosas", para o qual previamente "estrangulam os recursos para a educação".
Para demonstrar isso forneceram dados de 2010, conforme os quais apenas 2,89% do orçamento foi dedicado à educação. Resulta muito interessante confrontar esse dado com os 44,93% do orçamento dedicado para juros, amortizações e refinanciamento da dívida. 62,18% até chegar ao total foi dividido entre 25 ítens diferentes. Precisamente, uma das maiores reivindicações foi chegar, ao menos, aos 10% do PIB dedicado para educação pública.
Créditos: http://www.cartamaior.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=17645&boletim_id=877&componente_id=14332
Estudante é espancada após dizer que era vítima de bullying
Uma aluna de enfermagem do Centro Universitário Barão de Mauá, em Ribeirão Preto (313 km de São Paulo), foi espancada e teve o nariz quebrado por golpes de capacete após denunciar à coordenação de seu curso que vinha sendo vítima de bullying na instituição.
Ana Cláudia Karen Lauer, 20, foi agredida no início da tarde desta sexta-feira. Uma aluna, disse, discutiu com ela na saída e outras duas a abordaram enquanto pegava sua moto, do lado de fora da Barão, para ir embora.
A vítima contou ter sido agredida com seu próprio capacete por uma das alunas que a abordaram. "Quando ela me bateu, eu cai no chão dizendo 'você quebrou meu nariz' e mesmo assim a garota não parou", relatou.
Ela disse ter ficado indignada também porque alguns funcionários da instituição não a ajudaram. "Enquanto eu apanhava, ficaram todos só olhando, inclusive os seguranças. Até que veio outra menina, que não sei quem é, e me tirou dali", disse.
A estudante de enfermagem afirmou ainda que a Barão se recusou a fornecer o nome completo da garota que a agrediu para a queixa na polícia. "Disseram que era antiético."
Mãe de Ana, Cláudia Karen Lauer, afirmou acreditar que a filha podia estar sofrendo preconceito porque foi transferida de outra faculdade para a Barão há três meses e, como já conhecia algumas matérias, se destacava nas aulas.
A jovem contou ter procurado a coordenação do curso para se queixar de bullying porque, além de ser ignorada na maior parte do tempo, era rejeitada em uma das classes até na hora de fazer trabalhos em grupo.
"Quando isso começou a atrapalhar nos estudos, ela procurou ajuda da instituição", afirmou a mãe.
O Centro Universitário Barão de Mauá informou via assessoria de imprensa que uma comissão foi formada para apurar o caso e ouvir todos os envolvidos. A instituição negou ter recusado socorro à vítima, já que o atendimento foi feito por uma unidade médica contratada pela Barão.
Créditos: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/897461-estudante-e-espancada-apos-dizer-que-era-vitima-de-bullying.shtml
Parabéns! Já chegamos a mais de 600 acessos.
A cada semana que passa, a equipe do BLOG fica ainda mais feliz.
Hoje nós ultrapassamos a marca de 600 acessos em menos de dois meses de criação do BLOG.
Parabéns a todos que confiam na gente e sempre nos visitam.
AGORA UMA NOVIDADE! VOCÊ PODE RECEBER AS NOTÍCIAS PUBLICADAS NO BLOG DIRETO NO SEU EMAIL. BASTA SE CADASTRAR. APROVEITE!!
Créditos: Hassan e Junior.
Hoje nós ultrapassamos a marca de 600 acessos em menos de dois meses de criação do BLOG.
Parabéns a todos que confiam na gente e sempre nos visitam.
AGORA UMA NOVIDADE! VOCÊ PODE RECEBER AS NOTÍCIAS PUBLICADAS NO BLOG DIRETO NO SEU EMAIL. BASTA SE CADASTRAR. APROVEITE!!
Créditos: Hassan e Junior.
FICOU DESEMPREGADO? “SEGURO FACULDADE”.
Você entra na faculdade. Esta trabalhando. Pagando suas mensalidades da faculdade em dia. Mas ocorre um imprevisto e você é demitido. E agora o que fazer? Prestações em atraso, cobranças, multas, e muita dor de cabeça. Mas com um novo tipo de seguro, pelo menos quanto a suas mensalidades escolares ou universitárias você pode ficar despreocupado, é o “SEGURO EDUCACIONAL”.
Isso mesmo, um seguro educacional, que garante em caso de demissão o pagamento das mensalidades da escola do seu filho, ou da sua faculdade; basta você contratar. Saiba mais.
O seguro funciona como um tipo de bolsa de estudos, e se contratado, garante o pagamento da mensalidade escolar até o final do curso.
A apólice pode ser contratada por qualquer pai de aluno, responsável ou até mesmo pelo aluno, entre 16 a 65 anos, em bom estado de saúde e em plena atividade profissional. O seguro cobre as mensalidades em caso de desemprego, morte ou invalidez.
É mais vantajoso fazer o contrato diretamente pela escola ou faculdade, pois quando existe a adesão de mais pessoas, o valor cobrado pelo seguro cai. A apólice coletiva pode ser negociada pela instituição de ensino diretamente com a corretora de seguros.
Na maioria dos contratos, a cobertura se dá por 14 meses, que é o suficiente para o pagamento de 12 mensalidades, a matricula (ou rematricula) e os materiais didáticos. A cobertura se da integral da apólice, por morte ou invalidez da pessoa que é a responsável pela parte financeira do aluno. Em casos de interrupção de trabalho por doença ou algum acidente, o seguro cobre três mensalidades. Podem ser incluídos no seguro, formatura, transporte, aulas extras; porém isso encarece o custo da apólice.
Os valores cobrados para se fazer um seguro dessa natureza, são geralmente de 1% a 2% do valor da mensalidade, em apólices fechadas de forma coletiva. Lembrando que como qualquer outra apólice de seguro, o mesmo não cobre morte por suicídio, uso de álcool, drogas, etc.
Se interessou, procure um corretor de seguros e faça já o seu SEGURO FACULDADE.
Autor: Hassan Marra Jorge
O ENEM VIA COMPUTADOR... SERÁ QUE VAI ROLAR...
Zapeando hoje pela internet, vi uma reportagem falando sobre o Enem. A reportagem ressalta uma coisa que já foi publicada no BLOG, que é a questão de o INEP ter chamado Instituições de Ensino Superior Públicas para ajudar a fazer mais questões para o ENEM e assim aumentar o seu banco de dados de questões. Hoje o banco de questões conta com dez mil questões, eles querem chegar a cem mil. Mas vamos ao que importa.
O texto dizia que a meta do INEP para os próximos anos é informatizar o ENEM. Isso mesmo, informatizar o ENEM. Não vai ter mais aquela prova de papel, a prova vai ser feita toda no computador. Achei a idéia legal, mas comecei a pensar. E fui longe nos meus devaneios. Pensem comigo...
Olhem o desafio que o Ministério da Educação irá enfrentar para conseguir fazer uma prova toda informatizada, o problema é tecnológico, de logística e principalmente de segurança. Será que o INEP, órgão que é o responsável pelo ENEM, tem competência para realizar uma façanha dessas, pois já faz algum tempo que o exame não vem dando muito certo. Cheio de erros nas provas, ou em casos mais graves, até mesmo o furto de provas.
Mas também tem o lado dos estudantes. Em um país como o Brasil, onde a maioria sai da escola mal sabendo o BE – A – BA. Custando a saber fazer contas de adição e subtração. Onde inúmeros alunos saem do colegial sem saber escrever seu próprio nome. Será que os alunos terão domínio suficiente de computação para fazer a prova? Pois já nas tarefas iniciais para acessarem suas provas eletrônicas eles necessitarão de fazer um logim e senha. Depois vai complicando um pouco mais. É isso ai, se a pessoa não tiver um pouquinho de conhecimento ela não vai dar conta mesmo. É fato.
Mas no mundo existem pessoas que dizem que aqui só sobrevivem os mais fortes, não acreditava nisso, nem ao menos concordava... mas ultimamente estou vendo que essa afirmativa é correta, o mundo é dos mais fortes, dos que querem seguir em frente. É a seleção natural.
Em sua visita ao Brasil o ex – presidente dos EUA Bill Clinton, em que veio para participar do Fórum Mundial de Sustentabilidade, ele disse que quer ver o ensino médio universalizado no país para que se ampliem o acesso e o número de matrículas nas universidades, além dos negócios com educação, é claro. O diploma superior ajuda a desenvolver cidadania, ressaltou ele, mesmo que essa graduação não seja decisiva para muitos empregos do século 21.
Autor: Hassan Marra Jorge
domingo, 3 de abril de 2011
Chega de educação progressista
Eduardo Nunes* Fala-se e escreve-se, o tempo todo e em toda parte, que o Brasil está em vias de se tornar uma das potências dominantes do cenário global – mas tais previsões costumam vir acompanhadas de uma condicional: se quisermos chegar lá, teremos de investir em educação. É aqui que o leitor se pergunta: mas já não estamos investindo em educação? Para onde vão os 25% do orçamento que todo gestor público tem a obrigação legal de destinar a essa área? Depois de passar sete anos acompanhando, como professor, o cotidiano da escola pública, posso afirmar que o principal problema do nosso ensino não é falta de verbas, mas falta de rumo. E ouso levantar uma questão que tem sido pouco discutida: a educação brasileira só é tão ruim por ser “boa demais”, pelo menos no papel. Se tomarmos os textos das leis que norteiam o ensino no país ou os regimentos das secretarias municipais e estaduais de Educação, se lermos as ementas das disciplinas dos cursos de Pedagogia ou se ouvirmos o que é debatido em seminários de educadores, choraremos de emoção e teremos a sensação de que nossas escolas são o melhor dos mundos. Tais textos, geralmente redigidos em prosa poética, estão repletos de belas expressões como “inclusão”, “gestão democrática”, “construção do conhecimento”, “leitura da realidade”, “libertação dos oprimidos”, “formação do ser humano integral”. Os arautos da corrente que hoje domina a intelligentsia educacional brasileira, e que chamam a si mesmos de “progressistas”, defendem esses princípios com fervor quase religioso e travam uma luta de vida e morte contra o paradigma anterior, que rotulam como “educação tradicional”. A educação tradicional, aquela em que a maioria dos brasileiros com mais de 25 anos foi alfabetizada, foi demonizada. “Tradicional” tornou-se um xingamento. Ao assumir o comando dos órgãos que cuidam da educação no país, lá pelo fim da década de 80, os novos timoneiros identificaram o paradigma então vigente com o autoritarismo da ditadura e trataram de exorcizar as escolas das práticas tidas como “tradicionais” e “autoritárias”: a transmissão de conhecimento de um professor que sabe para um aluno que não sabe, a reprovação dos alunos que não aprendem, a memorização pela repetição, o bê-á-bá, a exaltação dos que tiram boas notas. Desde então, evita-se ao máximo reprovar, pois isso “traumatiza” o aluno. A repetição da tabuada e os ditados para fixar a grafia das palavras também são evitados, pois “deformam a consciência”. Os currículos escolares foram permeados de atividades lúdicas e recreativas, destinadas a estimular a aceitação e a “inclusão”. Você concorda que o avanço na educação depende de uma volta ao tempo em que o conhecimento era transmitido de forma tradicional? O resultado, duas décadas depois, é que milhões de analfabetos funcionais saem das escolas públicas, todos os anos, com certificados de conclusão embaixo do braço. No seu afã de conscientizar e libertar os oprimidos, a educação progressista os condenou à escravidão da falta de qualificação. Vivendo num mundo de faz de conta onde a interação social é mais importante que o conteúdo, os “libertadores” não percebem que a verdadeira libertação é ter condições de ser selecionado para um bom emprego, de ser aprovado no vestibular, de passar em um concurso público, e isso é negado à maioria dos alunos das escolas públicas. O avanço de que necessitamos para abraçar o nosso destino de potência global se assemelha mais, por paradoxal que seja, a um retrocesso, uma volta ao tempo em que o conhecimento era medido e aplicado, os professores eram respeitados e valorizados e os alunos só eram aprovados se aprendessem. * Filósofo e Jornalista
Assinar:
Postagens (Atom)
Marcadores
- Abave (1)
- ABGLT (1)
- ADE (1)
- Agressão Fisíca (1)
- Alemanha (1)
- Aluizio Mercadante (7)
- Alunos (1)
- Analfabetismo Funcional (1)
- Analfabetos (2)
- Andifes (2)
- Anped (1)
- Apaesp (1)
- Apeosp (2)
- Atividade Complementar (1)
- Atividades Extracurriculares (1)
- Augusto Pinochet (1)
- Auxílio Transporte (1)
- Avaliação (1)
- Bahia (1)
- Beslas-Artes (1)
- Blog (1)
- Bolívia (1)
- Bolsa Família (2)
- Bônus (3)
- Bullying (2)
- Bullying Virtual (1)
- Camâra dos Deputados (1)
- Campus Party (1)
- Capes (1)
- CCJ (1)
- CDED (1)
- Censo da Educação Superior (1)
- Censo Escolar (2)
- Cespe/Cesgranrio (2)
- Chile (1)
- Ciência sem Fronteiras (1)
- Citi (1)
- CNE (5)
- Computador (2)
- Concurso (1)
- Congresso Nacional (1)
- Conif (1)
- Conselho de Segurança (1)
- Coréia do Sul (1)
- Corrupção (1)
- Cultura (1)
- Cultura Afro-Brasileira (1)
- Currículo (3)
- Cursinho (1)
- Curso de Extensão (2)
- Cursos Livres (1)
- Cursos Online (1)
- Cyberbullying (1)
- Defensoria Pública da União (1)
- Diário Oficial da União (1)
- Didática (12)
- Dilma Rousseff (1)
- Diretos Humanos (1)
- Diretrizes Curriculares (4)
- Ditadura (1)
- Doutorado (1)
- Ead (2)
- Educação (8)
- Educação Básica (4)
- Educação em Tempo Integral (1)
- Educação Financeira (1)
- Educação Infantil (1)
- Educação no Campo (1)
- Educação no Exterior (3)
- Educação Segmentada (1)
- Educacenso (1)
- EJA (1)
- Enade (2)
- Encceja (1)
- Enem (11)
- Ensino de Arte (1)
- Ensino de História (1)
- Ensino Fundamental (15)
- Ensino Médio (17)
- Ensino Superior (13)
- Ensino Técnico (1)
- Escola Particular (2)
- Escola Pública (1)
- Estudante (1)
- Evasão (1)
- Evo Morales (1)
- Excelência (1)
- Faap (1)
- Facebook (5)
- Faced (1)
- Facet (1)
- Faculdade Maurício de Nassau (1)
- Fama (1)
- Famene (1)
- Fapeg (1)
- Fapemig (1)
- Fernando Haddad (4)
- Fies (3)
- FNDE (3)
- Frequência Escolar (1)
- Fundeb (1)
- Geisy Arruda (1)
- Gilberto Kassab (1)
- Gratificação (1)
- Greve (2)
- Homofobia (1)
- HQs (1)
- IBGE (2)
- Ideb (3)
- Iesi (1)
- Imposto de Renda (1)
- Indenização (2)
- Índice de Qualidade da Educação (1)
- Inep (7)
- Inflação (3)
- Iniciação Cientifíca Junior (1)
- Instituto de Qualidade de Ensino (1)
- Intercâmbio (1)
- Ipea (2)
- Isenção (1)
- Jornada de Trabalho (2)
- LDB (2)
- Lei Nacional do Piso do Magistério (3)
- Leitura (2)
- Liberdade de Expressão (1)
- Livros (3)
- Luiz Cláudio Costa (3)
- Malvina Tuttman (1)
- Material Didático (1)
- Material Escolar (3)
- Matricula (1)
- Memória (1)
- Mensalidade (1)
- Mercado de Trabalho (1)
- Mestrado (1)
- Ministério da Educação (29)
- Ministério do Planejamento (1)
- Ministério Público (2)
- MIT (1)
- Movimento Estudantil (1)
- Música (1)
- Niied (1)
- Nordeste (1)
- OCW (1)
- ONU (1)
- Orkut (1)
- Pais (1)
- Paraíba (1)
- PDE (1)
- Pedagogia (10)
- Pedagogia Social (1)
- Pesquisas (2)
- PIB (3)
- Pisa (3)
- Piso Salarial (4)
- Plano de Lei do Senado (1)
- PNE (4)
- Polícia (1)
- Política (3)
- Pós-Doutorado (1)
- Pós-Graduação (1)
- Positivo (1)
- Pré-Escola (1)
- Prefeitura de São Paulo (1)
- Processo (1)
- Procon (4)
- Professor (8)
- Pronatec (2)
- Prouca (1)
- Prouni (9)
- PSDB (1)
- Psicologia (2)
- PUC (1)
- Quadrinhos (2)
- Qualificação Profissional (1)
- Reclamação (2)
- Rede Pública (1)
- Rede Social (1)
- Redes Sociais (2)
- Reforma Educativa (1)
- Responsabilidade Social (1)
- Reuni (2)
- Ruben Klein (1)
- SAEB (2)
- Salvador Allende (1)
- São Paulo (2)
- Saúde (1)
- Secretária Educação Goiás (1)
- Seeduc (1)
- Senado (1)
- Sisu (2)
- Sociedade Unificada Paulista de Ensino Renovado (1)
- STF (1)
- Suicídio (1)
- Tablets (2)
- Taxa de Matrícula (1)
- Taxa de Vestibular (1)
- Terceira Idade (1)
- TI (9)
- Todos Pela Educação (3)
- Tumblr (1)
- Twitter (3)
- UAB (1)
- UCA (3)
- Uerj (1)
- UFC (2)
- UFMG (1)
- UFMT (1)
- UFPE (1)
- UFPR (2)
- Ufrj (1)
- UFV (1)
- UnATI (1)
- Undime (1)
- Unesp (2)
- União Européia (1)
- Uniban (2)
- Unicastelo (1)
- Unifesp (1)
- Uniforme Escolar (1)
- Unirio (1)
- Unisant'Anna (1)
- Unisinos (1)
- Universidade São Marcos (2)
- Uppes (1)
- USP (4)
- Vestibular (1)
- Volta às Aulas (1)
- Youtube (2)



