A Faculdade Barretos, juntamente com o coordenador do Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, dão as Boas Vindas a todos os alunos para o ano letivo de 2012! Sejam Bem Vindos!
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
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segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Pesquisador: impresso ainda é melhor meio de estimular a leitura

As histórias em quadrinhos foram o ponto de partida para que a produtora musical Magali Romboli transformasse a filha em uma leitora assídua. Nada de tablets, computadores e outros estímulos eletrônicos - Melissa Romboli Andriole, 9 anos, ainda prefere passar horas folhando as páginas de um livro. "É muito mais legal do que brinquedo", garante. Mãe e filha não são exceção: na hora de introduzir as crianças ao mundo da leitura, muitos pais abrem mão da tecnologia e continuam recorrendo ao tradicional impresso, medida apoiada por especialistas.

Magali conta que começou a estimular a filha ainda bebê, com livros de plástico para brincar na banheira. Aos poucos, o passatempo deu lugar a gibis e livros de história. Recorrer ao impresso foi uma das maneiras que encontrou para evitar que Melissa passasse o dia todo em frente ao computador e à televisão. "Talvez essas ferramentas não façam mal agora, mas como saber seu efeito quando ela tiver 50 anos?", questiona.
A preocupação com a saúde não é o único motivo pelo qual o impresso reina na casa da família. Segundo Magali, uma das grandes vantagens do livro em papel é a possibilidade de compartilhar histórias. De tempos em tempos, elas doam alguns exemplares para crianças carentes. "A Melissa pega livros emprestados da escola, leva o que está lendo em casa, comenta com colegas e com a professora. No tablet, você baixa o arquivo, outra pessoa baixa outro. Não é uma relação entre pessoas, é uma relação entre tecnologias", reflete.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Personagem de quadrinhos, Mafalda ensina sobre cultura da Argentina

Histórias em quadrinhos não são efêmeras nem servem apenas para diversão. A personagem argentina Mafalda, por exemplo, que deixou de ser publicada há quase 40 anos, permanece encantando leitores. Seu criador, Joaquín Salvador Lavado, o Quino, que em 2012 completará 80 anos, é reconhecido internacionalmente pela pequena menina questionadora. Além de ajudar no espanhol, caso o estudante opte pela edição original de Mafalda, a leitura das tiras também serve para entender a realidade sociocultural e a formação econômica da Argentina.
A ideia para a personagem nasceu de um trabalho para uma agência de publicidade, que precisava de um ilustrador para o lançamento de uma linha de produtos eletrodomésticos chamados Mansfield - daí o nome Mafalda, que lembrava a marca, por começar com a letra "M". O anúncio acabou não sendo publicado, mas a ideia sobreviveu. Em setembro de 1964, a personagem foi finalmente apresentada ao público, na revista semanal Primera Plana. Daí, Mafalda se mudou para o jornal diário El Mundo, um ano depois. Sua última morada foi na revista semanal Siete Días Ilustrados, onde ficou de 1967 até o final de sua "vida", em junho de 1973. Suas mais de 1,9 mil tiras já foram publicadas em mais de 20 idiomas, incluindo russo, polonês, norueguês e, claro, português.

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