Alunos de escolas públicas de Goiás podem participar do Programa de Iniciação Científica Júnior, criado através de convênio entre a Fundação de Amparo à pesquisa do Estado de Goiás e Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico Os interessados têm até o dia 5 de março para se habilitarem no site da Fapeg (www.fapeg.go.gov.br). A ideia do Governo de Goiás é de inserir estudantes e professores de ensino fundamental, médio e profissional em pesquisas científicas, tecnológicas e de inovação.
Serão contemplados 250 alunos e 250 professores de educação básica a cada ano. Cerca de 30% das bolsas - no valor de R$ 100 para estudantes e R$ 300 para os professores - serão destinadas a escolas do interior. Os recursos para as bolsas são do tesouro estadual (R$ 4,5 milhões) e do Governo Federal, que investiu R$ 1,5 milhão por meio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico.
Na implementação do programa, a Fapeg lança duas chamadas públicas: uma para a seleção de propostas de pesquisadores de todo o Estado que queiram incluir estudantes e professores da rede pública em seus projetos ou dar suporte a projetos das escolas; e outra para a habilitação de unidades de ensino da rede pública interessadas em inserir seus alunos e professores em pesquisas vigentes na capital e no interior.
Já está disponível no site da Fapeg um formulário para as escolas se habilitarem, informando seus dados institucionais e comprovando estarem aptas ao programa. Ao se inscreverem, elas devem criar internamente um Comitê Institucional para realizar processo de seleção de bolsistas para o programa. Não há limites de bolsistas por escola, mas deve-se observar que um professor só poderá orientar um único estudante. O formulário deve ser enviado para o e-mail gpp@fapeg.go.gov.br até 5 de março. A documentação complementar impressa deve ser entregue até o dia 9 do mesmo mês.
Avaliação
Os pesquisadores, por sua vez, também terão seus projetos de pesquisa avaliados e selecionados pela Fapeg. Eles devem inscrever suas atividades no portal da Fundação e solicitar a participação de bolsistas também até o dia 5 de março. Os projetos serão selecionados a partir dos critérios de relevância social e regional, ou seja, se apontam para a melhoria da qualidade de vida das pessoas; de exequibilidade, ou se têm recursos suficientes para a conclusão dentro do cronograma; de experiência e produção científica do pesquisador proponente; avaliação do projeto de pesquisa; e avaliação do plano de trabalho do aluno.
As seleções, tanto de pesquisadores quanto das escolas, serão disponibilizadas no site da fundação para que as partes avaliem seus interesses e suas possibilidades e se juntem nas atividades de pesquisa. À Fapeg caberá coordenar o programa, realizando, inclusive, o monitoramento de cada projeto e a participação das escolas em todos eles. Os editais das chamadas públicas, os formulários para escolas e pesquisadores e outras informações, como o cronograma das atividades também estão disponíveis no site da Fapeg.
Mais informações: (62) 3201.8081
Mais em: http://www.clipping.ueg.br/noticia/9401
A Faculdade Barretos, juntamente com o coordenador do Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, dão as Boas Vindas a todos os alunos para o ano letivo de 2012! Sejam Bem Vindos!
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
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terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
RJ: 14% dos alunos da rede pública não leram nenhum livro em 5 anos
Dados divulgados pela Secretaria estadual de Educação do Rio mostram que os estudantes do ensino médio da rede pública não leem muito. Conforme antecipou a coluna Ancelmo Gois desta quarta-feira, a pesquisa feita com 4 mil alunos mostra que 14% não leram nenhum livro nos últimos cinco anos. Outros 11% leram apenas um, e 26% somente dois ou três, ou seja, 51% dos alunos leram de 0 até 3 livros nos últimos 5 anos. Já 49% leram de 4 a mais de 20 livros.
A diretora executiva do Movimento Todos Pela Educação, Priscila Cruz, considera o resultado alarmante. Para ela, a leitura do texto literário no ensino médio é, sem dúvida, muito importante para o aluno nesta fase de formação.
- Isso é sofrível. Como esses estudantes cumpriram essa etapa da vida acadêmica sem ler um livro sequer? A literatura faz parte do ensino médio. Esse tipo de aluno nunca vai conseguir passar no Enem, por exemplo. É somente por meio da leitura que descobrimos as múltiplas faces da linguagem - diz.
Para Priscila, a qualidade do ensino nessas escolas tem que ser melhor avaliada e mais bem monitorada.
- É preciso saber como o professor atua. Faz parte do trabalho dele incentivar a leitura. O custo dos livros não pode ser desculpa para isso. Hoje temos bibliotecas públicas e na web também é possível fazer download de várias obras. O hábito da leitura deve fazer parte da rotina dos estudantes - conta
A pesquisa também revelou que 78% dos estudantes têm computador com acesso a internet.
- Era muito melhor dar livros para esses jovens do que um computador. A internet deve ser usada como uma ferramenta de acesso para a leitura - explica.
De acordo com a pesquisa, a qualidade do ensino nas escolas estaduais foi bem avaliada por 67% dos alunos. Para 13% é excelente, enquanto que para 54% é bom. Apenas 4% o avaliam negativamente.
Mais em: http://www.clipping.ueg.br/noticia/9421
A diretora executiva do Movimento Todos Pela Educação, Priscila Cruz, considera o resultado alarmante. Para ela, a leitura do texto literário no ensino médio é, sem dúvida, muito importante para o aluno nesta fase de formação.
- Isso é sofrível. Como esses estudantes cumpriram essa etapa da vida acadêmica sem ler um livro sequer? A literatura faz parte do ensino médio. Esse tipo de aluno nunca vai conseguir passar no Enem, por exemplo. É somente por meio da leitura que descobrimos as múltiplas faces da linguagem - diz.
Para Priscila, a qualidade do ensino nessas escolas tem que ser melhor avaliada e mais bem monitorada.
- É preciso saber como o professor atua. Faz parte do trabalho dele incentivar a leitura. O custo dos livros não pode ser desculpa para isso. Hoje temos bibliotecas públicas e na web também é possível fazer download de várias obras. O hábito da leitura deve fazer parte da rotina dos estudantes - conta
A pesquisa também revelou que 78% dos estudantes têm computador com acesso a internet.
- Era muito melhor dar livros para esses jovens do que um computador. A internet deve ser usada como uma ferramenta de acesso para a leitura - explica.
De acordo com a pesquisa, a qualidade do ensino nas escolas estaduais foi bem avaliada por 67% dos alunos. Para 13% é excelente, enquanto que para 54% é bom. Apenas 4% o avaliam negativamente.
Mais em: http://www.clipping.ueg.br/noticia/9421
Projeto prevê isenção de Imposto de Renda para professores
Professores que trabalham na rede pública de educação infantil, fundamental, média e superior poderão deixar de pagar o Imposto de Renda. A isenção está prevista no projeto 2607, de 2011, apresentado pelo deputado Felipe Bornier (PSD-RJ), em análise na Câmara.
Além de beneficiar os professores em efetivo exercício, a ideia da proposta, segundo o autor, é incentivar o maior número possível de pessoas a migrarem para o exercício do magistério.
O projeto recebeu o apoio do diretor do Sindicato dos Professores do Distrito Federal Rodrigo Rodrigues. Ele diz que muitos profissionais se sentem desestimulados com a atividade de docência e acabam buscando outras funções. Por outro lado, Rodrigues ressalta que é importante verificar de que forma o benefício será concedido.
"Parece que ela fala apenas de professores que estão em atividade em sala de aula e existem outras funções importantes, pedagogicamente, dentro de uma escola, como laboratórios, como sala de leitura, como a própria direção de uma escola, como a coordenação pedagógica. Todas essas atividades são de extrema importância para o dia a dia escolar também."
Já a deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) afirma que o projeto vai na direção contrária às necessidades dos profissionais.
Além de beneficiar os professores em efetivo exercício, a ideia da proposta, segundo o autor, é incentivar o maior número possível de pessoas a migrarem para o exercício do magistério.
O projeto recebeu o apoio do diretor do Sindicato dos Professores do Distrito Federal Rodrigo Rodrigues. Ele diz que muitos profissionais se sentem desestimulados com a atividade de docência e acabam buscando outras funções. Por outro lado, Rodrigues ressalta que é importante verificar de que forma o benefício será concedido.
"Parece que ela fala apenas de professores que estão em atividade em sala de aula e existem outras funções importantes, pedagogicamente, dentro de uma escola, como laboratórios, como sala de leitura, como a própria direção de uma escola, como a coordenação pedagógica. Todas essas atividades são de extrema importância para o dia a dia escolar também."
Já a deputada Professora Dorinha Seabra Rezende (DEM-TO) afirma que o projeto vai na direção contrária às necessidades dos profissionais.
sábado, 4 de fevereiro de 2012
Psicólogo dá dicas de como encarar momentos de transição na escola
O trânsito já denuncia que as férias acabaram. Depois do descanso, crianças e adolescentes reencontram os amigos da escola. Eles já sabem: começa tudo de novo.
Para alunos do sexto ano, a antiga quinta série, 2012 vai ser cheio de novidades. O estudante Alan só tinha um professor para todas as disciplinas, mas agora: “São muitas matérias e oito professores”, afirma.
Os psicólogos dizem que nessa fase o mais importante é que os pais fiquem bem atentos a qualquer dificuldade. Recorram logo ao reforço na própria escola ou a um professor particular, sem esperar até o segundo bimestre.
Para outro grupo de estudantes, as mudanças são ainda maiores. Eles estão entrando no Ensino Médio, hora de decidir o que vão fazer da vida.
O grande desafio é aprender a usar bem o tempo, uma mudança de atitude. “Uma atitude mais responsável com os estudos, uma capacidade maior de gerenciamento do tempo pra dividir as atividades que seriam lúdicas, de lazer, e as atividades de responsabilidade”, explica Fábio Caló, psicólogo.
Mas será que a vida de repente tem que ficar séria demais? “Eu acho que a gente tem que ter um momento de diversão também, porque não adianta só estudar, estudar, estudar e não se divertir”, diz Camila Lanfredi, 15 anos -estudante.
“Esse equilíbrio entre a prática de esportes, a vivência de atividades que são de lazer, bem como as atividades de estudo é fundamental”, afirma o psicólogo.
Apesar de aumentar a atenção, os pais não devem fazer comparações. “Jamais devem dizer para o adolescente que os primos deles ou que até mesmo um coleguinha de turma tem um desempenho melhor, é mais inteligente, se dedica mais. Esse tipo de comentário, esse tipo de consideração está vetada”, ressalta o especialista.
Mais em: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2012/02/psicologo-da-dicas-de-como-encarar-momentos-de-transicao-na-escola.html
Para alunos do sexto ano, a antiga quinta série, 2012 vai ser cheio de novidades. O estudante Alan só tinha um professor para todas as disciplinas, mas agora: “São muitas matérias e oito professores”, afirma.
Os psicólogos dizem que nessa fase o mais importante é que os pais fiquem bem atentos a qualquer dificuldade. Recorram logo ao reforço na própria escola ou a um professor particular, sem esperar até o segundo bimestre.
Para outro grupo de estudantes, as mudanças são ainda maiores. Eles estão entrando no Ensino Médio, hora de decidir o que vão fazer da vida.
O grande desafio é aprender a usar bem o tempo, uma mudança de atitude. “Uma atitude mais responsável com os estudos, uma capacidade maior de gerenciamento do tempo pra dividir as atividades que seriam lúdicas, de lazer, e as atividades de responsabilidade”, explica Fábio Caló, psicólogo.
Mas será que a vida de repente tem que ficar séria demais? “Eu acho que a gente tem que ter um momento de diversão também, porque não adianta só estudar, estudar, estudar e não se divertir”, diz Camila Lanfredi, 15 anos -estudante.
“Esse equilíbrio entre a prática de esportes, a vivência de atividades que são de lazer, bem como as atividades de estudo é fundamental”, afirma o psicólogo.
Apesar de aumentar a atenção, os pais não devem fazer comparações. “Jamais devem dizer para o adolescente que os primos deles ou que até mesmo um coleguinha de turma tem um desempenho melhor, é mais inteligente, se dedica mais. Esse tipo de comentário, esse tipo de consideração está vetada”, ressalta o especialista.
Mais em: http://g1.globo.com/jornal-hoje/noticia/2012/02/psicologo-da-dicas-de-como-encarar-momentos-de-transicao-na-escola.html
Projeto isenta estudante de escola pública da taxa de inscrição no vestibular
A Câmara analisa proposta que isenta do pagamento da taxa de inscrição no vestibular de instituições federais o candidato que comprovar ter cursado todo o ensino médio em escola pública ou em escola particular como bolsista integral. Segundo o autor, deputado Weverton Rocha (PDT-MA), o objetivo da proposta (PL 2872/11) é facilitar o acesso de estudantes de baixa renda à educação superior de qualidade.
“Os valores cobrados pelos processos seletivos são variáveis em todo o País, mas o fato é que, para muitas famílias, esse custo adicional pode ser proibitivo”, argumenta Rocha. “Para o Poder Público, no entanto, o ônus de custear diretamente essas seleções é irrisório, sobretudo se comparado ao benefício social que a isenção pode promover.”
Tramitação
A proposta tramita em conjunto com o Projeto de Lei 4212/04, que trata da reforma universitária. Os projetos serão analisados por uma comissão especial e pelo Plenário.
Também aguarda votação na Câmara outra proposta que prevê gratuidade da inscrição no vestibular para alunos que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas. É o Projeto de Lei 5457/09, do Senado, que será votado nas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Mais em: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/208148-PROJETO-ISENTA-ESTUDANTE-DE-ESCOLA-PUBLICA-DA-TAXA-DE-INSCRICAO-NO-VESTIBULAR.html
“Os valores cobrados pelos processos seletivos são variáveis em todo o País, mas o fato é que, para muitas famílias, esse custo adicional pode ser proibitivo”, argumenta Rocha. “Para o Poder Público, no entanto, o ônus de custear diretamente essas seleções é irrisório, sobretudo se comparado ao benefício social que a isenção pode promover.”
Tramitação
A proposta tramita em conjunto com o Projeto de Lei 4212/04, que trata da reforma universitária. Os projetos serão analisados por uma comissão especial e pelo Plenário.
Também aguarda votação na Câmara outra proposta que prevê gratuidade da inscrição no vestibular para alunos que tenham cursado integralmente o ensino médio em escolas públicas. É o Projeto de Lei 5457/09, do Senado, que será votado nas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Mais em: http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/EDUCACAO-E-CULTURA/208148-PROJETO-ISENTA-ESTUDANTE-DE-ESCOLA-PUBLICA-DA-TAXA-DE-INSCRICAO-NO-VESTIBULAR.html
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
Tablets substituem livros em escolas brasileiras
No Centro Educacional Sigma, em Brasília, a lista de material escolar do 1º ano do ensino médio ficou mais curta. Em vez de vários livros, os pais tiveram que comprar apenas um item – um tablet – e pagar mais R$ 1,1 mil pelos aplicativos com o conteúdo didático exigido para todas as disciplinas. A novidade com potencial de revolucionar a interatividade em sala de aula começa a se popularizar no País a partir deste ano, mas ainda esbarra em algumas dificuldades, como a falta de preparo dos professores para o uso da ferramenta e o potencial de dispersão que a internet tem sobre os estudantes.
Em outras instituições em diferentes Estados, embora o equipamento ainda não seja obrigatório passou a ser não apenas aceito, mas estimulado. No Ceará, uma rede dá opção para os alunos: livros ou um tablet. Em São Paulo, um colégio criou um laboratório móvel com 30 equipamentos e outra investe em formação de professores para o uso da tecnologia.
Na instituição no Distrito Federal a substituição dos livros por dispositivos móveis será “testada” em grande escala – por cerca de 1 mil alunos das cinco unidades espalhadas pela cidade.
De acordo com o professor de Física André Frattezi, um dos entusiastas do uso da nova tecnologia, havia uma preocupação da direção da escola além de ganhos de aprendizado. A quantidade de livros carregada pelos alunos diariamente também era motivo de conversas com os professores. Alguns viram no tablet a solução para o problema.
Frattezi conta que, depois de uma procura de material específico para a ferramenta nas editoras brasileiras, os professores perceberam que o desafio de inserir os tablets na sala de aula seria grande. Não encontraram material adaptado para eles no mercado e decidiram produzir o próprio conteúdo.
Em outras instituições em diferentes Estados, embora o equipamento ainda não seja obrigatório passou a ser não apenas aceito, mas estimulado. No Ceará, uma rede dá opção para os alunos: livros ou um tablet. Em São Paulo, um colégio criou um laboratório móvel com 30 equipamentos e outra investe em formação de professores para o uso da tecnologia.
Na instituição no Distrito Federal a substituição dos livros por dispositivos móveis será “testada” em grande escala – por cerca de 1 mil alunos das cinco unidades espalhadas pela cidade.
De acordo com o professor de Física André Frattezi, um dos entusiastas do uso da nova tecnologia, havia uma preocupação da direção da escola além de ganhos de aprendizado. A quantidade de livros carregada pelos alunos diariamente também era motivo de conversas com os professores. Alguns viram no tablet a solução para o problema.
Frattezi conta que, depois de uma procura de material específico para a ferramenta nas editoras brasileiras, os professores perceberam que o desafio de inserir os tablets na sala de aula seria grande. Não encontraram material adaptado para eles no mercado e decidiram produzir o próprio conteúdo.
Música não está nos currículos
As escolas públicas e privadas de Ensino Médio estão obrigadas a incluir aulas de música nos currículos pedagógicos.
Apesar de ser determinada por lei, a norma é descumprida por muitas instituições da Paraíba.
Ontem, o Conselho Nacional de Educação (CNE) divulgou uma resolução recomendando aos colégios que insiram essas aulas na disciplina de Educação Artística e apliquem também conteúdos que abordem as cultura afro-brasileira, indígena e europeia. Os colégios ainda são obrigados a ensinar a língua espanhola.
Apesar da obrigatoriedade, as normas vêm sendo negligenciadas em alguns Estados e municípios, segundo o Ministério da Educação. O caso é considerado preocupante porque as diretrizes curriculares nacionais devem ser obedecidas por todos os colégios de Ensino Médio do país, sejam eles públicos ou privados.
Entre outras medidas, a resolução do Conselho Nacional de Educação recomenda que os colégios adotem até dois tipos de idiomas estrangeiros em sala de aula, mas isso não é obrigatório. Se a escola não tiver condições financeiras, poderá ensinar apenas uma língua de outra nacionalidade, que deverá ser a espanhola, em cumprimento à lei 11.161/2005.
A Lei de Diretrizes Básicas (LDB) ainda determina que o currículo do Ensino Médio contemple quatro áreas de conhecimento: Linguagens (artes, música, português, indígenas e idiomas estrangeiros), Matemática, Ciências da Natureza (física, biologia e química) e Ciências Humanas (Geografia, História, Sociologia e Filosofia).
Apesar de ser determinada por lei, a norma é descumprida por muitas instituições da Paraíba.
Ontem, o Conselho Nacional de Educação (CNE) divulgou uma resolução recomendando aos colégios que insiram essas aulas na disciplina de Educação Artística e apliquem também conteúdos que abordem as cultura afro-brasileira, indígena e europeia. Os colégios ainda são obrigados a ensinar a língua espanhola.
Apesar da obrigatoriedade, as normas vêm sendo negligenciadas em alguns Estados e municípios, segundo o Ministério da Educação. O caso é considerado preocupante porque as diretrizes curriculares nacionais devem ser obedecidas por todos os colégios de Ensino Médio do país, sejam eles públicos ou privados.
Entre outras medidas, a resolução do Conselho Nacional de Educação recomenda que os colégios adotem até dois tipos de idiomas estrangeiros em sala de aula, mas isso não é obrigatório. Se a escola não tiver condições financeiras, poderá ensinar apenas uma língua de outra nacionalidade, que deverá ser a espanhola, em cumprimento à lei 11.161/2005.
A Lei de Diretrizes Básicas (LDB) ainda determina que o currículo do Ensino Médio contemple quatro áreas de conhecimento: Linguagens (artes, música, português, indígenas e idiomas estrangeiros), Matemática, Ciências da Natureza (física, biologia e química) e Ciências Humanas (Geografia, História, Sociologia e Filosofia).
quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012
MEC publica resolução com diretrizes curriculares para o ensino médio
O Ministério da Educação publicou, na edição desta terça-feira (31) do "Diário Oficial da União", a resolução que define as diretrizes curriculares para o ensino médio nas escolas públicas e particulares. A resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) conclui um processo de discussão sobre a nova realidade dos estudantes de nível médio no país, e foi homologada pelo então ministro da Educação Fernando Haddad em seu último dia no cargo, na segunda-feira (23).
O texto, que substitui diretrizes em vigor desde 1998, contém 23 artigos relacionados à organização curricular, às formas de oferta de ensino, ao projeto político-pedagógico das escolas e aos sistemas de ensino.
A resolução havia sido aprovada em maio pelo CNE e enviada ao ministro para homologação. Porém, entidades da sociedade civil pediram a revisão de um dos dispostivos, que permitia que até 20% da carga horária fosse cumprida à distância sem a presença obrigatória de professores.
O texto, que substitui diretrizes em vigor desde 1998, contém 23 artigos relacionados à organização curricular, às formas de oferta de ensino, ao projeto político-pedagógico das escolas e aos sistemas de ensino.
A resolução havia sido aprovada em maio pelo CNE e enviada ao ministro para homologação. Porém, entidades da sociedade civil pediram a revisão de um dos dispostivos, que permitia que até 20% da carga horária fosse cumprida à distância sem a presença obrigatória de professores.
quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012
Mensalidades de cursinhos e escolas sobem mais do que a inflação
Em todo o Brasil, as aulas mal começaram e os pais já levaram um susto. É a filha fazendo esforço na piscina, e o pai suando para pagar a mensalidade. “A gente tenta fazer dentro daquilo que nosso orçamento permite”, comenta o policial militar Rodrigo Ribeiro.
É um sufoco quando a conta vem em dobro, diz a tia das gêmeas Melissa e Maria Luiza. “Elas sempre querem mais, por exemplo balé e inglês. Haja dinheiro”, diz a dona de casa Arlete Godói.
O diagnóstico do IBGE indica que essa dor no bolso pode estar sendo provocada por um fator positivo: o crescimento da economia. O problema é o efeito colateral. Os reajustes raramente ficam abaixo da inflação.
“A renda vem crescendo acima da média. Então, há uma apreensão de se pagar mais pelos profissionais contratados nesta área. O próprio salário-mínimo, que é o piso salarial, vem crescendo acima da média. Isso acaba empurrando os custos de salário”, explica o analista do IBGE, Antônio Braz de Oliveira.
A inflação acumulada nos últimos 12 meses foi de 6,5%, índice bem menor que o reajuste médio aplicado pelas escolas de informática, pelos cursinhos de idiomas e pelas escolinhas de natação das principais capitais do país. “Com as coisas subindo, salário-mínimo e tudo, nós temos de repassar esse aumento também da inflação”, afirma Helder Ferreira Sobrinho, coordenador de uma escola.
Os filhos da fotógrafa Helen Denis Oliveira estão na aula de inglês. Cada um aprende um tipo de esporte. A sorte é que, nessa família, o poder de negociação é grande. “Fui negociar um desconto. Falei que os outros dois têm de fazer também, e eles falam: ‘Claro, vamos dar um desconto’. Não vai querer perder três?”, conta.
Mais em: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2012/01/mensalidades-de-cursinhos-e-escolas-sobem-mais-do-que-inflacao.html
É um sufoco quando a conta vem em dobro, diz a tia das gêmeas Melissa e Maria Luiza. “Elas sempre querem mais, por exemplo balé e inglês. Haja dinheiro”, diz a dona de casa Arlete Godói.
O diagnóstico do IBGE indica que essa dor no bolso pode estar sendo provocada por um fator positivo: o crescimento da economia. O problema é o efeito colateral. Os reajustes raramente ficam abaixo da inflação.
“A renda vem crescendo acima da média. Então, há uma apreensão de se pagar mais pelos profissionais contratados nesta área. O próprio salário-mínimo, que é o piso salarial, vem crescendo acima da média. Isso acaba empurrando os custos de salário”, explica o analista do IBGE, Antônio Braz de Oliveira.
A inflação acumulada nos últimos 12 meses foi de 6,5%, índice bem menor que o reajuste médio aplicado pelas escolas de informática, pelos cursinhos de idiomas e pelas escolinhas de natação das principais capitais do país. “Com as coisas subindo, salário-mínimo e tudo, nós temos de repassar esse aumento também da inflação”, afirma Helder Ferreira Sobrinho, coordenador de uma escola.
Os filhos da fotógrafa Helen Denis Oliveira estão na aula de inglês. Cada um aprende um tipo de esporte. A sorte é que, nessa família, o poder de negociação é grande. “Fui negociar um desconto. Falei que os outros dois têm de fazer também, e eles falam: ‘Claro, vamos dar um desconto’. Não vai querer perder três?”, conta.
Mais em: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2012/01/mensalidades-de-cursinhos-e-escolas-sobem-mais-do-que-inflacao.html
Currículo do ensino médio carece de flexibilidade
Um estereótipo popularmente difundido entre as pessoas mostra que muitos estudantes do ensino médio têm pesadelos com suas aulas de Matemática. Porém, um recente estudo da Faculdade de Educação (FE) da USP tenta mostrar que isso não é exatamente culpa dos alunos, mas sim do sistema de ensino brasileiro. “A baixa carga horária, classes lotadas, professores despreparados, uma infinidade de disciplinas e a rigidez de currículo, que considera estudantes com muito potencial e alunos pouco interessados num assunto como iguais, faz com que reações assim aconteçam”, explica o professor de Matemática José Carlos Oliveira Costa, autor da pesquisa. Segundo ele, “uma boa educação é aquela que se ajusta à pessoa que deveria poder optar por aprofundar seus estudos, já no ensino médio, em suas áreas de interesses futuros.”
domingo, 29 de janeiro de 2012
MEC prepara projeto para reestruturar educação no campo
O novo ministro da Educação, Aloizio Mercadante, deverá apresentar nas próximas semanas seu primeiro programa. O Pronacampo, preparado ainda durante a gestão de Fernando Haddad, pretende combater um dos gargalos da educação: dar mais atenção à educação rural, uma modalidade de ensino que abriga quase 6,5 milhões de estudantes, mas tem as piores escolas, professores e indicadores. Pelo menos mil municípios, com índices de pobreza aguda, receberão um grupo de ações para reverter o abandono.
O projeto, que foi apresentado à presidente Dilma Rousseff durante as reuniões ministeriais da semana passada, inclui desde a construção de novas escolas até a formação dos professores. A lista dos municípios que serão beneficiados ainda não está fechada, mas se concentrará nas regiões Norte e Nordeste.
O projeto, que foi apresentado à presidente Dilma Rousseff durante as reuniões ministeriais da semana passada, inclui desde a construção de novas escolas até a formação dos professores. A lista dos municípios que serão beneficiados ainda não está fechada, mas se concentrará nas regiões Norte e Nordeste.
sábado, 28 de janeiro de 2012
MEC veta aulas a distância no ensino médio
O Ministério da Educação (MEC) vetou trecho de uma resolução do Conselho Nacional de Educação (CNE) que recomendava a oferta de ensino a distância em até 20% da carga horária do ensino médio regular noturno. A decisão foi um dos últimos atos do então ministro Fernando Haddad, que deixou o cargo anteontem.
A possibilidade de incluir atividades não presenciais no currículo de ensino médio noturno constava na versão original das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, aprovada em maio pelo conselho. Mas, sob pressão de sindicatos de professores, Haddad pediu ao CNE que o texto fosse alterado, com a retirada do trecho relativo ao ensino a distância.
A possibilidade de incluir atividades não presenciais no currículo de ensino médio noturno constava na versão original das Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Médio, aprovada em maio pelo conselho. Mas, sob pressão de sindicatos de professores, Haddad pediu ao CNE que o texto fosse alterado, com a retirada do trecho relativo ao ensino a distância.
Estruturação pedagógica faz início de aulas ser adiado em Campo Grande
A Secretaria de Educação de Campo Grande adiou o início do ano letivo de 2012 para o dia 9 de fevereiro, segundo nota divulgada no site do órgão. O motivo, segundo a Secretaria Municipal de Educação (Semed), foi a preparação da estrutura disciplinar para receber os estudantes.
Anteriormente, a data prevista para o início das aulas nas 92 escolas na Rede Municipal de Ensino (Reme) era dia 6 de fevereiro.
Segundo a nota, estão sendo convocados 300 profissionais aprovados em concursos para a Semed entre os anos de 2007 e 2009. De acordo com a secretária Educação, Maria Cecília Amendola da Motta, os professores estarão passando por seleções para apoio pedagógico. O objetivo é preparar o profissional para atender as crianças, principalmente as matrículas no pré I e II. A secretaria não divulgou quantos alunos estão matriculados na Reme este ano.
Masi em: http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2012/01/por-falta-de-professores-inicio-de-aulas-e-adiado-em-campo-grande.html
Anteriormente, a data prevista para o início das aulas nas 92 escolas na Rede Municipal de Ensino (Reme) era dia 6 de fevereiro.
Segundo a nota, estão sendo convocados 300 profissionais aprovados em concursos para a Semed entre os anos de 2007 e 2009. De acordo com a secretária Educação, Maria Cecília Amendola da Motta, os professores estarão passando por seleções para apoio pedagógico. O objetivo é preparar o profissional para atender as crianças, principalmente as matrículas no pré I e II. A secretaria não divulgou quantos alunos estão matriculados na Reme este ano.
Masi em: http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2012/01/por-falta-de-professores-inicio-de-aulas-e-adiado-em-campo-grande.html
Educação financeira deve entrar no currículo da rede pública
Começo da vida adulta, primeiro salário e a dúvida: o que fazer com o dinheiro? Poupar para o futuro ou comprar aqueles itens sempre desejados? Se poupar, em que investir? Muitos brasileiros se veem diante dessas - e muitas outras - questões logo que entram no mercado de trabalho. A culpa, para alguns, é da escola, que não ensina o aluno como gerenciar seus próprios recursos. Pois, a partir deste ano, as siglas SFN, Selic e CVM farão parte do currículo escolar. É o que propõe um decreto aprovado pelo governo federal em dezembro do ano passado.
Segundo a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), as escolas públicas deverão incluir aulas de educação financeira no currículo básico. É o começo de uma caminhada rumo à erradicação do analfabetismo financeiro. "É muito importante o aluno tomar conhecimento da educação financeira desde cedo, para ser um adulto com maior qualidade de vida e, principalmente, saber fazer escolhas e diferenciar querer de precisar", afirma Odete Reis, educadora e consultora financeira.
Segundo a Estratégia Nacional de Educação Financeira (ENEF), as escolas públicas deverão incluir aulas de educação financeira no currículo básico. É o começo de uma caminhada rumo à erradicação do analfabetismo financeiro. "É muito importante o aluno tomar conhecimento da educação financeira desde cedo, para ser um adulto com maior qualidade de vida e, principalmente, saber fazer escolhas e diferenciar querer de precisar", afirma Odete Reis, educadora e consultora financeira.
LDB poderá ter limites ao número de alunos por turma
As turmas de pré-escola e dos dois primeiros anos do ensino fundamental poderão contar com no máximo 25 alunos. Nos anos subsequentes do ensino fundamental e no ensino médio, poderão estar em cada sala de aula até 35 alunos. Os limites estão previstos no Projeto de Lei do Senado (PLS) 504/11, de autoria do senador Humberto Costa (PT-PE), que está pronto para votação na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE), onde receberá decisão terminativa .
O projeto modifica o artigo 25 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), segundo o qual será “objetivo permanente” das autoridades responsáveis alcançar uma “relação adequada” entre o número de alunos e o professor. Segundo parágrafo que será acrescentado ao artigo, caberá a cada sistema de ensino, “à vista das condições disponíveis e das características regionais e locais”, estabelecer como se dará essa relação adequada, assegurados os tetos máximos de 25 e 35 alunos por turma.
Segundo o autor da proposta, não se pode tolerar o funcionamento de turmas com quarenta ou mais alunos no ensino fundamental e sessenta ou mais no ensino médio, muitas vezes a partir do que chamou de motivações de falsa “economia” nas redes públicas e de “lucratividade acintosa” nas escolas privadas. Nem classes tão numerosas na pré-escola, que impediriam, a seu ver, o atendimento individualizado e a avaliação contínua do “delicado e artesanal processo de alfabetização”.
O projeto modifica o artigo 25 da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB), segundo o qual será “objetivo permanente” das autoridades responsáveis alcançar uma “relação adequada” entre o número de alunos e o professor. Segundo parágrafo que será acrescentado ao artigo, caberá a cada sistema de ensino, “à vista das condições disponíveis e das características regionais e locais”, estabelecer como se dará essa relação adequada, assegurados os tetos máximos de 25 e 35 alunos por turma.
Segundo o autor da proposta, não se pode tolerar o funcionamento de turmas com quarenta ou mais alunos no ensino fundamental e sessenta ou mais no ensino médio, muitas vezes a partir do que chamou de motivações de falsa “economia” nas redes públicas e de “lucratividade acintosa” nas escolas privadas. Nem classes tão numerosas na pré-escola, que impediriam, a seu ver, o atendimento individualizado e a avaliação contínua do “delicado e artesanal processo de alfabetização”.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Governo da Paraíba fecha 188 escolas de ensino fundamental e médio
O governo da Paraíba fechou 188 escolas de ensino fundamental e médio no fim do ano passado, o que representa 20% do total de escolas estaduais. Na capital, João Pessoa, 11 unidades encerraram as atividades. A medida visa corrigir problemas e irregularidades encontradas na rede, como escolas vazias ou com menos de 20 alunos, segundo a secretária executiva da Educação, Márcia Lucena.
Segundo a pasta, alunos de escolas fechadas serão redirecionados para a unidade mais próxima de casa. Ainda de acordo com a secretaria, não faltarão vagas, já que as escolas desativadas tinham poucos alunos.
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Paraíba é contra a forma como a mudança foi feita. O diretor Paulo Tavares diz que os professores não foram avisados e que docentes que tinham contratos temporários, com vigência até dezembro de 2011, não sabem se serão convocados novamente neste ano. Hoje, o sindicato fará uma assembleia para decidir se haverá paralisação.
Mais em: http://jornaldaparaiba.com.br/noticia/75186_governo-da-paraiba-fecha-188-escolas-de-ensino-fundamental--e-medio
Segundo a pasta, alunos de escolas fechadas serão redirecionados para a unidade mais próxima de casa. Ainda de acordo com a secretaria, não faltarão vagas, já que as escolas desativadas tinham poucos alunos.
O Sindicato dos Trabalhadores em Educação da Paraíba é contra a forma como a mudança foi feita. O diretor Paulo Tavares diz que os professores não foram avisados e que docentes que tinham contratos temporários, com vigência até dezembro de 2011, não sabem se serão convocados novamente neste ano. Hoje, o sindicato fará uma assembleia para decidir se haverá paralisação.
Mais em: http://jornaldaparaiba.com.br/noticia/75186_governo-da-paraiba-fecha-188-escolas-de-ensino-fundamental--e-medio
Alunos de escolas públicas serão examinados por equipes de saúde a partir de março
As condições de saúde de 11 milhões de estudantes de escolas públicas brasileiras serão avaliadas por médicos, enfermeiros e dentistas das unidades básicas de Saúde a partir de março. Os profissionais estarão em 50 mil escolas de 2.000 municípios do país.
“Muitas vezes, um problema de saúde, se não for identificado, pode atrapalhar o rendimento escolar”, disse a presidente Dilma Rousseff no programa de rádio Café com a Presidenta. Ela acrescentou que o governo deverá ainda envolver os pais no combate à obesidade infantil,problema que afeta um quinto das crianças brasileiras. “Reduzindo a obesidade infantil, vamos prevenir outras doenças que podem ocorrer no futuro, como a hipertensão e o diabetes”, explicou.
Dilma Rousseff destacou também as alterações no programa de vacinação infantil, que ocorrem a partir de agosto. A vacina contra a pólio, conhecida como paralisia infantil, será injetável nas duas primeiras doses para bebês e crianças. “Há 22 anos não registramos nenhum caso de paralisia infantil transmitido no país, mas a pólio ainda existe em 24 países. Como as pessoas viajam de lugar para outro e podem trazer o vírus, precisamos manter nossas crianças protegidas”, destacou Dilma.
“Muitas vezes, um problema de saúde, se não for identificado, pode atrapalhar o rendimento escolar”, disse a presidente Dilma Rousseff no programa de rádio Café com a Presidenta. Ela acrescentou que o governo deverá ainda envolver os pais no combate à obesidade infantil,problema que afeta um quinto das crianças brasileiras. “Reduzindo a obesidade infantil, vamos prevenir outras doenças que podem ocorrer no futuro, como a hipertensão e o diabetes”, explicou.
Dilma Rousseff destacou também as alterações no programa de vacinação infantil, que ocorrem a partir de agosto. A vacina contra a pólio, conhecida como paralisia infantil, será injetável nas duas primeiras doses para bebês e crianças. “Há 22 anos não registramos nenhum caso de paralisia infantil transmitido no país, mas a pólio ainda existe em 24 países. Como as pessoas viajam de lugar para outro e podem trazer o vírus, precisamos manter nossas crianças protegidas”, destacou Dilma.
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