Após passar por obras de restauração, a Capela de São Miguel Arcanjo está pronta para ser reaberta ao público. Para marcar a reaberuta a capela receberá um circuito de visitação, exibindo objetos utilizados na construção da capela e imagens sacras dos séculos XVI a XVIII.
A igreja mais antiga da cidade de São Paulo estará reaberta a partir desta quinta-feira (24/3). Construída em 1622, a Capela de São Miguel Arcanjo será colocada à disposição do público após sua restauração e ganhará um circuito de visitação. Nesta terça-feira (22/3), o prefeito de São Paulo vistoriou a capela - localizada em São Miguel Paulista, na Zona Leste da Capital - e elogiou o trabalho de revitalização realizado no espaço.
"Foi uma iniciativa muito bem conduzida e com um resultado extraordinário. Essa obra foi realizada com o apoio de todos, mas em especial graças ao entusiasmo da sociedade civil, que tem nesse local uma das referências da Zona Leste", afirmou o prefeito, que visitou a capela em companhia do padre Geraldo Rodrigues, pároco do local, e do subprefeito de São Miguel Paulista.
Serão exibidos no circuito de visitação os utensílios e ferramentas usados em sua construção, encontrados nas pesquisas arqueológicas realizadas durante o restauro em 2009, ao lado de onze imagens sacras dos séculos XVI a XVIII, destruídas há mais de 40 anos por vândalos e totalmente restauradas.
Além das imagens sacras e das ferramentas utilizadas pelos índios para a construção do local, a exposição mostra ainda, em painéis e totens, a história de São Miguel Paulista, um dos bairros mais antigos da capital paulista. "A partir de agora, a população vai poder, aqui, respirar um pouco da nossa história. Isso é importante para a preservação da memória da Cidade", reiterou o chefe do Executivo Municipal.
Com a idéia de dar mais visibilidade ao local, a Praça Padre Aleixo Monteiro Mafra, em frente da capela, também foi restaurada e recebeu uma área ajardinada. Além disso, algumas construções que impediam a visão da igreja foram retiradas. No novo projeto paisagístico, executado pela subprefeitura de São Miguel Paulista, foram usadas 3 mil mudas de plantas rasteiras de variadas espécies. Todos os 54 zeladores de praça da subprefeitura participam do trabalho.
História da Capela
Sob a orientação do carpinteiro e bandeirante Fernão Munhoz, a Capela de São Miguel Arcanjo foi construída pelos índios guaianases em 1622. A igreja foi um dos primeiros prédios tombados pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (atual IPHAN). Em 1938, quase três séculos depois de sua construção, a Capela dos Índios (como é conhecida) passou pelo primeiro processo de revitalização.
Créditos: http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=43577
A Faculdade Barretos, juntamente com o coordenador do Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, dão as Boas Vindas a todos os alunos para o ano letivo de 2012! Sejam Bem Vindos!
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
sábado, 26 de março de 2011
ALUNO DE DO CURSO DE HISTÓRIA DA UNIPAMPA É PERSEGUIDO PELA BRIGADA MILITAR
Estudante da Unipampa será recebido por representantes da Secretaria de Direitos Humanos na Capital
O estudante de História da Unipampa, Helder Santos, que denunciou ser vítima de racismo e agressões por integrantes da Brigada Militar (BM) de Jaguarão, no Sul do Estado, abandonou o município na noite dessa quinta-feira. Ele está em Porto Alegre, onde será recebido por representantes da Secretaria Estadual de Direitos Humanos. O acadêmico, que trabalhava na prefeitura, alega que foi obrigado a deixar a cidade por conta de ameaças recebidas de Policiais Militares (PMs). Ele pretende voltar à Bahia, onde nasceu, e ainda não sabe se conseguirá tocar os estudos.
O caso está sob análise da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial, ligada à Presidência da República, e da Promotoria de Direitos Humanos do Ministério Público gaúcho. A Brigada Militar tem duas sindicâncias em andamento contra um soldado, um sargento e o comandante da BM de Jaguarão, major José Antônio Ferreira.
O major disse que houve “sensacionalismo” e afirmou que está apurando o que aconteceu. No entanto, o secretário Estadual de Justiça e Direitos Humanos, Fabiano Pereira, afirma que a denúncia é grave e será alvo de atenção da pasta. Ele designou duas equipes, uma de investigação e outra de proteção, para a cidade de Jaguarão.
Na Capital, Santos será enviado para um abrigo de acolhimento provisório. Depois, vai voltar para a Bahia. “Eu não sei nem o que falar, porque eu vim pra cá com tantos sonhos, já estava concretizando alguns deles trabalhando como estagiário de história na prefeitura, e vou ter que abandonar tudo e retornar para casa”, lamentou ele, em entrevista à Rádio Guaíba.
Santos é o primeiro integrante da família a iniciar formação universitária, mas corre o risco de ter de parar de estudar, caso o Ministério da Educação não consiga sua transferência para uma universidade no Nordeste.
Entenda o caso
Os transtornos de Santos começaram na semana anterior ao Carnaval, quando foi parado em uma abordagem da Brigada Militar (BM) na saída de uma festa. Um amigo de Santos teria sido agredido pelos policias e o estudante interveio. Na confusão, Santos também teria apanhado dos PMs e teria sido chamado de “negão”.
Santos procurou a corregedoria da Brigada Militar, que instaurou processo para investigar os responsáveis, apontados por colegas. O estudante também fez denúncia ao Ministério Público da cidade por abuso de autoridade e discriminação racial. Ele ainda registrou ocorrência na Polícia Civil.
Após as denúncias, Santos recebeu uma carta de um soldado da BM, dizendo que ele deveria se cuidar, porque os envolvidos eram perigosos. A mensagem recomendava que ele deixasse Jaguarão, visando sua própria segurança.
Pouco tempo depois, o estudante recebeu uma nova carta – essa com tom de amaça – com selo de Bento Gonçalves, na Serra. A correspondência começava com “Baiano Nego Sujo”. Em um dos trechos, o texto dizia: “Se tu for lá na Brigada e falar a verdade e me caguetar no meu processo, eu vou te cobrir de porrada. No carnaval, tu escapou, mas dei um jeito de embolachar teu amiguinho Seco Edson sem sujar as mãos. Deixamos a cara dele mais feia e preta que a tua, seu otário”. fonte: Correio do Povo 25.03.2011.
Texto retirado do site: http://jorgeterra.wordpress.com/
O estudante de História da Unipampa, Helder Santos, que denunciou ser vítima de racismo e agressões por integrantes da Brigada Militar (BM) de Jaguarão, no Sul do Estado, abandonou o município na noite dessa quinta-feira. Ele está em Porto Alegre, onde será recebido por representantes da Secretaria Estadual de Direitos Humanos. O acadêmico, que trabalhava na prefeitura, alega que foi obrigado a deixar a cidade por conta de ameaças recebidas de Policiais Militares (PMs). Ele pretende voltar à Bahia, onde nasceu, e ainda não sabe se conseguirá tocar os estudos.
O caso está sob análise da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial, ligada à Presidência da República, e da Promotoria de Direitos Humanos do Ministério Público gaúcho. A Brigada Militar tem duas sindicâncias em andamento contra um soldado, um sargento e o comandante da BM de Jaguarão, major José Antônio Ferreira.
O major disse que houve “sensacionalismo” e afirmou que está apurando o que aconteceu. No entanto, o secretário Estadual de Justiça e Direitos Humanos, Fabiano Pereira, afirma que a denúncia é grave e será alvo de atenção da pasta. Ele designou duas equipes, uma de investigação e outra de proteção, para a cidade de Jaguarão.
Na Capital, Santos será enviado para um abrigo de acolhimento provisório. Depois, vai voltar para a Bahia. “Eu não sei nem o que falar, porque eu vim pra cá com tantos sonhos, já estava concretizando alguns deles trabalhando como estagiário de história na prefeitura, e vou ter que abandonar tudo e retornar para casa”, lamentou ele, em entrevista à Rádio Guaíba.
Santos é o primeiro integrante da família a iniciar formação universitária, mas corre o risco de ter de parar de estudar, caso o Ministério da Educação não consiga sua transferência para uma universidade no Nordeste.
Entenda o caso
Os transtornos de Santos começaram na semana anterior ao Carnaval, quando foi parado em uma abordagem da Brigada Militar (BM) na saída de uma festa. Um amigo de Santos teria sido agredido pelos policias e o estudante interveio. Na confusão, Santos também teria apanhado dos PMs e teria sido chamado de “negão”.
Santos procurou a corregedoria da Brigada Militar, que instaurou processo para investigar os responsáveis, apontados por colegas. O estudante também fez denúncia ao Ministério Público da cidade por abuso de autoridade e discriminação racial. Ele ainda registrou ocorrência na Polícia Civil.
Após as denúncias, Santos recebeu uma carta de um soldado da BM, dizendo que ele deveria se cuidar, porque os envolvidos eram perigosos. A mensagem recomendava que ele deixasse Jaguarão, visando sua própria segurança.
Pouco tempo depois, o estudante recebeu uma nova carta – essa com tom de amaça – com selo de Bento Gonçalves, na Serra. A correspondência começava com “Baiano Nego Sujo”. Em um dos trechos, o texto dizia: “Se tu for lá na Brigada e falar a verdade e me caguetar no meu processo, eu vou te cobrir de porrada. No carnaval, tu escapou, mas dei um jeito de embolachar teu amiguinho Seco Edson sem sujar as mãos. Deixamos a cara dele mais feia e preta que a tua, seu otário”. fonte: Correio do Povo 25.03.2011.
Texto retirado do site: http://jorgeterra.wordpress.com/
Sorteio do Livro "HISTÓRIA E DIDÁTICA"
O Professor Lucas Malho sorteou na última sexta - feira (25/03), para os alunos do segundo ano do curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, dois exemplares do livro "HISTÓRIA E DIDÁTICA", do autor Celso Antunes.
No sorteio, as alunas sorteadas foram nossas amigas Lorena e Renata, porém a aluna Renata presenteou a sua amiga de sala Fátima com o exemplar do livro, pois a mesma estava fazendo aniversário no mesmo dia.
Fica aqui os parabéns dos organizadores do blog ao Professor Lucas Malho pela iniciativa de incentivo a leitura, e pelo sorteio dos livros. As duas alunas sorteadas (Lorena e Renata). A aluna Renata, pela sua iniciativa de presentear sua amiga de sala. E a nossa amiga Fátima, por mais um ano de vida.
Abaixo, um breve resumo do livro.
'Aprender é se informar e, dependendo da natureza da informação, aprender História pode ser também se transformar. Se, por exemplo, aprende-se o nome de um grande herói grego ou egípcio, colhe-se apenas uma informação que pode ser útil para fazer palavras cruzadas, às vezes necessárias, mas que em nada transforma. Mas se, por exemplo, não consegue-se argumentos para algum conflito e lembram-se de uma lição de História e, dessa forma, se faz disso um meio para resolver um problema imediato, o saber ganha significação e transforma.'
No sorteio, as alunas sorteadas foram nossas amigas Lorena e Renata, porém a aluna Renata presenteou a sua amiga de sala Fátima com o exemplar do livro, pois a mesma estava fazendo aniversário no mesmo dia.
Fica aqui os parabéns dos organizadores do blog ao Professor Lucas Malho pela iniciativa de incentivo a leitura, e pelo sorteio dos livros. As duas alunas sorteadas (Lorena e Renata). A aluna Renata, pela sua iniciativa de presentear sua amiga de sala. E a nossa amiga Fátima, por mais um ano de vida.
Abaixo, um breve resumo do livro.
'Aprender é se informar e, dependendo da natureza da informação, aprender História pode ser também se transformar. Se, por exemplo, aprende-se o nome de um grande herói grego ou egípcio, colhe-se apenas uma informação que pode ser útil para fazer palavras cruzadas, às vezes necessárias, mas que em nada transforma. Mas se, por exemplo, não consegue-se argumentos para algum conflito e lembram-se de uma lição de História e, dessa forma, se faz disso um meio para resolver um problema imediato, o saber ganha significação e transforma.'
Da esquerda para direita: Lorena, Professor Lucas, Fátima, Renata
Da esquerda para direita: Lorena, Professor Lucas, Fátima
Créditos Fotos: Hassan Jorge
sexta-feira, 25 de março de 2011
Criação e Publicação de Artigos (Atividades Complementares)
Vale lembrar mais uma vez, que artigos publicados em revistas, jornais, sites, blogs e outras mídias, valem como horas para atividade complementar.
Sendo assim, todo artigo elaborado e publicado no blog do Curso de História da Faculdade Barretos valerá 10 (dez) horas de atividade complementar.
Os interessados poderão procurar: Junior (1º ano), Hassan (2º ano) ou a Professora Alethéia, para sanar eventuais dúvidas.
Observação: As atividades complementares são obrigatórias todos os semestres (do 1º ao 5º), sendo 40 (quarenta) horas de atividades por semestre, totalizando 200 (duzentas) horas de atividades complementares.
Sendo assim, todo artigo elaborado e publicado no blog do Curso de História da Faculdade Barretos valerá 10 (dez) horas de atividade complementar.
Os interessados poderão procurar: Junior (1º ano), Hassan (2º ano) ou a Professora Alethéia, para sanar eventuais dúvidas.
Observação: As atividades complementares são obrigatórias todos os semestres (do 1º ao 5º), sendo 40 (quarenta) horas de atividades por semestre, totalizando 200 (duzentas) horas de atividades complementares.
Trote Solidário (Quinta - Feira)
No dia 24/03, estiveram na ABAVIN (Associação Barretense Vida Nova) os alunos do 1º e 2º ano, do curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos. Eles preparam mais um dia de atividades para o "Trote Solidário".
Os atendidos pela entidade, ficaram muito felizes com o carinho recebido dos alunos do curso, e também retribuirão esse carinho. Abaixo segue alguns momentos do dia na ABAVIN.
Agora veja o depoimento da aluna "Gabi" Aiello, que está no 1º ano do curso de História, sobre o Trote Solidário:
"Olá, sou aluna do 1º ano de História e tive a grande oportunidade de ajudar no trote solidário apoiado pela Faculdade Barretos e representantes do curso de Historia, uma idéia diferente e gratificante, com um objetivo maior de dar apoio e carinho a quem necessita. E não somente de zoação, ridicularização e até mesmo violencia fisica dos antigos trotes universitários. Recomendo a todos levar essa idéia aditante, assim construiremos uma sociedade mais solidária e consciente de seu papel social."
Créditos Fotos: Gabi Aiello
Os atendidos pela entidade, ficaram muito felizes com o carinho recebido dos alunos do curso, e também retribuirão esse carinho. Abaixo segue alguns momentos do dia na ABAVIN.
Agora veja o depoimento da aluna "Gabi" Aiello, que está no 1º ano do curso de História, sobre o Trote Solidário:
"Olá, sou aluna do 1º ano de História e tive a grande oportunidade de ajudar no trote solidário apoiado pela Faculdade Barretos e representantes do curso de Historia, uma idéia diferente e gratificante, com um objetivo maior de dar apoio e carinho a quem necessita. E não somente de zoação, ridicularização e até mesmo violencia fisica dos antigos trotes universitários. Recomendo a todos levar essa idéia aditante, assim construiremos uma sociedade mais solidária e consciente de seu papel social."
Créditos Fotos: Gabi Aiello
quarta-feira, 23 de março de 2011
Trote Solidário
Os alunos do primeiro ano do curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, estão participando, juntamente com os alunos dos primeiros anos dos outros cursos da entidade do Trote Solidário.
Esse projeto visa estimular um comportamento empreendedor e de protagonismo social entre jovens universitários e contribuir para a formação de cidadãos mais engajados e profissionais mais conscientes de seu papel social.
A iniciativa partiu do professor Rodrigo Ruiz Sanches, coordenador do Núcleo de Responsabilidade Social da Faculdade Barretos. “Aguardei as primeiras semanas para que houvesse maior entrosamento entre os alunos e Solicitei que cada turma visitasse uma instituição social da cidade de Barretos e verificasse alguma carência, seja material, seja de serviço”, EXPLICOU ELE. Todas essas ações, segundo o coordenador, serão registradas em um relatório e fotografadas ou filmadas.
As entidades a serem avaliadas são: Casa Acolhedora Vovô Antonio e APAE (Administração), Casa Ágape e André Luiz (Direito), Vila dos Pobres (Enfermagem), ABAVIN (História) e Mariano Dias (Sistemas de Informação).
A seguir algumas fotos do primeiro dia do Trote Solidário realizado pelo curso de História na ABAVIN.
Colaboração: Fotos: Gabi Aiello
Outros: http://www.faculdadebarretos.com.br/
Esse projeto visa estimular um comportamento empreendedor e de protagonismo social entre jovens universitários e contribuir para a formação de cidadãos mais engajados e profissionais mais conscientes de seu papel social.
A iniciativa partiu do professor Rodrigo Ruiz Sanches, coordenador do Núcleo de Responsabilidade Social da Faculdade Barretos. “Aguardei as primeiras semanas para que houvesse maior entrosamento entre os alunos e Solicitei que cada turma visitasse uma instituição social da cidade de Barretos e verificasse alguma carência, seja material, seja de serviço”, EXPLICOU ELE. Todas essas ações, segundo o coordenador, serão registradas em um relatório e fotografadas ou filmadas.
As entidades a serem avaliadas são: Casa Acolhedora Vovô Antonio e APAE (Administração), Casa Ágape e André Luiz (Direito), Vila dos Pobres (Enfermagem), ABAVIN (História) e Mariano Dias (Sistemas de Informação).
A seguir algumas fotos do primeiro dia do Trote Solidário realizado pelo curso de História na ABAVIN.
Colaboração: Fotos: Gabi Aiello
Outros: http://www.faculdadebarretos.com.br/
ETA! CARNAVAL DE SALÃO !
ETA! CARNAVAL DE SALÃO !
Os famosos bailes de carnaval eram uma tradição cultural enraizada em nossa região, no entanto, este ano fomos surpreendidos com a falência do carnaval de salão em Barretos, depois da diminuição sensível dos bailes promovidos pelos clubes.
Nos anos 70 participávamos do bloco “As Moderninhas”, que tanto sucesso obteve no carnaval de rua de Barretos, após o desfile de momo pela avenida 19, percorríamos todos os salões, pulando o carnaval. Eram muitos os clubes que promoviam os bailes, como: Grêmio, União, Jockey Club, Rio das Pedras, Estrela d’Oriente, Clube do Bom Jesus, Clube do Frigorífico, Marília, até debaixo da arquibancada do Barretos Esporte Clube havia baile de carnaval. Infelizmente, com o passar do tempo foram diminuindo os tradicionais bailes de carnaval.
No entanto, outras cidades da região, como Planura, MG e as paulistas Guarací, Olímpia e Guaira, além de outras cidades, investiram pesado em seus bailes, atraindo turistas de várias cidades, ocasionando a debandada de muitos foliões barretenses.
Este fato inusitado do carnaval de salão, em 2011, fez-nos lembrar de um outro fato ocorrido há oitenta anos. Barretos contava com escolas primárias privadas, muitas delas de vida efêmera e o 1º Grupo Escolar, o qual foi inaugurado em 1912. Em 1930, foi criada a S.E.B. – Sociedade Escolas de Barretos, visando dotar a cidade de um ginásio. No livro “Barretos de Outrora”, o autor Osório Faleiros da Rocha, relata, “A população recebe não com indiferença, mas com hostilidade, essa iniciativa. O maioral da política, segundo foi propalado, dissera ao seu estado-maior que não valia a pena de criar um ginásio local, pois isso iria prejudicar o ginásio de Bebedouro” (p. 308). No entanto, a luta da S.E.B. não foi em vão, em 1932, foi inaugurado o Ginásio Municipal de Barretos, com a ajuda do dr. Antonio Augusto dos Reis Neves, da cidade de Agudos.
Será que havendo carnaval em Barretos poderá prejudicar o carnaval da região? Nós devemos pensar no melhor para Barretos. As nossas atrações devem ser melhores, para que os jovens e as famílias barretenses possam pular o carnaval em nossa cidade, começar na sexta-feira e parar só na quarta-feira de cinzas a hora que o sol raiar..
O carnaval de salão de Barretos precisa de uma união dos clubes que sempre promoveram o melhor carnaval e que façam a melhor festa de momo da região. .
Que em 2012 seja diferente!
Salve o carnaval barretense!
José Antonio Merenda
Ator e diretor teatral do GTAAB, Membro da ABC
e graduando da Faculdade de História de Barretos.
O artigo acima foi escrito pelo nosso ilustríssimo amigo "Merenda". Que está no 2º Ano do curso de Licenciatura em História. O artigo foi publicado no Jornal O Diário.
quinta-feira, 17 de março de 2011
CINEMA COMENTADO "THANK YOU FOR SMOKING" OBRIGADO POR FUMAR!
EM CARTAZ NO CINEMA COMENTADO DO DIA 19/03/2010 ÁS 14:30hs O FILME: "THANK YOU FOR SMOKING" OBRIGADO POR FUMAR!
LEMBRE-SE: O CINEMA COMENTADO VALE COMO ATIVIDADE COMPLEMENTAR.
LEMBRE-SE: O CINEMA COMENTADO VALE COMO ATIVIDADE COMPLEMENTAR.
quarta-feira, 16 de março de 2011
ARQUIVO PÚBLICO DIGITALIZA DOCUMENTOS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM SÃO PAULO
Paula Oliveira de Medeiros
Site temático "Memória da Educação" é atualizado com mais de 4 mil documentos inéditos na internet.
Um novo conjunto de documentos do acervo do Arquivo Público do Estado de São Paulo relacionados à educação acaba de ser incluído no site temático “Memória da Educação” ( http://www.arquivoestado.sp.gov.br/educacao ). São mais 4.000 ilustrações e fotografias, além de 64 Relatórios das Delegacias Regionais de Ensino do Estado de São Paulo à disposição do público. O site "Memória da Educação" chega a 25 mil documentos digitalizados.
Novas informações sobre o ensino no interior do Estado foram inseridas no site, além de documentos inéditos na internet das regiões de Campinas, Araraquara, Casa Branca, Guaratinguetá e Santa Cruz do Rio Pardo (http://www.arquivoestado.sp.gov.br/educacao/instrucao ). Os Relatórios tratam de assuntos referentes às atividades administrativas e pedagógicas das escolas da época: quadro de funcionários e funções; quantidade de classe e matrícula ofertadas em escolas (particulares, isoladas rurais, isoladas urbanas, grupos escolares, municipais e reunidas); gráficos demonstrativos do desempenho dos alunos por município, fotografias das atividades escolares; condições físicas dos prédios, entre outras.
Um Ofício de 1858, escrito pelo Inspetor Geral da Instrução Pública de São Paulo é um dos documentos em destaque ( http://www.arquivoestado.sp.gov.br/educacao/destaques ). O ofício trata das dificuldades em conseguir professores qualificados para matérias obrigatórias. O documento é confrontado com o Relatório da Instrução Pública da Província de São Paulo do mesmo ano, a partir do qual é possível compreender as razões dessa problemática na época.
Toda a documentação utilizada (cerca de 90 m lineares) faz parte do acervo do Arquivo Público do Estado de São Paulo. O site será atualizado periodicamente, com a inclusão de mais documentos sobre a História da Educação. Completam a página alguns artigos publicados pelo o Arquivo Público sobre o tema. Acesse:www.arquivoestado.sp.gov.br/educacao .
Sobre o Arquivo Público do Estado de São Paulo
O Arquivo Público do Estado de São Paulo é um dos maiores arquivos públicos brasileiros. Vinculado à Casa Civil do Estado de São Paulo, sua função é formular uma política estadual de arquivos e recolher, tratar e disponibilizar ao público toda documentação de caráter histórico produzido pelo Poder Executivo Paulista. A instituição mantém sob sua guarda aproximadamente 6 mil metros lineares de documentação textual permanente, 17 mil metros de documentação intermediária, 900m de material iconográfico, grande quantidade de jornais e revistas e uma biblioteca de apoio à pesquisa com 45 mil volumes.
SMAM- Barretos, SP.
segunda-feira, 14 de março de 2011
A Imprensa e os Fatos Históricos (generalidade) do Brasil
14 de março de 1985 - Tancredo é operado 12h antes da posse
14/03/2011 - 00:00 | Enviado por: Lucyanne Mano

À véspera de realizar o tão esperado sonho de milhões de brasileiros, o de ter na Presidência da República um chefe de estado civil após vinte anos de regime militar, Tancredo de Almeida Neves foi internado à noite, às pressas, no Hospital da Base em Brasília. Com uma crise aguda de diverticulite, foi operado de emergência. O povo brasileiro, no último dia de regime militar, viveu nesse episódio a sua primeira prova de capacidade para enfrentar crises... Cumprindo a Constituição, assumiu interinamente, no dia seguinte, o Vice José Sarney.
Após 38 dias de agonia, via crucis acompanhada, ora com esperanças ora com temor, por todo o país, Tancredo Neves, aos 75 anos, não resistiu. Seu coração, último de seus órgãos vitais a entrar em colapso, sucumbiu a uma septicemia. Morto num domingo à noite, no dia de Tiradentes, o articulador do mais alegre e mais pacífico movimento popular por mudanças políticas já ocorrido na história do Brasil, tornou-se mártir da luta popular pelas eleições diretas, sem, contudo, viver para presenciá-las.
Após 38 dias de agonia, via crucis acompanhada, ora com esperanças ora com temor, por todo o país, Tancredo Neves, aos 75 anos, não resistiu. Seu coração, último de seus órgãos vitais a entrar em colapso, sucumbiu a uma septicemia. Morto num domingo à noite, no dia de Tiradentes, o articulador do mais alegre e mais pacífico movimento popular por mudanças políticas já ocorrido na história do Brasil, tornou-se mártir da luta popular pelas eleições diretas, sem, contudo, viver para presenciá-las.
Sarney manteve-se na Presidência da República pelos cinco anos seguintes. E só então, foram realizadas as eleições diretas para Presidente do Brasil, tendo sido eleito Fernando Collor de Mello.

Rodrigues Alves também não assumiu
Houve no Brasil um caso semelhante ao de Tancredo. O Presidente Rodrigues Alves, eleito em 1918 para exercer seu segundo mandato, não tomou posse por motivo de saúde. Ele contraiu a gripe espanhola no Rio de Janeiro, durante a campanha eleitoral.
Em seu lugar, assumiu interinamente o Vice, Delfim Moreira. Rodrigues Alves faleceu dois meses depois. Delfim Moreira, também apresentando uma saúde comprometida pela arteriosclerose, manteve-se no poder por apenas oito meses, tempo apenas para que fossem providenciadas novas eleições.
Houve no Brasil um caso semelhante ao de Tancredo. O Presidente Rodrigues Alves, eleito em 1918 para exercer seu segundo mandato, não tomou posse por motivo de saúde. Ele contraiu a gripe espanhola no Rio de Janeiro, durante a campanha eleitoral.
Em seu lugar, assumiu interinamente o Vice, Delfim Moreira. Rodrigues Alves faleceu dois meses depois. Delfim Moreira, também apresentando uma saúde comprometida pela arteriosclerose, manteve-se no poder por apenas oito meses, tempo apenas para que fossem providenciadas novas eleições.
Fonte: http://www.jblog.com.br/hojenahistoria.php?blogid=57&archive=2011-03
segunda-feira, 7 de março de 2011
A Imprensa e os Fatos Históricos (generalidade) do Brasil
7 de março de 1808 - A chega da da Família Real Portuguesa
07/03/2011 - 00:00 | Enviado por: Lucyanne Mano

A vinda da corte portuguesa para o Brasil foi um acontecimento histórico da máxima importância para o desenvolvimento do país, particularmente para o Rio de Janeiro. De simples cidadezinha colonial, o Rio passaria a sede da monarquia lusitana. Dom João desembarcou em Salvador em 22 de janeiro de 1808 e de lá já abriu os portos do Brasil aos países amigos, permitindo que os navios estrangeiros comercializassem livremente nos portos brasileiros.
O desembarque da família real no Rio de Janeiro, no dia 7 de março, casou grande alvoroço na população, e eram muitos os que queriam ver a comitiva de perto. Os nobres seguiram em cortejo pelas ruas atapetadas de folhagem.
O Paço Imperial tornou-se residência oficial da família real. Sem palácios que os abrigassem, os milhares de nobres ocuparam as melhores casas da cidade, e nesse sentido eram colocados nas portas das casas editais com as iniciais PR (príncipe regente), que o povo traduzia como "ponha-se na rua".
Para sanear os pântanos e incrementar a construção de residências, o governo cederia terrenos nos mangues, logo além do Campo de Santana, a quantos se comprometessem a aterrá-los e nos mesmos levantar edificações à própria custa, nascendo assim a Cidade Nova.
Um rico negociante português, Antonio Elias Lopes, doaria sua chácara de São Cristóvão a D. João, que logo a preferiu como moradia ao Paço Imperial.
Durante os treze anos de sua estadia no Brasil, dom João criou diversas instituições culturais e educacionais, como a Biblioteca Nacional, o Jardim Botânico, o Real Gabinete Português de Leitura, o Teatro São João (atual Teatro João Caetano), a Imprensa Nacional e o Museu Nacional, dentre outros.
Dom João retorna a Liboa
A 26 de abril de 1821, Dom João retornava a Lisboa e deixando como regente o Príncipe dom Pedro, aclamado Imperador Constitucional do Brasil a 12 de outubro de 1822. No dia 7 de setembro, nas margens do Rio Ipiranga, depois de receber uma mensagem com ordem para regressar a Portugal, Dom Pedro declara a Independência do Brasil. Porém a independência do Brasil não ocorreu em todas as províncias, que ainda dominadas por portugueses lutaram até 1823.
D. Pedro abdica em 1831 passando o país a ser governado por uma regência até a coroação de D. Pedro II.
sábado, 5 de março de 2011
A Imprensa e os Fatos Históricos (generalidade) do Brasil
5 de março de 1936 - Prestes e Olga são presos
05/03/2011 - 00:00 | Enviado por: Lucyanne Mano
O ex-capitão do exército Luis Carlos Prestes e sua mulher, procurados desde novembro de 1935 quando se deu o golpe contra o regime conhecido como a Intentona Comunista, foram presos depois de uma armação da Polícia.
A princípio existia a dúvida se Prestes encontrava-se no Brasil até serem efetuadas as prisões do agente do Komintern, Harry Berger, e do secretário do Partido Comunista, Adalberto Fernandes.
Através dos documentos e cartas encontrados em poder de ambos, dissiparam-se todas as dúvidas de que o lider vermelho tivesse se ausentado do Brasil. O local onde se encontrava, porém, era ignorado.
Logo após as autoridades policiais foram informadas de que chegara ao Brasil, em missão especial do Komintern para um entendimento com Prestes, o agente norte-americano Vitor Allan Baron.
Policiais efetuaram sua prisão, conduzindo-o para a Delegacia de Ordem Política e Social. Em todos os interrogatórios a que foi submetido negou-se a indicar o paradeiro de Prestes. O Capitão Miranda interrogou-o habilmente, ao levá-lo para jantar em um restaurante, e conseguiu finalmente a informação que precisava. Luis Carlos Prestes encontrava-se nesta capital, vivendo na clandestinidade com a sua mulher Olga Benário, de nacionalidade alemã, no endereço Rua Honorio, casa no. 270, Cachambi.
Vitor Allan Baron, preso na Seção de Segurança Política, ao se certificar que Prestes tinha sido realmente preso, correu da sala onde se achava até a varanda e precipitou-se no vácuo, caindo no pátio interno e sofrendo gravíssimas lesões.
Prestes foi removido para o quartel da Polícia Especial e Olga ficou detida na Delegacia de Ordem Política e Social.
A princípio existia a dúvida se Prestes encontrava-se no Brasil até serem efetuadas as prisões do agente do Komintern, Harry Berger, e do secretário do Partido Comunista, Adalberto Fernandes.
Através dos documentos e cartas encontrados em poder de ambos, dissiparam-se todas as dúvidas de que o lider vermelho tivesse se ausentado do Brasil. O local onde se encontrava, porém, era ignorado.
Logo após as autoridades policiais foram informadas de que chegara ao Brasil, em missão especial do Komintern para um entendimento com Prestes, o agente norte-americano Vitor Allan Baron.
Policiais efetuaram sua prisão, conduzindo-o para a Delegacia de Ordem Política e Social. Em todos os interrogatórios a que foi submetido negou-se a indicar o paradeiro de Prestes. O Capitão Miranda interrogou-o habilmente, ao levá-lo para jantar em um restaurante, e conseguiu finalmente a informação que precisava. Luis Carlos Prestes encontrava-se nesta capital, vivendo na clandestinidade com a sua mulher Olga Benário, de nacionalidade alemã, no endereço Rua Honorio, casa no. 270, Cachambi.
Vitor Allan Baron, preso na Seção de Segurança Política, ao se certificar que Prestes tinha sido realmente preso, correu da sala onde se achava até a varanda e precipitou-se no vácuo, caindo no pátio interno e sofrendo gravíssimas lesões.
Prestes foi removido para o quartel da Polícia Especial e Olga ficou detida na Delegacia de Ordem Política e Social.
sexta-feira, 4 de março de 2011
A Imprensa e os Fatos Históricos (generalidades) do Brasil
4 de março de 1974 - A inauguração da Ponte Rio-Niterói
04/03/2011 - 07:03 | Enviado por: Lucyanne Mano
"A Ponte Presidente Costa e Silva, monumento à Revolução de 1964, projeção sobre o mar da grande rodovia longitudinal litorânea, a BR-101, é um bem que simboliza ainda em sua majestade: 
Após uma espera de 6 anos e a superação de uma série de imprevistos, incluindo as dificuldades surgidas na execução das fundações, o Presidente Médici inaugurava a Ponte Presidente Costa e Silva unindo o Rio e Niterói através de um ousado e imponente empreendimento da construção civil nacional com 13 quilômetros de extensão e até 70 metros de altura no trecho de seu vão central. A solenidade aconteceu em duas etapas: a primeira, com o Governador Chagas Freitas, no acesso carioca, cortando uma fita simbólica e a segunda, diante de cerca de 10 mil pessoas, do lado fluminense, depois de um discurso do Ministro dos Transportes, Mario Andreazza. Estiveram presentes Ministros de Estado, Governadores, autoridades militares e eclesiásticas, além de uma multidão entusiasmada ao final invadiu as pistas numa grande festa.
Ao anoitecer uma missa na praça dos pedágios celebrou a memória dos operários mortos durante as obras. Ao final, o presidente da Construtora ECEX (responsável pela supervisão da edificação), Coronel João Carlos Guedes, ativou o serviço geral de iluminação.
O caminho para a modernidade
A travessia da ponte Rio-Niterói foi aberta ao público na manhã seguinte à inauguração, por onde começaram a passar mais de 50 mil veículos, diariamente. Desde então o marco da engenharia nacional, transformaria-se também em símbolo da integração e desenvolvimento econômico do do estado do Rio de Janeiro. Além de atender aos deslocamentos da população às localidades adjacentes, agilizou o serviço de transporte intermunicipal e interestadual de cargas, e contribuiu para o crescimento e a expansão de cidades, principalmente na Região dos Lagos.

a decisão do povo brasileiro de vencer todos os obstáculos ao nosso pleno desenvolvimento econômico e social; a capacidade de nossa engenharia de estudar e executar empreendimentos da maior complexidade; a dedicação e competência do operário brasileiro, cujo ânimo, até nas horas dramáticas, jamais arrefeceu, tendo ao contrário, saído fortalecido dos reveses próprios de obra de tamanha envergadura".
Mario Andreazza
Mario Andreazza
Após uma espera de 6 anos e a superação de uma série de imprevistos, incluindo as dificuldades surgidas na execução das fundações, o Presidente Médici inaugurava a Ponte Presidente Costa e Silva unindo o Rio e Niterói através de um ousado e imponente empreendimento da construção civil nacional com 13 quilômetros de extensão e até 70 metros de altura no trecho de seu vão central. A solenidade aconteceu em duas etapas: a primeira, com o Governador Chagas Freitas, no acesso carioca, cortando uma fita simbólica e a segunda, diante de cerca de 10 mil pessoas, do lado fluminense, depois de um discurso do Ministro dos Transportes, Mario Andreazza. Estiveram presentes Ministros de Estado, Governadores, autoridades militares e eclesiásticas, além de uma multidão entusiasmada ao final invadiu as pistas numa grande festa.
Ao anoitecer uma missa na praça dos pedágios celebrou a memória dos operários mortos durante as obras. Ao final, o presidente da Construtora ECEX (responsável pela supervisão da edificação), Coronel João Carlos Guedes, ativou o serviço geral de iluminação.
O caminho para a modernidade
A travessia da ponte Rio-Niterói foi aberta ao público na manhã seguinte à inauguração, por onde começaram a passar mais de 50 mil veículos, diariamente. Desde então o marco da engenharia nacional, transformaria-se também em símbolo da integração e desenvolvimento econômico do do estado do Rio de Janeiro. Além de atender aos deslocamentos da população às localidades adjacentes, agilizou o serviço de transporte intermunicipal e interestadual de cargas, e contribuiu para o crescimento e a expansão de cidades, principalmente na Região dos Lagos.
CCJ aprova regulamentação da profissão de historiador
A regulamentação da profissão de historiador foi aprovada, nesta quarta-feira (2), pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A proposta, de autoria do senador Paulo Paim (PT-RS), estabelece que a profissão de historiador poderá ser exercida pelos diplomados em curso de graduação, mestrado ou doutorado em História.
Entre as atribuições dos historiadores, o projeto (PLS 368/09) lista o ensino da disciplina no ensino básico e superior; o planejamento, a organização, a implantação e a direção de serviços de pesquisa histórica; o assessoramento voltado à avaliação e seleção de documentos para fins de preservação.
A proposta já havia sido aprovada em decisão terminativaDecisão terminativa é aquela tomada por uma comissão, com valor de uma decisão do Senado. Quando tramita terminativamente, o projeto não vai a Plenário: dependendo do tipo de matéria e do resultado da votação, ele é enviado diretamente à Câmara dos Deputados, encaminhado à sanção, promulgado ou arquivado. Ele somente será votado pelo Plenário do Senado se recurso com esse objetivo, assinado por pelo menos nove senadores, for apresentado à Mesa. Após a votação do parecer da comissão, o prazo para a interposição de recurso para a apreciação da matéria no Plenário do Senado é de cinco dias úteis., em março de 2010, pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Mas a aprovação de emenda de Plenário do senador Alvaro Dias (PSDB-PR) e de requerimentos dos senadores Flexa Ribeiro (PSDB-PA) e do então senador Flávio Arns (PSDB-PR) fez a matéria retornar à CAS, bem como exigiu sua análise pela CCJ e pela Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE).
Relator do projeto na CCJ, Flexa Ribeiro recomendou sua aprovação com o acolhimento da emenda de Alvaro Dias. A mudança proposta em Plenário simplificou uma das atribuições dos historiadores para a "organização de informações para publicações, exposições e eventos sobre temas de História". O texto aprovado pela CAS detalhava os locais (empresas, museus, editoras, produtoras de vídeo e CD-ROM ou emissoras de televisão) de realização dessa atividade.
- O texto original do inciso que se pretende alterar era excessivamente detalhista e enumeratório, o que depõe contra a generalidade, clareza e precisão da norma - explicou Flexa Ribeiro em seu parecer.
O relator reconheceu o "relevante" papel exercido pelos historiadores na sociedade e considerou que a inexistência de uma regulamentação pode abrir esse campo a profissionais de outras áreas sem as qualificações necessárias para desenvolver um trabalho adequado com objetos e assuntos históricos.
Iara Farias Borges e Simone Franco / Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
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quinta-feira, 3 de março de 2011
A Imprensa e os Fatos Históricos (generalidades)
3 de março de 2000 - Ditador Pinochet volta ao Chile
03/03/2011 - 00:00 | Enviado por: Lucyanne Mano
Depois de quase 17 meses em que esteve detido na Grã-Betanha, o ex-ditador chileno Augusto Pinochet (na época com 84 anos), foi o pivô de uma crise política já ao desembarcar em uma base aérea de Santiago, em meio ao entusiasmo de seus seguidores, à satisfação das Forças Armadas e ao constrangimento do governo do Chile. Acusado pela tortura e morte de adversários do seu regime, Pinochet pôde deixar Londres porque o governo britânico considerou que ele não tinha condições mentais para ser extraditado e julgado na Espanha pelos crimes cometidos.
O presidente eleito, Ricardo Lagos, que ainda não tinha tomado posse no dia em que viu o ex-ditador colocar os pés novamente em solo chileno, condenou a recepção festiva preparada por chefes militares, líderes de partidos de direita e empresários. “Os interesses do país exigiram comedimento. As cenas que vimos na TV não ajudam ao Chile. Isto tinha que ter sido levado em conta pelas pessoas envolvidas”, disse o novo líder do país, acrescentando que não permitiria manifestações semelhantes por parte dos militares quando passasse a ocupar seu posto como Chefe de Estado. O secretário-geral da Presidência foi mais longe. José Miguel Insulza, que seria o futuro ministro do Interior do governo Lagos, disse que a recepção festiva dada a Pinochet “lembrou a entrada de tropas nazistas em certas cidades na Segunda Guerra”.
Pinochet deixou o avião das Forças Armadas numa cadeira de rodas, mas assim que foi baixada à pista, ele se pôs de pé e, apoiado numa bengala, caminhou até um grupo de parentes, amigos e admiradores que o saudavam acenando bandeiras do Chile ao som da mais importante banda militar do país. Apesar da sua aparência frágil, a relativa desenvoltura demonstrada por Pinochet chamou a atenção assim como as observações dos seus parentes sobre sua impressionante recuperação a bordo do avião da Força Aérea chilena, que diziam ter visto o general se recuperar brilhantemente assim que deixou a Inglaterra.
Na volta à pátria, Pinochet encontrou 60 queixas criminais contra ele. Todas perseguindo um objetivo comum: julgá-lo por seus crimes graves cometidos durante os 17 anos de sua ditadura que teve início em 1973, com o golpe de Estado que causou a morte do ex-presidente Salvador Allende; e terminou em 1990, quando uma onda de protestos populares o impediu de tentar a reeleição.
O presidente eleito, Ricardo Lagos, que ainda não tinha tomado posse no dia em que viu o ex-ditador colocar os pés novamente em solo chileno, condenou a recepção festiva preparada por chefes militares, líderes de partidos de direita e empresários. “Os interesses do país exigiram comedimento. As cenas que vimos na TV não ajudam ao Chile. Isto tinha que ter sido levado em conta pelas pessoas envolvidas”, disse o novo líder do país, acrescentando que não permitiria manifestações semelhantes por parte dos militares quando passasse a ocupar seu posto como Chefe de Estado. O secretário-geral da Presidência foi mais longe. José Miguel Insulza, que seria o futuro ministro do Interior do governo Lagos, disse que a recepção festiva dada a Pinochet “lembrou a entrada de tropas nazistas em certas cidades na Segunda Guerra”.
Pinochet deixou o avião das Forças Armadas numa cadeira de rodas, mas assim que foi baixada à pista, ele se pôs de pé e, apoiado numa bengala, caminhou até um grupo de parentes, amigos e admiradores que o saudavam acenando bandeiras do Chile ao som da mais importante banda militar do país. Apesar da sua aparência frágil, a relativa desenvoltura demonstrada por Pinochet chamou a atenção assim como as observações dos seus parentes sobre sua impressionante recuperação a bordo do avião da Força Aérea chilena, que diziam ter visto o general se recuperar brilhantemente assim que deixou a Inglaterra.
Na volta à pátria, Pinochet encontrou 60 queixas criminais contra ele. Todas perseguindo um objetivo comum: julgá-lo por seus crimes graves cometidos durante os 17 anos de sua ditadura que teve início em 1973, com o golpe de Estado que causou a morte do ex-presidente Salvador Allende; e terminou em 1990, quando uma onda de protestos populares o impediu de tentar a reeleição.
A Imprensa e os Fatos Históricos (generalidades) do Brasil
2 de março de 1996 - O prematuro final do Mamonas Assassinas
02/03/2011 - 00:00 | Enviado por: Lucyanne Mano


Um acidente com o jatinho que transportava os integrantes do grupo Mamonas Assassinas interrompeu a fulminante carreira da banda que conquistou multidões de crianças e adolescentes em todo o Brasil.
O avião Lear Jet 25, PT-LSD chocou-se, no fim da noite, com a Serra da Cantareira, na Grande São Paulo. Além do vocalista Dinho, os irmãos Samuel e Sérgio, Júlio e Bento - componentes da banda - morreram o piloto, o co-piloto e dois assistentes dos artistas.
A tragédia causou comoção nacional, e homenagens ao grupo foram promovidas em diversas cidades.
Letras irreverentes, figurinos exóticos e performance estilo pastelão. Nunca estes ingredientes haviam se misturado com tanta espontaneidade no cenário musical brasileiro. O resultado foi a identificação imediata do público jovem que entoava as músicas de expressão debochada como hinos da sua geração.
Uma histeria só comparável ao surgimento da Xuxa na década de 80 e que levaria o grupo ao auge da fama da noite para o dia.
Em apenas oito meses, o único CD lançado atingiria a margem de 1,8 milhão de cópias vendidas. Com várias faixas nas paradas de sucesso, entre elas Vira-Vira, Pelados em Santos e Robocop Gay, o Mamonas se revelaria o maior fenômeno do mercado musical brasileiro dos últimos tempos.
O avião Lear Jet 25, PT-LSD chocou-se, no fim da noite, com a Serra da Cantareira, na Grande São Paulo. Além do vocalista Dinho, os irmãos Samuel e Sérgio, Júlio e Bento - componentes da banda - morreram o piloto, o co-piloto e dois assistentes dos artistas.
A tragédia causou comoção nacional, e homenagens ao grupo foram promovidas em diversas cidades.
Letras irreverentes, figurinos exóticos e performance estilo pastelão. Nunca estes ingredientes haviam se misturado com tanta espontaneidade no cenário musical brasileiro. O resultado foi a identificação imediata do público jovem que entoava as músicas de expressão debochada como hinos da sua geração.
Uma histeria só comparável ao surgimento da Xuxa na década de 80 e que levaria o grupo ao auge da fama da noite para o dia.
Em apenas oito meses, o único CD lançado atingiria a margem de 1,8 milhão de cópias vendidas. Com várias faixas nas paradas de sucesso, entre elas Vira-Vira, Pelados em Santos e Robocop Gay, o Mamonas se revelaria o maior fenômeno do mercado musical brasileiro dos últimos tempos.
Alegria e humor do início ao fim
"Vamos ficar escondidos. Se vocês gritarem 'mais um', a gente volta". Assim Dinho conduziu o público na última noite de apresentação da banda. A efêmera trajetória do Mamonas Assassinas deixou um legado de alegria e humor, marcas do comportamento de seus jovens integrantes, liderados pela comédia natural do vocalista.
Ironicamente, deixariam registrado no encarte do CD, entre os nomes da lista de agradecimentos: "Ao Santos Dumont (que inventou o avião, senão a gente ainda tava indo mixar o disco a pé)".

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
A Imprensa e os Fatos Históricos (generalidades) do Brasil
28 de fevereiro de -1989 - Morre Aurélio Buarque de Holanda Ferreira
28/02/2011 - 00:00 | Enviado por: Lucyanne Mano

"Fazer dicionários é como caçar borboletas. As palavras voam, é preciso caçá-las no ar". Aurélio Buarque de Holanda
Vítima do mal de Parkinson que sofria desde 1981, morreu o dicionarista e acadêmico Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, 78 anos, autor de um dos maiores sucesso da história editorial do Brasil: o dicionário Aurélio.
Por obrigações do ofício, Aurélio nunca se dava por satisfeito com as acepções dos seus verbetes. Para explicar o que era um dicionarista, por exemplo, por escrito, ele era curto: "Autor de dicionário, lexicógrafo". Mas, no meio de uma conversa, podia se esbaldar à vontade: "O ideal de todo lexicógrafo é ser um ficcionista, afinal, o que é criar a acepção de uma palavra, senão desandar pelo domínio da ficção?"
Quem conheceu este Aurélio alegre, sempre com um bom papo, no entanto, sabe que ele talvez se definisse melhor com a expressão "pescador de pérolas". Como bom alagoano, mestre Aurélio era apaixonado pelo mar. A paixão vinha desde os oito meses de idade, quando a família pobre, de pai comerciante modesto, se mudou da interiorana Passo de Camaragibe, onde nasceu Aurélio, a 3 de maio de 1910, para Porto das Pedras, de frente para o Oceano Atlântico. E sempre que os repórteres batiam à sua porta, com a incontornável missão de repassar a sua vida, ele ria, paciente, e não esquecia de mencionar um evento importante: tinha aprendido a nadar com 12 anos. Parecia um detalhe insignificante. Mas ele era assim. Apegado ao detalhe minúsculo que podia fazer diferença na definição de um verbete. Para definir Aurélio BUarque de Holanda Fereira, a presença do mar fez diferença.

Num de seus célebres acessos de modéstia, Aurélio censurou no seu famoso dicionário, um verbete de uso amplamente dissiminado na língua portuguesa: aurélio. O que constar neste verbete? Sinônimo de dicionário, graças ao uso coletivo e anônimo, em reconhecimento à excelência do trabalho do lexicógrafo alagoano Aurélio Buarque de Holanda Ferreira, autor do Novo dicionário da língua portuguesa.
@HistoriaUnibtos
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Construção de Pinacoteca no Interior do Estado de São Paulo
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), anunciou nesta terça-feira (22) a criação de uma pinacoteca no interior de São Paulo. Segundo Alckmin, o prédio será erguido em Botucatu, cidade a 238 km de São Paulo.
- Esta será a primeira de muitas no interior.
A informação foi dada durante a divulgação da programação da Virada Cultural Paulista, marcada para os dias 14 e 15 de maio.
O local onde a pinacoteca será construída já está sendo analisado pela prefeitura da cidade. Segundo o governador, também já há acervo, mas ele não divulgou quantas peças o compõe.
O governo estadual também não deu prazo para início e término das obras.
A informação foi dada durante a divulgação da programação da Virada Cultural Paulista, marcada para os dias 14 e 15 de maio.
O local onde a pinacoteca será construída já está sendo analisado pela prefeitura da cidade. Segundo o governador, também já há acervo, mas ele não divulgou quantas peças o compõe.
O governo estadual também não deu prazo para início e término das obras.
@HistoriaUnibtos
sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011
Cronograma Anpuh 2011
01 de novembro a 1 de dezembro de 2010
Inscrições de propostas de Seminários Temáticos
Inscrições de propostas de Minicursos.
9 de dezembro de 2010
Reunião da Comissão Científica preliminar (Diretoria nacional e Anpuh - SP) para avaliação das propostas de Seminários Temáticos e de Cursos, sugerindo junções ou desdobramentos.
Indicação de conferencistas nacionais
Confirmação de conferencistas estrangeiros.
10 de dezembro de 2010
Reunião com regionais para avaliar decisões da Comissão Científica preliminar.
13 de dezembro de 2010
Divulgação dos Simpósios Temáticos e Minicursos aprovados
01 de janeiro a 21 de março de 2011
Inscrições de trabalhos nos Simpósios Temáticos aprovados.
Envio de propostas de mesas redondas
01 de janeiro a 30 de junho
Inscrições prévias nos Minicursos.
22 a 31 de março de 2011
Avaliação e seleção dos trabalhos inscritos nos Simpósios Temáticos, feitas pelos coordenadores (com eventuais sugestões de remanejamentos ou junções, lembrando que os coordenadores poderão acompanhar diariamente as inscrições).
01 a 11 de abril de 2011
Envio pelos coordenadores da programação de trabalhos nos Simpósios Temáticos, já considerados os remanejamentos (considerando as segundas e terceiras opções).
1º de abril a 11 de julho de 2011
Inscrições de ouvintes.
14 de abril de 2011
Reunião da Comissão Científica (diretoria nacional e ANPUH SP, para definir mesas e resolver eventuais pendências)
15 de abril de 2011
Reunião com regionais para fechar programação.
http://www.anpuh.org/
@HistoriaUnibtos
Inscrições de propostas de Seminários Temáticos
Inscrições de propostas de Minicursos.
9 de dezembro de 2010
Reunião da Comissão Científica preliminar (Diretoria nacional e Anpuh - SP) para avaliação das propostas de Seminários Temáticos e de Cursos, sugerindo junções ou desdobramentos.
Indicação de conferencistas nacionais
Confirmação de conferencistas estrangeiros.
10 de dezembro de 2010
Reunião com regionais para avaliar decisões da Comissão Científica preliminar.
13 de dezembro de 2010
Divulgação dos Simpósios Temáticos e Minicursos aprovados
01 de janeiro a 21 de março de 2011
Inscrições de trabalhos nos Simpósios Temáticos aprovados.
Envio de propostas de mesas redondas
01 de janeiro a 30 de junho
Inscrições prévias nos Minicursos.
22 a 31 de março de 2011
Avaliação e seleção dos trabalhos inscritos nos Simpósios Temáticos, feitas pelos coordenadores (com eventuais sugestões de remanejamentos ou junções, lembrando que os coordenadores poderão acompanhar diariamente as inscrições).
01 a 11 de abril de 2011
Envio pelos coordenadores da programação de trabalhos nos Simpósios Temáticos, já considerados os remanejamentos (considerando as segundas e terceiras opções).
1º de abril a 11 de julho de 2011
Inscrições de ouvintes.
14 de abril de 2011
Reunião da Comissão Científica (diretoria nacional e ANPUH SP, para definir mesas e resolver eventuais pendências)
15 de abril de 2011
Reunião com regionais para fechar programação.
http://www.anpuh.org/
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ANPUH - 50 ANOS
Em 1961, em reunião na cidade de Marília, foi criada a ANPUH - Associação Nacional dos Professores Universitários de História, hoje transformada na Associação Nacional de História, pois a entidade se abriu para a filiação de todos os profissionais de história, inclusive aqueles que atuam no ensino fundamental e médio, e nas instituições voltadas ao patrimônio histórico. Esta entidade, portanto, está completando no ano de 2011, 50 anos de existência, que serão comemorados quando da realização de seu XXVI Simpósio Nacional de História, evento tradicionalmente promovido por esta Associação, o qual ocorrerá entre 17 e 21 de julho de 2011, na cidade de São Paulo, nas dependências do campus da Universidade de São Paulo.
A palavra comemorar vem do latim commemorare e significa trazer a memória, fazer recordar, fazer lembrar, solenizar recordando. A comemoração, portanto, se relaciona com o campo da memória, da memória voluntária, aquela em que se convoca à lembrança, em que um evento, uma solenidade convoca à recordação de um fato, de um feito, de um evento, de um acontecimento, de uma data, de um personagem. A comemoração tem, pois, a finalidade de provocar a recordação e de, solenizando uma ocasião, forçar a lembrança, fazer lembrar algo que seria individual ou coletivamente relevante, que deveria ser inesquecível.
http://www.anpuh.org/
@HistoriaUnibtos
A palavra comemorar vem do latim commemorare e significa trazer a memória, fazer recordar, fazer lembrar, solenizar recordando. A comemoração, portanto, se relaciona com o campo da memória, da memória voluntária, aquela em que se convoca à lembrança, em que um evento, uma solenidade convoca à recordação de um fato, de um feito, de um evento, de um acontecimento, de uma data, de um personagem. A comemoração tem, pois, a finalidade de provocar a recordação e de, solenizando uma ocasião, forçar a lembrança, fazer lembrar algo que seria individual ou coletivamente relevante, que deveria ser inesquecível.
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