A Faculdade Barretos, juntamente com o coordenador do Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, dão as Boas Vindas a todos os alunos para o ano letivo de 2012! Sejam Bem Vindos!
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"

terça-feira, 26 de abril de 2011

Ensino do Anglo é elogiado pelo ITA

O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) parabenizou a Escola Decisivo Anglo pela qualidade de ensino oferecido. O reconhecimento foi feito porque Renato Souza Sanabria, ex-aluno do colégio ingressou, neste ano, no curso de Engenharia Eletrônica do Instituto. Na carta enviada ao Anglo, o professor Luiz Carlos Rossato, chefe do setor de vestibulares do ITA, comunica a aprovação de Renato Sanabria e parabeniza o corpo docente e o Anglo pelo ensino de qualidade que proporcionam aos seus alunos. O ex-aluno do Anglo e recém ingresso do curso de Engenharia Eletrônica, Renato Souza Sanabria, reconhece a boa educação que recebeu na instituição. “O Anglo foi muito importante para mim porque foi onde eu descobri que gostava da área de exatas como matemática, química e física. Isso foi possível, principalmente, por causa dos professores que são excelentes e dedicados”, disse. Para o diretor da escola Decisivo Anglo, Wilson Akira Tanizaki, a carta demonstra o trabalho que vem sendo realizado pela equipe. “Todo esse reconhecimento é fruto do trabalho que os professores vêm fazendo ao longo do tempo, porque não é qualquer escola que consegue uma aprovação no ITA”, apontou. Renato que hoje está participando da Empresa Junior, que presta consultoria tecnológica, e que também está fazendo um curso de robótica dentro do ITA avalia ainda outras potencialidades do Anglo que o ajudou a conquistar a vaga. “O material com certeza é o melhor e a escola nos dá liberdade. Também tem a biblioteca que tem o material que nós precisamos e uma estrutura que nos dá um bom suporte para os estudos”, afirmou. O egresso do Anglo ainda menciona de forma positiva a didática utilizada na escola. “A liberdade que temos nos faz adquirir responsabilidades e isso vou carregar sempre junto comigo”, finaliza Sanabria.

9ª Semana Nacional de Museus

O Instituto Brasileiro de Museus (Ibram/Ministério da Cultura) divulgou nesta segunda-feira, 25 de abril, o guia com a programação completa da 9ª Semana Nacional de Museus. A publicação traz informações sobre os cerca de 3 mil eventos programados pelos museus participantes em mais de 500 cidades de todos os estados do país. A 9ª Semana será realizada de 16 a 22 de maio.
Neste ano, a Semana de Museus terá participação recorde: 1.006 museus e instituições culturais integrarão a programação, oferecendo eventos como exposições, oficinas, espetáculos, seminários, exibição de filmes e outras atrações.
A Semana de Museus é celebrada anualmente por dezenas de países e é o maior evento, no âmbito mundial, comemorativo ao Dia Internacional de Museus (18 de maio). O tema de cada ano é definido pelo Conselho Internacional de Museus. Em 2011, o tema será Museu e Memória.
Em 2010, a comemoração teve participação de mais de 30 mil museus em 95 países. A iniciativa tem sido responsável pelo aumento de visitação nas instituições. No Brasil, a Semana de Museus vem sendo realizada desde 2003, sob coordenação do Ibram.
Crédito: http://www.museus.gov.br/noticias/ibram-divulgacao-programacao-completa-da-9-semana-nacional-de-museus-3/

Estão abertas as inscrições para o Parlamento Jovem Brasileiro 2011

Estão abertas as inscrições para a oitava sessão do Parlamento Jovem Brasileiro, programa que apresenta aos jovens a rotina dos trabalhos legislativos na Câmara dos Deputados, difundindo o processo democrático e despertando a reflexão crítica e a representação política. De 16 a 30 de setembro, os jovens vão participar de uma jornada parlamentar na Câmara dos Deputados, em Brasília. Para participar, é preciso enviar um projeto de lei até 20 de junho, ter entre 16 e 22 anos e estar regularmente matriculado e cursando o segundo ou terceiro ano do Ensino Médio. A ficha de inscrição está disponível aqui no link em PDF ou em word. O interessado deve preencher a ficha e anexar o projeto de lei de sua autoria. Depois, é só entregar na escola, para que o material seja encaminhado ao coordenador do programa na Secretaria de Estado de Educação. Os projetos de lei podem ser enviados de acordo com os seguintes temas: Agricultura e Meio Ambiente; Saúde e Segurança Pública; Economia, Emprego e Defesa do Consumidor; Educação, Cultura, Esporte e Turismo. Na página do Parlamento Jovem (http://www2.camara.gov.br/responsabilidade-social/parlamentojovem) é possível fazer um curso a distância chamado “Como elaborar um Projeto de Lei”, especialmente desenvolvido para o Parlamento Jovem Brasileiro. O Parlamento Jovem Brasileiro é uma iniciativa do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), que tem como presidente Nilene Badeca da Costa, secretária de Estado de Educação de Mato Grosso do Sul. Informações pelo site: http://www2.camara.gov.br/responsabilidade-social/parlamentojovem/2011-1/manual-de-procedimentos-do-pjb-2011 . E-mail para contato: parlamentojovem2011@gmail.com .

Crédito: http://www.midiamax.com/noticias/750739

Notas baixas - Bônus para professores não melhoram qualidade do ensino em São Paulo

Lançada em 2008 como uma solução inovadora e meritocrática para melhorar a qualidade do ensino público, a política de pagamento de bônus salarial para os professores da rede estadual fracassou e levou o governo de São Paulo a repensar suas propostas educacionais. O incentivo, que pode chegar a quase três salários extras, é calculado a partir do desempenho dos alunos, baseado nos dados do fluxo escolar e das notas do Saresp, o "provão" paulista de português e matemática dos ensinos fundamental e médio. "O bônus cria uma atitude de desresponsabilização do gestor público" O resultado de 2010 causou constrangimento ao revelar um recuo na habilidade dos estudantes, que já estava em patamares baixos. E o pagamento de bônus baixou de R$ 655 milhões em 2010 para R$ 340 milhões em 2011. Depois de pagar R$ 1,4 bilhão em "prêmios" em 2009 e 2010 para professores, o governo de São Paulo viu as notas dos alunos que terminam os ensinos fundamental e médio recuarem para o nível de dois anos atrás, já bastante defasado. Esperavam uma melhora gradual e sistêmica, baseada principalmente no incentivo, conforme dita o Plano de Qualidade na Educação (PQE), lançado em maio de 2008. Por meio de gráficos, o governo explicou que metas diferenciadas por colégio poderiam levar à convergência de qualidade em 2030, em níveis compatíveis com os dos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). - O resultado do Saresp mostra que a política de bônus de São Paulo foi um fracasso - afirmou Romualdo Portela de Oliveira, da Faculdade de Educação da USP. - Existem pressupostos complicados na política de bônus, a começar pela motivação financeira. O que motiva uma pessoa a ser professor, hoje, no Brasil, muito poucas vezes é dinheiro. Há uma parcela grande que atua com um grau de altruísmo. Há anos que os incentivos monetários na educação são alvo de estudo e controvérsia, principalmente pelo uso de notas dos alunos e por prazos, fatores estruturais e desigualdades locais - todos podem causar distorções. Porém a evidência acumulada - em São Paulo e em experimentos científicos - é de que o bônus, sozinho, não melhora o desempenho dos alunos. Nos Estados Unidos, a mais completa pesquisa sobre esse tipo de incentivo ao professor revelou resultados indiferentes na melhoria das notas de alunos do 5 ao 8 anos em teste padronizado de matemática. Para Oliveira, os problemas educacionais em São Paulo têm forte componente estrutural. E, já na largada, há três anos, a política de bônus foi recebida com antipatia pelos professores, que se sentiram "acusados" pelo fraco desempenho dos alunos. - O bônus cria uma atitude de desresponsabilização do gestor público e cria uma cultura de discussão da culpa, que também acontece do lado dos sindicatos dos professores, que culpam os pais dos alunos e o sistema - completou Oliveira. Procurada, Secretaria de Educação não comenta A Secretaria de Educação de São Paulo não atendeu aos pedidos do GLOBO por dados, entrevista e esclarecimentos. Na nota à imprensa divulgada no mês passado, o secretário de Educação reconheceu que é preciso fazer mais pela valorização do professor. "Não há como dissociar essa variação negativa do Saresp de 2009 e 2010 da necessidade de mais professores efetivos na rede estadual", disse o secretário Herman Voorwald, que conta com a simpatia do Ministério da Educação. "Não há educação de qualidade sem professor motivado e preparado. Nossa prioridade é valorizar o professor e ganhar o seu compromisso com a qualidade da educação", completou Voorwald, sinalizando mudanças na nova gestão tucana, que sempre enfrentou oposição do sindicato dos professores da rede estadual, ligado ao PT. Os professores querem aumento linear e mais investimentos. De acordo com Oliveira, porém, a falha de um modelo de bonificação não inviabiliza o conceito. Além de faltar o engajamento da categoria, o professor considera que as notas dos alunos em duas matérias é uma medida "simplista" que pode até gerar um efeito negativo, como o direcionamento do ensino. - O movimento de integração dos professores passa também por medidas duras contra a negligência extrema e o absenteísmo sistemático. Quando se bonifica o professor que vai bem, precisamos perguntar que culpa tem a criança de estar na sala do professor que vai mal? Além do desempenho do aluno, podemos considerar outros itens, como o engajamento do professor na instituição e sua própria proficiência na matéria - completou Oliveira.

Crédito: http://www.andifes.org.br/index.php?option=com_content&view=article&id=5087:notas-baixas-bonus-para-professores-nao-melhoram-qualidade-do-ensino-em-sao-paulo&catid=52&Itemid=100013

Teste on-line traça perfil psicológico e psiquiátrico

Um teste on-line com cerca de 900 perguntas, criado por psiquiatras, pretende traçar o perfil psicológico e supostos transtornos psiquiátricos dos internautas dispostos a completá-lo. As perguntas estão no site www.temperamento.com.br, desenvolvido pelo grupo de pesquisa Bases Neurobiológicas e Tratamento de Transtornos Neuropsiquiátricos, do Programa de Pós-Graduação em Biologia Molecular e Celular da PUC do Rio Grande do Sul. O teste é dividido em duas fases -psicológica e psiquiátrica- e as perguntas vão de medos e traumas na infância a números de tatuagens e parceiros sexuais, para citar alguns exemplos. Depois de responder às perguntas, o participante recebe o resultado por e-mail, dizendo qual é seu temperamento afetivo. Na segunda fase do teste, a avaliação diz quais são os transtornos psiquiátricos que a pessoa pode ter. A lista inclui 19 problemas mentais. Mais de 30 mil pessoas já responderam às perguntas, de forma anônima. O objetivo do teste, segundo o psiquiatra Diogo Lara, um de seus criadores, é poder avaliar como o temperamento das pessoas está relacionado aos transtornos psiquiátricos e usar os resultados em artigos científicos. Alguns já foram publicados em periódicos como "Journal of Affective Disorders" e "Psychopathology". O cruzamento de informações permite afirmar, por exemplo, que 25% das mulheres com depressão têm temperamento ciclotímico (ou seja, com altos e baixos). Nesses casos, o tratamento não é feito com antidepressivos, e sim com estabilizadores de humor. é aí que está outra utilidade do site, segundo Lara. "O tratamento pode ganhar muito se o paciente é visto a partir do seu temperamento. Uma depressão com ansiedade é diferente de uma com temperamento apático." As perguntas e os 12 tipos de temperamento foram inspirados em classificações já existentes na literatura científica, segundo Lara. "Cerca de 80% das pessoas afirmaram, no final, que acharam o teste muito útil e que o perfil de temperamento correspondia à realidade." AUTOCONHECIMENTO O temperamento, afirma, é 60% genético e 40% definido por fatores ambientais, principalmente relacionados à infância. é a natureza emocional que define como a pessoa age no dia a dia. Para ele, a avaliação pode levar ao autoconhecimento. "Se sei o que me atrapalha, posso pensar em melhorar a minha maneira de ser." O professor de psiquiatria da Unifesp José Alberto Del Porto concorda. "O site traça um perfil, e isso ajuda. Os participantes podem até levar esse perfil a um especialista. Se o resultado disser que sou muito instável, será que não tenho ciclotimia, um transtorno de humor?" Para Del Porto, o serviço não tem a pretensão de servir como um diagnóstico, mas pode motivar a pessoa a procurar tratamento especializado, o que é positivo. Segundo Lara, 30% das pessoas têm transtornos psiquiátricos, mas nem todos recebem tratamento. Os motivos para isso, afirma, incluem o preconceito em relação às doenças mentais e o serviço público deficiente. "Com o teste, pelo menos a pessoa pode perceber se tem algum problema." CURIOSIDADE Para Marcio Bernik, coordenador do Ambulatório de Transtornos de Ansiedade do Instituto de Psiquiatria da USP, o mérito do site é usar a internet para coletar dados e usá-los em pesquisas. "A utilidade para a pessoa é relativa, é mais uma curiosidade. Já do ponto de vista científico é muito útil." Bernik questiona, porém, se a amostra é representativa da população. Del Porto toca no mesmo ponto. "O site é válido, considerando suas limitações. Mas não podemos generalizar as respostas porque quem responde está hipermotivado, já deve ter queixas. Quem não tem interesse não vai responder a tantas questões."

Brasil sedia o primeiro Congresso Mundial de Comunicação Ibero-Americana

No segundo semestre deste ano, o Brasil sedia o primeiro Congresso Mundial de Comunicação Ibero-Americana. O evento será realizado na Escola de Comunicação e Artes da Universidade de São Paulo (ECA/USP) e no Memorial da América Latina, no período de 31 de julho a 2 de agosto. O tema central do evento é "Sistemas de comunicação em tempo de diversidade cultural", que se justifica pelo fato de que o processo de globalização acelerada, resultante da velocidade com que a ciência desenvolve as novas tecnologias de comunicação e fomentado pela eficácia do controle que as agências financeiras internacionais exercem sobre a economia, vem ameaçando a riqueza da diversidade cultural do planeta. Para instigar os pesquisadores da área, o I Congresso Mundial de Comunicação Ibero-Americana propõe a seguinte pergunta: "como edificar ou transformar sistemas de comunicação que garantam a pujança da nossa diversidade cultural, estimulando ao mesmo tempo nossas identidades político-sociais?". Este é o desafio com que se depara a nascente comunidade ibero-americana de ciências da comunicação, que estará reunida pela primeira vez na cidade de São Paulo (Brasil). A programação se inicia no dia 31 de julho, com um ato cultural e a solenidade de abertura. Nos dois dias seguintes, pela manhã, acontecem painéis com pesquisadores de países como Brasil, Argentina, Bolívia, Espanha, Estados Unidos, México e Portugal. À tarde, serão abertas sessões temáticas - pesquisadores interessados em inscrever trabalhos podem enviar seus resumos para seleção até o dia 25 de abril (informações abaixo). O período da noite contará com programações culturais. Mas as atividades previstas para este encontro vão além do congresso, com eventos complementares, antes e depois do I Congresso Mundial de Comunicação Ibero-Americana. Ele será precedido pelo VI Seminário Internacional Latino-Americano de Pesquisa da Comunicação, organizado pela Asociación Latinoamericana de Investigadores de la Comunicación (ALAIC) e pelo Programa de Pós-Graduação em Televisão Digital da Universidade Estadual Paulista (Unesp), a se realizar no Departamento de Jornalismo de Editoração da ECA/USP, nos dias 29 e 30 de julho, com apoio institucional da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco), do Itaú Cultural e da Unión Latina de Economía Política de la Información, la Comunicación y la Cultura (Ulepicc - Capítulo Brasil). Após o congresso haverá outras atividades, como, por exemplo, o I Fórum Ibero-Americano de Política Científica e Tecnológica em Comunicação e o Simpósio de Cooperação Internacional no Espaço Ibero-Americano, na ECA/USP, no dia 03 de agosto; o I Fórum Ibero-Americano de Pós-Graduação em Comunicação, na ECA/USP, no dia 04; o VI Encontro Lusófono de Ciências da Comunicação (Lusocom), coordenado pela Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (Intercom) e pela Universidade Paulista (Unip) e a ser realizado nesta Universidade, no dia 04 de agosto; e o X Congresso Brasileiro de Marketing Político, organizado pela Sociedade Brasileira dos Pesquisadores e Profissionais de Comunicação e Marketing Político (Politicom), na Universidade Presbiteriana Mackenzie, nos dias 3 e 4 de agosto.

Crédito: http://minhanoticia.ig.com.br/editoria/Brasil/2011/04/25/brasil+sedia+o+primeiro+congresso+mundial+de+comunicacao+ibero+americana+10408361.html

Popularidade das biografias do rock ajudam mercado de livros

Autobiografias de ex-artistas do rock, como a história de Keith Richards admitindo ter cheirado as cinzas de seu pai, ou a revelação de Sammy Hagar de que foi abduzido por alienígenas, estão ajudando as vendas no mercado editorial, que passa por uma fase difícil. "Claramente existe uma demanda", disse Mauro DiPreta, vice-presidente do It Books, que publicou o atual best-seller do New York Times "Red: My Uncensored Life in Rock", de Hagar. O ex-vocalista do Van Halen recebeu cerca de 3 milhões de dólares para contribuir com o livro. Richards teria recebido 7 milhões por seu livro de memórias, "Life". "O que você tem através de um livro é uma lembrança", acrescentou DiPreta. "Você pode comprar um CD, mas provavelmente você já ouviu as músicas muitas vezes. Você pode comprar um violão de Eric Clapton em leilão. Mas por 25 dólares, você pode ouvir todas as histórias, não apenas aquelas por trás das músicas, mas de como esses caras viveram." Sarah Lazin, agente do setor de literatura especializada em títulos relacionados à música, afirmou que "editoras estão procurando uma base de fãs automática para que elas possam simplesmente se conectar. No momento, tenho quatro contratos com uma grande agência já com um astro e um escritor. Não há precedentes." Os livros de memórias do rock são uma esperança para os vendedores de livros que estão com uma dificuldade dupla provocada pela recessão e a transição para os e-books.

Crédito: http://www.gazetadopovo.com.br/cadernog/conteudo.phtml?tl=1&id=1119501&tit=Popularidade-das-biografias-do-rock-ajudam-mercado-de-livros

Cerca de três mil estrangeiros farão exame para certificação em língua portuguesa

As provas do Celpe-Bras, Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros, serão aplicadas nos dias 27 e 28 de abril a 2.964 pessoas de todo o mundo.O exame certificará estrangeiros e brasileiros que não possuem a língua portuguesa como idioma materno em quatro níveis: intermediário, intermediário superior, avançado e avançado superior. A avaliação será realizada em 66 instituições credenciadas como postos de aplicação, distribuídas no Brasil e em mais 26 países da América, Europa, África e Ásia. O Celpe-Bras é formado por duas avaliações: uma escrita, com duração de duas horas e meia, e uma oral, com 20 minutos. Os resultados estão previstos para o dia 27 de junho, com divulgação no Diário Oficial da União e no site do exame. O certificado será emitido pelo Ministério da Educação e é o único documento reconhecido oficialmente no Brasil. Internacionalmente, o Celpe-Bras comprova a competência na língua portuguesa, sendo aceito em empresas e instituições de ensino. No Brasil, é exigido pelas universidades para ingresso em cursos de graduação e em programas de pós-graduação. As inscrições foram realizadas no site do exame, entre os dias 10 de fevereiro e 15 de março. Para pariticipar, era preciso ter pelo menos 16 anos e formação mínima equivalente ao ensino fundamental brasileiro completo.

Crédito: http://www.brasil.gov.br/noticias/arquivos/2011/04/25/cerca-de-tres-mil-estrangeiros-farao-exame-para-certificacao-em-lingua-portuguesa

segunda-feira, 25 de abril de 2011

No Reino Unido, 15 alunos menores de 6 anos são suspensos da escola por dia por agredir docentes

Quinze crianças com menos de seis anos são suspensos por dia de escolas no Reino Unido por causa de ataques violentos a professores. Outros 18 na mesma faixa de idade são banidos diariamente por brigas com outros colegas ou por mau comportamento persistente. Além delas, três são mandadas para casa por usar linguagem inapropriada com os docentes. A informação está na edição eletrônica do jornal “Daily Mail”.
Os especialistas dizem que a falta de um controle maior dos pais e professores está criando uma geração que não respeita autoridade ou não consegue viver pacificamente em sociedade. Eles afirmam que os pais não conseguem passar muito tempo com os filhos, que acabam em frente à TV ou ao computador sem supervisão alguma e são influenciados pelo o que veem.
No ano letivo que terminou em 2009, o governo britânico contabilizou 7.620 crianças pequenas suspensas. O principal motivo, com um aumento de 19% em apenas dois anos, foi a agressão a adultos.

Crédito: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/04/25/no-reino-unido-15-alunos-menores-de-6-anos-sao-suspensos-da-escola-por-dia-por-agredir-docentes.jhtm

Ribeirão terá catraca eletrônica nas escolas

 Prefeitura de Ribeirão Preto, cidade localizada a 313 quilômetros da capital bandeirante, vai instalar catracas e identificadores biométricos, com leitura digital, em todas as escolas de ensino fundamental da rede municipal. A ação é no mínimo curiosa, e chama a atenção da população local que sempre cobra realmente por mais segurança nas áreas públicas da cidade, assim como na maioria dos municípios. A decisão foi anunciada recentemente, no começo do mês, um dia depois do massacre ocorrido na escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio de Janeiro, em que 12 alunos foram mortos a tiros por um ex-estudante da instituição. A secretária de Educação da cidade, Débora Vendramini, reconhece que a decisão foi motivada pelo ataque no Rio de Janeiro. Segundo Vendramini, porém, o plano está em discussão desde julho do ano passado e visa preservar alunos, professores e funcionários, e garantir a segurança patrimonial das unidades no município. A prefeitura tem uma rede com 20 mil alunos. A secretária afirmou que o número de catracas e identificadores biométricos necessários nas escolas está sendo levantado, e que em até 60 dias a primeira unidade receberá os equipamentos para atuar como uma experiência-piloto. "Temos de preservar as vidas dos alunos, dos professores e funcionários, e também todos os equipamentos auxiliares no ensino dos estudantes, como computadores. Por isso vamos controlar o acesso de todas as pessoas nas escolas", disse Débora. Já a prefeita da cidade, Dárcy da Silva Vera (DEM), procurou tranquilizar os familiares dos alunos das escolas municipais, que a questionaram se haveria chance de uma tragédia como a ocorrida em Realengo se repetir em Ribeirão Preto. "Todas as 96 unidades escolares possuem vigias em período integral, inclusive nos fins de semana e feriado.  (Continua)

Crédito: http://www.dci.com.br/noticia.asp?id_editoria=8&id_noticia=371003&editoria=saopaulo

Deixar o filho em casa ou na creche?

Voltar à rotina profissional e deixar o filho aos cuidados de outras pessoas causa angústia e dúvidas nos pais. É difícil decidir quem ou qual instituição de Educação Infantil poderá cumprir a missão de zelar pela criança, em todos os aspectos. Justamente para avaliar o impacto da creche no desenvolvimento dos pequenos, uma equipe do Núcleo de Infância e Família (Nudif) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) está buscando voluntários para realizar uma pesquisa. A investigação, financiada pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), em parceria com o Ministério da Educação, conta com três doutorandas, duas mestrandas e quatro estudantes da universidade, além de duas pedagogas e de duas psicólogas. O estudo fará um comparativo, ao longo deste ano, entre crianças que vão à creche e aquelas cujos pais optaram por deixá-las em casa. A proposta do estudo é identificar possíveis diferenças ou semelhanças no desenvolvimento infantil. Conforme a psicóloga e doutoranda Scheila Becker, o que motivou a realização do estudo exploratório foi a escassez de informações empíricas sobre a questão, principalmente no Brasil: – Os dados que temos na literatura são bastante controversos e pouco conclusivos, o que dificulta afirmar sobre vantagens ou desvantagens da creche para o desenvolvimento infantil. Gabriela Martins, também estudante de doutorado que integra o projeto, afirma que estudos realizados em outros países apontam para alguns possíveis efeitos da experiência de creche no desenvolvimento das crianças. Mas esses efeitos são relativos e dependerão de diferentes fatores. – Quando a criança vem de um contexto familiar favorável, ela pode se beneficiar da creche ou manter um bom nível de desenvolvimento. Já quando o contexto familiar é de risco, uma creche de boa qualidade tem potencial de contribuir mais significativamente para os diferentes aspectos do desenvolvimento, tais como o cognitivo, o social e o emocional – ressalta Gabriela. O estudo será em três momentos. Uma psicóloga realizará as avaliações nos dois grupos de crianças que participam com base em uma escala que considera várias dimensões do desenvolvimento infantil. Por meio de filmagens, mãe e bebê serão observados e, em entrevistas, serão investigadas a história da criança na família, a gestação e a percepção dos pais sobre o desenvolvimento dos filhos. Já na escola, serão avaliadas a rotina do berçário, as atividades propostas e a qualidade do ambiente.
Crédito: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a3285950.xml&template=3898.dwt&edition=16973§ion=1034

Brasil terá centro cultural no Líbano

Ser um espaço para divulgação da língua, arte, dança, literatura, esporte, música e cinema do Brasil. Esta será a missão do Centro Cultural Brasil-Líbano (BrasiLiban), que abre suas portas ao público no dia 27 de abril, em Beirute. Uma iniciativa da embaixada brasileira no país árabe, o centro pretende atrair um público interessado em conhecer ou ficar mais perto de tudo o que lembra o Brasil. Divulgação BrasiLiban: cultura brasileira mais perto do Líbano“É uma antiga reivindicação dos libaneses, de forma geral, e da comunidade de origem brasileira no Líbano, de modo especial”, explica Roberto Medeiros, ministro-conselheiro e chefe do setor cultural da embaixada brasileira, sobre a iniciativa de fundação do centro. “Em encontros sociais ou culturais com os membros da embaixada em Beirute, os libaneses sempre solicitavam que o governo brasileiro criasse uma instituição com a função específica de divulgar a língua portuguesa e a cultura brasileira”, completa. Serão oferecidos cursos de português e cultura brasileira; aulas de danças como samba, forró e lambada; cursos de capoeira e jiu-jitsu, além de cursos de culinária brasileira; piano e coral; e língua árabe popular (para brasileiros). “No que se refere às atividades pontuais, realizaremos exposições, conferências, debates e espetáculos de música e dança”, revela Medeiros. As crianças também terão atividades dedicadas a elas, com contação de histórias em português e árabe, iniciação ao folclore brasileiro, entre outras. O centro oferecerá ainda sessões regulares de cinema com filmes nacionais. O público que frequentar o centro terá ainda à disposição, gratuitamente, uma biblioteca com literatura brasileira e uma midiateca com CDs de música e DVDs com filmes, documentários e shows musicais brasileiros. Segundo o ministro-conselheiro, este acervo cultural ainda está em formação e o centro está buscando contribuições de pessoas e instituições que queiram ajudar com a doação de material. Uma das atribuições do centro também será a de fomentar o contato entre universidades e pesquisadores brasileiros e libaneses, e ainda aplicar as provas do Celpe-Bras, para a certificação de proficiência de estrangeiros na língua portuguesa. “Estamos em negociações com instituições de ensino do Brasil para oferecer cursos do currículo escolar brasileiro, em português, para estudantes que desejem retornar ao Brasil e lá continuar seus estudos, mas isso será algo para o futuro”, destaca Medeiros, sobre os planos da embaixada para o BrasiLiban. Medeiros também conta que o BrasiLiban está reunindo obras de artistas brasileiros com o objetivo de montar uma mostra permanente. “Estamos em plena campanha para decorar as instalações do centro com obras de arte das diversas regiões do Brasil”, diz. “Gostaríamos de mostrar obras de arte de todos os estados, em exposição permanente. Esperamos contar com a ajuda dos brasileiros e das comunidades de origem libanesa residentes no Brasil, enviando-nos doações. Já recebemos obras de arte do Rio de Janeiro e estamos em contato com as comunidades de origem libanesa no Pará e no Ceará”, detalha. Para os momentos de descontração, o centro contará com um café-bar, que servirá salgadinhos típicos brasileiros, como coxinha, pão de queijo e risole. Para beber, não vão faltar as opções do tradicional cafezinho, além de guaraná e a famosa caipirinha. Enquanto se aproveita a hora gastronômica, a música popular brasileira de artistas como Gilberto Gil, Chico Buarque e Caetano Veloso, compõe a trilha sonora e ajuda a criar ainda mais um clima de Brasil. De acordo com Medeiros, apesar da abertura do centro esta semana, haverá, posteriormente, uma festa de inauguração oficial, em data ainda a ser definida. O evento terá a presença de um alto representante do governo brasileiro. Serviço Centro Cultural Brasil-Líbano (BrasiLiban) Endereço: Rua Mar Mitr, Imóvel Sami Fouad Trad, n? 176, Achrafieh, Beirute Horário de funcionamento: das 9h30 às 21h30 Tel: +961 (1) 322905 / 6 / 7 E-mails: centreculturelbresilliban@gmail.com e cultural@brazilembassy.org.lb Facebook: http://www.facebook.com/#!/BrasiLiban

Crédito: http://www.anba.com.br/noticia_servicos.kmf?cod=11805281

Dez por cento do PIB para a educação pública é muito?

Entre as várias metas do Plano Nacional de Educação (PNE) em discussão no Congresso Nacional está o aumento progressivo dos investimentos públicos em educação até atingirem 7% do PIB. Analisemos esse valor. Quando, no fim da década de 1990, muitas entidades da sociedade brasileira apresentaram seu projeto de PNE ao Congresso Nacional, com algumas metas até mais modestas do que as do PNE atualmente proposto, os recursos necessários foram estimados em 10% do PIB. Esse valor foi reduzido pelo Congresso a 7% e, finalmente, vetado pelo Executivo federal. Assim, ficamos com as metas, mas sem recursos para cumpri-las. Obviamente, não apenas as metas não foram cumpridas como nos afastamos ainda mais de muitas delas. Seriam os 7% do PIB suficientes na situação atual? Vejamos. Atualmente, segundo dados divulgados pelo Inep, o investimento direto em educação pública é cerca de 4,7% do PIB, dos quais 3,1% correspondem a salários e encargos. Como, segundo dados do PNAD, os salários dos educadores correspondem a cerca de 60% dos valores percebidos pelos demais trabalhadores com mesma escolaridade, apenas para superar essa desigualdade seria necessário aumentar os investimentos em 2% do PIB, o que já nos levaria praticamente aos 7% previstos. Considerando outras metas do PNE proposto, entre elas a universalização da educação dos 4 aos 17 anos, a conclusão do ensino fundamental para todos e o atendimento, na educação infantil, de 50% das crianças de até a três anos de idade, uma regra de três simples indica que seriam necessários outros 2% a 3% do PIB. Finalmente, para cumprir as outras muitas metas propostas, inclusive para a educação superior, precisaríamos de recursos da ordem de 10% do PIB ou mais. Investir 10% do PIB em educação não é nenhum despropósito. Todos os países que superaram atrasos escolares passaram por um período de altos investimentos, muitas vezes bem além dos 10% do PIB. Isso ocorreu nos países escandinavos, em Israel, em Cuba e em vários outros países. Os EUA investem, atualmente, um total de 7,6% do seu considerável PIB, sendo dois terços dos recursos provenientes do setor público. Portanto, seria totalmente normal que um país como o Brasil, com grande atraso educacional, investisse cerca de 10% de seu PIB em educação. Vale comparar a situação brasileira com a de outros países de modo mais detalhado. Os gastos por estudante e por ano na educação básica no Brasil, onde está a grande maioria dos estudantes, são da ordem de apenas 14% da renda per capita. Nos países que têm um sistema educacional bem estabelecido, esse percentual é da ordem de 25%. Portanto, para dedicarmos à educação um esforço comparável ao desses países, devemos aumentar os gastos por estudante em bem mais de 50%. Mas ainda temos que incorporar pessoas excluídas do sistema, o que nos diferencia da maior parte dos outros países. No Brasil, cerca de 30% das crianças deixam o sistema educacional antes de completar o ensino fundamental e, no fim do ensino médio, o percentual de jovens excluídos atinge 50%. Apenas a combinação dessas duas necessidades, aumentar a inclusão e os investimentos por estudante na educação básica, exigiria investimentos da ordem de 10% do PIB. Para chegar a investimentos dessa monta precisaríamos adicionar ao setor educacional uma quantidade de recursos equivalente ao crescimento médio do PIB em um único ano. Fracionando esse acréscimo durante alguns anos, teríamos, no fim de uma década, uma escola pública valorizada, professores remunerados adequadamente, estudantes bem atendidos. E tudo isso para sempre, já que a atual taxa de natalidade não prevê um grande aumento do contingente de crianças e jovens. Finalmente, devemos lembrar que investimentos em educação apresentam altos retornos econômicos, tanto na forma de maiores rendas pessoais quanto na forma de aumento do PIB. Taxas de retorno dos investimentos em educação entre 10% e 20% sobre os recursos investidos são bastante típicas para países como o Brasil, mostrando que o investimento é recuperado em poucos anos. Publicação recente da OCDE, adequadamente intitulada O alto custo do baixo desempenho educacional, apresenta uma série de análises mostrando o enorme impacto positivo que melhor educação escolar tem na economia de um país. Além dos ganhos econômicos, os ganhos sociais e culturais são enormes. E, se corretamente feitos, esses investimentos poderiam contribuir para superar uma das maiores vergonhas nacionais: a concentração de renda, um dos indicadores econômicos que nos têm colocado, mesmo após a melhora ocorrida nos últimos anos, entre os recordistas mundiais.

Crédito: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/4/25/dez-por-cento-do-pib-para-a-educacao-publica-e-muito

Dinheiro Direto na Escola

 De acordo com o Censo Escolar de 2010, 838 escolas das áreas rurais do país declararam não ter acesso a água potável. Este ano, o orçamento do Ministério da Educação prevê a destinação de R$ 11,6 milhões, do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE), à resolução do problema. A meta é atender 388 unidades de ensino, que receberão R$ 30 mil cada uma. O dinheiro servirá para a abertura de poços e cisternas, canalização, instalação de caixas d"água e, em último caso, o abastecimento com caminhões-pipa. As normas e pré-requisitos para o recebimento dos recursos serão regulamentados em resolução do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), a ser publicada nos próximos 30 dias. Desde o ano passado, parte do PDDE é reservada ao abastecimento de água potável das escolas do campo. Com a iniciativa - PDDE Água na Escola -, foram atendidas 146 escolas em 2010. "Não é preciso projeto; a transferência dos recursos é direta e cai na conta das escolas", disse o coordenador-geral de educação do campo do MEC, Antônio Lídio. "A intenção é solucionar o problema rapidamente." Para receber os recursos, a escola deve ter declarado, no Censo Escolar de 2010, que não tem abastecimento de água potável. Além disso, deve ter sede em terreno público, unidade executora própria e atender até 50 estudantes. Estarão impedidas de receber os recursos em 2011 aquelas que já receberam em 2010. A estimativa do MEC é levar água a todas as escolas do campo nos próximos anos.

Crédito: http://www.augeeducacional.com.br/WebModuleInformes/interfaceInformesChamadaAction.do#Dinheiro Direto na Escola

Concurso de prevenção ao uso de drogas premiará até R$ 6 mil

Os estudantes e interessados em inscrever seus trabalhos para concorrerem ao concurso de prevenção ao uso de drogas têm até hoje (25) para confirmar a inscrição. O tema dos trabalhos é “Arte e Cultura na prevenção do uso de crack e outras drogas” e está dividido em quatro categorias: Fotografia, Vídeo, Jingle e Cartazes, além do prêmio especial para Monografia no valor de R$ 6 mil. O concurso é promovido pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), do Ministério da Justiça, com intuito de incentivar a reflexão e a discussão sobre a questão das drogas, principalmente no ambiente escolar. Em Roraima, a divulgação é feita por meio do Conselho Estadual de Políticas Sobre Drogas (Conead) e da Secretaria de Estado da Justiça e da Cidadania (Sejuc). O 12º Concurso Nacional de Cartazes é direcionado a estudantes do 2º ao 5º ano do ensino fundamental de 9 anos, o I Concurso Nacional de Vídeo é direcionado a estudantes do 6º ao 9º ano do ensino fundamental de nove anos e ensino médio, o 9º Concurso Nacional de Fotografia e o 9º Concurso Nacional de Jingle, dirigidos à população em geral e a Monografia, para estudantes universitários. CARTAZES Cada escola poderá concorrer com apenas um cartaz por série/ano, que deverá ser produzido por apenas um aluno. A premiação é de R$ 3 mil para o primeiro lugar, R$ 2 mil para o segundo e R$ 1 mil para o 3º lugar de cada categoria em cada região brasileira. Os alunos com necessidades especiais deverão concorrer pela escola regular na qual estejam matriculados. O professor responsável em coordenar a elaboração dos cartazes também poderá ser premiado. Já para as categorias de Jingle, Fotografia e Vídeo serão premiados com o valor de R$ 3 mil os vencedores em 1º lugar de cada categoria por região. MONOGRAFIA A Senad, juntamente com o Centro de Integração Empresa/Escola – CIEE, promove ainda o 10º Concurso Nacional de Monografia, com o tema “A intersetorialidade como estratégia frente ao crack” para estudantes universitários. A inscrição é gratuita e o prazo de inscrição também encerra na próxima segunda-feira (25). Serão premiados o 1º, 2º e 3º lugares nos valores de R$ 6 mil, R$ 4 mil e R$ 3 mil, respectivamente.

Crédito: http://www.folhabv.com.br/noticia.php?id=107550

domingo, 24 de abril de 2011

Estudo liga bullying a violência familiar

Estudo realizado recentemente nos Estados Unidos destaca algo que os pesquisadores sabiam há tempos em relação ao bullying, como é chamado o assédio moral e físico a que crianças são submetidas pelos colegas na escola: estudantes envolvidos em episódios desse tipo têm maior probabilidade de apresentar comportamentos de risco, como notas baixa e uso de drogas e álcool. Outra constatação é de que é também mais provável que essas crianças tenham presenciado ou tenham sido diretamente envolvidas em atos de violência na própria família - uma relação que anteriormente só havia sido estabelecida em estudos de menor abrangência. O estudo sobre o bullying foi publicado na quinta-feira no Relatório Semanal de Morbidez e Mortalidade do Centro para o Controle e Prevenção de Doenças (CDC) - a agência de saúde pública dos Estados Unidos - e foi baseado na Pesquisa sobre Saúde dos Jovens de Massachusetts, uma pesquisa anônima realizada entre cerca de 6 mil estudantes do ensino fundamental e médio desse Estado americano, em janeiro de 2009. Envolvidos. Além de uma lista de questões sobre suas notas, saúde, uso de drogas e violência familiar, entre outras que foram consideradas pelo levantamento, os estudantes de Massachusetts tiveram de responder a duas perguntas sobre bullying: Praticavam o bullying ? Eram vítimas de bullying? Com base nas respostas que deram, os estudantes foram divididos em quatro grupos: bullies (somente os praticantes), praticantes-vítimas de bullying, vítimas, e "nenhum dos casos" (que situou os adolescentes que nunca estiveram envolvidos na prática de bullying). A pesquisa concluiu que 43,9% dos alunos do ensino fundamental foram afetados por bullying, assim como 30,5% dos que frequentavam o ensino médio. A probabilidade de ocorrer a maioria dos comportamentos de risco para o bullying considerados pela pesquisa - como bebida ou problemas de saúde mental - foi "significativamente elevada" para os praticantes do bullying, as vítimas e os praticantes-vítimas. Os praticantes-vítimas no ensino fundamental e médio mostraram-se mais de três vezes mais propensos a responder que consideraram seriamente o suicídio, se feriram intencionalmente e eram fisicamente agredidos por um membro da família, além de presenciar atos de violência familiar. Esse grupo tinha maior probabilidade de ter sido expostos à violência familiar do que os praticantes, que por sua vez foram com maior probabilidade mais expostos do que vítimas, as quais, por sua vez, foram mais provavelmente expostas do que as crianças que não eram nem praticantes nem vítimas. Os autores instaram os Estados a continuar seu trabalho sobre prevenção do bullying.

Crédito: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110424/not_imp710048,0.php

Há vida pós-Harry Potter

ma frase já se tornou lugar-comum no Brasil: “Os jovens não gostam de ler”. Ao mesmo tempo, livros das séries Crepúsculo e Harry Potter batem recordes de venda no país. A pesquisa Retratos da Leitura no Paraná, que aponta as duas obras como as mais lidas do público entre 10 e 17 anos, busca desvendar essa contradição. De acordo com o levantamento, 77% dos paranaenses gostam de ler, número que sobe para 89% entre os estudantes. Escritor e professor do curso de Letras da Universidade Federal do Paraná (UFPR), Paulo Venturelli avalia que o jovem até reconhece a importância da leitura, mas não a transforma em prática “porque a maioria já está traumatizada pelo trabalho que a escola faz”. Saiba mais Um estado que lê? É o caso de Letícia Carneiro, de 16 anos. No Colégio Estadual do Paraná, sua classe acaba de estudar Noite na Taverna, de Álvares de Azevedo (1831-1852), e a aluna relata o resultado: “Tem gente que falou que era horrível, que não presta para nada!”. A pesquisa mostra que a apreciação da leitura cai para 44% entre quem é obrigado a ler. “Obrigando a ler, a escola mata esse gosto”, confirma Venturelli. “Dão livros que não interessam ao jovem”. Contemporâneos Segundo ele, o foco inicial deveriam ser em autores contemporâneos, “que falam a nossa lingua­gem e sobre o nosso tempo”– por exemplo Lygia Bojunga e Bartolomeu Queirós –, para depois tocar em nomes como Azevedo, Machado de Assis e Jo­­sé de Alencar. “Os professores não fazem o papel de intermediação para que o estudante chegue a esse clássico e leia adequadamente.” E se esse primeiro contato com a literatura se desse com obras mais populares? “Não tenho preconceito algum”, responde Venturelli. “Desde que estejam lendo, tudo bem. Pode ser uma abertura de caminho, mas não sei se isso continua.” Helena Rosa, aos 16 anos, é prova viva de que esse caminho pode ser percorrido. Há dois anos, ela devorou toda a série Sherlock Holmes, engatando o gosto pela leitura. “Comecei embaixo. Antes eu lia Harry Potter e adorava. Hoje penso: ‘Como eu pude ler isso e gostar?’. É uma obra tão superficial”, diz ela, que tem em casa uma biblioteca de 400 livros. Para Venturelli, a atitude da família, muito mais do que a da escola, é fundamental para incentivar as crianças a ler. Porém, o estímulo desse hábito pode surgir de maneira inesperada. “Aprendi a ler há três anos, trabalhando aqui”, conta Danielle Ribeiro, 27 anos, recepcionista da Biblioteca Pública do Paraná. “As pessoas acham que sabem ler, mas não sabem. Têm que ler muito para compreender”, diz. (Continua)

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A história bem escrita

Uma nova safra de livros mostra que a reinterpretação do Brasil e a descontrução de mitos é um bom negócio. Não apenas no sentido de fortalecer, esclarecer e divulgar detalhes da formação do País, mas também de revelar que a historiografia brasileira pode ser sucesso editorial. Pode ser best-seller. Atualmente, pelo menos quatro livros investem nesta ideia e têm obtido destaque. Na lista das obras de não-ficção mais vendidas no País, ranking publicado semanalmente por revistas de circulação nacional, os livros que recuperam períodos da história brasileira aparecem no top 10. Esse grupo de autores é “capitaneado” por Laurentino Gomes. O jornalista é autor de “1808” (Editora Planeta), que trata da vinda da Família Real Portuguesa para o Brasil e como esse movimento transformou o País. A publicação é de 2007 e continua no topo na relação dos mais vendidos. Laurentino escreveu também “1822” (Nova Fronteira), acerca do cenário da Independência. E o sucesso se repete. Em setembro do ano passado, além dos 100 mil exemplares já vendidos, a obra já ganhava nova tiragem com outras 100 mil cópias. Na mesma época, “1808” já tinha atingido a marca de 600 mil volumes. No mesmo grupo de Gomes está o também jornalista Leandro Narloch, autor do “Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil” (editora Leya), obra de 2009 que já teve 180 mil exemplares vendidos. Narloch se propõe a investigar temas, acontecimentos e personagens que lhe causavam desconfiança em busca de uma história menos polarizada e menos novelesca. Já “Boa Ventura! - A Corrida do Ouro no Brasil (1697-1810)” (Record), do jornalista Lucas Figueiredo, revela como foi a busca pelo metal precioso e que tipo de consequências isso trouxe para o Brasil. Lançado no início do mês, o livro já é sucesso de público. Também de abril e já participando do ranking dos mais vendidos está “Histórias íntimas - Sexualidade e erotismo na história do Brasil” (Planeta), da historiadora Mary Del Priore. Mas o que tem feito os brasileiros se interessarem tanto por suas origens? A resposta está em uma conjuntura múltipla. Para Mary Del Priore, juntamente com a globalização, há uma tendência de se sublinhar a identidade, o sentimento de pertencimento e obter respostas para questões como “quem sou eu?” e “a que grupo pertenço?”, o que justifica essa “corrida” dos leitores em busca do que foi o Brasil. Na opinião da historiadora, o interesse do público também é despertado em função dos bons trabalhos publicados. “Tem muita gente boa escrevendo sobre história. Nomes como Jorge Caldeira, Fernando Moraes, Eduardo Bueno.” O fato de vários jornalistas estarem se dedicando à história do Brasil traz consequência para muitos considerada positiva: os livros ganham uma linguagem palatável, o que, evidentemente, agrada um número maior de leitores.  (Continua)

Crédito: http://www.diarioweb.com.br/novoportal/Divirtase/Eventos+Shows/57978,,A+historia+bem+escrita.aspx

Intercâmbio de baixo custo

A personagem Leila da novela Insensato Coração, transmitida pela Rede Globo, interpretada pela atriz Bruna Linzmeyer, pode servir de inspiração para jovens universitárias – e universitários, por que não – com vontade de estudar fora do Brasil mas sem muitos recursos para bancar a situação. Quem tem força de vontade para juntar o dinheiro pode investir em estudo, turismo ou um projeto pessoal. A bolsa para um ano beira os US$ 10 mil (cerca de R$ 15,7 mil). A administradora da International Au Pair Association (IAPA), Simona Dallera, conta que, no mundo, são mais de 170 agências afiliadas que oferecem o programa em 45. A Associação foi fundada de 1994, no Canadá, durante a World Youth and Student Travel Conference (WYSTC) para proteger tanto os interesses das famílias que recebem as Au Pairs quanto a segurança das intercambistas. “Novas agências continuam a surgir e a demanda por Au Pairs está em crescimento. Com o aquecimento do setor fica mais evidente a necessidade uma regulamentação a nível internacional”. O programa é destinado a jovens de 18 a 26 anos, mas pode ser estendido até os 30 anos de acordo com o do país. Entre os benefícios, Maia Teresa Martins, diretora regional da World Study, destaca a oportunidade de morar em vários países do mundo pelo prazo de 1 a 2 anos, trabalhar e receber um bolsa para estudos. “O importante é estar disposta a se dedicar 40 horas semanais a cuidar dos filhos das famílias anfitriãs”, ressalta. Além de casa e comida, a “babá” tem uma ajuda de custo que varia de acordo com o país e regalias como carro e finais de semana livres, dependendo da família que a recebe. A bolsa nos Estados Unidos fica em torno de US$ 197 por semana (cerca de R$ 368). Na Europa, as famílias desembolsam de 300 a 370 euros (de R$ 680 a R$ 830) e as nannies têm direito ainda a uma ajuda de US$ 500 (cerca de R$ 780) para ajudar a custear cursos de idiomas ou outras atividades escolares. Até o visto da Au Pair é especial, chama-se J1 e, segundo Maria Teresa, não é difícil de conseguir em função da criteriosa seleção das candidatas. “É possível encontrar programas com custo de embarque a partir de R$ 790 mais US$ 80, com passagens incluídas”, diz. Já para Maria José Paiva, supervisora regional da CI, o programa representa para o intercambista uma oportunidade de assimilar a língua e a cultura ao mesmo tempo em que é remunerado. (Continua)

Crédito: http://jornal.ofluminense.com.br/editorias/empregos-e-negocios/intercambio-de-baixo-custo

sábado, 23 de abril de 2011

Dilemas nas salas de aula

Os tempos mudaram e a história do Brasil também. Com isso, os professores tiveram que modificar suas técnicas de ensinar os alunos sobre os acontecimentos do nosso País. Para a maioria deles, os livros didáticos passaram a ser suportes junto com outros materiais, como a internet e os documentos registrados através de vídeo, jornais e revistas. Mas nenhum deles descarta a importância e a preciosidade que se deve manter com a produção de livros, que sempre serão os registros mais sólidos dos acontecimentos que ocorreram nacionalmente. O método de memorização da história brasileira é fato que a professora titular do Departamento de História da PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo, Yvone Dias Avelino, pontua de maneira negativa na formação dos alunos de antigamente e que hoje está tomando formato diferente com a interpretação dos conteúdos. "A história precisa ser interpretada reflexivamente. Durante muitos anos colocaram que a descoberta do Brasil foi algo que aconteceu como uma casualidade e não foi", salienta Ivone. E já que os livros didáticos viraram suportes de aula, a titular frisa que uma boa maneira dos professores ensinarem e os alunos se interessarem ainda mais seria compondo textos que ajudassem a complementar os conteúdos. Na sua opinião, as editoras se preocupam mais com a visão mercadológica dos títulos que publicam do que com a qualidade dos registros que ali estão. "A linguagem está paupérrima, alguns até com erros de português. Não se pode pensar que o ano letivo terminou nas escolas e os livros terminam junto." A doutora e professora de Metodologia do Ensino de História da Uniban (Universidade Bandeirantes) Lilian Marta Grisolio também ressalta a importância dos livros no processo didático, mas no caso dos de história, ela acredita que alguns apresentam problemas ideológicos nas transições dos fatos. "Nesses casos, deve-se levar em consideração a função do livro dentro de um contexto e também como os conteúdos estão sendo colocados conforme as transformações dos fatos. Um exemplo nítido é que consideram nos textos apenas a chegada dos portugueses em nossas terras e desprezam a população nativa que já existia", explica Lilian.   Dividindo a mesma opinião de Yvone Dias Avelino, a estudiosa não acredita que o processo mecânico de ensino, na base da ‘decoreba', será aceito pelos estudantes por muito tempo. "Eles (os alunos) questionam mais e por isso temos que induzí-los à reflexão e não apenas falar como se deram os fatos", diz Lilian. Com as ferramentas para levar informação de maneira rápida, a internet ainda não tem a proeza que os livros têm, facilitando a disposição das sequencias lógicas dos assuntos. "O bom livro é aquele do qual o professor sabe fazer bom uso. Hoje, devemos ter uma linguagem moderna para contar sobre o descobrimento do Brasil e aí, passamos a contar com a influência de profissionais de outras áreas, como o jornalismo, escrevendo de maneira romanceada os conteúdos. Mas temos que tomar cuidado, pois alguns autores, com a intenção de tornar a linguagem acessível, acabam tornando o conteúdo simplista", conclui Lilian. Ainda no campo acadêmico, o professor titular da disciplinar do Colégio Singular, João Bonturi, analisa que os livros de história do Brasil para o Ensino Fundamental trazem o conteúdo factual dos fatos. Já os do Ensino Médio deixam a desejar porque não fazem um trabalho conjugado com a interpretação de textos, o que se tem exigido nos vestibulares e que os universitários já estão desenvolvendo no dia a dia.

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