A Faculdade Barretos, juntamente com o coordenador do Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, dão as Boas Vindas a todos os alunos para o ano letivo de 2012! Sejam Bem Vindos!
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

Prefeitura de São Paulo atrasa entrega de material escolar e Kassab aprova

Cerca de 700 mil alunos da rede municipal de São Paulo iniciaram nesta segunda-feira, 6, as aulas sem ter recebido o material escolar e o uniforme para as aulas - uma obrigação da Prefeitura. Os materiais representam um investimento de mais de R$ 130 milhões. Apesar do transtorno que o atraso causa a alunos e escolas, o prefeito Gilberto Kassab (PSD) não só minimizou a falha como afirmou que entregar o kit escolar já no início das aulas “não é correto”.

“Nunca é nos primeiros dias, porque as crianças ainda estão se ambientando, conhecendo seu professor, a própria escola se organiza”, disse Kassab nesta segunda, na Prefeitura, antes de evento para sorteio da Nota Fiscal Paulistana. “Portanto, jamais será nos primeiros dias. Não é correto nem do ponto de vista organizacional. Mas o nosso esforço é que seja o mais rápido possível.”
Mais uma vez, os alunos começaram as aulas sem o material básico para os estudos em sala: cadernos, lápis, borracha, caneta e apontador. De acordo com o ano escolar, os kits variam e trazem itens como agenda, tinta e lápis de cor. De acordo com o prefeito, esse atraso “tem ocorrido ao longo dos últimos 12 anos nos primeiros 30 dias, 60 dias. Nesse ano vai ser ao longo dos primeiros 15 dias”.

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Material escolar: sindicato de SP é investigado por recomendar aumento nos preços

O Simpa-SP (Sindicato do Comércio Varejista de Material de Escritório, Escolar e Papelaria do Estado de São Paulo e Região) e o presidente do sindicato, Antônio Martins Nogueira, estão sendo investigados por recomendar data, valores e percentuais de aumento dos preços de material escolar ao consumidor.
A determinadação partiu da SDE (Secretaria de Direito Econômico), do Ministério da Justiça, por meio do Departamento de Proteção e Defesa do Consumidor (DPDC).
O sindicato também terá de publicar em cinco jornais de grande circulação, por dois dias seguidos, a nota da secretaria que informa os afiliados da proibição de recomendar aumento nos valores dos produtos. O DPDC alertou os Procons de todo o país para que redobrem a atenção e o monitoramento de papelarias e lojas de revenda de materiais escolares.
Segundo o Ministério da Justiça, a medida preventiva foi tomada após conhecimento de notícias veiculadas pela imprensa em 21 de dezembro de 2011, dizendo que o Simpa-SP estaria recomendando que o varejistas repassassem para os preços dos produtos que compõem a lista de material escolar o índice da inflação no período.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Criança 'inflaciona' e 'turbina' a lista de material escolar

Mochila estampada com princesas, estojo com personagens do filme do momento, cola com gliter. Nas prateleiras de lojas que vendem material escolar, as tentações para as crianças são muitas.
Por isso, levá-las na hora das compras pode pesar, e bastante, no bolso dos pais.
Aproveitando a temporada de compra de material e a volta às aulas, a partir dessa segunda-feira, a Folha convidou uma estudante de 10 anos para um experimento.
Com a lista de uma escola tradicional de São Paulo em mãos, a reportagem levou Natália de Albuquerque do Amaral às compras.
Ela foi orientada a escolher o que quis, sem precisar olhar os preços. A única regra era seguir a lista da escola.
Ao mesmo tempo, a reportagem também simulou outra compra, contendo produtos similares, mas com os valores mais em conta.
Resultado: a cesta da menina ficou o triplo do valor da outra, onde havia apenas os materiais mais baratos; R$ 429,51, contra R$ 159,87.
No final, a estudante foi autorizada a selecionar itens de fora da lista da escola. Aqueles que viu na prateleira e insistiria com a mãe para levar.
Foram dez produtos, entre eles uma garrafinha com personagem de desenho animado, adesivos coloridos e tintas fluorescentes. A conta final subiu para R$ 614,98.
"Nossa, se fosse de verdade minha mãe ficaria bem brava", divertiu-se Natália no caixa, após ver o resultado.
A escolha dela foi baseada na beleza dos itens, explicou. De preferência, os que continham a estampa de algum tipo de animal, paixão dela.
A tesoura colorida custou R$ 9,99; a mais barata, toda preta e de melhor qualidade, R$ 1,99; o lápis de cor, que vinha com um estojinho, R$ 39,90; um sem estojo, R$ 2,6.

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