A Faculdade Barretos, juntamente com o coordenador do Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, dão as Boas Vindas a todos os alunos para o ano letivo de 2012! Sejam Bem Vindos!
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
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domingo, 5 de fevereiro de 2012

Quando os mestres são os culpados

Desde que as redes sociais viraram febre, as Escolas precisam lidar com um problema que ultrapassa os muros dos colégios: o bullying virtual.

Agora, como se não bastassem os ataques entre colegas de turma, os diretores enfrentam outro dilema: ao mesmo tempo em que se sentem na obrigação de respeitar a liberdade de expressão dos professores, não sabem o que fazem quando os mestres — modelos de inspiração para os alunos — comportam-se de maneira considerada inadequada nos sites de relacionamento.
Um artigo publicado na edição deste mês da Principal navigator, revista da Associação dos Administradores de ensino fundamental do Estado de Ohio, afirma que professores já foram demitidos por postar imagens consideradas impróprias pelos diretores, como segurar um copo de bebida alcoólica.
Um caso recente — e mais grave — foi o da professora Jennifer O’Brien, que foi demitida e processada ao postar no seu perfil do Facebook que seus alunos do ensino infantil eram “futuros criminosos”.
A juíza Ellen Bass, do distrito de Paterson, Nova Jersey, decidiu pela demissão da professora (a Escola é pública) por considerar sua conduta “inaceitável, particularmente em uma cidade que lida diariamente com a pobreza e a violência”.
No Brasil, há dois anos, uma professora da turma de alfabetização de uma Escola de Salvador também foi demitida por, involuntariamente, cair nas redes sociais.
Ela subiu no palco onde acontecia o show e começou a dançar, de forma erótica, uma música chamada Todo enfiado. O vídeo foi parar no YouTube e acabou amplamente divulgado por usuários do Twitter, do Facebook e do Orkut. Mesmo alegando que não sabia que estava sendo filmada, a professora foi desligada das funções.

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Aplicativo permite aos estudantes aprenderem pelo Facebook

Uma startup patrocinada pelo grupo editorial Pearson, que tem como uma de suas áreas de atuação os livros didáticos, quer aproveitar todo o tempo que adolescentes passam no Facebook para estudarem também. A Alleyoop acredita que se milhões e milhões de crianças e jovens passam horas cuidando de fazendas, por que não gastar esse tempo aprendendo? A ideia é agregar conteúdos já disponíveis na internet, como vídeos, exercícios, explicações, etc, e customizá-los para as necessidades de cada um. Os conteúdos seriam de sites gratuitos ou pagos. Neste último caso, o Alleyoop serviria como uma ferramenta de distribuição. - Fundamentalmente, estamos focados no grande problema que é como ajudar os estudantes a assumir o controle do seu futuro. - afirmou Patrick Supanc, presidente da Alleyoop, ao site especializado em tecnologia Mashable.

O grande trunfo da iniciativa está na forma de acesso aos conteúdos pagos. Em vez de gastarem dinheiro de verdade, os estudantes poderão ganhar um dinheiro virtual, “Yoops”, dentro do próprio Alleyoop, seguindo a lógica de jogos populares na rede, como Farmville e Mafia Wars. Os recursos que darão acesso aos módulos pagos serão ganhos através de desafios e outras tarefas. Por exemplo, alguém que se dispôr a ensinar matemática para outro usuário, ganhará “Yoops” mais rapidamente.
Atualmente, o Alleyoop só oferece lições de matemática para usuários entre 13 e 19 anos. Maiores de idade não conseguem nem se logar na página. Se o projeto piloto alcançar o sucesso esperado, outras disciplinas serão incorporadas e outras idades atendidas. A partir do momento em que começam a frequentar a rede, os estudantes receberão também recomendações de leitura e até dicas de escolhas de carreira.

Mais em: http://oglobo.globo.com/educacao/aplicativo-permite-aos-estudantes-aprenderem-pelo-facebook-3856405

domingo, 29 de janeiro de 2012

Universidade do RS se desculpa por vazar dados de 23 mil alunos

Um arquivo contendo dados pessoais de alunos da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos) foi enviado por e-mail a estudantes da instituição gaúcha na tarde da última segunda-feira (23). A mensagem deveria apenas comunicar oportunidades de estágio a alunos do curso de arquitetura, mas o responsável pelo envio anexou o documento por engano, diz a Unisinos.
O G1 apurou que a lista contém 23.335 nomes, endereço, CPF, RG, números de telefone, dados de matrícula, data de nascimento, endereço de e-mail, curso e a forma de ingresso na instituição. A mensagem foi enviada a 800 alunos.
“A Unisinos lamenta a situação que resultou no vazamento, por meio eletrônico, de informações de parte de seus alunos para um grupo de estudantes do curso de Arquitetura”, afirma o comunicado oficial da instituição. Alunos podem esclarecer dúvidas pelo telefone (51) 3591-1122, ramais 4105 e 4111. Segundo a universidade, o funcionário que enviou o e-mail foi demitido.
Relatos sobre o vazamento começaram a circular no Twitter e no Facebook, onde alunos da universidade se mostraram indignados com o vazamento. “Lamentações não resolverão nossos problemas”, afirmou uma aluna em resposta ao comunicado publicado pela Unisinos na rede social. Foi criado no Facebook um perfil chamado "Os 23 mil divulgados da Unisinos", onde é discutida uma ação coletiva na Justiça contra a instituição. Na rede social o grupo divulgou o número das matrículas de quem foi exposto pela lista.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Para lidar com geração Z, professor recorre às redes sociais

É findada a era em que professores, frente a um quadro negro abarrotado de informações, falavam sem parar a uma turma concentrada e silenciosa. Atualmente ocupando as classes de ensino fundamental e médio, a "geração Z" acabou com o reinado das aulas expositivas. Já não basta intercalar conteúdo e exercícios: para atrair a atenção dos jovens, a tecnologia é a principal aliada dos professores.
Lecionando química há 15 anos, o professor e coordenador pedagógico do colégio Oficina do Estudante, de Campinas (SP), Anderson Dino, conhece bem as características da geração, formada por nascidos a partir da segunda metade da década de 1990. "Eles são multimídia, fazem muitas coisas ao mesmo tempo. Estudam com o celular na mão e o Facebook aberto, enquanto ouvem a conversa dos pais e fazem carinho no cachorro com o pé", exemplifica.
Render-se ao perfil mais agitado dos jovens foi a saída que Dino encontrou para conquistá-los logo no primeiro encontro. Hoje, o conteúdo de suas aulas pode ser encontrado em um blog e em suas contas de Facebook, Twitter, YouTube e Tumblr. "Eu crio tirinhas de humor e memes (ilustrações cômicas que se propagam na rede) sobre química, converso com eles pelo bate-papo, gravo aulas e coloco no YouTube. Quando o professor faz essas coisas, os alunos respeitam", garante.

Bullying na internet é problema global, mostra pesquisa

Mais de 10% dos pais ao redor do mundo afirmaram que seus filhos sofreram bullying na internet e quase um quarto conhece um jovem que já foi vítima das intimidações na web, segundo uma pesquisa da Ipsos/Reuters.

Mais de três quartos das pessoas questionadas na pesquisa global consideraram o ciberbullying diferente de outros tipos de perseguição e disseram que ele merece atenção especial e esforços de pais e de escolas. “Os dados mostram claramente um apetite entre pessoas ao redor do mundo por uma resposta direcionada ao ciberbullying”, disse Keren Gottfried, da empresa de pesquisas Ipsos, que conduziu a pesquisa.
Ela acrescentou, contudo, que depende dos educadores agir de acordo com essa demanda. A pesquisa online, que englobou mais de 18 mil adultos em 24 países, dos quais 6,5 mil são pais, mostrou que o veículo mais utilizado para o ciberbullying são sites de redes sociais como o Facebook, citado por 60% das pessoas.

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