Professores que trabalham na rede pública de educação infantil, fundamental, média e superior poderão deixar de pagar o Imposto de Renda. A isenção está prevista no projeto 2607, de 2011, apresentado pelo deputado Felipe Bornier (PSD-RJ), em análise na Câmara.
Além de beneficiar os professores em efetivo exercício, a ideia da proposta, segundo o autor, é incentivar o maior número possível de pessoas a migrarem para o exercício do magistério.
O projeto recebeu o apoio do diretor do Sindicato dos Professores do Distrito Federal Rodrigo Rodrigues. Ele diz que muitos profissionais se sentem desestimulados com a atividade de docência e acabam buscando outras funções. Por outro lado, Rodrigues ressalta que é importante verificar de que forma o benefício será concedido.
"Parece que ela fala apenas de professores que estão em atividade em sala de aula e existem outras funções importantes, pedagogicamente, dentro de uma escola, como laboratórios, como sala de leitura, como a própria direção de uma escola, como a coordenação pedagógica. Todas essas atividades são de extrema importância para o dia a dia escolar também."
Já a deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) afirma que o projeto vai na direção contrária às necessidades dos profissionais.
A Faculdade Barretos, juntamente com o coordenador do Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, dão as Boas Vindas a todos os alunos para o ano letivo de 2012! Sejam Bem Vindos!
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Material das escolas municipais de SP só chegará em março, diz secretaria
Os cerca de 700 mil alunos do ensino infantil e fundamental da rede pública municipal de São Paulo voltam às aulas na próxima semana, mas só receberão seu material escolar em março. De acordo com a Secretaria Municipal de Educação, o motivo do atraso foi a suspensão da licitação da compra dos kits pelo Tribunal de Contas do Município (TCM).
Em nota, a secretaria afirmou que o tribunal manteve o processo paralisado durante 43 dias entre setembro e novembro de 2011.
Ainda segundo o órgão, a homologação da licitação saiu 19 dias depois do cronograma porque uma das empresas concorrentes, que não venceu o pregão, entrou com ação na Justiça para recorrer do resultado.
Mesmo com as paralisações judiciais, a prefeitura afirmou que não comprou material emergencial, e que, enquanto não termina o processo de distribuição do material - programado para iniciar a partir da segunda semana de aulas e terminar em março - as escolas "têm material escolar adequado para esses primeiros dias do início do ano letivo, quando as atividades são de recepção e acolhimento dos alunos".
"A despeito desse atraso de 62 dias, provocado por razões alheias ao processo de planejamento e compra do material, não foi necessária compra emergencial e o material começa a chegar às escolas na segunda semana de aulas, sendo que a distribuição deve ser concluída em março", informou a assessoria de imprensa da prefeitura, em comunicado divulgado na noite desta quinta-feira (2).
Mais em: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/02/material-das-escolas-municipais-de-sp-so-chegara-em-marco-diz-secretaria.html
Em nota, a secretaria afirmou que o tribunal manteve o processo paralisado durante 43 dias entre setembro e novembro de 2011.
Ainda segundo o órgão, a homologação da licitação saiu 19 dias depois do cronograma porque uma das empresas concorrentes, que não venceu o pregão, entrou com ação na Justiça para recorrer do resultado.
Mesmo com as paralisações judiciais, a prefeitura afirmou que não comprou material emergencial, e que, enquanto não termina o processo de distribuição do material - programado para iniciar a partir da segunda semana de aulas e terminar em março - as escolas "têm material escolar adequado para esses primeiros dias do início do ano letivo, quando as atividades são de recepção e acolhimento dos alunos".
"A despeito desse atraso de 62 dias, provocado por razões alheias ao processo de planejamento e compra do material, não foi necessária compra emergencial e o material começa a chegar às escolas na segunda semana de aulas, sendo que a distribuição deve ser concluída em março", informou a assessoria de imprensa da prefeitura, em comunicado divulgado na noite desta quinta-feira (2).
Mais em: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/02/material-das-escolas-municipais-de-sp-so-chegara-em-marco-diz-secretaria.html
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Psicólogo dá dicas de como encarar momentos de transição na escola
O trânsito já denuncia que as férias acabaram. Depois do descanso, crianças e adolescentes reencontram os amigos da escola. Eles já sabem: começa tudo de novo.
Para alunos do sexto ano, a antiga quinta série, 2012 vai ser cheio de novidades. O estudante Alan só tinha um professor para todas as disciplinas, mas agora: “São muitas matérias e oito professores”, afirma.
Os psicólogos dizem que nessa fase o mais importante é que os pais fiquem bem atentos a qualquer dificuldade. Recorram logo ao reforço na própria escola ou a um professor particular, sem esperar até o segundo bimestre.
Para outro grupo de estudantes, as mudanças são ainda maiores. Eles estão entrando no Ensino Médio, hora de decidir o que vão fazer da vida.
O grande desafio é aprender a usar bem o tempo, uma mudança de atitude. “Uma atitude mais responsável com os estudos, uma capacidade maior de gerenciamento do tempo pra dividir as atividades que seriam lúdicas, de lazer, e as atividades de responsabilidade”, explica Fábio Caló, psicólogo.
Mas será que a vida de repente tem que ficar séria demais? “Eu acho que a gente tem que ter um momento de diversão também, porque não adianta só estudar, estudar, estudar e não se divertir”, diz Camila Lanfredi, 15 anos -estudante.
“Esse equilíbrio entre a prática de esportes, a vivência de atividades que são de lazer, bem como as atividades de estudo é fundamental”, afirma o psicólogo.
Apesar de aumentar a atenção, os pais não devem fazer comparações. “Jamais devem dizer para o adolescente que os primos deles ou que até mesmo um coleguinha de turma tem um desempenho melhor, é mais inteligente, se dedica mais. Esse tipo de comentário, esse tipo de consideração está vetada”, ressalta o especialista.
Mais em: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2012/02/psicologo-da-dicas-de-como-encarar-momentos-de-transicao-na-escola.html
Para alunos do sexto ano, a antiga quinta série, 2012 vai ser cheio de novidades. O estudante Alan só tinha um professor para todas as disciplinas, mas agora: “São muitas matérias e oito professores”, afirma.
Os psicólogos dizem que nessa fase o mais importante é que os pais fiquem bem atentos a qualquer dificuldade. Recorram logo ao reforço na própria escola ou a um professor particular, sem esperar até o segundo bimestre.
Para outro grupo de estudantes, as mudanças são ainda maiores. Eles estão entrando no Ensino Médio, hora de decidir o que vão fazer da vida.
O grande desafio é aprender a usar bem o tempo, uma mudança de atitude. “Uma atitude mais responsável com os estudos, uma capacidade maior de gerenciamento do tempo pra dividir as atividades que seriam lúdicas, de lazer, e as atividades de responsabilidade”, explica Fábio Caló, psicólogo.
Mas será que a vida de repente tem que ficar séria demais? “Eu acho que a gente tem que ter um momento de diversão também, porque não adianta só estudar, estudar, estudar e não se divertir”, diz Camila Lanfredi, 15 anos -estudante.
“Esse equilíbrio entre a prática de esportes, a vivência de atividades que são de lazer, bem como as atividades de estudo é fundamental”, afirma o psicólogo.
Apesar de aumentar a atenção, os pais não devem fazer comparações. “Jamais devem dizer para o adolescente que os primos deles ou que até mesmo um coleguinha de turma tem um desempenho melhor, é mais inteligente, se dedica mais. Esse tipo de comentário, esse tipo de consideração está vetada”, ressalta o especialista.
Mais em: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2012/02/psicologo-da-dicas-de-como-encarar-momentos-de-transicao-na-escola.html
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Mensalidades de cursinhos e escolas sobem mais do que a inflação
Em todo o Brasil, as aulas mal começaram e os pais já levaram um susto. É a filha fazendo esforço na piscina, e o pai suando para pagar a mensalidade. “A gente tenta fazer dentro daquilo que nosso orçamento permite”, comenta o policial militar Rodrigo Ribeiro.
É um sufoco quando a conta vem em dobro, diz a tia das gêmeas Melissa e Maria Luiza. “Elas sempre querem mais, por exemplo balé e inglês. Haja dinheiro”, diz a dona de casa Arlete Godói.
O diagnóstico do IBGE indica que essa dor no bolso pode estar sendo provocada por um fator positivo: o crescimento da economia. O problema é o efeito colateral. Os reajustes raramente ficam abaixo da inflação.
“A renda vem crescendo acima da média. Então, há uma apreensão de se pagar mais pelos profissionais contratados nesta área. O próprio salário-mínimo, que é o piso salarial, vem crescendo acima da média. Isso acaba empurrando os custos de salário”, explica o analista do IBGE, Antônio Braz de Oliveira.
A inflação acumulada nos últimos 12 meses foi de 6,5%, índice bem menor que o reajuste médio aplicado pelas escolas de informática, pelos cursinhos de idiomas e pelas escolinhas de natação das principais capitais do país. “Com as coisas subindo, salário-mínimo e tudo, nós temos de repassar esse aumento também da inflação”, afirma Helder Ferreira Sobrinho, coordenador de uma escola.
Os filhos da fotógrafa Helen Denis Oliveira estão na aula de inglês. Cada um aprende um tipo de esporte. A sorte é que, nessa família, o poder de negociação é grande. “Fui negociar um desconto. Falei que os outros dois têm de fazer também, e eles falam: ‘Claro, vamos dar um desconto’. Não vai querer perder três?”, conta.
Mais em: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2012/01/mensalidades-de-cursinhos-e-escolas-sobem-mais-do-que-inflacao.html
É um sufoco quando a conta vem em dobro, diz a tia das gêmeas Melissa e Maria Luiza. “Elas sempre querem mais, por exemplo balé e inglês. Haja dinheiro”, diz a dona de casa Arlete Godói.
O diagnóstico do IBGE indica que essa dor no bolso pode estar sendo provocada por um fator positivo: o crescimento da economia. O problema é o efeito colateral. Os reajustes raramente ficam abaixo da inflação.
“A renda vem crescendo acima da média. Então, há uma apreensão de se pagar mais pelos profissionais contratados nesta área. O próprio salário-mínimo, que é o piso salarial, vem crescendo acima da média. Isso acaba empurrando os custos de salário”, explica o analista do IBGE, Antônio Braz de Oliveira.
A inflação acumulada nos últimos 12 meses foi de 6,5%, índice bem menor que o reajuste médio aplicado pelas escolas de informática, pelos cursinhos de idiomas e pelas escolinhas de natação das principais capitais do país. “Com as coisas subindo, salário-mínimo e tudo, nós temos de repassar esse aumento também da inflação”, afirma Helder Ferreira Sobrinho, coordenador de uma escola.
Os filhos da fotógrafa Helen Denis Oliveira estão na aula de inglês. Cada um aprende um tipo de esporte. A sorte é que, nessa família, o poder de negociação é grande. “Fui negociar um desconto. Falei que os outros dois têm de fazer também, e eles falam: ‘Claro, vamos dar um desconto’. Não vai querer perder três?”, conta.
Mais em: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2012/01/mensalidades-de-cursinhos-e-escolas-sobem-mais-do-que-inflacao.html
Professores cogitam greve para cobrar hora-atividade
Professores da educação básica que atuam na rede pública ainda não dispõem integralmente dos direitos estabelecidos pela Lei Nacional do Piso do Magistério, N.º 11.738 de 2008. Apontada como um dos elementos para a melhoria da qualidade de ensino, a lei fixou um piso salarial para a categoria e determinou que 33% da jornada de trabalho dos professores seja exercida extraclasse, para capacitação e preparo das aulas. Três anos depois, municípios reconhecem a importância das medidas, mas alegam não ter condições de cumpri-las totalmente de imediato. Enquanto isso, professores propõem uma paralisação nacional.
A presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleusa Rodrigues Repulho, aponta que os efeitos da lei do piso não serão sentidos neste ano letivo. Segundo ela, o ano de 2012 será de organização, com o levantamento de quantos profissionais precisarão ser contratados e os impactos financeiros e negociação junto aos sindicatos. “Nenhuma rede consegue implantar [a lei] de uma hora para a outra.” Ela também aponta o fato de esse ser um ano eleitoral, o que impede a contratação de funcionários para o serviço público a partir de 7 de julho.
A percepção de Cleusa é de que muitos municípios já cumprem o piso salarial, fixado em R$ 1.187, e que o maior desafio está na ampliação da jornada extraclasse. A afirmação vem ao encontro de uma pesquisa feita por várias instituições sobre os impactos da lei do piso. A professora do Setor de Educação da Universidade Federal do Paraná Andréa Barbosa Gouveia, que participa do estudo, explica que dez estados e as respectivas capitais foram analisados, em 2010. Observou-se que muitos já atingiram o valor do piso e outros estão bem próximos disso, mas nenhum destina 33% para atividades extraclasse. Foram pesquisados os estados de São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima, Piauí, Pará e Rio Grande do Norte.
A presidente da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime), Cleusa Rodrigues Repulho, aponta que os efeitos da lei do piso não serão sentidos neste ano letivo. Segundo ela, o ano de 2012 será de organização, com o levantamento de quantos profissionais precisarão ser contratados e os impactos financeiros e negociação junto aos sindicatos. “Nenhuma rede consegue implantar [a lei] de uma hora para a outra.” Ela também aponta o fato de esse ser um ano eleitoral, o que impede a contratação de funcionários para o serviço público a partir de 7 de julho.
A percepção de Cleusa é de que muitos municípios já cumprem o piso salarial, fixado em R$ 1.187, e que o maior desafio está na ampliação da jornada extraclasse. A afirmação vem ao encontro de uma pesquisa feita por várias instituições sobre os impactos da lei do piso. A professora do Setor de Educação da Universidade Federal do Paraná Andréa Barbosa Gouveia, que participa do estudo, explica que dez estados e as respectivas capitais foram analisados, em 2010. Observou-se que muitos já atingiram o valor do piso e outros estão bem próximos disso, mas nenhum destina 33% para atividades extraclasse. Foram pesquisados os estados de São Paulo, Santa Catarina, Paraná, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Roraima, Piauí, Pará e Rio Grande do Norte.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Escolas infantis investem na adaptação do aluno
Início de ano letivo significa, além de novos horários, hábitos e gastos, choro na porta das escolas – especialmente naquelas que cuidam de crianças pequenas. No intuito de amenizar o impacto da separação dos pais de primeira viagem e dos filhos que acabam de ingressar na educação infantil, escolas particulares procuram adaptar gradativamente os novos alunos e oferecem até psicopedagogas para auxiliar as famílias.
Segundo especialistas, o medo, a tensão e a ansiedade que rondam os primeiros dias de aula podem ser passados dos pais, nervosos com a situação, para as crianças, já assustadas com as novidades. Para evitar que o processo se torne ainda mais traumático e culmine em gritos e lágrimas, o ideal é que as famílias sintam o máximo de confiança possível na escola escolhida.
“Os pais ficam muito preocupados em como vão ser esses primeiros dias desde a hora de fazer a matrícula”, afirma Cristina Marcondes, orientadora educacional da educação infantil da Escola Stance Dual. “Por isso, antes de começar as aulas, fazemos uma reunião específica para essas famílias, onde abordamos os modos com que lidamos com mamadeira, chupeta e fralda, por exemplo, além de apresentarmos os professores e explicarmos como adaptamos os alunos.”
Outra forma que as pré-escolas encontram para acalmar os pais mais inseguros é fazer entrevistas com eles, onde uma ficha com todos os dados da criança é preenchida. Detalhes como se a mãe teve problemas no parto e se o filho tem restrições alimentares, alergias e medicações fixas são destacados.
“A escola perguntou coisas da rotina da criança, o que achei bem interessante. Por exemplo, perguntaram se, quando minha filha acorda, ela fica tranquila ou assustada”, diz a advogada Patrícia de Sá Pinto, de 28 anos, mãe de Beatriz, de 2, que acaba de se matricular na pré-escola do Colégio Renovação. “Essas coisas deixam a gente mais tranquila, porque mostra que eles estão atentos às peculiaridades de cada criança.”
Segundo especialistas, o medo, a tensão e a ansiedade que rondam os primeiros dias de aula podem ser passados dos pais, nervosos com a situação, para as crianças, já assustadas com as novidades. Para evitar que o processo se torne ainda mais traumático e culmine em gritos e lágrimas, o ideal é que as famílias sintam o máximo de confiança possível na escola escolhida.
“Os pais ficam muito preocupados em como vão ser esses primeiros dias desde a hora de fazer a matrícula”, afirma Cristina Marcondes, orientadora educacional da educação infantil da Escola Stance Dual. “Por isso, antes de começar as aulas, fazemos uma reunião específica para essas famílias, onde abordamos os modos com que lidamos com mamadeira, chupeta e fralda, por exemplo, além de apresentarmos os professores e explicarmos como adaptamos os alunos.”
Outra forma que as pré-escolas encontram para acalmar os pais mais inseguros é fazer entrevistas com eles, onde uma ficha com todos os dados da criança é preenchida. Detalhes como se a mãe teve problemas no parto e se o filho tem restrições alimentares, alergias e medicações fixas são destacados.
“A escola perguntou coisas da rotina da criança, o que achei bem interessante. Por exemplo, perguntaram se, quando minha filha acorda, ela fica tranquila ou assustada”, diz a advogada Patrícia de Sá Pinto, de 28 anos, mãe de Beatriz, de 2, que acaba de se matricular na pré-escola do Colégio Renovação. “Essas coisas deixam a gente mais tranquila, porque mostra que eles estão atentos às peculiaridades de cada criança.”
domingo, 29 de janeiro de 2012
MEC prepara projeto para reestruturar educação no campo
O novo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, deverá apresentar nas próximas semanas seu primeiro programa. O Pronacampo, preparado ainda durante a gestão de Fernando Haddad, pretende combater um dos gargalos da educação: dar mais atenção à educação rural, uma modalidade de ensino que abriga quase 6,5 milhões de estudantes, mas tem as piores escolas, professores e indicadores. Pelo menos mil municípios, com índices de pobreza aguda, receberão um grupo de ações para reverter o abandono.
O projeto, que foi apresentado à presidente Dilma Rousseff durante as reuniões ministeriais da semana passada, inclui desde a construção de novas escolas até a formação dos professores. A lista dos municípios que serão beneficiados ainda não está fechada, mas se concentrará nas regiões Norte e Nordeste.
O projeto, que foi apresentado à presidente Dilma Rousseff durante as reuniões ministeriais da semana passada, inclui desde a construção de novas escolas até a formação dos professores. A lista dos municípios que serão beneficiados ainda não está fechada, mas se concentrará nas regiões Norte e Nordeste.
sábado, 28 de janeiro de 2012
Estruturação pedagógica faz início de aulas ser adiado em Campo Grande
A Secretaria de Educação de Campo Grande adiou o início do ano letivo de 2012 para o dia 9 de fevereiro, segundo nota divulgada no site do órgão. O motivo, segundo a Secretaria Municipal de Educação (Semed), foi a preparação da estrutura disciplinar para receber os estudantes.
Anteriormente, a data prevista para o início das aulas nas 92 escolas na Rede Municipal de Ensino (Reme) era dia 6 de fevereiro.
Segundo a nota, estão sendo convocados 300 profissionais aprovados em concursos para a Semed entre os anos de 2007 e 2009. De acordo com a secretária Educação, Maria Cecília Amendola da Motta, os professores estarão passando por seleções para apoio pedagógico. O objetivo é preparar o profissional para atender as crianças, principalmente as matrículas no pré I e II. A secretaria não divulgou quantos alunos estão matriculados na Reme este ano.
Masi em: http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2012/01/por-falta-de-professores-inicio-de-aulas-e-adiado-em-campo-grande.html
Anteriormente, a data prevista para o início das aulas nas 92 escolas na Rede Municipal de Ensino (Reme) era dia 6 de fevereiro.
Segundo a nota, estão sendo convocados 300 profissionais aprovados em concursos para a Semed entre os anos de 2007 e 2009. De acordo com a secretária Educação, Maria Cecília Amendola da Motta, os professores estarão passando por seleções para apoio pedagógico. O objetivo é preparar o profissional para atender as crianças, principalmente as matrículas no pré I e II. A secretaria não divulgou quantos alunos estão matriculados na Reme este ano.
Masi em: http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2012/01/por-falta-de-professores-inicio-de-aulas-e-adiado-em-campo-grande.html
Pais dormem na fila para matricular os filhos nas escolas públicas do Paraná
O período de matrícula para transferência de escola, para alunos que mudaram de bairro ou de cidade, ou ainda, que desejam ingressar na rede municipal de ensino de Cascavel, no oeste do Paraná, começou na quarta-feira (25).
Mas com 24 horas de antecedência, os pais foram às escolas onde querem matricular os filhos e foram preparados para a fila. Na Escola Municipal Robert Francis Kennedy, por exemplo, os pais levaram cadeiras, colchões, cobertores e televisão. As aulas começam em 8 de fevereiro.
“A gente não tem escapatória, tem que vir aqui e ficar na fila, se não, não consegue vaga no horário que precisa. Então, tem que fazer um sacrifício e pousar aqui mesmo”, afirmou Silvana Moreira, que trabalha como vendedora.
Mas com 24 horas de antecedência, os pais foram às escolas onde querem matricular os filhos e foram preparados para a fila. Na Escola Municipal Robert Francis Kennedy, por exemplo, os pais levaram cadeiras, colchões, cobertores e televisão. As aulas começam em 8 de fevereiro.
“A gente não tem escapatória, tem que vir aqui e ficar na fila, se não, não consegue vaga no horário que precisa. Então, tem que fazer um sacrifício e pousar aqui mesmo”, afirmou Silvana Moreira, que trabalha como vendedora.
Educação financeira deve entrar no currículo da rede pública
Começo da vida adulta, primeiro salário e a dúvida: o que fazer com o dinheiro? Poupar para o futuro ou comprar aqueles itens sempre desejados? Se poupar, em que investir? Muitos brasileiros se veem diante dessas - e muitas outras - questões logo que entram no mercado de trabalho. A culpa, para alguns, é da escola, que não ensina o aluno como gerenciar seus próprios recursos. Pois, a partir deste ano, as siglas SFN, Selic e CVM farão parte do currículo escolar. É o que propõe um decreto aprovado pelo governo federal em dezembro do ano passado.
Segundo a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), as escolas públicas deverão incluir aulas de educação financeira no currículo básico. É o começo de uma caminhada rumo à erradicação do analfabetismo financeiro. "É muito importante o aluno tomar conhecimento da educação financeira desde cedo, para ser um adulto com maior qualidade de vida e, principalmente, saber fazer escolhas e diferenciar querer de precisar", afirma Odete Reis, educadora e consultora financeira.
Segundo a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), as escolas públicas deverão incluir aulas de educação financeira no currículo básico. É o começo de uma caminhada rumo à erradicação do analfabetismo financeiro. "É muito importante o aluno tomar conhecimento da educação financeira desde cedo, para ser um adulto com maior qualidade de vida e, principalmente, saber fazer escolhas e diferenciar querer de precisar", afirma Odete Reis, educadora e consultora financeira.
LDB poderá ter limites ao número de alunos por turma
As turmas de pré-escola e dos dois primeiros anos do ensino fundamental poderão contar com no máximo 25 alunos. Nos anos subsequentes do ensino fundamental e no ensino médio, poderão estar em cada sala de aula até 35 alunos. Os limites estão previstos no Projeto de Lei do Senado (PLS) 504/11, de autoria do senador Humberto Costa (PT-PE), que está pronto para votação na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), onde receberá decisão terminativa .
O projeto modifica o artigo 25 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), segundo o qual será “objetivo permanente” das autoridades responsáveis alcançar uma “relação adequada” entre o número de alunos e o professor. Segundo parágrafo que será acrescentado ao artigo, caberá a cada sistema de ensino, “à vista das condições disponíveis e das características regionais e locais”, estabelecer como se dará essa relação adequada, assegurados os tetos máximos de 25 e 35 alunos por turma.
Segundo o autor da proposta, não se pode tolerar o funcionamento de turmas com quarenta ou mais alunos no ensino fundamental e sessenta ou mais no ensino médio, muitas vezes a partir do que chamou de motivações de falsa “economia” nas redes públicas e de “lucratividade acintosa” nas escolas privadas. Nem classes tão numerosas na pré-escola, que impediriam, a seu ver, o atendimento individualizado e a avaliação contínua do “delicado e artesanal processo de alfabetização”.
O projeto modifica o artigo 25 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), segundo o qual será “objetivo permanente” das autoridades responsáveis alcançar uma “relação adequada” entre o número de alunos e o professor. Segundo parágrafo que será acrescentado ao artigo, caberá a cada sistema de ensino, “à vista das condições disponíveis e das características regionais e locais”, estabelecer como se dará essa relação adequada, assegurados os tetos máximos de 25 e 35 alunos por turma.
Segundo o autor da proposta, não se pode tolerar o funcionamento de turmas com quarenta ou mais alunos no ensino fundamental e sessenta ou mais no ensino médio, muitas vezes a partir do que chamou de motivações de falsa “economia” nas redes públicas e de “lucratividade acintosa” nas escolas privadas. Nem classes tão numerosas na pré-escola, que impediriam, a seu ver, o atendimento individualizado e a avaliação contínua do “delicado e artesanal processo de alfabetização”.
sexta-feira, 27 de janeiro de 2012
Senado pode decidir este ano se ensino fundamental público será em tempo integral
O poder público poderá ser obrigado a oferecer ensino fundamental em tempo integral. Pronta para ser votada em Plenário, essa proposta (PEC 94/03) muda dois artigos da Constituição e o Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, para que a mudança ocorra de forma gradual.
Autor do texto, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) o defende com o argumento de que as medidas sociais mais eficientes contra a criminalidade são a distribuição de renda e a educação. Ele considera urgente instalar-se no país a escola em tempo integral, providência que, em sua opinião, reúne “todas as qualidades das melhores iniciativas contra o analfabetismo, a miséria, a violência e a chaga do milênio, as drogas”.
Autor do texto, o senador Demóstenes Torres (DEM-GO) o defende com o argumento de que as medidas sociais mais eficientes contra a criminalidade são a distribuição de renda e a educação. Ele considera urgente instalar-se no país a escola em tempo integral, providência que, em sua opinião, reúne “todas as qualidades das melhores iniciativas contra o analfabetismo, a miséria, a violência e a chaga do milênio, as drogas”.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Governo da Paraíba fecha 188 escolas de ensino fundamental e médio
O governo da Paraíba fechou 188 escolas de ensino fundamental e médio no fim do ano passado, o que representa 20% do total de escolas estaduais. Na capital, João Pessoa, 11 unidades encerraram as atividades. A medida visa corrigir problemas e irregularidades encontradas na rede, como escolas vazias ou com menos de 20 alunos, segundo a secretária executiva da Educação, Márcia Lucena.
Segundo a pasta, alunos de escolas fechadas serão redirecionados para a unidade mais próxima de casa. Ainda de acordo com a secretaria, não faltarão vagas, já que as escolas desativadas tinham poucos alunos.
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Paraíba é contra a forma como a mudança foi feita. O diretor Paulo Tavares diz que os professores não foram avisados e que docentes que tinham contratos temporários, com vigência até dezembro de 2011, não sabem se serão convocados novamente neste ano. Hoje, o sindicato fará uma assembleia para decidir se haverá paralisação.
Mais em: http://jornaldaparaiba.com.br/noticia/75186_governo-da-paraiba-fecha-188-escolas-de-ensino-fundamental--e-medio
Segundo a pasta, alunos de escolas fechadas serão redirecionados para a unidade mais próxima de casa. Ainda de acordo com a secretaria, não faltarão vagas, já que as escolas desativadas tinham poucos alunos.
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Paraíba é contra a forma como a mudança foi feita. O diretor Paulo Tavares diz que os professores não foram avisados e que docentes que tinham contratos temporários, com vigência até dezembro de 2011, não sabem se serão convocados novamente neste ano. Hoje, o sindicato fará uma assembleia para decidir se haverá paralisação.
Mais em: http://jornaldaparaiba.com.br/noticia/75186_governo-da-paraiba-fecha-188-escolas-de-ensino-fundamental--e-medio
Escolas municipais e CEUs vão ganhar internet sem fio em SP
A Secretaria Municipal de Educação começa a implantar a partir de fevereiro um projeto que vai levar internet sem fio para as escolas e Centros Educacionais Unificados (CEUs) e fornecer às unidades 8 mil tablets, além de notebooks. Os equipamentos pertencerão às escolas, e não aos alunos. Cada tablet custará aos cofres municipais R$ 1,1 mil.
Até o final deste primeiro semestre, todas as 536 escolas municipais de educação fundamental (EMEFs) deverão ganhar os equipamentos, além da internet sem fio, segundo a secretaria. O investimento no projeto até agora foi de R$ 52,7 milhões.
Nos 45 CEUs, a internet wireless chega em março. A comunidade também poderá levar os seus computadores para usufruir da rede sem fio.
Outra novidade a ser implantada já a partir do primeiro bimestre de aulas é a participação dos alunos em uma espécie de rede social da rede municipal de ensino. Os alunos terão à disposição jogos educativos virtuais em português e matemática e criarão avatares para poder interagir com seus colegas de classe. Os pais também poderão participar, pois terão senhas para acompanhar o aprendizado dos filhos.
Mais em: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/01/escolas-municipais-e-ceus-vao-ganhar-internet-sem-fio-em-sp.html
Até o final deste primeiro semestre, todas as 536 escolas municipais de educação fundamental (EMEFs) deverão ganhar os equipamentos, além da internet sem fio, segundo a secretaria. O investimento no projeto até agora foi de R$ 52,7 milhões.
Nos 45 CEUs, a internet wireless chega em março. A comunidade também poderá levar os seus computadores para usufruir da rede sem fio.
Outra novidade a ser implantada já a partir do primeiro bimestre de aulas é a participação dos alunos em uma espécie de rede social da rede municipal de ensino. Os alunos terão à disposição jogos educativos virtuais em português e matemática e criarão avatares para poder interagir com seus colegas de classe. Os pais também poderão participar, pois terão senhas para acompanhar o aprendizado dos filhos.
Mais em: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2012/01/escolas-municipais-e-ceus-vao-ganhar-internet-sem-fio-em-sp.html
Alunos de escolas públicas serão examinados por equipes de saúde a partir de março
As condições de saúde de 11 milhões de estudantes de escolas públicas brasileiras serão avaliadas por médicos, enfermeiros e dentistas das unidades básicas de Saúde a partir de março. Os profissionais estarão em 50 mil escolas de 2.000 municípios do país.
“Muitas vezes, um problema de saúde, se não for identificado, pode atrapalhar o rendimento escolar”, disse a presidente Dilma Rousseff no programa de rádio Café com a Presidenta. Ela acrescentou que o governo deverá ainda envolver os pais no combate à obesidade infantil,problema que afeta um quinto das crianças brasileiras. “Reduzindo a obesidade infantil, vamos prevenir outras doenças que podem ocorrer no futuro, como a hipertensão e o diabetes”, explicou.
Dilma Rousseff destacou também as alterações no programa de vacinação infantil, que ocorrem a partir de agosto. A vacina contra a pólio, conhecida como paralisia infantil, será injetável nas duas primeiras doses para bebês e crianças. “Há 22 anos não registramos nenhum caso de paralisia infantil transmitido no país, mas a pólio ainda existe em 24 países. Como as pessoas viajam de lugar para outro e podem trazer o vírus, precisamos manter nossas crianças protegidas”, destacou Dilma.
“Muitas vezes, um problema de saúde, se não for identificado, pode atrapalhar o rendimento escolar”, disse a presidente Dilma Rousseff no programa de rádio Café com a Presidenta. Ela acrescentou que o governo deverá ainda envolver os pais no combate à obesidade infantil,problema que afeta um quinto das crianças brasileiras. “Reduzindo a obesidade infantil, vamos prevenir outras doenças que podem ocorrer no futuro, como a hipertensão e o diabetes”, explicou.
Dilma Rousseff destacou também as alterações no programa de vacinação infantil, que ocorrem a partir de agosto. A vacina contra a pólio, conhecida como paralisia infantil, será injetável nas duas primeiras doses para bebês e crianças. “Há 22 anos não registramos nenhum caso de paralisia infantil transmitido no país, mas a pólio ainda existe em 24 países. Como as pessoas viajam de lugar para outro e podem trazer o vírus, precisamos manter nossas crianças protegidas”, destacou Dilma.
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