A Faculdade Barretos, juntamente com o coordenador do Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, dão as Boas Vindas a todos os alunos para o ano letivo de 2012! Sejam Bem Vindos!
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
Mostrando postagens com marcador Currículo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Currículo. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Música não está nos currículos

As escolas públicas e privadas de Ensino Médio estão obrigadas a incluir aulas de música nos currículos pedagógicos.
Apesar de ser determinada por lei, a norma é descumprida por muitas instituições da Paraíba.
Ontem, o Conselho Nacional de Educação (CNE) divulgou uma resolução recomendando aos colégios que insiram essas aulas na disciplina de Educação Artística e apliquem também conteúdos que abordem as cultura afro-brasileira, indígena e europeia. Os colégios ainda são obrigados a ensinar a língua espanhola.
Apesar da obrigatoriedade, as normas vêm sendo negligenciadas em alguns Estados e municípios, segundo o Ministério da Educação. O caso é considerado preocupante porque as diretrizes curriculares nacionais devem ser obedecidas por todos os colégios de Ensino Médio do país, sejam eles públicos ou privados.
Entre outras medidas, a resolução do Conselho Nacional de Educação recomenda que os colégios adotem até dois tipos de idiomas estrangeiros em sala de aula, mas isso não é obrigatório. Se a escola não tiver condições financeiras, poderá ensinar apenas uma língua de outra nacionalidade, que deverá ser a espanhola, em cumprimento à lei 11.161/2005.
A Lei de Diretrizes Básicas (LDB) ainda determina que o currículo do Ensino Médio contemple quatro áreas de conhecimento: Linguagens (artes, música, português, indígenas e idiomas estrangeiros), Matemática, Ciências da Natureza (física, biologia e química) e Ciências Humanas (Geografia, História, Sociologia e Filosofia).

Unificação curricular é avaliada por profissionais da Educação

O plano do Ministério da Educação (MEC) de elaborar um currículo nacional único para aEducação básica, anunciado pelo Governo, despertou reações por parte de pesquisadores e profissionais da área.

A iniciativa é recebida com cautela, já que o processo pelo qual esse currículo será definido e os mecanismos para torná-lo efetivo causam dúvidas e preocupações. Para os especialistas, um currículo nacional não pode ser "uma camisa de força" para diferentes realidades.
A coordenadora pedagógica do Instituto de Qualidade no Ensino (IQE), Maria Helena Braga, aponta que em muitas experiências de unificação curricular o que se vê não é resultado de consenso, de discussões democráticas, mas a prevalência do que algumas elites, sejam elas econômicas ou intelectuais, consideram ser a referência.
"Um grande exemplo disso verifica-se no ensino da História. A abordagem oficial, até há pouco tempo, eliminava as diferenças culturais, sociais e políticas entre os povos. Ensinava-se, ou ensina-se ainda, a história universal do ponto de vista das sociedades capitalistas europeias, cuja organização seria um ponto de chegada para todas as outras, tidas como "em atraso" no processo de desenvolvimento humano", acrescentou.
O Brasil já possui orientações para uma base curricular comum, mas os especialistas são unânimes ao afirmar que os documentos existentes são genéricos demais, causando uma grande variação nos conteúdos ensinados aos alunos em todo o país.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Currículo do ensino médio carece de flexibilidade

Um estereótipo popularmente difundido entre as pessoas mostra que muitos estudantes do ensino médio têm pesadelos com suas aulas de Matemática. Porém, um recente estudo da Faculdade de Educação (FE) da USP tenta mostrar que isso não é exatamente culpa dos alunos, mas sim do sistema de ensino brasileiro. “A baixa carga horária, classes lotadas, professores despreparados, uma infinidade de disciplinas e a rigidez de currículo, que considera estudantes com muito potencial e alunos pouco interessados num assunto como iguais, faz com que reações assim aconteçam”, explica o professor de Matemática José Carlos Oliveira Costa, autor da pesquisa. Segundo ele, “uma boa educação é aquela que se ajusta à pessoa que deveria poder optar por aprofundar seus estudos, já no ensino médio, em suas áreas de interesses futuros.”

Marcadores