Com uma ilustração dos personagens da boneca Emília e do Visconde de Sabugosa de "O Sítio do Pica-Pau Amarelo", o Google criou um logotipo especial para comemorar o 129º aniversário do escritor brasileiro Monteiro Lobato. Um dos escritores de literatura infantil mais influentes do século XX, Lobato nasceu na cidade de Taubaté, interior de São Paulo, em 1882 e faleceu em 1948, ano em que completou 66 anos. Entre suas obras mais importantes estão "Reinações de Narizinho", "Caçadas de Pedrinho" e "O Pica-Pau Amarelo". Entre 1921 e 1947, ele publicou 23 livros que compõem a coleção "O Sítio do Pica-Pau Amarelo". As obras foram transformadas em diversas séries de televisão de grande sucesso.
Crédito:http://tecnologia.ig.com.br/noticia/2011/04/18/logotipo+de+busca+do+google+homenageia+aniversario+de+monteiro+lobato+10404257.html
A Faculdade Barretos, juntamente com o coordenador do Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, dão as Boas Vindas a todos os alunos para o ano letivo de 2012! Sejam Bem Vindos!
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
segunda-feira, 18 de abril de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
Vila de Paranapiacaba deve ter cinema no próximo ano
No local também eram realizadas festas, bailes e outras comemorações voltadas aos trabalhadores da ferrovia. A casa foi ainda sede da Banda Lyra. Atualmente nada lembra o passado glorioso do lugar: o prédio está caindo aos pedaços, com rombos enormes no telhado, paredes de madeira deterioradas e muito lixo por toda a parte.
As intervenções devem durar cerca de um ano, segundo o secretário de Gestão de Recursos Naturais de Paranapiacaba e Parque Andreense, Eduardo Sélio Mendes Júnior. "A ideia é exibir filmes de arte, que combinam com o ar retrô da Vila", afirmou.
A empresa escolhida para o restauro em licitação foi a Flasa Engenharia e Construções. O projeto prevê ainda o restauro do primeiro grupo escolar da vila, localizado ao lado do prédio da Sociedade Recreativa Lyra da Serra, na Avenida Fox, na Parte Baixa.
Mendes Júnior afirmou ainda que a intenção da Prefeitura é fortalecer os festivais realizados na vila. Além disso, há possibilidade que festivais de cinema nacionais ocorram ali. "Enquanto há várias cidades desativando seus antigos cinemas, vamos na contramão e criamos alternativa viável para os organizadores desses eventos", destacou.
NOVIDADES
A iluminação da vila, motivo de reclamação de moradores e comerciantes, será trocada, com investimentos de R$ 1,6 milhão. As ruas de Paranapiacaba também ganharão paralelepípedos que foram retirados de outras vias da cidade.
A iluminação da vila, motivo de reclamação de moradores e comerciantes, será trocada, com investimentos de R$ 1,6 milhão. As ruas de Paranapiacaba também ganharão paralelepípedos que foram retirados de outras vias da cidade.
A secretaria irá investir, em parceria com a MRS (que opera a linha férrea), na reforma da passarela que liga a Parta Alta à Parte Baixa da vila. "Faremos restauro e reforço da estrutura", explicou Mendes Júnior. Ainda não se sabe o custo da obra, pois o projeto básico não está pronto.
Além dos restauros, a ideia do secretário é levar para a vila uma escola de hotelaria. "Ainda estamos buscando parceiros para viabilizar o projeto", afirmou.
Pais registram denúncia de bullying em cartório
Há seis meses, pais passaram a registrar em cartório ofensas sofridas pelos filhos vítimas de cyberbullying. O documento é usado para provar agressões virtuais em processos movidos contra autores mesmo que as mensagens venham a ser retiradas das redes sociais.
No 26.º Cartório de Notas da Praça João Mendes, no centro da capital paulista, foram registrados sete desses documentos nesse período. Chamados de atas notariais, são uma escritura pública que retrata fatos do cotidiano. Todos os casos relatados envolviam jovens em idade escolar e colegas do mesmo colégio. O mesmo vem ocorrendo nos demais registros de notas da cidade.
"Como a procura é crescente elaboramos até um manual para o setor seguir a metodologia", explica o tabelião substituto Felipe Leonardo Rodrigues. "A ata dá fé pública. É um retrato jurídico de que aquele fato realmente existiu e serve como força probatória em ações judiciais", explica.
Uma cópia tirada da internet funciona como indício e não como prova em um processo. E pode ser contestada pela defesa do acusado, que muitas vezes alega que o material foi montado. "Consegue-se assim inverter o ônus da prova. Quem acusa depois é que vai ter de provar que a cópia não foi adulterada", afirma o tabelião.
No caso da ata notarial, a família informa o endereço eletrônico onde as ofensas estão postadas e o funcionário do cartório entra no site e verifica que elas realmente estão na rede. Ou, se for o caso, vai à casa do interessado, acessa e-mails ou diálogos trocados por MSN, SMS ou Twitter e registra a ata no cartório. Esse serviço custa, em média, R$ 278. Dependendo da complexidade, fica pronto em, no máximo, um dia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Crédito: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/pais+registram+denuncia+de+bullying+em+cartorio/n1300080353234.html
No 26.º Cartório de Notas da Praça João Mendes, no centro da capital paulista, foram registrados sete desses documentos nesse período. Chamados de atas notariais, são uma escritura pública que retrata fatos do cotidiano. Todos os casos relatados envolviam jovens em idade escolar e colegas do mesmo colégio. O mesmo vem ocorrendo nos demais registros de notas da cidade.
"Como a procura é crescente elaboramos até um manual para o setor seguir a metodologia", explica o tabelião substituto Felipe Leonardo Rodrigues. "A ata dá fé pública. É um retrato jurídico de que aquele fato realmente existiu e serve como força probatória em ações judiciais", explica.
Uma cópia tirada da internet funciona como indício e não como prova em um processo. E pode ser contestada pela defesa do acusado, que muitas vezes alega que o material foi montado. "Consegue-se assim inverter o ônus da prova. Quem acusa depois é que vai ter de provar que a cópia não foi adulterada", afirma o tabelião.
No caso da ata notarial, a família informa o endereço eletrônico onde as ofensas estão postadas e o funcionário do cartório entra no site e verifica que elas realmente estão na rede. Ou, se for o caso, vai à casa do interessado, acessa e-mails ou diálogos trocados por MSN, SMS ou Twitter e registra a ata no cartório. Esse serviço custa, em média, R$ 278. Dependendo da complexidade, fica pronto em, no máximo, um dia. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Crédito: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/pais+registram+denuncia+de+bullying+em+cartorio/n1300080353234.html
Droga na porta da escola
Hamilton Pavam Repórter negocia compra de maconha em frente à escola Bento Abelaira Gomes, no Jardim Antunes As escolas públicas da periferia de Rio Preto estão cercadas pelo tráfico. Nos horários de entrada e saída de alunos em três colégios da zona norte da cidade, os portões são invadidos por traficantes com cigarros de maconha e “olheiros” que indicam aos alunos as bocas de fumo mais próximas. A venda de drogas corre solta à luz do dia, sem repressão. E, em alguns casos, segundo estudantes, já chegou à sala de aula. A teia do tráfico na porta das escolas de ensino médio não se resume à compra e venda de drogas. Também impõe a lei do silêncio a estudantes, professores e pais. Poucos são os que têm coragem de denunciar a onipresença dos traficantes no ambiente escolar. “Somos reféns da bandidagem. Se ficam sabendo que a gente fala mal deles, xingam, ameaçam”, afirma E.S., mãe de aluno da escola Celso Abade Mourão, no Solo Sagrado. Na última quinta-feira, o Diário comprovou o negócio ilícito nas proximidades das escolas Waldemiro Naffah (Vila União), Bento Abelaira Gomes (Jardim Antunes) e Oscar de Barros Serra Dória (Solo Sagrado). Na primeira delas, pelo menos quatro traficantes cercaram o portão na saída dos alunos, por volta do meio-dia. Um deles vendeu entorpecente para um aluno uniformizado. Passando-se por aluno, mochila nas costas, a reportagem negociou um cigarro de maconha com um dos traficantes. Ele oferece “beck” de R$ 10, R$ 20, R$ 25 e R$ 30. O repórter diz ter apenas R$ 2,50 no bolso. “Então dá um trago aí com nós”, afirma o rapaz, que oferece um cigarro de maconha. O repórter se afasta sem provar a droga, mas não sem antes receber o convite. “Se quiser é só vir aqui.” “A escola é um dos mercados consumidores mais visados pelo tráfico na periferia, porque além da garantia de venda da droga os grupos aliciam os alunos para o negócio”, diz Marcos Rogério Campos, investigador-chefe da Delegacia de Investigações Sobre Entorpecentes (Dise) de Rio Preto. As 69 escolas públicas da cidade totalizam 49 mil alunos, de acordo com a Prefeitura e a Secretaria de Estado da Educação. Na Bento Abelaira, dois rapazes abordam alunos de 14 a 17 anos logo na saída, no fim da tarde. Em uma das esquinas, outra dupla fuma maconha tranquilamente na calçada. Um deles oferece o cigarro para a reportagem. “Vê aí”, diz. Quando o repórter nega o trago, o traficante faz outro convite: “Se você vim aí outra hora a gente arranja (sic).” A droga não se resume apenas ao lado de fora dos muros da escola do Jardim Antunes. “No recreio, o cheiro de maconha no pátio fica insuportável. O pessoal passa droga um para o outro na cara dura”, afirma o estudante D.A.C., 17 anos. A direção admite o problema, e informa que tem pedido intensificação nas rondas policiais no entorno do imóvel (leia mais na pág. 3B). A exemplo das duas outras escolas, rapazes de bermuda, chinelo e boné se enfileiram na frente da escola Oscar de Barros Serra Dória. Logo são abordados pelos próprios alunos. À reportagem, indicam a boca de fumo mais próxima: uma barraca de lona verde a menos de um quarteirão do colégio. (Continua)
Crédito: http://www.diarioweb.com.br/novoportal/Noticias/Cidades/57285,,Droga+na+porta+da+escola.aspx
Crédito: http://www.diarioweb.com.br/novoportal/Noticias/Cidades/57285,,Droga+na+porta+da+escola.aspx
Congresso quer lei contra bullying
O Congresso Nacional tem ao menos dez projetos de lei que tratam do combate ao bullying nas escolas. Entre as propostas estão a adoção de uma política nacional de combate ao fenômeno da violência, e o enquadramento do bullying como crime, punido com prisão. O tema voltou a ser discutido após o massacre em Realengo, que resultou na morte de 12 estudantes no último dia 7. O bullying estaria entre as motivações do atirador Wellington Menezes de Oliveira. Entre as dez propostas sobre o tema que aguardam no Congresso, oito delas sete na Câmara e uma no Senado tratam da criação de um programa antibullying. Como tratam do mesmo assunto, boa parte dos textos foram reunidos. Caso haja aprovação, a ideia é que os projetos virem uma só lei. Apresentada em 2009, a proposta de lei que mais avançou já foi aprovada em duas comissões da Câmara e precisa passar por mais duas antes de ir para o Senado. Não é preciso que haja aprovação no plenário. De autoria do deputado Vieira da Cunha (PDT-RS), a lei quer instituir um "programa nacional de combate ao bulllying", com ações que incluem a conscientização da sociedade sobre o tema, a prevenção e o combate à agressão escolar, a implementação de uma campanha nacional na mídia e a capacitação dos profissionais da educação para lidar com o problema. De acordo com Cunha, a intenção é fazer com que, após a aprovação do projeto, o programa seja colocado em prática pelo Ministério da Educação, em parceria com Estados e municípios. O deputado espera que as escolas sejam preparadas a lidar com o tema, e, se necessário, contratem profissionais especializados, como psicólogos. "O fenômeno do bullying está relacionado a índices de evasão e repetência (nos colégios). A criança se afasta da escola, pois não a vê como ambiente de aprendizado, e sim um local hostil. Consideramos que a criação de equipes multidisciplinares vai contribuir para diminuir esses índices". Um dos principais focos é a prevenção do bullying, afirma o deputado. As escolas e os pais devem ficar preparados para identificar as situações de violência escolar e, dessa maneira, poderem intervir. "Queremos conscientizar sociedade e capacitar equipes para tratar o problema. Hoje, o que se verifica é que escolas não estão preparadas para lidar com o fenômeno (do bullying). Ou se omitem ou tratam assunto como se fosse corriqueiro, como se fizesse parte do dia a dia das escolas". Autor de projeto semelhante que deve acabar "apensado" (agregado, na linguagem técnica do Congresso) a algum outro , o deputado Ricardo Izar (PV-SP) defende que, junto com livros didáticos, o governo federal envie cartilhas sobre bullying para as escolas.
Crédito: http://www.gazetadigital.com.br/materias.php?codigo=289457&codcaderno=14&GED=7071&GEDDATA=2011-04-17&UGID=7fac8f59c92890d0fd9ab8f03acd0f47
Crédito: http://www.gazetadigital.com.br/materias.php?codigo=289457&codcaderno=14&GED=7071&GEDDATA=2011-04-17&UGID=7fac8f59c92890d0fd9ab8f03acd0f47
PT testa Haddad como opção para disputa em SP
Com o aval do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro Fernando Haddad (Educação) começou a ser "testado" pelo PT em agendas construídas nas zonas sul e leste da cidade de São Paulo e em contato com a militância. O objetivo é aumentar a inserção do petista na base do partido e diminuir a resistência a ele em setores do PT, de modo que seja construída sua candidatura para prefeito em 2012. Lula, que estreia como principal articulador da eleição em São Paulo nesta semana em encontro com prefeitos em Osasco, diz ter a convicção de que uma vitória na prefeitura da maior cidade do País é o primeiro passo do PT para derrotar a oposição em seu principal reduto, São Paulo, e se fortalecer para 2014. Ainda de acordo com essa avaliação, a vitória só seria possível se o partido apresentasse um nome novo e "palatável" para a classe média paulistana. Para ele, Haddad veste esse figurino. Apesar de o discurso para o público ser o de que Prefeitura de São Paulo não está nos seus planos, Haddad aceitou o diagnóstico feito por petistas - sobre sua frágil relação com as bases do partido - e cumpriu, no último mês, uma agenda política e social na capital paulista. No fim de março, esteve em Cidade Ademar e Pedreira, na zona sul, onde discutiu a questão de vagas nas creches paulistanas em um seminário sobre educação infantil. "Temos mais de 5 mil convênios disponíveis até 2014. Depende exclusivamente do desejo do poder local de aderir ao ProInfância", disse o ministro sobre programa do ministério voltado para municípios. Passou ainda por Itaquera, na zona leste, onde discutiu a construção de um campus da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). A instalação da universidade na região com maior número de eleitores na capital será um contraponto a uma das bandeiras do PSDB em São Paulo: a criação da USP na zona leste, em 2005. "Ele veio aqui e respondeu a todas as questões (sobre a nova universidade). Quando não pôde, mandou alguém da equipe", contou o Padre Ticão, da Paróquia São Francisco de Assis, em Ermelino Matarazzo. Na semana passada, o ministro foi a uma sabatina política. Reuniu-se em almoço num restaurante na Bela Vista com cerca de 30 prefeitos. Ouviu demandas e reclamações de petistas sobre a relação das prefeituras com o ministério. Deu sugestões de projetos de parcerias da pasta com os prefeitos. A maratona se estendeu para outra reunião, desta vez com 300 lideranças comunitárias da área de educação na Assembleia. Num auditório repleto de deputados do PT ele foi ovacionado e chegou a ser chamado de "pré-candidato". "Haddad vai disputar a indicação de homem mais bonito do PT", brincou a deputada estadual Telma de Souza. (Continua)
Crédito: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110417/not_imp707383,0.php
Crédito: http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20110417/not_imp707383,0.php
sábado, 16 de abril de 2011
MPF investiga denúncia de bullying em escola de AL
Maceió - A assessoria da Procuradoria da República em Alagoas informou hoje que o Ministério Público Federal em Arapiraca requisitou à Polícia Federal a abertura de um inquérito policial para apurar notícias de bullying contra um estudante da Escola Estadual Gentil de Albuquerque Malta, localizada no município alagoano de Mata Grande.
De acordo com o procurador da República Samir Nachef, a informação chegou ao MPF por meio do sistema de denúncias online. No entanto, o caso já havia sido noticiado pela imprensa local, inclusive com a divulgação de um vídeo em que a vítima aparecia sendo espancado e ameaçada por outro colega.
O rapaz espancado foi submetido a uma sessão de nove tapas no rosto. As imagens mostraram ainda que outros alunos zombaram da vítima e mandaram que ele dançasse a música da cantora Lady Gaga, só porque o garoto havia assumido sua condição de homossexual.
"Devido à veiculação das imagens da violência na internet, o Ministério Público Federal é competente para atuar no caso. Por isso, com respaldo fundamento na Constituição Federal e na Convenção Internacional sobre o Direito da Criança, promulgada em 21 de novembro de 1990 (Decreto 99710/90), requisitamos a abertura do inquérito", explicou o procurador da República, que vai aguardar a conclusão do inquérito para tomar as demais providências cabíveis.
Crédito: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2011/04/15/mpf-investiga-denuncia-de-bullying-em-escola-de-al.jhtm
De acordo com o procurador da República Samir Nachef, a informação chegou ao MPF por meio do sistema de denúncias online. No entanto, o caso já havia sido noticiado pela imprensa local, inclusive com a divulgação de um vídeo em que a vítima aparecia sendo espancado e ameaçada por outro colega.
O rapaz espancado foi submetido a uma sessão de nove tapas no rosto. As imagens mostraram ainda que outros alunos zombaram da vítima e mandaram que ele dançasse a música da cantora Lady Gaga, só porque o garoto havia assumido sua condição de homossexual.
"Devido à veiculação das imagens da violência na internet, o Ministério Público Federal é competente para atuar no caso. Por isso, com respaldo fundamento na Constituição Federal e na Convenção Internacional sobre o Direito da Criança, promulgada em 21 de novembro de 1990 (Decreto 99710/90), requisitamos a abertura do inquérito", explicou o procurador da República, que vai aguardar a conclusão do inquérito para tomar as demais providências cabíveis.
Crédito: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2011/04/15/mpf-investiga-denuncia-de-bullying-em-escola-de-al.jhtm
Motorista de transporte escolar deixa crianças em rodovia
Dois estudantes, de oito e nove anos de idade, foram deixados à beira da BR-153 em São José do Rio Preto (a 438 km de SP). O motorista do ônibus escolar, que deveria levá-los até a porta de casa após a aula, se irritou com as brincadeiras dos meninos e os forçou a descer antes do previsto.
O caso aconteceu no início da tarde de ontem e foi registrado em boletim de ocorrência.
Marli da Silva, 48, avó do garoto de oito anos, disse que o neto caminhou um quilômetro até em casa e que chegou chorando, sujo e assustado.
Segundo ela, o menino disse que foi empurrado para fora do ônibus junto com o colega e que ambos caíram às margens da BR-153.
Silva diz que o motorista se irritou quando o neto e o colega contavam piadas e um empurrou o outro. O motorista, segundo a delegacia de Rio Preto, entendeu o gesto como uma agressão entre os garotos e os deixou na pista.
Rita Ribeiro, 52, avó do menino de nove anos, diz que o motorista já havia ameaçado deixar outras crianças na rua por causa de bagunça.
Hoje, nenhum dos garotos foi à escola, dizem as famílias.
É crime submeter criança ou adolescente a vexame ou constrangimento, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente. A pena é de detenção de seis meses a dois anos.
O serviço de transporte escolar é municipal e o motorista não tem auxiliares, de acordo com a prefeitura, que afastou o motorista e vai apurar o caso.
Crédito: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/903272-motorista-de-transporte-escolar-deixa-criancas-em-rodovia.shtml
O caso aconteceu no início da tarde de ontem e foi registrado em boletim de ocorrência.
Marli da Silva, 48, avó do garoto de oito anos, disse que o neto caminhou um quilômetro até em casa e que chegou chorando, sujo e assustado.
Segundo ela, o menino disse que foi empurrado para fora do ônibus junto com o colega e que ambos caíram às margens da BR-153.
Silva diz que o motorista se irritou quando o neto e o colega contavam piadas e um empurrou o outro. O motorista, segundo a delegacia de Rio Preto, entendeu o gesto como uma agressão entre os garotos e os deixou na pista.
Rita Ribeiro, 52, avó do menino de nove anos, diz que o motorista já havia ameaçado deixar outras crianças na rua por causa de bagunça.
Hoje, nenhum dos garotos foi à escola, dizem as famílias.
É crime submeter criança ou adolescente a vexame ou constrangimento, de acordo com o Estatuto da Criança e do Adolescente. A pena é de detenção de seis meses a dois anos.
O serviço de transporte escolar é municipal e o motorista não tem auxiliares, de acordo com a prefeitura, que afastou o motorista e vai apurar o caso.
Crédito: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/903272-motorista-de-transporte-escolar-deixa-criancas-em-rodovia.shtml
UFMG vai investigar suposto ataque homofóbico durante festa de calouros
A UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) anunciou nesta sexta-feira (15) que vai investigar um suposto ataque contra casais homossexuais durante a "calourada" do curso de letras. As agressões teriam ocorrido no começo do mês.
Em e-mail enviado ao Gudds! (Grupo Universitário em Defesa da Diversidade Sexual), uma das vítimas conta que ele e o companheiro foram agredidos. “Um cara negro, por volta de 1,90m de altura, começou a nos xingar. Eu perguntei se ele estava louco, porque nos agrediu sem nenhum motivo”, conta um dos participantes da festa.
Segundo ele, o agressor deu um chute no seu companheiro e ainda os chamou de “loucos” e que “deveriam parar de fazer isso”. O estudante afirma que procurou sair de perto do suspeito e reclamou ainda de que pessoas em volta nada fizeram para ajudá-los.
“Todos presenciaram o que aconteceu e absolutamente ninguém se prontificou a nos ajudar. Poderia ter sido muito pior, porque o cara se contentou só com um chute. Se ele resolvesse continuar a agressão provavelmente nós sairíamos muito machucados da situação”, relata.
De acordo com Daniel Arruda Martins, membro do grupo de defesa da diversidade, houve ainda relatos informais de que o homem teria ameaçado ou agredido outras pessoas. (Continua)
Incidentes "recorrentes"
Segundo Daniel Martins, incidentes homofóbicos na universidade são "recorrentes". Ele acusou a reitoria de ser condescendente em relação aos episódios. Como exemplo, Martins descreve a atitude de alunos veteranos dos cursos de engenharia que, segundo ele, obrigam calouros a entoar, em frente ao prédio da FAFICH (Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG): “1,2,3,4, na FAFICH só tem v.....). 4, 3, 2,1, eles dão para qualquer um”.
Martins afirma que tem gravado as ocorrências e levado ao conhecimento da reitoria.
O diretor Luiz Knauer reconhece haver problema no controle dos trotes feitos no campus, mas rebate acusação de que alguns sejam praticados com cunho homofóbico. “Os trotes da UFMG têm problemas, como todos os trotes das outras universidades, mas todos são acompanhados pela segurança e por algum diretor. O dois ou três trotes do semestre passado que tiveram cartazes ou brincadeiras, que lembrassem alguma atitude homofóbica, foram imediatamente retirados”, afirmou.
Segundo ele, os alunos veteranos do curso de engenharia foram alertados sobre possíveis punições.
Crédito: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/04/15/ufmg-vai-investigar-suposto-ataque-homofobico-durante-festa-de-calouros.jhtm
Em e-mail enviado ao Gudds! (Grupo Universitário em Defesa da Diversidade Sexual), uma das vítimas conta que ele e o companheiro foram agredidos. “Um cara negro, por volta de 1,90m de altura, começou a nos xingar. Eu perguntei se ele estava louco, porque nos agrediu sem nenhum motivo”, conta um dos participantes da festa.
Segundo ele, o agressor deu um chute no seu companheiro e ainda os chamou de “loucos” e que “deveriam parar de fazer isso”. O estudante afirma que procurou sair de perto do suspeito e reclamou ainda de que pessoas em volta nada fizeram para ajudá-los.
“Todos presenciaram o que aconteceu e absolutamente ninguém se prontificou a nos ajudar. Poderia ter sido muito pior, porque o cara se contentou só com um chute. Se ele resolvesse continuar a agressão provavelmente nós sairíamos muito machucados da situação”, relata.
De acordo com Daniel Arruda Martins, membro do grupo de defesa da diversidade, houve ainda relatos informais de que o homem teria ameaçado ou agredido outras pessoas. (Continua)
Incidentes "recorrentes"
Segundo Daniel Martins, incidentes homofóbicos na universidade são "recorrentes". Ele acusou a reitoria de ser condescendente em relação aos episódios. Como exemplo, Martins descreve a atitude de alunos veteranos dos cursos de engenharia que, segundo ele, obrigam calouros a entoar, em frente ao prédio da FAFICH (Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas da UFMG): “1,2,3,4, na FAFICH só tem v.....). 4, 3, 2,1, eles dão para qualquer um”.
Martins afirma que tem gravado as ocorrências e levado ao conhecimento da reitoria.
O diretor Luiz Knauer reconhece haver problema no controle dos trotes feitos no campus, mas rebate acusação de que alguns sejam praticados com cunho homofóbico. “Os trotes da UFMG têm problemas, como todos os trotes das outras universidades, mas todos são acompanhados pela segurança e por algum diretor. O dois ou três trotes do semestre passado que tiveram cartazes ou brincadeiras, que lembrassem alguma atitude homofóbica, foram imediatamente retirados”, afirmou.
Segundo ele, os alunos veteranos do curso de engenharia foram alertados sobre possíveis punições.
Crédito: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/04/15/ufmg-vai-investigar-suposto-ataque-homofobico-durante-festa-de-calouros.jhtm
No caminho do novo
O ano de 2011 é um novo marco na regulação da Educação a Distância (EAD) no Brasil. Em janeiro, o ministro da Educação, Fernando Haddad, anunciou o fim da Secretaria de Ensino a Distância (Seed), há 15 anos a principal instância de regulação e direcionamento da modalidade no país. As possíveis conseqüências da medida ainda são incertas, já que o MEC não se pronunciou oficialmente a respeito. Algo é certo, entretanto: apesar dos obstáculos a serem superados, a educação a distância começa a trilhar um caminho próprio, a sair da sombra e a influenciar o ensino presencial.
"Vivemos em um mundo onde a tecnologia muda o cenário dos ambientes de aprendizagem", atesta o coordenador do Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da Unesp, Klaus Schlünzen Junior.
O Brasil é o quinto maior país do mundo em conexão com a internet - são 81,3 milhões de usuários, de acordo com pesquisas de mercado. Ou seja, estudar virtualmente será cada vez mais comum.
O contexto da educação a distância no país - que desde 2003 tem um crescimento de matrículas maior do que o ensino presencial e tem sido usada como uma ferramenta de inclusão no ensino superior - mostra que a modalidade tem amadurecido e se firmado, inclusive dentro dos cursos presenciais, que podem oferecer 20% dos conteúdos a distância. Entretanto, a definição dos modelos pedagógicos, da regulação e do alcance dos cursos está longe de ser algo simples.
"A educação a distância é um fenômeno educacional novo, e a democratização da internet é muito recente. Nesse contexto, o Brasil precisa de muito mais para estar adaptado a esse ensino", avalia Jucimara Röesler, diretora da Unisul Virtual. "Mas o MEC tem buscado a fórmula", acredita.
"Vem aí uma geração digital que domina amplamente as tecnologias de informação e educação e que desenvolve, por natureza, o autodidatismo", acrescenta Jucimara, que comanda sete mil alunos, em 200 cidades no Brasil, na Unisul Virtual.
Um dos obstáculos, na opinião do segmento educacional, é a exigência da presencialidade em alguns momentos do curso. (Continua)
Crédito: http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=12743
"Vivemos em um mundo onde a tecnologia muda o cenário dos ambientes de aprendizagem", atesta o coordenador do Núcleo de Educação a Distância (NEaD) da Unesp, Klaus Schlünzen Junior.
O Brasil é o quinto maior país do mundo em conexão com a internet - são 81,3 milhões de usuários, de acordo com pesquisas de mercado. Ou seja, estudar virtualmente será cada vez mais comum.
O contexto da educação a distância no país - que desde 2003 tem um crescimento de matrículas maior do que o ensino presencial e tem sido usada como uma ferramenta de inclusão no ensino superior - mostra que a modalidade tem amadurecido e se firmado, inclusive dentro dos cursos presenciais, que podem oferecer 20% dos conteúdos a distância. Entretanto, a definição dos modelos pedagógicos, da regulação e do alcance dos cursos está longe de ser algo simples.
"A educação a distância é um fenômeno educacional novo, e a democratização da internet é muito recente. Nesse contexto, o Brasil precisa de muito mais para estar adaptado a esse ensino", avalia Jucimara Röesler, diretora da Unisul Virtual. "Mas o MEC tem buscado a fórmula", acredita.
"Vem aí uma geração digital que domina amplamente as tecnologias de informação e educação e que desenvolve, por natureza, o autodidatismo", acrescenta Jucimara, que comanda sete mil alunos, em 200 cidades no Brasil, na Unisul Virtual.
Um dos obstáculos, na opinião do segmento educacional, é a exigência da presencialidade em alguns momentos do curso. (Continua)
Crédito: http://revistaensinosuperior.uol.com.br/textos.asp?codigo=12743
Restos mortais de três inconfidentes vão para Ouro Preto após identificação
Durante décadas, aquela caixa encardida permaneceu esquecida em uma sala dos arquivos históricos do Itamaraty, no Rio de Janeiro. O desleixo, porém, não condiz com a importância do material que a pequena urna guardava: as ossadas de José Resende Costa, João Dias da Motta e Domingos Vidal Barbosa. Os nomes podem ser desconhecidos da maioria da população brasileira, mas esses homens foram personagens chave de um crucial capítulo da história do país. Os três, condenados ao degredo na África depois de participarem da Inconfidência Mineira, um dos principais movimentos separatistas do Brasil Colônia, tiveram seus corpos exumados e trazidos para o Brasil na década de 1930, quando, sem provas concretas de sua autenticidade, permaneceram esquecidos nos arquivos do órgão. A história dos três heróis começou a mudar nos anos 1980. O Itamaraty, ciente de que poderia estar abrigando de maneira precária os restos de personagens importantes da história brasileira, tentou transferir os ossos para o Museu da Inconfidência, que guarda em seu panteão os restos de outros 13 revolucionários. “Infelizmente eu tive que negar, pois não havia comprovação de que se tratava mesmo dos inconfidentes”, explica Rui Mourão, diretor do museu, em Ouro Preto (MG). Para botar fim à dúvida, os restos foram enviados em 1993 à equipe de medicina e odontologia legal da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). “A ideia inicial era a realização de exames de DNA que comprovassem a autenticidade da ossadas”, diz Mourão. No entanto, o material estava muito degradado. “Além disso, não havia parentes próximos dos três que pudessem servir de comparação”, conta o pesquisador da Unicamp Eduardo Daruge. Mesmo sem a possibilidade de fazer a comparação genética nem apoio específico para a pesquisa, o estudo das ossadas se tornou passatempo para Daruge. Quando ele não se dedicava às aulas e outras pesquisa na universidade, o estudioso buscava formas de encontrar a identidade dos ossos, que passaram a ficar sob sua guarda. “Uma das primeiras medidas foi limpar e separar o material. Havia muita terra e lixo dentro da caixa onde as três ossadas estavam guardadas”, relembra. O passo seguinte foi determinar a que tipo de pessoa os ossos pertenciam. Como os exames de DNA não eram uma opção, Daruge começou a montar um verdadeiro quebra-cabeças. Cada pedaço foi estudado anatomicamente e, pouco a pouco, ele organizou os esqueletos. “As peças foram analisadas para sabermos a que parte do corpo pertenciam. Depois, foram comparadas, para ver onde encaixavam”, conta. Nessa fase, a primeira dúvida foi sanada: tratavam-se, de fato, dos restos mortais de três homens. “Até aquela altura, não sabíamos nem se isso era verdade”, afirma Daruge. Densidade Quando morreram em Cabo Verde, onde cumpriram pena por terem participado da revolta liderada por Tiradentes (veja arte), os três homens tinham idades muito diferentes. Domingos tinha 32 anos; João, 49; e José, 70. A medida que se envelhece, a densidade dos ossos muda. Quanto mais velha a pessoa, mais densos são os ossos. “Então submetemos cada fragmento de osso à um exame de densitometria óssea. Um a um, os pedaços foram analisados e tiveram sua idade determinada”, completa o pesquisador. “Os exames mostraram que os fragmentos tinham exatamente a idade dos degredados”, conta. Diante das informações documentadas desde a década de 1930, quando os ossos foram repatriados, pesquisas históricas sobre os destinos dos três, além dos exames de densitometria foram suficientes para os pesquisadores se convencessem que se trata dos três inconfidentes. “Obviamente, em ciência, nunca se pode dizer que há 100% de certeza, mas diante de todos os dados que conseguimos coletar acreditamos que as ossadas são de José Resende Costa, João Dias da Motta e Domingos Vidal Barbosa”, afirma o especialista da Unicamp. Daruge decidiu ir além. Por conta própria, ele uniu as 144 peças que formam boa parte da face de José Resende Costa — cujo esqueleto estava mais bem preservado —, remontou o crânio e enviou tomografias em 3D do crânio à Inglaterra, onde técnicos da Royal University recriaram o rosto do inconfidente no computador. “Trata-se da única imagem da face de um inconfidente que temos”, conta Daruge. Na época da revolução, não existia fotografias, nenhum chegou a ser retratado e pinturas realistas. Mesmo os quadros de Tiradentes, cultuados nos livros de história, apresentam uma imagem diferente da real aparência dele. A partir do próximo dia 21, quando se comemora o Dia de Tiradentes, os restos dos três finalmente poderão repousar com os de outros 13 companheiros de revolução, no Panteão da Inconfidência. Apesar de mais um capítulo da história da inconfidência ter sido elucidado, muitos vazios ainda existem em relação ao movimento de luta pela independência. Dos 26 inconfidentes, 10 ainda não têm o paradeiro conhecido. Revolta reprimida A Inconfidência Mineira foi uma tentativa de revolta ocorrida em Ouro Preto, então capital de Minas Gerais, para libertar o Brasil da dominação colonial de Portugal. Foi realizada em 1789 por um grupo de 26 homens, motivados pelos altos impostos cobrados pela coroa portuguesa. Denunciados por Silvério dos Reis, foram presos. A maioria foi degredada para a África, mas Joaquim José da Silva Xavier, conhecido como Tiradentes, foi enforcado e esquartejado em 21 de abril de 1792.
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Justiça barra acesso à universidade por sistema de cotas
O Tribunal Regional Federal da Primeira Região considerou legítima as regras da Fundação Universidade Federal Piauí que barrou o ingresso na instituição pelo sistema de cotas de estudantes que frequentaram escolas particulares.Os estudantes, que tiveram o pedido de matrícula recusado por esse motivo, contestaram na Justiça a decisão da universidade. Mas o Tribunal entendeu que as regras, apresentadas já no edital do vestibular, estavam corretas.Os alunos, que concorreram a vagas para cursos de Licenciatura Plena em Geografia e Enfermagem, haviam estudado, por pequeno período e por meio de um sistema de bolsas, em escolas particulares. O tribunal, ao analisar a questão, afirmou que a política em favor de alunos da rede pública no vestibular é justificada.O secretário executivo da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), Gustavo Balduíno, conta que a restrição apresentada pela Universidade Federal do Piauí não é incomum. "Boa parte das instituições exige que o aluno, para concorrer a uma vaga pelo sistema de cotas, tenham cursado toda educação básica em escolas públicas", afirmou. As menos restritivas pedem apenas que alunos comprovem ter cursado o ensino médio. "Não há uma regra. Cada instituição tem autonomia para fixar suas regras e é muito salutar que isso seja assim", defendeu.
Crédito:http://www.istoe.com.br/noticias/data/133393_JUSTICA+BARRA+ACESSO+A+UNIVERSIDADE+POR+SISTEMA+DE+COTAS/
Crédito:http://www.istoe.com.br/noticias/data/133393_JUSTICA+BARRA+ACESSO+A+UNIVERSIDADE+POR+SISTEMA+DE+COTAS/
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Doutorado em Museologia e Patrimônio inscreve para turma de 2011
O Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio (PPG-PMUS/UNIRIO) abre edital para o preenchimento de até dez vagas para o curso de Doutorado 2011. As vagas estão divididas entre as linhas de pesquisa ”Museu e Museologia” e ”Museologia, Patrimônio e Desenvolvimento Sustentável” e se destinam a portadores de Diplomas de Mestre emitidos por Programas de Pós-Graduação oficialmente reconhecidos pelo MEC. As inscrições poderão ser feitas até o dia 16 de maio, diretamente pelo candidato ou seu procurador oficialmente autorizado, no Protocolo do Centro de Ciências Humanas e Sociais da UNIRIO (CCH – Av. Pasteur, 458, Urca), durante os dias úteis, nos horários das 10h às 12h e das 16h às 20h. O candidato também poderá optar por se inscrever pelo Correio, via Sedex. Neste caso, é necessário enviar, em um envelope, a documentação exigida no edital, e encaminhá-la para o endereço: Protocolo do Centro de Ciências Humanas e Sociais, Av. Pasteur, 458 – Urca / CEP 22290-240 – Rio de Janeiro – RJ. Outras informações pelos telefones: (21) 2542-12 83 / 2542-13 87. O processo seletivo para o Curso de Doutorado em Museologia e Patrimônio é composto por quatro etapas: Análise de documentos, homologação das inscrições e avaliação de projeto; Provas de compreensão de texto em língua estrangeira; Prova Oral; e Exame e pontuação do Curriculum Vitae do candidato. A análise de projeto e a prova oral são eliminatórias e as demais classificatórias. Confira o edital completo no documento a seguir.
Crédito: http://www.unirio.br/Conteudo/Noticias/Detalhes.aspx?id=9xM+/mA2VBI=
Crédito: http://www.unirio.br/Conteudo/Noticias/Detalhes.aspx?id=9xM+/mA2VBI=
Idioma pode ser extinto porque dois únicos falantes se odeiam
O ayapaneco era um idioma falado por milhares de pessoas por séculos, na região de Tabasco, no México. A língua sobreviveu à conquista dos espanhóis, guerras, enchentes e pestes, mas pode não conseguir passar por um desafio final: a briga entre os dois únicos falantes do idioma no mundo.
Segundo o jornal inglês "The Guardian", Manuel Segovia, 75 anos, e Isidro Velazquez, 69 anos, vivem a 500 metros de distância um do outro em Ayapa. No entanto, eles não se comunicam em ayapaneco porque, simplesmente, se odeiam.
“Quando eu era jovem todos falavam ayapaneco. Aos poucos, o idioma foi sumindo e, agora, acho que vai morrer comigo”, disse Segovia, que costumava bater papo no idioma com seu irmão, que morreu há dez anos.
Segovia continua conversando com a mulher e os filhos que não são bem fluentes em ayapaneco.
Para evitar a extinção do idioma, o linguista Daniel Suslak, na Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, pretende fazer um dicionário de ayapaneco, com a ajuda dos dois falantes turrões.
Além disso, o Instituto Nacional Indígena, do México, pretende organizar aulas de ayapaneco com Segovia e Velazquez, que terão de se entender para evitar a morte do idioma.
Crédito: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/04/14/idioma-pode-ser-extinto-porque-dois-unicos-falantes-se-odeiam.jhtm
Segundo o jornal inglês "The Guardian", Manuel Segovia, 75 anos, e Isidro Velazquez, 69 anos, vivem a 500 metros de distância um do outro em Ayapa. No entanto, eles não se comunicam em ayapaneco porque, simplesmente, se odeiam.
“Quando eu era jovem todos falavam ayapaneco. Aos poucos, o idioma foi sumindo e, agora, acho que vai morrer comigo”, disse Segovia, que costumava bater papo no idioma com seu irmão, que morreu há dez anos.
Segovia continua conversando com a mulher e os filhos que não são bem fluentes em ayapaneco.
Para evitar a extinção do idioma, o linguista Daniel Suslak, na Universidade de Indiana, nos Estados Unidos, pretende fazer um dicionário de ayapaneco, com a ajuda dos dois falantes turrões.
Além disso, o Instituto Nacional Indígena, do México, pretende organizar aulas de ayapaneco com Segovia e Velazquez, que terão de se entender para evitar a morte do idioma.
Crédito: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/internacional/2011/04/14/idioma-pode-ser-extinto-porque-dois-unicos-falantes-se-odeiam.jhtm
Alunos filmam suposta agressão de professor no RS
Um grupo de alunos da 5ª série filmou o momento em que um professor, que aparenta estar nervoso, segura uma colega e a empurra até a carteira em uma escola em Passo Fundo (292 km de Porto Alegre), no RS.
O caso ocorreu nesta quarta-feira (13) pela manhã na escola estadual Anna Luísa Ferrão Teixeira. O vídeo da suposta agressão foi publicado no YouTube.
A menina, de 11 anos, afirma que havia muita conversa na sala de aula e que o problema ocorreu depois que uma colega falou que chamaria a diretora. Segundo a aluna, o professor, que dá aula de ciências naturais, estava irritado com a bagunça.
"Eu estava indo até o lixo e minha colega falou que ia lá na direção. Nisso, ela abriu a porta e o professor pensou que era eu, começou a me sacudir e pegou pelo pescoço. Ele já estava aflito por causa da turma e pegou o primeiro que viu pela frente. Era eu quem estava mais perto", diz.
A aluna conta que o vídeo foi feito escondido pelo celular e que, após o incidente, o professor ficou em frente à porta por cerca de cinco minutos para que nenhum aluno saísse. Ela diz que também foi ofendida pelo professor. "Ele disse que minha mãe não me dava educação."
Ao ver o vídeo, a mãe da menina foi à polícia e registrou um boletim de ocorrência. Segundo Rosali Facco, 38, essa não é a primeira vez que o professor agride a filha e outros alunos. "Ele já tinha dado um tapa no rosto dela um mês antes e puxado a orelha de outros alunos. Fomos chamados no colégio, mas ele disse que jamais faria isso e que também tinha filhos dessa idade. Ficou a nossa palavra contra a dele."
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente.
A Folha tentou localizar o professor, mas não conseguiu contato. De acordo com o delegado Mário Pezzi, responsável pelo caso, ele deve prestar depoimento na próxima semana.
A direção da escola não quis se manifestar. A Secretaria Estadual de Educação afirmou, por meio de nota, que está instaurando uma sindicância para avaliar a conduta do professor. Ele foi afastado de sua função até o fim das investigações.
Crédito: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/902766-alunos-filmam-suposta-agressao-de-professor-no-rs.shtml
O caso ocorreu nesta quarta-feira (13) pela manhã na escola estadual Anna Luísa Ferrão Teixeira. O vídeo da suposta agressão foi publicado no YouTube.
A menina, de 11 anos, afirma que havia muita conversa na sala de aula e que o problema ocorreu depois que uma colega falou que chamaria a diretora. Segundo a aluna, o professor, que dá aula de ciências naturais, estava irritado com a bagunça.
"Eu estava indo até o lixo e minha colega falou que ia lá na direção. Nisso, ela abriu a porta e o professor pensou que era eu, começou a me sacudir e pegou pelo pescoço. Ele já estava aflito por causa da turma e pegou o primeiro que viu pela frente. Era eu quem estava mais perto", diz.
A aluna conta que o vídeo foi feito escondido pelo celular e que, após o incidente, o professor ficou em frente à porta por cerca de cinco minutos para que nenhum aluno saísse. Ela diz que também foi ofendida pelo professor. "Ele disse que minha mãe não me dava educação."
Ao ver o vídeo, a mãe da menina foi à polícia e registrou um boletim de ocorrência. Segundo Rosali Facco, 38, essa não é a primeira vez que o professor agride a filha e outros alunos. "Ele já tinha dado um tapa no rosto dela um mês antes e puxado a orelha de outros alunos. Fomos chamados no colégio, mas ele disse que jamais faria isso e que também tinha filhos dessa idade. Ficou a nossa palavra contra a dele."
O caso está sendo investigado pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente.
A Folha tentou localizar o professor, mas não conseguiu contato. De acordo com o delegado Mário Pezzi, responsável pelo caso, ele deve prestar depoimento na próxima semana.
A direção da escola não quis se manifestar. A Secretaria Estadual de Educação afirmou, por meio de nota, que está instaurando uma sindicância para avaliar a conduta do professor. Ele foi afastado de sua função até o fim das investigações.
Crédito: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/902766-alunos-filmam-suposta-agressao-de-professor-no-rs.shtml
Alunos pagam por apostilas gratuitas em curso de idiomas na rede estadual de SP
Pelo menos duas unidades do CEL (Centro de Ensino de Línguas) -- uma no litoral e outra na capital paulista -- estão vendendo material didático que deveria ser distribuído gratuitamente. Criados pela Secretaria Estadual de Educação de São Paulo para atender alunos de baixa renda, os cursos ficam instalados dentro de escolas de ensino médio da rede.
Os centros aceitam apenas estudantes já matriculados na rede estadual, que podem estudar no contraturno idiomas como espanhol, inglês, francês e alemão.
Como mostra um vídeo obtido pelo UOL, a Escola Estadual Buenos Aires, em Santana, zona norte da capital paulista, chegou a montar um sistema em que tenta disfarçar a prática, apontada como criminosa e ilegal por advogados ouvidos – e tida como irregular pela própria pasta da Educação.
Especialistas e juristas ouvidos avaliaram que vários crimes foram praticados pelos envolvidos, como peculato (apropriação de bem público) e até estelionato (pois os alunos foram enganados). Além disso, houve uma falha administrativa, que infringiu o estatuto do servidor estadual.
“Acima de tudo, teoricamente, é uma violação ao princípio da legalidade, e uma afronta aos princípios da finalidade e moralidade públicas. Se toda a prática for caracterizada, é uma ilicitude”, afirmou Manuel Fonseca Pires, professor da Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), e mestre e doutor em Direito Administrativo.
Segundo as imagens e de acordo com relatos de ex-funcionários do colégio, ao fazer a inscrição os alunos ficam sabendo que as aulas são gratuitas. No entanto, ao começar o curso, há uma atualização na informação: é preciso comprar uma apostila para fazer os exercícios.
Os estudantes recebem, então, uma espécie de boleto em que consta o endereço de uma papelaria ao lado da escola. Nesse cartão, obtido pelo UOL, há o carimbo oficial da Buenos Aires.
No local indicado, na rua Duarte de Azevedo, a menos de cinco quarteirões do colégio, basta o aluno entregar o boleto e, após pagar R$ 18, receber o material didático. A apostila, pelas informações apuradas pela reportagem, é feita com papel pago pelo Estado.
O vendedor que aparece no vídeo, sem saber que estava sendo filmado, confirma o esquema. “A gente está repassando (as apostilas), por que a escola não pode comercializar. É proibido. Então esse é um ponto de venda para poder fazer isso. São eles que determinam o preço.”
Todo o sistema seria de conhecimento da diretora Plantina Fernandes Melo, que não quis conversar com a reportagem. Como a unidade recebe atualmente mais de 1.000 alunos no CEL, o lucro ficaria em torno de R$ 18.000 semestrais.
Procurados na própria escola, os responsáveis pelo CEL negaram a prática e disseram que não dariam maiores esclarecimentos ao repórter. Na papelaria, o vendedor que aparece no vídeo não foi encontrado. A atendente que estava no local, no entanto, confirmou que a venda era feita, mas alegou que "não trabalha mais com isso."
São Vicente
No litoral paulista, no CEL da Escola Estadual Martim Afonso, no centro da cidade, a prática também acontece.
Na página de internet do curso, retirada do ar após os questionamentos do UOL, os gestores anunciam, sem rodeios, que para adquirir as apostilas os alunos precisam procurar alguns pontos de venda – todos fora dos muros escolares.
“As apostilas do curso de espanhol estão disponíveis nos seguintes endereços”, diz a página virtual. Logo abaixo, estão listadas duas gráficas. Ao ligar em uma delas, na rua João Ramalho, a atendente explica o valor do material: R$ 23.
Procurado por telefone, o coordenador do curso, que se apresentou como André, afirmou que os estudantes não seriam obrigados a comprar o material. Ele alegou que a própria escola, “em alguns casos”, imprime o material a quem não tem condições de comprar.
No entanto, segundo a secretaria de Educação, esse procedimento não deveria ser uma exceção, mas sim a realidade para todos alunos. Como atende cerca de 1.000 alunos, a prática na Martim Afonso rende R$ 23.000 aos seus organizadores.
Em nota oficial, a Secretaria Estadual de Educação afirmou que a Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas (Cenp) reforça que o material didático dos cursos do Centro de Estudos de Línguas (CEL) é de distribuição gratuita.
Sem ter tido acesso ao vídeo publicado pelo UOL, o órgão afirmou que “a alegação de que a Escola Estadual Buenos Aires estaria comercializando material didático não procede”.
Sobre a escola Escola Estadual Martim Afonso, em São Vicente, a pasta informou que “determinou o início imediato da apuração sobre o caso”. Após a conclusão da apuração, segundo a nota, “serão tomadas as medidas cabíveis”.
A secretaria afirmou que “nunca havia registrado nenhum caso de venda de apostila”.
Crédito: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/04/14/alunos-pagam-por-apostilas-gratuitas-em-curso-de-idiomas-na-rede-estadual-de-sp.jhtm
Os centros aceitam apenas estudantes já matriculados na rede estadual, que podem estudar no contraturno idiomas como espanhol, inglês, francês e alemão.
Como mostra um vídeo obtido pelo UOL, a Escola Estadual Buenos Aires, em Santana, zona norte da capital paulista, chegou a montar um sistema em que tenta disfarçar a prática, apontada como criminosa e ilegal por advogados ouvidos – e tida como irregular pela própria pasta da Educação.
Especialistas e juristas ouvidos avaliaram que vários crimes foram praticados pelos envolvidos, como peculato (apropriação de bem público) e até estelionato (pois os alunos foram enganados). Além disso, houve uma falha administrativa, que infringiu o estatuto do servidor estadual.
“Acima de tudo, teoricamente, é uma violação ao princípio da legalidade, e uma afronta aos princípios da finalidade e moralidade públicas. Se toda a prática for caracterizada, é uma ilicitude”, afirmou Manuel Fonseca Pires, professor da Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), e mestre e doutor em Direito Administrativo.
Segundo as imagens e de acordo com relatos de ex-funcionários do colégio, ao fazer a inscrição os alunos ficam sabendo que as aulas são gratuitas. No entanto, ao começar o curso, há uma atualização na informação: é preciso comprar uma apostila para fazer os exercícios.
Os estudantes recebem, então, uma espécie de boleto em que consta o endereço de uma papelaria ao lado da escola. Nesse cartão, obtido pelo UOL, há o carimbo oficial da Buenos Aires.
No local indicado, na rua Duarte de Azevedo, a menos de cinco quarteirões do colégio, basta o aluno entregar o boleto e, após pagar R$ 18, receber o material didático. A apostila, pelas informações apuradas pela reportagem, é feita com papel pago pelo Estado.
O vendedor que aparece no vídeo, sem saber que estava sendo filmado, confirma o esquema. “A gente está repassando (as apostilas), por que a escola não pode comercializar. É proibido. Então esse é um ponto de venda para poder fazer isso. São eles que determinam o preço.”
Todo o sistema seria de conhecimento da diretora Plantina Fernandes Melo, que não quis conversar com a reportagem. Como a unidade recebe atualmente mais de 1.000 alunos no CEL, o lucro ficaria em torno de R$ 18.000 semestrais.
Procurados na própria escola, os responsáveis pelo CEL negaram a prática e disseram que não dariam maiores esclarecimentos ao repórter. Na papelaria, o vendedor que aparece no vídeo não foi encontrado. A atendente que estava no local, no entanto, confirmou que a venda era feita, mas alegou que "não trabalha mais com isso."
São Vicente
No litoral paulista, no CEL da Escola Estadual Martim Afonso, no centro da cidade, a prática também acontece.
Na página de internet do curso, retirada do ar após os questionamentos do UOL, os gestores anunciam, sem rodeios, que para adquirir as apostilas os alunos precisam procurar alguns pontos de venda – todos fora dos muros escolares.
“As apostilas do curso de espanhol estão disponíveis nos seguintes endereços”, diz a página virtual. Logo abaixo, estão listadas duas gráficas. Ao ligar em uma delas, na rua João Ramalho, a atendente explica o valor do material: R$ 23.
Procurado por telefone, o coordenador do curso, que se apresentou como André, afirmou que os estudantes não seriam obrigados a comprar o material. Ele alegou que a própria escola, “em alguns casos”, imprime o material a quem não tem condições de comprar.
No entanto, segundo a secretaria de Educação, esse procedimento não deveria ser uma exceção, mas sim a realidade para todos alunos. Como atende cerca de 1.000 alunos, a prática na Martim Afonso rende R$ 23.000 aos seus organizadores.
Em nota oficial, a Secretaria Estadual de Educação afirmou que a Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas (Cenp) reforça que o material didático dos cursos do Centro de Estudos de Línguas (CEL) é de distribuição gratuita.
Sem ter tido acesso ao vídeo publicado pelo UOL, o órgão afirmou que “a alegação de que a Escola Estadual Buenos Aires estaria comercializando material didático não procede”.
Sobre a escola Escola Estadual Martim Afonso, em São Vicente, a pasta informou que “determinou o início imediato da apuração sobre o caso”. Após a conclusão da apuração, segundo a nota, “serão tomadas as medidas cabíveis”.
A secretaria afirmou que “nunca havia registrado nenhum caso de venda de apostila”.
Crédito: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/04/14/alunos-pagam-por-apostilas-gratuitas-em-curso-de-idiomas-na-rede-estadual-de-sp.jhtm
Em Salvador, estudante esfaqueia colega em escola
Salvador - Um estudante de 14 anos do Colégio Estadual Ericles de Matos, no bairro do Rio Vermelho, em Salvador, foi apreendido, na tarde de hoje, depois de esfaquear, no pescoço, um colega de 17 anos.
Atendida no Hospital Geral do Estado, a vítima não corre risco de morrer. Em depoimento colhido na Delegacia do Adolescente Infrator, o agressor disse que era ameaçado pelo colega e que teria ter ficado irritado com um apelido dado por ele. A vítima também teria dado um soco no rosto do agressor, que pegou a faca de outro colega para revidar.
Crédito: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2011/04/14/em-salvador-estudante-esfaqueia-colega-em-escola.jhtm
Atendida no Hospital Geral do Estado, a vítima não corre risco de morrer. Em depoimento colhido na Delegacia do Adolescente Infrator, o agressor disse que era ameaçado pelo colega e que teria ter ficado irritado com um apelido dado por ele. A vítima também teria dado um soco no rosto do agressor, que pegou a faca de outro colega para revidar.
Crédito: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia/2011/04/14/em-salvador-estudante-esfaqueia-colega-em-escola.jhtm
Adeus às armas
Não tem nada haver com educação... Mas achei interessante demais este texto...
Soldado, escritor, correspondente de guerra, sedutor, boêmio, vencedor do Prêmio Pulitzer e do Nobel de Literatura, Ernest Hemingway seria a favor, apenas cinco anos depois, de mais um plebiscito pelo adeus às armas? Uma espingarda de caça, um disparo e Hemingway se suicidou na noite de 2 de julho de 1961. Mary, sua mulher, sempre acreditou que o autor de "Adeus às armas" estava limpando a espingarda. Nunca ninguém se convenceu disso. Se Ernest Hemingway fosse brasileiro, ele não teria cometido o suicídio assim tão fácil. Talvez tivesse cortado o pescoço com um canivete suíço, porque a burocracia e a dificuldade de se comprar, legalizar e portar arma é de levar qualquer um ao suicídio. A compra e porte de arma no Brasil não são proibidos. Mas são proibitivos e, na prática, controlados por rigoroso Estatuto do Desarmamento. Com esse estatuto, Hemingway só poderia portar aquela arma se estivesse sendo ameaçado de morte. O porte teria tempo determinado e a emissão de autorização, renovação ou segunda via teriam taxa a ser paga. Dinheiro não seria problema para o famoso autor de "Por quem os sinos dobram". Mas ele poderia andar armado? "Somente podem andar armados os responsáveis pela garantia da segurança pública, integrantes das Forças Armadas, policiais, agentes de inteligência e agentes de segurança privada. E civis com porte concedido pela Polícia Federal", diz o estatuto. Aquela arma de caça seria de uso permitido, mas ainda assim Hemingway teria que pedir registro na Polícia Federal, ou ao comando do Exército, se fosse arma de uso restrito. Hemingway poderia comprar uma arma? Sim, maiores de 25 anos podem comprar arma de fogo. Se aquela arma de caça não estivesse registrada, o que Hemingway teria que fazer? Registrá-la. E somente poderia tê-la na sua residência, junto ao sempre bem fornido bar. Mas, mesmo sendo bom de copo, Hemingway teria requisitos para registrar aquela espingarda? A lei determina que "o interessado em manter arma de fogo em seu domicílio deverá declarar sua efetiva necessidade, apresentar certidões de antecedentes criminais, não estar respondendo a inquérito policial ou a processo criminal, apresentar documento que comprove sua ocupação lícita, residência certa e comprovar sua capacidade técnica e aptidão psicológica para manuseio de arma". Com esses "simples" requisitos, Hemingway receberia a autorização para a compra. Com tantas restrições, Hemingway desistiria do suicídio. Numa atitude extrema, cortaria a veia jugular com uma caneta esferográfica, ao saber que o Sarney deseja um novo plebiscito para que os brasileiros decidam se apoiam ou não a comercialização de armas de fogo, e continua sendo o feitor da casa grande e senzala.
Crédito: http://www.parana-online.com.br/colunistas/67/85009/
Soldado, escritor, correspondente de guerra, sedutor, boêmio, vencedor do Prêmio Pulitzer e do Nobel de Literatura, Ernest Hemingway seria a favor, apenas cinco anos depois, de mais um plebiscito pelo adeus às armas? Uma espingarda de caça, um disparo e Hemingway se suicidou na noite de 2 de julho de 1961. Mary, sua mulher, sempre acreditou que o autor de "Adeus às armas" estava limpando a espingarda. Nunca ninguém se convenceu disso. Se Ernest Hemingway fosse brasileiro, ele não teria cometido o suicídio assim tão fácil. Talvez tivesse cortado o pescoço com um canivete suíço, porque a burocracia e a dificuldade de se comprar, legalizar e portar arma é de levar qualquer um ao suicídio. A compra e porte de arma no Brasil não são proibidos. Mas são proibitivos e, na prática, controlados por rigoroso Estatuto do Desarmamento. Com esse estatuto, Hemingway só poderia portar aquela arma se estivesse sendo ameaçado de morte. O porte teria tempo determinado e a emissão de autorização, renovação ou segunda via teriam taxa a ser paga. Dinheiro não seria problema para o famoso autor de "Por quem os sinos dobram". Mas ele poderia andar armado? "Somente podem andar armados os responsáveis pela garantia da segurança pública, integrantes das Forças Armadas, policiais, agentes de inteligência e agentes de segurança privada. E civis com porte concedido pela Polícia Federal", diz o estatuto. Aquela arma de caça seria de uso permitido, mas ainda assim Hemingway teria que pedir registro na Polícia Federal, ou ao comando do Exército, se fosse arma de uso restrito. Hemingway poderia comprar uma arma? Sim, maiores de 25 anos podem comprar arma de fogo. Se aquela arma de caça não estivesse registrada, o que Hemingway teria que fazer? Registrá-la. E somente poderia tê-la na sua residência, junto ao sempre bem fornido bar. Mas, mesmo sendo bom de copo, Hemingway teria requisitos para registrar aquela espingarda? A lei determina que "o interessado em manter arma de fogo em seu domicílio deverá declarar sua efetiva necessidade, apresentar certidões de antecedentes criminais, não estar respondendo a inquérito policial ou a processo criminal, apresentar documento que comprove sua ocupação lícita, residência certa e comprovar sua capacidade técnica e aptidão psicológica para manuseio de arma". Com esses "simples" requisitos, Hemingway receberia a autorização para a compra. Com tantas restrições, Hemingway desistiria do suicídio. Numa atitude extrema, cortaria a veia jugular com uma caneta esferográfica, ao saber que o Sarney deseja um novo plebiscito para que os brasileiros decidam se apoiam ou não a comercialização de armas de fogo, e continua sendo o feitor da casa grande e senzala.
Crédito: http://www.parana-online.com.br/colunistas/67/85009/
Nos caminhos do diploma
Kleber Silva, Juliana Nascimento, Maria Aparecida Dias, Pablo Ferreira da Paixão e Marcio Sebastião Pereira estudam administração de empresas em São Paulo O professor José Carlos Pereira de Almeida aproveita o silêncio dos alunos, que vão tentando resolver exercícios de sala, para anunciar a data do exame de planejamento tributário, a matéria que ele ministra para o terceiro ano de contabilidade da Universidade Cruzeiro do Sul, em São Paulo. O exame será realizado na semana seguinte ao feriado de Páscoa. Sem surpresa, a notícia gera protestos nos alunos que planejavam viagens. Mas o professor dá uma justificativa: "Vocês vão ter quatro dias sem aula e sem trabalho para se preparar. Viram como sou bonzinho?" O argumento é bem recebido por muitos dos estudantes, sobretudo aqueles que saíram diretamente do emprego, às 18h, para a aula, com início às 19h. O intervalo é curto demais para trocar a roupa ou completar os exercícios passados pelo docente na aula anterior. "Se o senhor tivesse chegado pelo menos um pouquinho atrasado, eu teria tido tempo de terminar", diz, para divertimento dos colegas, uma aluna que estava na sala uma hora antes do início do curso, resolvendo as perguntas. Ela veste uma jaqueta com o logotipo da empresa em que trabalha e admite que, da quinta questão em diante, a folha de exercícios está em branco. Os cursos noturnos de universidades particulares são o universo mais representativo da expansão do ensino superior brasileiro nas últimas duas décadas, tanto em sua expressão meramente numérica - passou-se de 1,6 milhão de universitários no país em 1994 a 3,6 milhões em 2002 e 5,95 milhões em 2009 -, quanto em sua expressão econômica. No Brasil, um país com índice de alfabetização persistentemente baixo e ensino público de qualidade duvidosa, embora caminhe para a universalização, o diploma se configurou tradicionalmente como um símbolo distintivo das classes dirigentes. Na última década, os dados revelam uma mudança no quadro, ainda que tímida. Os novos estudantes das universidades brasileiras vieram majoritariamente de outros universos socioeconômicos além das elites. Entre 2002 e 2009, a proporção de universitários oriundos das classes C e D, conhecidas também, respectivamente, como "classe média baixa" e "classe baixa", subiu de 45,3% para 72,4%. A cifra referente à classe D é mais notável: de 5% dos alunos apenas, passou-se a 15,3%. Apesar dos custos consideráveis com mensalidades, transporte e materiais, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) revela que 76,6% das vagas universitárias brasileiras, em 2009, pertenciam a instituições de ensino particulares, que, com exigências menores de entrada, são acessíveis a jovens oriundos do sistema público de ensino. Graças a bolsas, ensino a distância e outros programas, esses jovens aproveitam a oportunidade: segundo a consultoria Data Popular, especializada em negócios voltados para as classes C e D, embora 37% dos jovens da classe C aspirem ao diploma universitário quando saem da escola, apenas 27% ambicionam uma vaga em universidades públicas e gratuitas. "Se o senhor tivesse chegado pelo menos um pouquinho atrasado, eu teria tido tempo de terminar", diz a aluna que não fez todos os exercícios Nem só de jovens recém-saídos do ensino médio vivem as universidades. Marcio Sebastião Pereira, aluno de administração no Centro Universitário Anhanguera, em São Paulo, tem 45 anos e uma história de vida característica de muitos trabalhadores da indústria. Filho de um eletricista de manutenção que trabalhou durante 25 anos nas indústrias Matarazzo e jamais passou da quarta série, seguiu os passos do pai, cortou os estudos aos 12 anos e foi trabalhar no setor de expedição de uma fábrica de produtos alimentícios. Hoje, é operador de empilhadeira para uma indústria de autopeças e entrevê a possibilidade de obter cargos melhores graças ao diploma universitário, em seguida à conclusão do ensino médio. "Gosto da área em que trabalho e vejo que existem muitas vagas sendo abertas para profissionais diplomados", conta Marcio. "Entrei no curso de logística e não ajudou muito, então agora estou na administração." Como Marcio, muitos dos inscritos em cursos superiores almejam resultados práticos e rápidos no mercado profissional. O aumento proporcional das classes C e D na universidade acompanha a trajetória de ascensão social vivida no Brasil na última década. De acordo com dados do IBGE, a classe C, cuja renda está entre quatro e dez salários mínimos, passou de 37% da população brasileira em 2002 a 49,7% em 2009. Ou seja, obteve-se uma classe média com mais de 95 milhões de pessoas. Famílias até então excluídas dos principais benefícios da sociedade de consumo passaram a ter acesso, por meio de melhores salários e crédito mais abundante, a produtos de grife, eletroeletrônicos e viagens de avião. A inserção no ensino superior, porém, tem implicações mais amplas do que o acesso ao consumo. Dentre os novos membros da classe média brasileira, aqueles que entram no ensino superior são, na maioria das vezes, os primeiros membros da família a chegar à universidade. (Continua)
Crédito: http://www.valoronline.com.br/impresso/cultura/111/413483/nos-caminhos-do-diploma
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quinta-feira, 14 de abril de 2011
Secretaria repreende professora que ameaçou usar AR-15 contra alunos
Uma semana depois do ataque à Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, a Secretaria municipal de Educação decidiu repreender uma professora que, no mesmo dia do massacre, ameaçou os alunos com a seguinte frase no quadro negro: "Fiquem quietos, caso contrário, usarei minha AR-15, de 3,5 m de cano, que está em minha bolsa. A arma é automática...".
O episódio aconteceu durante uma aula de inglês, na Escola municipal Bento do Amaral Coutinho, em Santa Cruz, também na Zona Oeste, na tentativa de manter a turma em silêncio. Segundo a avó de uma estudante, que preferiu não se identificar, os alunos ficaram chocados e chegaram a fotografar e filmar pelo celular a ação da professora, para, em seguida, mostrar à diretora da escola.
Procurada pelo G1, a Secretaria chamou a frase de uma "infeliz declaração perante a turma” e afirmou que não admite esse tipo de conduta em suas unidades. Ainda de acordo com o órgão, a professora foi chamada a atenção e deverá se retratar com os estudantes, enquanto a direção da escola irá convocar uma reunião com os docentes e outra com os pais das crianças.
Registro na 10ª CRE
Antes de o órgão se pronunciar, no entanto, a posição da escola era outra. Segundo a avó da aluna, procurada pelos estudantes, a diretora alegou que as imagens eram "montagens virtuais". Uma queixa com as imagens foi registrada na 10ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), responsável em administrar as escolas da área, já que a avó não conseguiu ser atendida pela direção da unidade.
"Essa diretora deve explicações. Não é possível manter uma professora dessas na escola. Essa mulher mostra sinais claros de desequilíbrio. Isso não é normal, não é assim que se controla uma turma de adolescentes agitados. Já soube relatos de que, nessa escola, os alunos costumam se agredir e andam inclusive armados de canivetes. É preciso dar um basta para que a violência nesse lugar não aumente", desabafa a avó.
Crédito: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/04/secretaria-repreende-professora-que-ameacou-usar-ar-15-contra-alunos.html
O episódio aconteceu durante uma aula de inglês, na Escola municipal Bento do Amaral Coutinho, em Santa Cruz, também na Zona Oeste, na tentativa de manter a turma em silêncio. Segundo a avó de uma estudante, que preferiu não se identificar, os alunos ficaram chocados e chegaram a fotografar e filmar pelo celular a ação da professora, para, em seguida, mostrar à diretora da escola.
Procurada pelo G1, a Secretaria chamou a frase de uma "infeliz declaração perante a turma” e afirmou que não admite esse tipo de conduta em suas unidades. Ainda de acordo com o órgão, a professora foi chamada a atenção e deverá se retratar com os estudantes, enquanto a direção da escola irá convocar uma reunião com os docentes e outra com os pais das crianças.
Registro na 10ª CRE
Antes de o órgão se pronunciar, no entanto, a posição da escola era outra. Segundo a avó da aluna, procurada pelos estudantes, a diretora alegou que as imagens eram "montagens virtuais". Uma queixa com as imagens foi registrada na 10ª Coordenadoria Regional de Educação (CRE), responsável em administrar as escolas da área, já que a avó não conseguiu ser atendida pela direção da unidade.
"Essa diretora deve explicações. Não é possível manter uma professora dessas na escola. Essa mulher mostra sinais claros de desequilíbrio. Isso não é normal, não é assim que se controla uma turma de adolescentes agitados. Já soube relatos de que, nessa escola, os alunos costumam se agredir e andam inclusive armados de canivetes. É preciso dar um basta para que a violência nesse lugar não aumente", desabafa a avó.
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