Cerca de 30 escolas católicas fecharão as portas definitivamente nesta semana, em Nova York, nos Estados Unidos, no âmbito de uma reestruturação decidida pela arquidiocese para enfrentar problemas de financiamento e uma queda abrupta do número de alunos matriculados.
A medida, aprovada pelo arcebispo Timothy Dolan, afeta 27 (10%) das 274 escolas católicas dos dez condados do vale do rio Hudson, sob a esfera da arquidiocese de Nova York, segundo números oficiais. "Estas escolas têm visto uma queda de 71% em suas matrículas nos últimos cinco anos", informou a diocese arcebispal, ao enumerar uma das razões de sua decisão.
Segundo explicou, com estes fechamentos, seu déficit econômico será reduzido em US$ 10 milhões. O número de estudantes afetados pela decisão é de 3.652, o que representa "7% destes matriculados em escolas católicas de nível fundamental" na região sob controle da arquidiocese.
Atualmente, 80 mil alunos frequentam escolas fundamentais e secundaristas dos dez condados da arquidiocese, segundo números da Superintendência de Escolas Católicas de Nova York.
A Faculdade Barretos, juntamente com o coordenador do Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, dão as Boas Vindas a todos os alunos para o ano letivo de 2012! Sejam Bem Vindos!
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Ministério da Educação assume coordenação do programa ProJovem
O programa ProJovem Urbano, do governo federal, passou a ser gerido a partir desta quinta-feira pelo Ministério da Educação (MEC). O governo também anunciou que novos turmas serão abertas no início de 2012, já sob a coordenação do MEC.
O ProJovem Urbano foi instituído em 2005, durante o governo do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. O programa era gerido pela Secretaria Nacional de Juventude e pelo Conselho Nacional de Juventude, órgãos vinculados à Secretaria-Geral da Presidência da República. O programa tem o objetivo de promover a inclusão social dos jovens.
De acordo com nota divulgada nesta quinta-feira pela Secretaria-Geral da Presidência da República, a mudança objetiva garantir a "atualização, o aperfeiçoamento e a expansão" do programa.
"A transferência da coordenação do ProJovem Urbano para o MEC, após seis anos de experiência exitosa, visa a ultrapassar sua etapa de implantação para lhe dar a condição de política pública vinculada à estrutura do sistema educacional brasileiro. Com isso, sua potencialidade já demonstrada poderá ser plenamente realizada, ampliando expressivamente sua abrangência e aperfeiçoando sua execução", diz a nota divulgada pelo ministro Gilberto Carvalho.
Créditos: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5215362-EI8266,00-Ministerio+da+Educacao+assume+coordenacao+do+programa+ProJovem.html
O ProJovem Urbano foi instituído em 2005, durante o governo do ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. O programa era gerido pela Secretaria Nacional de Juventude e pelo Conselho Nacional de Juventude, órgãos vinculados à Secretaria-Geral da Presidência da República. O programa tem o objetivo de promover a inclusão social dos jovens.
De acordo com nota divulgada nesta quinta-feira pela Secretaria-Geral da Presidência da República, a mudança objetiva garantir a "atualização, o aperfeiçoamento e a expansão" do programa.
"A transferência da coordenação do ProJovem Urbano para o MEC, após seis anos de experiência exitosa, visa a ultrapassar sua etapa de implantação para lhe dar a condição de política pública vinculada à estrutura do sistema educacional brasileiro. Com isso, sua potencialidade já demonstrada poderá ser plenamente realizada, ampliando expressivamente sua abrangência e aperfeiçoando sua execução", diz a nota divulgada pelo ministro Gilberto Carvalho.
Créditos: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5215362-EI8266,00-Ministerio+da+Educacao+assume+coordenacao+do+programa+ProJovem.html
Redes sociais e 'twitteratura' aproximam o aluno do professor
Com informações rápidas em 140 caracteres e com uma infinidade de imagens, vídeos e links online, o maior desafio dos educadores atualmente é criar mecanismos que prendam a atenção dos alunos nos conteúdos escolares. Alguns professores perceberam que a solução para conquistar os estudantes é levar a sala de aula para o principal meio de socialização dos jovens: as redes sociais.
Enquanto o professor explica o conteúdo no quadro negro, os alunos recebem pelo microblog Twitter atualizações com links de imagens e vídeos relacionados ao que é ensinado. Depois, os alunos têm a tarefa de buscar informações adicionais e tuitar a descoberta para o educador. Assim, a escola vence as fronteiras da sala de aula e proporciona a estudantes e professores interagirem presencial e virtualmente.
O cenário descrito acima é considerado ideal para José Armando Valente, pesquisador do Núcleo de Informática Aplicada à Educação da Universidade de Capinas (Unicamp). Segundo ele, é nas redes sociais que os jovens buscam notícias, atualizações e também se relacionam com amigos. Por que não fazer uso deste meio para que eles socializem com os professores e busquem informações sobre os conteúdos aprendidos em sala de aula?
Enquanto o professor explica o conteúdo no quadro negro, os alunos recebem pelo microblog Twitter atualizações com links de imagens e vídeos relacionados ao que é ensinado. Depois, os alunos têm a tarefa de buscar informações adicionais e tuitar a descoberta para o educador. Assim, a escola vence as fronteiras da sala de aula e proporciona a estudantes e professores interagirem presencial e virtualmente.
O cenário descrito acima é considerado ideal para José Armando Valente, pesquisador do Núcleo de Informática Aplicada à Educação da Universidade de Capinas (Unicamp). Segundo ele, é nas redes sociais que os jovens buscam notícias, atualizações e também se relacionam com amigos. Por que não fazer uso deste meio para que eles socializem com os professores e busquem informações sobre os conteúdos aprendidos em sala de aula?
Rio: denúncia de bullying em escola de elite vira caso de polícia
Nova denúncia de bullying em uma das escolas mais tradicionais - e caras - do Rio de Janeiro foi parar na 14ª DP (Leblon). Uma adolescente de 15 anos do Colégio Santo Agostinho, no Leblon, campeão do Enem em 2006, teria agredido estudante de 12 anos. A mãe registrou a queixa na delegacia há uma semana. "Ela contou que a filha vinha sofrendo agressões físicas e verbais pela mesma estudante", disse ontem a delegada Flávia Monteiro de Barros.
Segundo a delegada, professores e o coordenador pedagógico do colégio já foram intimados a prestar depoimento, semana que vem. Os pais da aluna que teria praticado a agressão também foram chamados a depor.
Procurada, a escola não se pronunciou. A adolescente agredida foi encaminhada para exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal. O laudo deverá ficar pronto nos próximos dias.
Pesquisa do Instituto Informa, feita em abril deste ano com 830 estudantes de 10 a 16 anos do Rio, revelou que 82,8% dos alunos de escolas particulares foram vítimas ou conheceram alguém que sofreu bullying. A prática recorrente envolve ofensas pessoais, deboches, humilhações em público e agressões físicas.
Segundo a delegada, professores e o coordenador pedagógico do colégio já foram intimados a prestar depoimento, semana que vem. Os pais da aluna que teria praticado a agressão também foram chamados a depor.
Procurada, a escola não se pronunciou. A adolescente agredida foi encaminhada para exame de corpo de delito no Instituto Médico-Legal. O laudo deverá ficar pronto nos próximos dias.
Pesquisa do Instituto Informa, feita em abril deste ano com 830 estudantes de 10 a 16 anos do Rio, revelou que 82,8% dos alunos de escolas particulares foram vítimas ou conheceram alguém que sofreu bullying. A prática recorrente envolve ofensas pessoais, deboches, humilhações em público e agressões físicas.
domingo, 3 de julho de 2011
Após protestos, Chile deve apresentar reforma educacional
Fernando Rojas, subsecretário chileno da Educação, anunciou nesta sexta-feira que o presidente Sebastián Piñera apresentará nos próximos dias o projeto de reforma da educação, que estará centrado no "financiamento estudantil".
"Temos que nos encarregar de um sistema que dê acesso, que dê financiamento adequado e que reduza os custos que a educação superior tem para as famílias chilenas", disse Rojas, em uma entrevista para a rádio Cooperativa.
O projeto será discutido no Congresso e "tem que abordar matérias de qualidade", assim como "a criação da Subsecretaria da Educação Superior", disse o subsecretário.
Cerca de 400 mil pessoas se mobilizaram na quinta-feira em seis cidades do país durante uma manifestação convocada pela Confederação de Federações de Estudantes do Chile e pelo Colégio de Professores, segundo o balanço entregue por ambas as organizações.
"Temos que nos encarregar de um sistema que dê acesso, que dê financiamento adequado e que reduza os custos que a educação superior tem para as famílias chilenas", disse Rojas, em uma entrevista para a rádio Cooperativa.
O projeto será discutido no Congresso e "tem que abordar matérias de qualidade", assim como "a criação da Subsecretaria da Educação Superior", disse o subsecretário.
Cerca de 400 mil pessoas se mobilizaram na quinta-feira em seis cidades do país durante uma manifestação convocada pela Confederação de Federações de Estudantes do Chile e pelo Colégio de Professores, segundo o balanço entregue por ambas as organizações.
Chile: aluna é expulsa após organizar protesto pelo Facebook
Uma estudante da cidade chilena de Arica foi expulsa da escola por participar do movimento estudantil que protesta por melhores condições na educação do país. Segundo a diretora da escola, Luz Marina Osorio, a jovem foi punida por ter mobilizado os alunos por meio da rede social Facebook para que a escola se somasse as ações realizadas em diversas cidades do Chile.
Lorena Mussa, estudante do ensino médio, disse que o único objetivo da iniciativa era chamar seus colegas para discutir as demandas dos estudantes para a educação do país. Segundo a jovem, Osorio teria ameaçado que se os estudantes tomassem a escola ela poderia "matá-los".
Apesar das ameaças, Lorena disse que continuou sua participação no movimento e que chamou os colegas para mais uma reunião por meio do Facebook. Segundo a estudante, eles estavam dispostos a conversar, debater e escutar, mas a diretora chegou ao local e a levou para sua sala.
A estudante afirmou que foi mantida durante cinco horas na sala até que o colégio informou sobre a decisão da expulsão. Os pais de Lorena foram chamados pela direção e se recusaram a aceitar a medida da escola. Uma denúncia foi feita à secretaria de Educação de Arica e a família aguarda que a medida seja revista.
Lorena Mussa, estudante do ensino médio, disse que o único objetivo da iniciativa era chamar seus colegas para discutir as demandas dos estudantes para a educação do país. Segundo a jovem, Osorio teria ameaçado que se os estudantes tomassem a escola ela poderia "matá-los".
Apesar das ameaças, Lorena disse que continuou sua participação no movimento e que chamou os colegas para mais uma reunião por meio do Facebook. Segundo a estudante, eles estavam dispostos a conversar, debater e escutar, mas a diretora chegou ao local e a levou para sua sala.
A estudante afirmou que foi mantida durante cinco horas na sala até que o colégio informou sobre a decisão da expulsão. Os pais de Lorena foram chamados pela direção e se recusaram a aceitar a medida da escola. Uma denúncia foi feita à secretaria de Educação de Arica e a família aguarda que a medida seja revista.
Matemáticos acreditam que "Pi" está errado e criam novo número
Há 10 anos, um matemático da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, afirmou que o número Pi, tão conhecido por todos, poderia estar errado. Segundo ele, o verdadeiro "número sagrado" para a matemática das circunferências é o 2Pi, ou seja, o seu dobro. A partir de então, começou um movimento para a criação de outro número, o Tau.
O site Live Science conta que, em 2001, o matemático Bob Palais afirmou que poderia estar cometendo uma blasfêmia, mas acreditava que o Pi estava errado. O ponto em que se apoiou o matemático é que o Pi (3,14, aproximadamente) é a razão entre o comprimento e o diâmetro de uma circunferência, enquanto o seu dobro (6,28, aproximadamente), é a razão entre a comprimento e o raio, que é, segundo Palais, uma grandeza muito mais importante que o diâmetro.
A partir de 2001, os seguidores da teoria de Palais passaram a aumentar, surgindo a ideia de substituir o nome de 2Pi para Tau, que passaria a ser o "verdadeiro número sagrado" da matemática. A ideia é passar a adotar o Tau em livros e calculadoras e os entusiastas até mesmo comemoraram o Dia Mundial do Tau em 28 de junho. Vale lembrar que o Pi também possui o seu dia, comemorado todo ano em 14 de março.
Créditos: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5216872-EI8266,00-Matematicos+acreditam+que+Pi+esta+errado+e+criam+novo+numero.html
O site Live Science conta que, em 2001, o matemático Bob Palais afirmou que poderia estar cometendo uma blasfêmia, mas acreditava que o Pi estava errado. O ponto em que se apoiou o matemático é que o Pi (3,14, aproximadamente) é a razão entre o comprimento e o diâmetro de uma circunferência, enquanto o seu dobro (6,28, aproximadamente), é a razão entre a comprimento e o raio, que é, segundo Palais, uma grandeza muito mais importante que o diâmetro.
A partir de 2001, os seguidores da teoria de Palais passaram a aumentar, surgindo a ideia de substituir o nome de 2Pi para Tau, que passaria a ser o "verdadeiro número sagrado" da matemática. A ideia é passar a adotar o Tau em livros e calculadoras e os entusiastas até mesmo comemoraram o Dia Mundial do Tau em 28 de junho. Vale lembrar que o Pi também possui o seu dia, comemorado todo ano em 14 de março.
Créditos: http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI5216872-EI8266,00-Matematicos+acreditam+que+Pi+esta+errado+e+criam+novo+numero.html
USP abre inscrições para o processo de transferência 2012
A Universidade de São Paulo (USP) recebe a partir desta quinta-feira as inscrições para o processo de transferência de 2012. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet (www.fuvest.br) no período de 30 de junho a 08 de julho deste ano. O pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 100,00, poderá ser feito em qualquer agência bancária, até 11 de julho de 2011, por meio do boleto gerado no ato de inscrição.
Nesta edição são oferecidas 1.101 vagas de transferências para cursos das áreas Biológicas, Exatas e de Humanidades. Estudantes de cursos superiores do Brasil e do exterior, bem como alunos da USP interessados em mudar de curso, podem se inscrever para o processo seletivo. As provas serão aplicadas nas cidades de São Paulo, Bauru, Campinas, Lorena, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto e São Carlos.
Alunos com matrícula trancada poderão participar do processo. Contudo, se forem aprovados, deverão estar regularmente matriculados no primeiro semestre de 2012 na escola de origem, para que a transferência se efetive.
Nesta edição são oferecidas 1.101 vagas de transferências para cursos das áreas Biológicas, Exatas e de Humanidades. Estudantes de cursos superiores do Brasil e do exterior, bem como alunos da USP interessados em mudar de curso, podem se inscrever para o processo seletivo. As provas serão aplicadas nas cidades de São Paulo, Bauru, Campinas, Lorena, Piracicaba, Pirassununga, Ribeirão Preto e São Carlos.
Alunos com matrícula trancada poderão participar do processo. Contudo, se forem aprovados, deverão estar regularmente matriculados no primeiro semestre de 2012 na escola de origem, para que a transferência se efetive.
Terremoto e tsunami do Japão podem virar questão de geografia
O desastre causado pelo terremoto de 8,9 graus na escala Richter que atingiu o Japão em março, seguido por tsunamis que devastaram a costa norte do país e causaram um acidente radioativo na usina nuclear de Fukushima, está diretamente relacionado com o conteúdo de Geografia do roteiro de estudos desta semana: a tectônica das placas terrestres. Mas não se esqueça que terremotos com fortes conseqüências também aconteceram recentemente no Haiti e no Chile.
“São fatos da atualidade referentes a um assunto que já é praxe na geografia”, afirma o professor EduardoYuji, do Cursinho Henfil. Ele destaca que, além do aspecto técnico ou natural da geografia – como teoria da deriva continental, distribuição das placas, vulcões e outros – este conteúdo pode aparecer em questões da chamada geografia humana, voltada ao desenvolvimento do homem. “Com o terremoto no Japão, por exemplo, podemos analisar o impacto econômico, os vazamentos radioativos, a contaminação da água, solo, alimentos.”
“São fatos da atualidade referentes a um assunto que já é praxe na geografia”, afirma o professor EduardoYuji, do Cursinho Henfil. Ele destaca que, além do aspecto técnico ou natural da geografia – como teoria da deriva continental, distribuição das placas, vulcões e outros – este conteúdo pode aparecer em questões da chamada geografia humana, voltada ao desenvolvimento do homem. “Com o terremoto no Japão, por exemplo, podemos analisar o impacto econômico, os vazamentos radioativos, a contaminação da água, solo, alimentos.”
sábado, 2 de julho de 2011
Após morte de estudante, crimes na USP caem 60%
Quarenta dias após a morte de Felipe Ramos de Paiva, estudante da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade (FEA), e com a intensificação do policiamento no câmpus da Universidade de São Paulo (USP) na zona oeste da capital, os crimes caíram cerca de 60% na Cidade Universitária, segundo estatísticas da Polícia Militar.
A referência são os 40 dias anteriores ao assassinato, em 18 de maio. De acordo com os dados da PM, os assaltos caíram de 7 para 2, os furtos de 46 para 28 (na maioria no interior das faculdades) e o roubo e furtos de carro de 21 para zero. Não foram registrados sequestros - antes, havia sido computado 1 caso.
Além de comemorar os bons resultados, o major William Evaristo Wenceslau, subcomandante do 16º Batalhão da PM, responsável pelo patrulhamento da USP, já fala em "quebra de tabu" sobre a histórica aversão à presença de policiais militares no câmpus. "Pelo menos de boa parte da comunidade acadêmica", ressalva.
O "termômetro" usado pelo oficial para medir essa aceitação são os chamados que os policiais têm recebido. "Anteriormente, éramos acionados para intervir depois que os delitos já haviam ocorrido. Agora, são frequentes as ligações de estudantes, professores e funcionários que, ao observar pessoas em atitudes suspeitas, nos procuram para fazermos averiguações", afirma. Uma viatura e oito motos circulam no câmpus das 6 horas às 23h30 diariamente. Quem estuda ou trabalha na USP já se sente mais seguro com os policiais mais próximos.
Créditos: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2011/06/30/apos-morte-de-estudante-crimes-na-usp-caem-60.jhtm
A referência são os 40 dias anteriores ao assassinato, em 18 de maio. De acordo com os dados da PM, os assaltos caíram de 7 para 2, os furtos de 46 para 28 (na maioria no interior das faculdades) e o roubo e furtos de carro de 21 para zero. Não foram registrados sequestros - antes, havia sido computado 1 caso.
Além de comemorar os bons resultados, o major William Evaristo Wenceslau, subcomandante do 16º Batalhão da PM, responsável pelo patrulhamento da USP, já fala em "quebra de tabu" sobre a histórica aversão à presença de policiais militares no câmpus. "Pelo menos de boa parte da comunidade acadêmica", ressalva.
O "termômetro" usado pelo oficial para medir essa aceitação são os chamados que os policiais têm recebido. "Anteriormente, éramos acionados para intervir depois que os delitos já haviam ocorrido. Agora, são frequentes as ligações de estudantes, professores e funcionários que, ao observar pessoas em atitudes suspeitas, nos procuram para fazermos averiguações", afirma. Uma viatura e oito motos circulam no câmpus das 6 horas às 23h30 diariamente. Quem estuda ou trabalha na USP já se sente mais seguro com os policiais mais próximos.
Créditos: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2011/06/30/apos-morte-de-estudante-crimes-na-usp-caem-60.jhtm
Presos poderão reduzir um dia de pena a cada 12 horas de estudo
A presidente Dilma Rousseff sancionou uma alteração na Lei de Execução Penal que autoriza detentos que frequentam aulas a reduzir o tempo da pena a que foi condenado de acordo com as horas de estudo. A mudança foi publicada nesta quinta-feira (30) no Diário Oficial da União.
A cada 12 horas de frequência nas aulas, o detento poderá reduzir um dia na pena. O benefício é válido tanto para presos no regime fechado quanto semiaberto.
A alteração mantém a possibilidade de o detento abater um dia de pena por três dias de trabalho na prisão.
Os presos que conseguirem conciliar horários poderão descontar o tempo de pena tanto com horas de estudo quanto de trabalho.
A lei considera que os presos poderão usar, para redução da pena, as horas frequentadas no ensino fundamental, médio (inclusive profissionalizante), superior ou ainda de requalificação profissional.
A cada 12 horas de frequência nas aulas, o detento poderá reduzir um dia na pena. O benefício é válido tanto para presos no regime fechado quanto semiaberto.
A alteração mantém a possibilidade de o detento abater um dia de pena por três dias de trabalho na prisão.
Os presos que conseguirem conciliar horários poderão descontar o tempo de pena tanto com horas de estudo quanto de trabalho.
A lei considera que os presos poderão usar, para redução da pena, as horas frequentadas no ensino fundamental, médio (inclusive profissionalizante), superior ou ainda de requalificação profissional.
Por trás dos números
Em 2009, quando assumiu a pasta da Educação no município do Rio de Janeiro, Cláudia Costin, ex-secretária de Cultura do Estado de São Paulo, deparou-se com números preocupantes: entre o 4º e o 6º ano, 28 mil dos 685 mil alunos, ou 4% do total, foram identificados em avaliações da rede como analfabetos funcionais. Além disso, a secretaria detectou que 14% do alunado precisaria frequentar aulas de reforço para superar o déficit de aprendizagem. Como o município funciona no sistema de ciclos, muitos professores não aplicavam avaliações contínuas em sala de aula antes do ano de passagem para a nova etapa. Para reverter o quadro, adotou-se, entre outras, a política de responsabilização. Na prática, foi dada a cada escola uma meta a ser alcançada no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) nos anos ímpares, e no Índice de Desenvolvimento da Educação do Município do Rio de Janeiro (Ide-Rio) nos anos pares. O Ide-Rio é calculado como o Ideb (com o cruzamento de dados de desempenho em língua portuguesa e matemática e a taxa de aprovação), só que usa as notas da Prova Rio, e não da Prova Brasil. As escolas que atingissem ou superassem o estipulado pela secretaria receberiam um 14º salário. No ano passado, diretores e professores de 5º e 9º anos das escolas com os maiores Idebs também ganharam uma viagem a Nova York.
UFRJ adota Enem como única forma de ingresso a partir de 2012
A UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) vai acabar com seu vestibular e preencher 100% de suas vagas por meio do Sisu (Sistema de Seleção Unificada), que seleciona candidatos a partir da nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). A decisão foi tomada nesta quinta (30) pelo Consuni (Conselho Universitário).
No último vestibular, a instituição ofereceu 9.060 vagas, sendo que 40% delas foram destinadas ao Sisu (Sistema de Seleção Unificada). A UFRJ isentava os candidatos de pagamento de taxa de inscrição.
Na visão do reitor Aloísio Teixeira, a adesão da UFRJ consolida a visão de que o conjunto das universidades públicas se constituam num sistema com as outras instituições federais.
Do total de vagas, 30% serão destinadas a alunos oriundos de escola pública. Além disso, os candidatos precisam atender um critério salarial -- a renda familiar não pode ultrapassar um salário mínimo por integrante da família.
No último vestibular, a instituição ofereceu 9.060 vagas, sendo que 40% delas foram destinadas ao Sisu (Sistema de Seleção Unificada). A UFRJ isentava os candidatos de pagamento de taxa de inscrição.
Na visão do reitor Aloísio Teixeira, a adesão da UFRJ consolida a visão de que o conjunto das universidades públicas se constituam num sistema com as outras instituições federais.
Do total de vagas, 30% serão destinadas a alunos oriundos de escola pública. Além disso, os candidatos precisam atender um critério salarial -- a renda familiar não pode ultrapassar um salário mínimo por integrante da família.
Com salas de aula fechadas pela greve, professor da UFRJ aplica prova no Twitter
Para driblar a falta de sala de aulas na UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), trancadas devido à greve dos servidores da universidade, o professor de Relações Internacionais Marcelo Coutinho achou um jeito criativo: aplicou a prova final de sua disciplina no Twitter.
Só teve uma questão, que poderia ser resolvida em 48 horas. Para garantir o recebimento, o professor enviou também por e-mail. "Dar a prova para o aluno resolver em casa é um procedimento comum na universidade", explica Coutinho. A inovação é fazer isso pelo Twitter. "Não dá para colar, pois é necessário comparar e analisar dois textos complexos, escritos em inglês."
Para evitar que os estudantes peçam a outra pessoa para resolver a questão, o professor já havia aplicado uma primeira prova em sala de aula. "É possível questionar caso haja uma diferença muito grande entre o desempenho em uma e em outra", diz.
A iniciativa foi bem recebida pelos alunos e, segundo o professor, pode ter influenciado a universidade a reabrir as salas de aula para o período noturno a partir desta quinta-feira (30).
Créditos: http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/06/30/com-salas-de-aula-fechadas-pela-greve-professor-da-ufrj-aplica-prova-no-twitter.jhtm
Só teve uma questão, que poderia ser resolvida em 48 horas. Para garantir o recebimento, o professor enviou também por e-mail. "Dar a prova para o aluno resolver em casa é um procedimento comum na universidade", explica Coutinho. A inovação é fazer isso pelo Twitter. "Não dá para colar, pois é necessário comparar e analisar dois textos complexos, escritos em inglês."
Para evitar que os estudantes peçam a outra pessoa para resolver a questão, o professor já havia aplicado uma primeira prova em sala de aula. "É possível questionar caso haja uma diferença muito grande entre o desempenho em uma e em outra", diz.
A iniciativa foi bem recebida pelos alunos e, segundo o professor, pode ter influenciado a universidade a reabrir as salas de aula para o período noturno a partir desta quinta-feira (30).
Créditos: http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/06/30/com-salas-de-aula-fechadas-pela-greve-professor-da-ufrj-aplica-prova-no-twitter.jhtm
Para o 1º semestre de 2011, 24 universidades federais usaram somente o Enem para seleção
Nos processos seletivos do final do ano passado, pelo menos 24 universidades federais usaram somente a nota do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) para selecionar seus novos alunos. A maioria das instituições optou pelo Sisu (Sistema de Seleção Unificada), que acaba de ganhar a adesão total da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) nesta quinta (30). O quadro apresenta apenas as universidades federais que aderiram totalmente ao exame. Outras instituições usaram a nota para seleção de partes das vagas, para substituição da primeira fase ou para composição da nota.
Processo seletivo
Desde que passou a fazer as vezes de vestibular em 2009, o Enem ganhou outro peso. Para se ter uma ideia: em 2011, cerca de 83 mil vagas em instituições públicas foram disputadas diretamente com base na pontuação da prova por meio do Sisu (Sistema de Seleção Unificada). A Fuvest, que seleciona para a pretigiada USP (Universidade de São Paulo) ofereceu 10.752 vagas para ingresso neste ano. Junto com a nova função -- por coincidência ou não -- também apareceram mais problemas. Em 2009, a prova foi furtada de dentro da gráfica em que estava sendo impressa. No ano passado, mais um erro gráfico e uma troca no cabeçalho dos gabaritos provocaram tumulto no processo.
Para a presidente do órgão, Malvina Tuttman, as mudanças não tiraram o papel inicial do Enem: "Ele continua guardando sua qualidade de avaliação do ensino médio", afirma. "Por sua alta qualificação e precisão [o Enem] também pode ser usado para selecionar [ingressantes ao ensino superior]", defende Malvina que até quatro meses atrás era reitora da Unirio (Universidade Federal do Rio de Janeiro). "Para o Inep, não é [um vestibular]."
Créditos: http://vestibular.uol.com.br/ultimas-noticias/2011/06/30/para-o-1-semestre-de-2011-24-universidades-federais-usaram-somente-o-enem-para-selecao.jhtm
Processo seletivo
Desde que passou a fazer as vezes de vestibular em 2009, o Enem ganhou outro peso. Para se ter uma ideia: em 2011, cerca de 83 mil vagas em instituições públicas foram disputadas diretamente com base na pontuação da prova por meio do Sisu (Sistema de Seleção Unificada). A Fuvest, que seleciona para a pretigiada USP (Universidade de São Paulo) ofereceu 10.752 vagas para ingresso neste ano. Junto com a nova função -- por coincidência ou não -- também apareceram mais problemas. Em 2009, a prova foi furtada de dentro da gráfica em que estava sendo impressa. No ano passado, mais um erro gráfico e uma troca no cabeçalho dos gabaritos provocaram tumulto no processo.
Para a presidente do órgão, Malvina Tuttman, as mudanças não tiraram o papel inicial do Enem: "Ele continua guardando sua qualidade de avaliação do ensino médio", afirma. "Por sua alta qualificação e precisão [o Enem] também pode ser usado para selecionar [ingressantes ao ensino superior]", defende Malvina que até quatro meses atrás era reitora da Unirio (Universidade Federal do Rio de Janeiro). "Para o Inep, não é [um vestibular]."
Créditos: http://vestibular.uol.com.br/ultimas-noticias/2011/06/30/para-o-1-semestre-de-2011-24-universidades-federais-usaram-somente-o-enem-para-selecao.jhtm
Permanece impasse na greve dos técnicos das universidades federais
A greve dos técnicos administrativos das universidades federais já completou 23 dias e ainda não foi reaberta a negociação da categoria com o Ministério do Planejamento. De acordo com a coordenadora-geral da Fasubra (Federação dos Sindicatos dos Trabalhadores das Universidades Brasileiras), Léia Oliveira, a expectativa é que esta semana a pasta responda ao pedido de agendamento de uma nova audiência.
Funcionários de 45 universidades federais já aderiram à paralisação, segundo o sindicato. A categoria pede que o piso salarial seja reajustado em pelo menos três salários mínimos. Segundo a Fasubra, o vencimento desses servidores atualmente é R$ 1.034. A entidade já tinha iniciado as negociações com o Ministério do Planejamento, mas as conversas foram interrompidas com a deflagração da greve.
Funcionários de 45 universidades federais já aderiram à paralisação, segundo o sindicato. A categoria pede que o piso salarial seja reajustado em pelo menos três salários mínimos. Segundo a Fasubra, o vencimento desses servidores atualmente é R$ 1.034. A entidade já tinha iniciado as negociações com o Ministério do Planejamento, mas as conversas foram interrompidas com a deflagração da greve.
Professores em greve no RJ fazem protesto em supermercado: "a educação do Rio tem fome"
Professores e funcionários da rede estadual de educação do Rio de Janeiro, em greve desde o dia 7 de junho, fazem nesta sexta-feira (1º) um ato no supermercado Mundial, no centro do Rio, contra o Auxílio Cultura - um cartão com crédito anual de R$ 500, que beneficia somente professores regentes (que trabalham em sala de aula), deixando de fora funcionários e aposentados. Para o sindicato, isso "divide e fragmenta a categoria".
"O problema é que o pessoal está com fome de comida e sede de bebida. Estamos ganhando muito mal", afirma Danilo Serafim, coordenador geral do Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do RJ). Originalmente, o cartão seria para comprar itens de cultura, ir a teatros e shows. Segundo o coordenador, não dá para pensar nessas coisas, quando falta comida e o essencial para viver.
A principal reivindicação dos profissionais em greve é o reajuste emergencial de 26% e o descongelamento do plano de carreira dos funcionários administrativos. A Secretaria de Educação, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que aguarda o fechamento do balanço da arrecadação estadual no primeiro semestre, para estudar a viabilidade das reivindicações. Um novo encontro entre a secretaria e membros do sindicato para discutir as propostas deve acontecer em 15 de julho.
"O problema é que o pessoal está com fome de comida e sede de bebida. Estamos ganhando muito mal", afirma Danilo Serafim, coordenador geral do Sepe (Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do RJ). Originalmente, o cartão seria para comprar itens de cultura, ir a teatros e shows. Segundo o coordenador, não dá para pensar nessas coisas, quando falta comida e o essencial para viver.
A principal reivindicação dos profissionais em greve é o reajuste emergencial de 26% e o descongelamento do plano de carreira dos funcionários administrativos. A Secretaria de Educação, por meio de sua assessoria de imprensa, informou que aguarda o fechamento do balanço da arrecadação estadual no primeiro semestre, para estudar a viabilidade das reivindicações. Um novo encontro entre a secretaria e membros do sindicato para discutir as propostas deve acontecer em 15 de julho.
Belo Horizonte cria lei que proíbe bullying nas escolas e cria serviço de disque-denúncia
A Prefeitura de Belo Horizonte criou um serviço de denúncia para casos de bullying na rede municipal de ensino. A lei que proíbe a prática desse tipo de intimidação nas escolas da capital mineira e cria esse disque-bullying foi sancionada nesta semana pelo prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda (PSB). O telefone de contato do "Alô, Educação" é (31) 3277-8646 e funciona das 8h às 18h, de segunda a sexta, segundo a secretaria municipal de Educação, responsável pelo atendimento.
A norma institui o programa “BH Trote Solidário e Cidadão”, que veda trotes considerados violentos a calouros e estabelece diretrizes multidisciplinares para o combate a situações intencionais de violência física ou virtual, psicológica e repetitiva contra alunos da rede pública.
A medida não cita medidas punitivas, mas prevê a adoção de “mecanismos alternativos” para reeducar os agressores, a inserção da comunidade na vida escolar e o fomento de práticas educativas, como campanhas, palestras e eventos que promovam ações solidárias de alunos a instituições filantrópicas.
O regimento escolar de cada unidade de ensino deverá conter as orientações, as responsabilidades da direção da escola em relação aos casos identificados e as medidas disciplinares. As escolas deverão incluir no projeto “político-pedagógico” da unidade de ensino medidas de conscientização e enfrentamento do “bullying’.
A norma institui o programa “BH Trote Solidário e Cidadão”, que veda trotes considerados violentos a calouros e estabelece diretrizes multidisciplinares para o combate a situações intencionais de violência física ou virtual, psicológica e repetitiva contra alunos da rede pública.
A medida não cita medidas punitivas, mas prevê a adoção de “mecanismos alternativos” para reeducar os agressores, a inserção da comunidade na vida escolar e o fomento de práticas educativas, como campanhas, palestras e eventos que promovam ações solidárias de alunos a instituições filantrópicas.
O regimento escolar de cada unidade de ensino deverá conter as orientações, as responsabilidades da direção da escola em relação aos casos identificados e as medidas disciplinares. As escolas deverão incluir no projeto “político-pedagógico” da unidade de ensino medidas de conscientização e enfrentamento do “bullying’.
Educação e renda
Entre todos os gastos sociais feitos pelo governo, investir em educação é o que mais faz o país crescer. Além dos conhecidos efeitos de longo prazo, como combater o analfabetismo e formar uma população mais instruída e produtiva, o dinheiro aplicado em educação no curto prazo movimenta a economia interna, estimulando o consumo e a produção de bens e serviços. O estudo Gastos com a Política Social: Alavanca para o crescimento com distribuição de renda, do Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas (Ipea), mostra que quando o governo gasta R$ 1,00 em educação pública, o PIB aumenta em R$ 1,85 e a renda das famílias aumenta em R$ 1,67.
O incremento do PIB e da renda é maior do que promovem investimentos em outros programas sociais, como os ligados à saúde e os de transferência de renda, como o Bolsa Família. Para chegar a esses multiplicadores, os pesquisadores cruzaram dados do Sistema de Contas Nacionais do IBGE, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) e avaliaram o quanto o incremento de 1% do PIB em cada programa social do governo aumentaria o próprio PIB e elevaria a renda das famílias. Quem explica os resultados da pesquisa é o diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Jorge Abrahão.
O incremento do PIB e da renda é maior do que promovem investimentos em outros programas sociais, como os ligados à saúde e os de transferência de renda, como o Bolsa Família. Para chegar a esses multiplicadores, os pesquisadores cruzaram dados do Sistema de Contas Nacionais do IBGE, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) e da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) e avaliaram o quanto o incremento de 1% do PIB em cada programa social do governo aumentaria o próprio PIB e elevaria a renda das famílias. Quem explica os resultados da pesquisa é o diretor de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Jorge Abrahão.
Procuradoria arquiva processo sobre livro polêmico do MEC
O Ministério Público Federal arquivou o inquérito civil instaurado contra o MEC (Ministério da Educação) para apurar irregularidades na distribuição para turmas de jovens e adultos do livro didático "Por uma Vida Melhor". O livro causou polêmica porque tem frases com erro de concordância em uma lição que apresenta a diferença da norma culta e a falada. No texto, a autora da obra defende que os alunos podem falar de "jeito errado", mas devem atentar para o uso da norma culta, cujas regras precisam ser dominadas.
"Você pode estar se perguntando: 'Mas eu posso falar os livro?'. Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico", diz um trecho da obra.
Os defensores da obra dizem que não há certo e errado em linguística, mas sim adequado ou não adequado ao contexto -- numa entrevista de emprego, o correto seria usar a norma culta, mas isso não necessariamente aconteceria numa conversa informal. Já os críticos defendem que a escola ensine apenas a norma culta, essencial para o aluno ascender socialmente.
De acordo com o procurador da República no Distrito Federal Peterson de Paula Pereira, "não há elementos plausíveis indicativos de que o livro "Por uma Vida Melhor" esteja a propagar o ensino errado da língua portuguesa".
"Você pode estar se perguntando: 'Mas eu posso falar os livro?'. Claro que pode. Mas fique atento porque, dependendo da situação, você corre o risco de ser vítima de preconceito linguístico", diz um trecho da obra.
Os defensores da obra dizem que não há certo e errado em linguística, mas sim adequado ou não adequado ao contexto -- numa entrevista de emprego, o correto seria usar a norma culta, mas isso não necessariamente aconteceria numa conversa informal. Já os críticos defendem que a escola ensine apenas a norma culta, essencial para o aluno ascender socialmente.
De acordo com o procurador da República no Distrito Federal Peterson de Paula Pereira, "não há elementos plausíveis indicativos de que o livro "Por uma Vida Melhor" esteja a propagar o ensino errado da língua portuguesa".
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