A Faculdade Barretos, juntamente com o coordenador do Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, dão as Boas Vindas a todos os alunos para o ano letivo de 2012! Sejam Bem Vindos!
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Ministro acredita que déficit de professores será suprido

O ministro da Educação, Aloizio Mercadante, afirmou que a universidade pública pode contribuir para suprir o déficit de professores de matemática, física e química no país. Durante reunião da Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), realizada nesta quarta-feira, 15, o ministro observou que o Brasil carece, hoje, de 170 mil professores desses conteúdos, enquanto apenas 16% dos docentes da rede pública vieram de instituições federais de ensino superior.

“O avanço da universidade depende de uma educação básica de qualidade”, disse Mercadante, que apresentou as principais políticas públicas para o setor e respondeu a questionamentos dos reitores.
O ministro falou sobre a importância da expansão das universidades, por meio do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), para a construção de um país mais competitivo. “Estamos investindo na expansão das universidades e na interiorização. É importante que as universidades busquem fazer parte dos arranjos produtivos locais”, disse o ministro.
O ministro pediu o apoio da Andifes para fortalecer o banco de questões do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e para a aprovação do Plano Nacional de Educação (PNE), que será votado em breve.

Mais em: http://portal.mec.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=17514:ministro-acredita-que-deficit-de-professores-sera-suprido&catid=211

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

O desafio de ensinar quem não sabe ler

Em pouco mais de 30 dias começa o ano letivo da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). E um dos desafios que a instituição terá pela frente será combater o chamado o “analfabetismo funcional”, ou seja, estudante que não lê e é incapaz de interpretar um texto e os mais diferentes gêneros literários, dificultando o aprendizado de conteúdos mais sofisticados num curso superior.

Uma pesquisa divulgada pela Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) no ano passado revelou que estudantes das universidades federais brasileiras leem, em média, 1,2 livro por ano.
Houve universidade, como a Federal do Maranhão, por exemplo, em que 23,2% dos alunos não leram sequer um livro durante o ano da pesquisa. As que atingiram um índice melhor assim se saíram porque boa parte de seus estudantes leram quatro livros durante o ano, não mais do que isso.
Chefe do Departamento de Letras da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Maria de Jesus Carvalho Patatas afirma que uma das principais exigências de seu curso, por exemplo, é a leitura de obras nas mais diversas áreas do conhecimento.

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