A Justiça do Rio condenou o Colégio Nossa Senhora da Piedade a indenizar em R$ 35 mil reais a família de uma ex-aluna que foi vítima de bullying dentro da escola. Segundo o Tribunal de Justiça, na quarta-feira (30), a 13ª Câmara Cívil negou por unanimidade um recurso do colégio e manteve a sentença expedida em 2009, que prevê o pagamento de R$ 15 mil para a vítima e mais R$ 20 mil para seus pais. Procurado pelo G1, o colégio ainda não se pronunciou sobre o caso.
De acordo com o processo, o caso aconteceu em 2003, quando a menina, aos 7 anos, sofreu agressões físicas e psicológicas de colegas. Dentre as agressões, o documento destaca o dia em que a criança foi espetada na cabeça por um lápis, que foi arrastado provocando arranhões.
No documento ainda consta que outras crianças também foram vítimas de agressões dentro da escola e que um grupo de mães chegou a entregar um ofício à direção da escola solicitando providências.
No processo, a escola se defendeu alegando ter tomado todas as medidas pedagógicas merecidas pelo caso, porém não entendeu ser conveniente o afastamento dos alunos da escola, sendo os mesmo acompanhados por psicólogos, bem como os responsáveis chamados ao colégio.
Em seu voto, o relator do processo, desembargador Ademir Pimentel, disse que “documentos comprovam várias reclamações formuladas não só pelos pais da menor, como por pais de outros alunos que também eram vítimas das agressões, mas o colégio foi omisso na resolução do problema”.
Consulta a médicos
As agressões influenciaram bastante no comportamento da vítima. De acordo com o relato da família no processo, a criança passou por vários médicos que constaram que “a menina tinha manifestações fóbicas, com dificuldade de ir para a escola, e problema específico com dois colegas do sexo masculino”.
Além da questão da frequência escolar, a criança também passou a sofrer de insônia, terror noturno e outros sintomas como enxaqueca e dores abdominais, tendo que ser submetida a tratamentos com antidepressivos.
Créditos: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/04/tj-rj-condena-escola-indenizar-em-r-35-mil-familia-de-vitima-de-bullying.html
A Faculdade Barretos, juntamente com o coordenador do Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, dão as Boas Vindas a todos os alunos para o ano letivo de 2012! Sejam Bem Vindos!
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Primeiro o Filme do Lula... Agora o Filme da Marina Silva...
No dia 01 de janeiro de 2010, estreiava nas telas de cinema de todo o país o filme "Lula, o Filho do Brasil" (dirigido por Fábio Barreto).
Agora, pouco mais de um ano mais tarde, surge mais um político que irá fazer de sua vida um filme. É a vez da ex - candidata a presidente da republica Marina Silva.
A obra será baseada em sua biografia, escrita por Marília de Camargo César (Marina: a Vida Por uma Causa).
Ela que tem 53 anos, nasceu em um pequeno povoado no Acre, começou a ler e escrever com 16 anos de idade, pois na infância tinha que se dedicar a extração da borracha, teve alguns problemas de saúde por conta do mercúrio utilizado por garimpeiros nos rios amazônicos.
Na política, foi Ministra do Meio - Ambiente do Governo Lula, nos anos de 2003 e 2008. Em 2010, se candidatou a presidência da república pelo Partido Verde (PV), tendo mais de 1/5 dos votos, ficando atrás somente da Presidente eleita Dilma Roussef (PT), e do candidato José Serra (PSDB).
Para nós historiadores, vale a pena lembrar que Marina é formada em história, mas sua luta sempre foi em prol a ecologia. Sempre lutou juntou com o líder sindicalista e ecologista Chico Mendes, que foi assassinado em 1988.
Créditos: Texto produzido pelo aluno Hassan Marra Jorge
Agora, pouco mais de um ano mais tarde, surge mais um político que irá fazer de sua vida um filme. É a vez da ex - candidata a presidente da republica Marina Silva.
A obra será baseada em sua biografia, escrita por Marília de Camargo César (Marina: a Vida Por uma Causa).
Ela que tem 53 anos, nasceu em um pequeno povoado no Acre, começou a ler e escrever com 16 anos de idade, pois na infância tinha que se dedicar a extração da borracha, teve alguns problemas de saúde por conta do mercúrio utilizado por garimpeiros nos rios amazônicos.
Na política, foi Ministra do Meio - Ambiente do Governo Lula, nos anos de 2003 e 2008. Em 2010, se candidatou a presidência da república pelo Partido Verde (PV), tendo mais de 1/5 dos votos, ficando atrás somente da Presidente eleita Dilma Roussef (PT), e do candidato José Serra (PSDB).
Para nós historiadores, vale a pena lembrar que Marina é formada em história, mas sua luta sempre foi em prol a ecologia. Sempre lutou juntou com o líder sindicalista e ecologista Chico Mendes, que foi assassinado em 1988.
Créditos: Texto produzido pelo aluno Hassan Marra Jorge
quinta-feira, 31 de março de 2011
USP aprova bônus de até 15% para alunos de escolas públicas na Fuvest
Alunos de escolas públicas vão fazer duas provas durante o ensino médio.
Outras mudanças no vestibular serão votadas em nova reunião.
Outras mudanças no vestibular serão votadas em nova reunião.
O aluno de escola pública que estiver no segundo ano do ensino médio deverá prestar o vestibular como treineiro concorrendo ao bônus de acordo com o seu desempenho, que pode lhe valer até 5% de bônus Já no terceiro ano, ele pode disputar o vestibular para uma das carreiras da USP, e sua pontuação na primeira fase pode lhe garantir um bônus de até 10%. No total, somando os dois anos, o estudante pode atingir uma bonificação de 15% da nota.
Esta bonificação faz parte do programa de inclusão de alunos de escola pública, o Inclusp. Implantado pela primeira vez no vestibular 2007, o Inclusp foi criado para aumentar a participação de estudantes de escolas públicas na universidade. Em 2010, essa parcela foi de 25,4% dos inscritos.
Na época, a USP afirmou que o objetivo era ter 30% dos estudantes aprovados oriundos da escola pública. Nos primeiros dois anos, foi dado bônus de 3% nas provas da primeira e da segunda fase para os vestibulandos que cursaram o ensino médio integralmente em escolas públicas.
Com os problemas de atraso da aplicação do Enem, a Fuvest desistiu de usar a nota do exame e ofereceu bônus de acordo com uma média de acertos na própria prova da Fuvest. Com isso, o bônus aos alunos de escola pública pode chegar a até 12%.
Conselho vai fazer nova reunião
Outras propostas de mudanças no vestibular da Fuvest, como a possibilidade de a nota da primeira fase ter peso na nota final do candidato, não tiveram uma conclusão nesta reunião. Um novo encontro do Conselho de Graduação, que reúne representantes das 42 faculdades da USP, será marcado, ainda sem data definida.
O Conselho decidiu também criar uma autenticação de informações dos candidatos do vestibular para evitar que os estudantes sem o ensino médio completo e que se inscrevam na categoria geral, e não a de treineiros, sejam convocados nas listas de chamadas. Este ano, a presença de vários estudantes sem a conclusão do ensino médio obrigou a USP a fazer quatro chamadas com várias vagas em aberto.
País não tem lei federal específica para o combate ao bullying
Projeto de lei tramita em comissão de educação do Senado.
Alguns estados e municípios aprovaram leis sobre o tema.
Alguns estados e municípios aprovaram leis sobre o tema.
Alguns estados e municípios, no entanto, adotaram leis de combate ao bullying. O Rio Grande do Sul teve a lei que prevê políticas públicas contra o bullying nas escolas estaduais e privadas de ensino básico e de educação infantil sancionada no ano passado. A lei não prevê punições aos estudantes, apenas ações educacionais.
A cidade de São Paulo tem uma lei de 2009 sancionada pelo prefeito Gilberto Kassab que determina que as escolas públicas da educação básica do município deverão incluir em seu projeto pedagógico medidas de conscientização, prevenção e combate ao bullying escolar. A lei prevê a promoção de ações de prevenção e combate ao bullying, capacitação dos professores e orientação das vítimas “visando à recuperação da auto-estima”.
Outros projetos estão em tramitação para se tornarem leis municipais e estaduais. No Rio, uma lei aprovada ano passado prevê punição das escolas que não denunciarem funcionários e alunos que praticarem o bullying. Aa Assembléia Legislativa aprovou esta semana uma outra lei de caráter mais educativo para a promoção do combate a esta prática nas escolas.
Indenização à vítima de bullying
No ano passado, um aluno de um colégio particular de Belo Horizonte foi condenado a pagar uma indenização de R$ 8 mil a uma colega de sala, que foi vítima de bullying. De acordo com o juiz da 27ª Vara Cível de, Luiz Artur Rocha Hilário, “o pagamento estipulado pela Justiça é uma forma de reparar a ofensa que a pessoa sofreu”. De acordo com o magistrado, esta foi a primeira condenação judicial
A subsecretária de Desenvolvimento da Educação Básica da Secretaria de Educação de Minas Gerais, Raquel Elizabete de Souza Santos, disse que não existe nenhum programa específico voltado para o combate à prática de bullying no estado, mas que está em fase de implementação um grupo de trabalho entre as secretarias de Educação, de Defesa Social, de Saúde e de Esporte e Juventude para discutir alternativas.
“Antes, teremos que realizar um levantamento-diagnóstico para saber onde há mais casos porque não são todas as escolas do estado que enfrentam o problema. Não podemos generalizar”, disse. A previsão para que a equipe esteja trabalhando, segundo Raquel, é a partir do dia 15 de abril.
Já a diretora da Superintendência Técnica do Conselho Estadual de Educação de Minas Gerais (CEE-MG), Maria Guilhermina Nogueira, informou que o órgão não tem normatizações com relação ao problema do bullying.
O vereador Adriano Ventura (PT) tem um projeto de lei que está tramitando na Câmara Municipal de Belo Horizonte contra o bullying. O objetivo é proibir trotes violentos e bullying presencial ou virtual nas escolas da capital, nos ensinos fundamental, médio e superior. O projeto foi aprovado em primeiro turno e aguarda votação no segundo. “Esperamos que a votação aconteça em abril”, falou Ventura.
No Espírito Santo também tramita projeto de lei para a criação de ações de discussão, prevenção, orientação e solução do problema; inclusão de regras normativas contra o bullying no regimento escolar; e integração da comunidade, das organizações da sociedade e dos meios de comunicação nas ações multidisciplinares de combate ao bullying, entre outros.
Crédito: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/03/pais-nao-tem-lei-federal-especifica-para-o-combate-ao-bullying.html
Inep convoca universidades públicas para criar questões para o Enem
MEC quer aumentar banco de itens de dez mil para cem mil.
Cadastro das instituições vai desta quarta-feira (30) até 15 de abril.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) abriu uma chamada pública para que as instituições públicas de ensino superior passem a participar da elaboração do banco de itens do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O cadastro começa a ser feito nesta quarta-feira (30) e vai até 15 de abril, segundo o instituto. O edital de credenciamento foi publicado no “Diário Oficial da União” na segunda-feira (28).
Universidades federais, estaduais e municipais, além dos institutos federais de Educação Profissional poderão participar. Até agora as questões do Enem eram feitas por professores ou especialistas contratados diretamente para a tarefa.
Segundo o Inep, a ideia é aumentar o número de questões disponíveis para a aplicação de duas edições da prova ao ano. O Inep tem hoje cerca de dez mil questões no Banco Nacional de Itens (BNI) do Enem e a meta é chegar a 100 mil.
Cada edição do exame tem 180 questões, sendo 45 de cada área. A prova é composta por uma redação e provas de matemática e suas tecnologias; linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias e ciências da natureza e suas tecnologias.
O pagamento a cada instituição, segundo tabela do Inep será de R$ 30 mil por 500 questões até R$ 1 milhão por cinco mil questões. Cada elaborador ganha R$ 120 por questão e cada revisor ganha R$ 60 por questão. Eles devem ser professores ou pesquisadores ativos da instituição.
Segundo o instituto, o pagamento à instituição será por créditos, que a instituição poderá acumular e usar quando achar conveniente. Os créditos poderão ser transformados em apoio financeiro a projetos apresentados pela instituição ao Inep.
De acordo com o Inep, as instituições receberão ainda R$ 50 mil para infraestrutura, apoio técnico e operacional, e R$ 50 mil para capacitação e coordenação da equipe de elaboração e revisão.
O aumento do banco de itens é necessário para informatizar o Enem, segundo o MEC. O ministério planeja começar a aplicar a prova em computadores em dois ou três anos. Com o exame informatizado, os candidatos fazem a prova em terminais capazes de gerar uma prova diferente para cada estudante.
Segurança
Segundo o Inep, as condições de segurança para o trabalho deverão incluir área de acesso restrito com chaves sob controle de pessoas identificadas, isolada do ambiente externo, com segurança presencial durante a fase de produção ou monitorada 24 horas com sistema de câmera; computadores com controle de acesso mediante login e senha individuais e fragmentadora de papel na área de produção de itens para que os refugos gerados sejam picotados e misturados no local.
De acordo com o cronograma do Inep, a capacitação dos coordenadores deverá ocorrer em maio, a capacitação de elaboradores, em junho, a divulgação das instituições selecionadas, em maio, a elaboração e revisão de itens na instituição e a revisão do Inep após a definição do plano de trabalho. O convênio terá vigência de 12 meses e poderá ser renovado por mais 12 meses.
Cadastro das instituições vai desta quarta-feira (30) até 15 de abril.
O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) abriu uma chamada pública para que as instituições públicas de ensino superior passem a participar da elaboração do banco de itens do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O cadastro começa a ser feito nesta quarta-feira (30) e vai até 15 de abril, segundo o instituto. O edital de credenciamento foi publicado no “Diário Oficial da União” na segunda-feira (28).
Universidades federais, estaduais e municipais, além dos institutos federais de Educação Profissional poderão participar. Até agora as questões do Enem eram feitas por professores ou especialistas contratados diretamente para a tarefa.
Segundo o Inep, a ideia é aumentar o número de questões disponíveis para a aplicação de duas edições da prova ao ano. O Inep tem hoje cerca de dez mil questões no Banco Nacional de Itens (BNI) do Enem e a meta é chegar a 100 mil.
Cada edição do exame tem 180 questões, sendo 45 de cada área. A prova é composta por uma redação e provas de matemática e suas tecnologias; linguagens, códigos e suas tecnologias; ciências humanas e suas tecnologias e ciências da natureza e suas tecnologias.
O pagamento a cada instituição, segundo tabela do Inep será de R$ 30 mil por 500 questões até R$ 1 milhão por cinco mil questões. Cada elaborador ganha R$ 120 por questão e cada revisor ganha R$ 60 por questão. Eles devem ser professores ou pesquisadores ativos da instituição.
Segundo o instituto, o pagamento à instituição será por créditos, que a instituição poderá acumular e usar quando achar conveniente. Os créditos poderão ser transformados em apoio financeiro a projetos apresentados pela instituição ao Inep.
De acordo com o Inep, as instituições receberão ainda R$ 50 mil para infraestrutura, apoio técnico e operacional, e R$ 50 mil para capacitação e coordenação da equipe de elaboração e revisão.
O aumento do banco de itens é necessário para informatizar o Enem, segundo o MEC. O ministério planeja começar a aplicar a prova em computadores em dois ou três anos. Com o exame informatizado, os candidatos fazem a prova em terminais capazes de gerar uma prova diferente para cada estudante.
Segurança
Segundo o Inep, as condições de segurança para o trabalho deverão incluir área de acesso restrito com chaves sob controle de pessoas identificadas, isolada do ambiente externo, com segurança presencial durante a fase de produção ou monitorada 24 horas com sistema de câmera; computadores com controle de acesso mediante login e senha individuais e fragmentadora de papel na área de produção de itens para que os refugos gerados sejam picotados e misturados no local.
De acordo com o cronograma do Inep, a capacitação dos coordenadores deverá ocorrer em maio, a capacitação de elaboradores, em junho, a divulgação das instituições selecionadas, em maio, a elaboração e revisão de itens na instituição e a revisão do Inep após a definição do plano de trabalho. O convênio terá vigência de 12 meses e poderá ser renovado por mais 12 meses.
Agora Deputado Jair Bolsonaro diz que MEC "abre as portas" para homossexualidade e pedofilia... É mais uma dele...
Video do Deputado no CQC
O deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) disse nesta quinta-feira (31) que o Ministério da Educação (MEC) estimula a homossexualidade e “abre as portas” para pedofilia nas escolas com a distribuição dos kits anti-homofobia nas instituições de ensino fundamental e médio. A afirmação foi feita em entrevista à rádio Eldorado-ESPN de São Paulo.
“Atenção, pais: os seus filhos vão receber um kit que diz que é pra combater a homofobia, mas na verdade estimula o homossexualismo”, disse. “Com a mentira de combater a homofobia, eles [o MEC] estão estimulando o homossexualismo e abrindo as portas para a pedofilia”, disse o parlamentar.
Os kits, que serão distribuídos em breve, são formados por cartilhas, vídeos, cartazes, entre outros materiais, e visam combater o preconceito contra crianças e adolescentes gays. O MEC não quis se manifestar a respeito das declarações de Bolsonaro.
Indagado por um dos entrevistadores, que questionou o porquê de o parlamentar tratar a homossexualidade como doença, Bolsonaro respondeu que não admite que se faça “apologia ao homossexualismo”. “[Homossexualidade] para mim é grave. Eu não admito fazer apologia ao homossexualismo, idolatrar o homossexual, deixar que o homossexual entre na escola”, afirmou.
Na sequência, questionado como reagiria se tivesse um filho homossexual, o parlamentar voltou a dizer o que já havia afirmado no programa CQC, na última segunda-feira (28). “Eu eduquei meu filho. Não corro esse risco.”
Na entrevista, sobrou até para Alexandre Mortágua, 16 --filho do jogador Edmundo com a ex-modelo Cristina Mortágua--, que recentemente assumiu ser gay. Na avaliação do deputado, a opção sexual do garoto foi determinada pelo ambiente em que ele cresceu. “Ele mesmo falou que para ele foi tudo muito fácil porque, desde criança, todas as amizades da mãe dele eram gays e só conversavam sobre homem, e ele disse que participava dessas conversas e acabou experimentando’”, afirmou.
Ode à ditadura militar
O parlamentar aproveitou a data de hoje --31 de março, dia do golpe de 1964-- para “saudar os militares” pelo serviço que prestaram ao país, ao implantarem a ditadura. “Hoje é 31 de março. Me permita saudar os militares. Junto com a imprensa, Igreja Católica, trabalhadores, mulheres na rua, fizeram com que nós não estivéssemos hoje cortando cana, a exemplo do pessoal de Cuba.”Bolsonaro afirmou ainda que “não está preocupado em perder o mandato” pelas declarações ofensivas. “Eu tenho imunidade para falar ou para roubar”, disse.
Semana polêmica
As recentes polêmicas envolvendo o parlamentar começaram com um quadro do programa humorístico “CQC” exibido na última segunda-feira (28). Nele, a cantora Preta Gil perguntou ao deputado: “se seu filho se apaixonasse por uma negra, o que você faria?”A resposta, considerada racista por Preta Gil e por colegas de Bolsonaro no Congresso Nacional, foi a seguinte: “ô, Preta, eu não vou discutir promiscuidade com quem quer que seja. Eu não corro esse risco. Meus filhos foram muito bem educados e não viveram em ambientes como lamentavelmente é o teu".
Durante a semana, o deputado afirmou que se confundiu com a série de perguntas feitas no quadro e não se referiu aos negros em sua resposta.
Contudo, para o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil no Rio de Janeiro (OAB-RJ), as declarações de Bolsonaro são "inaceitáveis". A entidade entrou nesta quarta-feira (30) com uma representação para abertura de processo por quebra de decoro parlamentar.
E vocês o que acham do assunto? São a favor do kit sobre homossexualismo, ou são a favor de uma educação onde você aprenda desde cedo ter o sentimento de racismo por alguém?
Crédito: http://noticias.uol.com.br/politica/2011/03/31/em-entrevista-bolsonaro-diz-que-mec-abre-as-portas-para-homossexualidade-e-pedofilia.jhtm
Estudantes voltam a protestar contra condições da Uespi
Estudantes voltaram a protestar contra as más condições da Universidade Estadual do Piauí (Uespi) nesta quarta-feira (30). Com faixas e rostos pintados, os alunos saíram pelas principais ruas de Teresina (PI). Alguns professores também participaram do protesto.
No início da tarde desta quarta, o governador Wilson Martins recebeu uma comissão de manifestantes, e prometeu reformas nos prédios da universidade e contratação de professores.
Na quinta-feira (24) os estudantes também protestaram pelas ruas de Teresina, e na segunda (28) invadiram a reitoria da instituição e interromperam uma reunião do Conselho Universitário que tratava da adesão ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A polícia foi chamada para conter os estudantes. Na confusão, um deles se machucou ao quebrar uma porta de vidro. Ninguém foi detido.
Os estudantes não querem que a Uespi abra 30% das vagas do vestibular para candidatos do Enem porque acreditam que isto iria desconfigurar o caráter regional da preparação dos alunos para o ingresso na universidade estadual.
Ao mesmo tempo, os professores da universidade anunciaram a prorrogação por mais uma semana da greve iniciada no último dia 21. Eles reinvindicam aumento de salário, melhores condições de trabalho e também se dizem contra a adesão da Uespi ao Enem.
Créditos: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/03/estudantes-voltam-protestar-contra-condicoes-da-uespi.html
No início da tarde desta quarta, o governador Wilson Martins recebeu uma comissão de manifestantes, e prometeu reformas nos prédios da universidade e contratação de professores.
Na quinta-feira (24) os estudantes também protestaram pelas ruas de Teresina, e na segunda (28) invadiram a reitoria da instituição e interromperam uma reunião do Conselho Universitário que tratava da adesão ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A polícia foi chamada para conter os estudantes. Na confusão, um deles se machucou ao quebrar uma porta de vidro. Ninguém foi detido.
Os estudantes não querem que a Uespi abra 30% das vagas do vestibular para candidatos do Enem porque acreditam que isto iria desconfigurar o caráter regional da preparação dos alunos para o ingresso na universidade estadual.
Ao mesmo tempo, os professores da universidade anunciaram a prorrogação por mais uma semana da greve iniciada no último dia 21. Eles reinvindicam aumento de salário, melhores condições de trabalho e também se dizem contra a adesão da Uespi ao Enem.
Créditos: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/03/estudantes-voltam-protestar-contra-condicoes-da-uespi.html
Jovens Cursam o Ensino Supeior Sem Terminarem o Ensino Médio.
Aprovados no vestibular, estudantes vão à Justiça para garantir matrícula.
Advogados usam "brechas" da Lei de Diretrizes e Bases da Educação.
Estudantes que ainda não concluíram o ensino médio em Goiânia têm conseguido se matricular em cursos superiores. Esses adolescentes prestam o vestibular e, uma vez aprovados, entram na Justiça para pleitear o direito de começar a graduação. Os advogados agem nas "brechas" da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), como o artigo que diz que o acesso aos níveis superiores se dará conforme a capacidade do aluno.
"Normalmente, esses estudantes vêm de colégios que dão todo o conteúdo do ensino médio no primeiro e no segundo ano. Então, eles já têm repertório para fazer a prova", explica Suely Lopes, coordenadora da comissão de vestibular da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO).
Apesar de o edital dizer que é obrigatória a apresentação do certificado de conclusão do ensino médio no ato da matrícula, a universidade recebeu, só no primeiro semestre deste ano, 54 alunos que ainda não haviam terminado o colégio. No segundo semestre de 2010, 146 se matricularam com liminar. A maior parte deles optou pelos cursos de direito e engenharia civil.
O advogado Edilberto Dias conta que trabalha com esse tipo de ação há cerca de cinco anos. Nesse tempo, segundo ele, foram mais de cem ações ganhas. Os advogados alegam que, se no ato da inscrição do vestibular não houve exigência da conclusão do ensino médio, bastando o pagamento de uma taxa de inscrição, a instituição não pode exigir o documento na matrícula.
O Ministério da Educação (MEC) afirmou que todo aluno deve cumprir 200 dias letivos durante três anos de ensino médio (800 horas anuais) para estar apto a prosseguir para o ensino superior. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Crédito: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/03/jovens-cursam-faculdade-junto-com-ensino-medio-em-go3003.html
Advogados usam "brechas" da Lei de Diretrizes e Bases da Educação.
Estudantes que ainda não concluíram o ensino médio em Goiânia têm conseguido se matricular em cursos superiores. Esses adolescentes prestam o vestibular e, uma vez aprovados, entram na Justiça para pleitear o direito de começar a graduação. Os advogados agem nas "brechas" da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), como o artigo que diz que o acesso aos níveis superiores se dará conforme a capacidade do aluno.
"Normalmente, esses estudantes vêm de colégios que dão todo o conteúdo do ensino médio no primeiro e no segundo ano. Então, eles já têm repertório para fazer a prova", explica Suely Lopes, coordenadora da comissão de vestibular da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO).
Apesar de o edital dizer que é obrigatória a apresentação do certificado de conclusão do ensino médio no ato da matrícula, a universidade recebeu, só no primeiro semestre deste ano, 54 alunos que ainda não haviam terminado o colégio. No segundo semestre de 2010, 146 se matricularam com liminar. A maior parte deles optou pelos cursos de direito e engenharia civil.
O advogado Edilberto Dias conta que trabalha com esse tipo de ação há cerca de cinco anos. Nesse tempo, segundo ele, foram mais de cem ações ganhas. Os advogados alegam que, se no ato da inscrição do vestibular não houve exigência da conclusão do ensino médio, bastando o pagamento de uma taxa de inscrição, a instituição não pode exigir o documento na matrícula.
O Ministério da Educação (MEC) afirmou que todo aluno deve cumprir 200 dias letivos durante três anos de ensino médio (800 horas anuais) para estar apto a prosseguir para o ensino superior. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Crédito: http://g1.globo.com/vestibular-e-educacao/noticia/2011/03/jovens-cursam-faculdade-junto-com-ensino-medio-em-go3003.html
PARABÉNS A TODOS OS ALUNOS DO CURSO DE HISTÓRIA DA FACULDADE BARRETOS.
Parabéns aos alunos do Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, pelo crédito dado ao blog historiafaculdadebarretos.blogspot.com.
Em menos de dois meses de criação, o blog já conta com mais de 400 acessos. O que para duas salas de aula é um número muito grande de acessos.
A equipe do blog (Hassan e Junior), juntamente com a coordenadora do Curso de História (Professora Alethéia) e todos o professores parabenizam ambas as salas pelo engajamento e vontade de sempre aprender mais, e pela confiança dada ao blog.
Estamos certos de que a cada dia que passa, aprenderemos com ainda mais com nossos erros, e acertaremos ainda mais com nossas vitorias. Para assim fazer para todos nós, o melhor que puder-mos.
E se você tem alguma sugestão de tema para artigos e publicações no blog do Curso de História, encaminhe um email sugerindo o tema para: contatocomhassan@gmail.com o tema será analisado e assim que aprovado publicado uma matéria sobre o assunto.
Parabéns a todos.
quarta-feira, 30 de março de 2011
José Alencar - Um Grande Político, Um Grande Empresário.
Nascimento e vida
Nascido em Itamuri, no município de Muriaé, aos 17 de outubro de 1931, filho de Antônio Gomes da Silva e Dolores Peres Gomes da Silva, começou a trabalhar com sete anos de idade, ajudando o pai em sua loja. Tinha 14 irmãos e irmãs. Quando fez quinze anos, em 1946, foi trabalhar como balconista numa loja de tecidos conhecida por "A Sedutora". Em maio de 1948, mudou-se para Caratinga, para trabalhar na "Casa Bonfim". Notabilizou-se como grande vendedor, tanto neste último emprego, quanto no anterior. Ainda durante sua infância, entrou para o movimento escotista.Carreira profissional e empresarial
Aos dezoito anos, iniciou seu próprio negócio. Para isto contou com a ajuda do irmão Geraldo Gomes da Silva, que lhe emprestou quinze mil cruzeiros. Em 31 de março de 1950, abriu a sua primeira empresa, denominada "A Queimadeira", localizada na cidade de Caratinga. Vendia diversos artigos: chapéus, calçados, tecidos, guarda-chuvas, sombrinhas, etc. Manteve sua loja até 1953, quando decidiu vendê-la e mudar de ramo.Iniciou seu segundo negócio na área de cereais por atacado, ainda em Caratinga. Logo em seguida participou - em sociedade com José Carlos de Oliveira, Wantuil Teixeira de Paula e seu irmão Antônio Gomes da Silva Filho - de uma fábrica de macarrão, a "Fábrica de Macarrão Santa Cruz".
No final de 1959 seu irmão Geraldo faleceu. Assumiu então os negócios deixados por ele na empresa União dos Cometas. Em homenagem ao irmão, a razão social foi alterada para Geraldo Gomes da Silva, Tecidos S.A.
Em 1963, constituiu a Companhia Industrial de Roupas União dos Cometas, que mais tarde passaria a se chamar Wembley Roupas S.A. Em 1967, em parceria com o empresário e deputado Luiz de Paula Ferreira, fundou, em Montes Claros, a Companhia de Tecidos Norte de Minas, Coteminas. Em 1975, inaugurava a mais moderna fábrica de fiação e tecidos que o país já conheceu.
A Coteminas cresceu e hoje são onze unidades que fabricam e distribuem os produtos: fios, tecidos, malhas, camisetas, meias, toalhas de banho e de rosto, roupões e lençóis para o mercado interno, para os Estados Unidos, Europa e Mercosul.
Carreira política
Na vida política, foi presidente da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais, presidente da FIEMG (SESI, SENAI, IEL, CASFAM) e vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria. Candidatou-se às eleições para o governo de Minas Gerais em 1994 e, em 1998, disputou uma vaga no Senado Federal, elegendo-se com quase três milhões de votos. No Senado, foi presidente da Comissão Permanente de Serviço de Infra-Estrutura - CI, membro da Comissão Permanente de Assuntos Econômicos e membro da Comissão Permanente de Assuntos Sociais.
Foi, ao início, um vice-presidente polêmico, ao assumir o cargo em 2003, tendo sido uma voz discordante dentro do governo contra a política econômica defendida pelo ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci, que mantém os juros altos na tentativa de conter a inflação e manter a economia sob controle.
Já a partir de 2004, passou a acumular a vice-presidência com o cargo de ministro da Defesa. Por diversas oportunidades, demonstrou-se reticente quanto à sua permanência em um cargo tão distinto de seus conhecimentos empresariais, mas a pedidos do presidente Lula, exerceu a função até março de 2006. Nesta ocasião, renunciou para cumprir as determinações legais com o intuito de poder participar das eleições de 2006. Foi considerado pela Revista Época um dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.
Em 25 de janeiro de 2011, recebeu a medalha 25 de janeiro da prefeitura de São Paulo. Ao entregar a medalha ao ex-vice-presidente, a presidente Dilma Rousseff ressaltou: “Eu tenho certeza de que cada brasileira e brasileiro deste imenso país gostaria de estar agora em São Paulo – esta cidade-síntese do espírito empreendedor do país que completa hoje 457 anos de existência – para entregar junto conosco a Medalha 25 de Janeiro ao nosso eterno vice-presidente da República, José Alencar.” Já, Alencar disse: "Não posso me queixar. A situação está tão boa que não tem como melhorar, todo mundo está rezando por mim". Apesar de estar em uma cadeira de rodas, ele ainda até brincou com o público dizendo: "Aprendi com Lula que os discursos devem ser como um vestido de mulher: nem tão curtos que possam escandalizar, nem tão longos que possam entristecer"
Problemas de saúde e morte
José Alencar possuía um delicado histórico médico. A partir do ano 2000, enfrentou um câncer na região abdominal, tendo passado por mais de 15 cirurgias - uma delas com duração superior a 20 horas. Em sua longa batalha contra o câncer, submeteu-se a um tratamento experimental nos Estados Unidos, com resultado inconclusivo. Em 2010, após repetidas internações e intervenções médicas, decidiu desistir de se candidatar ao Senado.
No final de seu mandato como vice-presidente da República, em 2010, apresentou o complexo estado de saúde, sendo até mesmo necessária a interrupção do tratamento contra o câncer. No dia 22 de dezembro de 2010, foi submetido a uma cirurgia para tentar conter uma hemorragia no abdômen. No dia seguinte Lula e a então presidente eleita Dilma Rousseff visitaram-no no hospital Sírio-Libanês em São Paulo.
Voltou a ser internado em março de 2011, vindo a morrer no dia 29 devido a uma parada cardíaca na sequência de uma falência múltipla dos órgãos.
A presidente Dilma Rousseff e o ex-presidente Lula da Silva, que no momento da morte de Alencar se encontravam em Portugal por motivo da atribuição de um doutoramento honoris causa ao ex-presidente do Brasil concedido pela Universidade de Coimbra, anteciparam o seu regresso, para o dia 30 de março.Dilma Rousseff ofereceu à família de Alencar o Palácio do Planalto para que o corpo seja velado e decretou um luto nacional de uma semana. Lula e Dilma deveriam deixar Portugal apenas ao final do dia.
Crédito: http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Alencar
Mais Uma do Deputado Jair Bolsonaro; Novamente por Racismo...
O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) quer se defender sozinho se for realmente processado por racismo pela cantora Preta Gil. A informação é da colunista Mônica Bergamo do jornal “Folha de S. Paulo” desta quarta-feira (30).
“Pra que advogado? Quem faz minhas defesas sou eu”, disse à colunista. “Mas se for necessário, tenho vários advogados no gabinete. Aí um deles assina para mim.”
Perguntado por Preta Gil, em um quadro do “CQC”, sobre o que faria se seu filho se apaixonasse uma negra, ele respondeu que não discutiria “promiscuidade” e que os filhos “foram muito bem educados”.
De acordo com o jornal “Folha de S. Paulo”, Bolsonaro diz que entendeu que a pergunta de Preta se referia à possibilidade de seu filho namorar um gay. “Respondi o que meu cérebro entendeu. Minha esposa é afrodescendente e meu sogro é negão.”
Na Justiça
Em entrevista a QUEM, Ricardo Brajterman, advogado de Preta Gil, confirmou que a cantora ajuizará ações nas esferas cível e criminal contra o deputado Jair Bolsonaro. “Estou fazendo uma representação no Ministério Público visando apuração e condenação de crime de racismo e homofobia. Na esfera cível, estou ajuizando uma ação de danos morais, cujo valor é fixado pelo juiz, levando-se em conta a intensidade do dano e o caráter pedagógico punitivo, ou seja, o valor arbitrado deverá desestimular o causador do dano a repetir sua conduta”, afirmou Brajterman.
“Além disso, vou notificar a Câmara dos Deputados, tanto a Comissão de Diretos Humanos quando a de Ética para apurar uma possível falta de decoro parlamentar”, completou o advogado da cantora.
Filho do deputado, o vereador Carlos Bolsonaro procurou defender seu pai das críticas em sua página no serviço de microblogs Twitter. “Diante da resposta totalmente perceptível, fora do contexto da pergunta, Bolsonaro não se referiu à raças, mas sim à postura da cantora. Aliás, Preta Gil discutindo valores é algo humorístico! Nunca fomos racistas e sim contra cotas”, afirmou.
Já o deputado estadual Flávio Bolsonaro, também filho de Jair, afirmou que o pai não entendeu a pergunta feita pela cantora. “Ele não tenha aquela opinião sobre negros, a resposta foi para a pergunta “se um filho seu tivesse um relacionamento gay”, explicou.
Créditos: http://ai5piaui.com/index.php/6983/deputado-jair-bolsonaro-acusado-de-racismo-diz-que-nao-atendeu-a-pergunta-de-preta-gil/
“Pra que advogado? Quem faz minhas defesas sou eu”, disse à colunista. “Mas se for necessário, tenho vários advogados no gabinete. Aí um deles assina para mim.”
Perguntado por Preta Gil, em um quadro do “CQC”, sobre o que faria se seu filho se apaixonasse uma negra, ele respondeu que não discutiria “promiscuidade” e que os filhos “foram muito bem educados”.
De acordo com o jornal “Folha de S. Paulo”, Bolsonaro diz que entendeu que a pergunta de Preta se referia à possibilidade de seu filho namorar um gay. “Respondi o que meu cérebro entendeu. Minha esposa é afrodescendente e meu sogro é negão.”
Na Justiça
Em entrevista a QUEM, Ricardo Brajterman, advogado de Preta Gil, confirmou que a cantora ajuizará ações nas esferas cível e criminal contra o deputado Jair Bolsonaro. “Estou fazendo uma representação no Ministério Público visando apuração e condenação de crime de racismo e homofobia. Na esfera cível, estou ajuizando uma ação de danos morais, cujo valor é fixado pelo juiz, levando-se em conta a intensidade do dano e o caráter pedagógico punitivo, ou seja, o valor arbitrado deverá desestimular o causador do dano a repetir sua conduta”, afirmou Brajterman.
“Além disso, vou notificar a Câmara dos Deputados, tanto a Comissão de Diretos Humanos quando a de Ética para apurar uma possível falta de decoro parlamentar”, completou o advogado da cantora.
Filho do deputado, o vereador Carlos Bolsonaro procurou defender seu pai das críticas em sua página no serviço de microblogs Twitter. “Diante da resposta totalmente perceptível, fora do contexto da pergunta, Bolsonaro não se referiu à raças, mas sim à postura da cantora. Aliás, Preta Gil discutindo valores é algo humorístico! Nunca fomos racistas e sim contra cotas”, afirmou.
Já o deputado estadual Flávio Bolsonaro, também filho de Jair, afirmou que o pai não entendeu a pergunta feita pela cantora. “Ele não tenha aquela opinião sobre negros, a resposta foi para a pergunta “se um filho seu tivesse um relacionamento gay”, explicou.
Créditos: http://ai5piaui.com/index.php/6983/deputado-jair-bolsonaro-acusado-de-racismo-diz-que-nao-atendeu-a-pergunta-de-preta-gil/
47 Anos do Golpe Militar no Brasil - 31/03/1964
A Ditadura Militar foi o período da política brasileira em que os militares governaram o Brasil, entre os anos de 1964 e 1985. Essa época caracterizou-se pela falta de democracia, supressão de direitos constitucionais, censura, perseguição política e repressão àqueles que eram opostos ao regime militar. Desde a renúncia de Jânio Quadros em 1961, o Brasil vivia uma crise política. O vice de Jânio, João Goulart, assumiu a presidência num clima político tenso. Seu governo foi marcado pela abertura às organizações sociais.
Estudantes, organizações populares e trabalhadores ganharam espaço no cenário político brasileiro, preocupando as classes conservadoras, como empresários, banqueiros, a Igreja Católica, militares e a classe média. Em plena Guerra Fria , os EUA temiam que o Brasil se voltasse para o lado comunista.
Os partidos que se opunham a Jango (João Goulart), como a União Democrática Nacional (UDN) e o Partido Social Democrático (PSD), o acusavam de estar planejando um golpe esquerdista e de ser o responsável pelos problemas que o Brasil enfrentava na época. No dia 13 de março de 1964, João Goulart realizou um grande comício na Central do Brasil (Rio de Janeiro), onde defendeu as Reformas de Base e prometeu mudanças radicais na estrutura agrária, econômica e educacional do país.
Seis dias depois, em 19 de março, os conservadores organizaram um protesto que reuniu milhares de pessoas pelas ruas do centro da cidade de São Paulo contra as intenções de João Goulart. Foi a Marcha da Família com Deus pela Liberdade. A crise política e as tensões sociais aumentavam a cada dia. No dia 31 de março de 1964, tropas de Minas Gerais e São Paulo saíram às ruas. Evitando uma guerra civil, Jango deixou o país, refugiando- se no Uruguai. Os militares finalmente tomaram o poder.
Logo após a tomada de poder pelos militares, foi estabelecido o AI-1. Com 11 artigos, o mesmo dava ao governo militar o poder de alterar a constituição, cassar mandatos legislativos, suspender direitos políticos por 10 anos e demitir, colocar em disponibilidade ou aposentar compulsoriamente qualquer pessoa que fosse contra a segurança do país, o regime democrático e a probidade da administração pública, além de determinar eleições indiretas para a presidência da República.
Durante o regime militar, houve um fortalecimento do poder central, especialmente do poder Executivo, caracterizando um regime de exceção, pois o Executivo se atribuiu a função de legislar, em detrimento dos outros poderes estabelecidos pela Constituição de 1946. O Alto Comando das Forças Armadas passou a controlar a sucessão presidencial, indicando um candidato militar que era referendado pelo Congresso Nacional.
A liberdade de expressão e de organização era quase inexistente. Partidos políticos, sindicatos, agremiações estudantis e outras organizações representativas da sociedade foram extintas ou sofreram intervenções do governo. Os meios de comunicação e as manifestações artísticas foram submetidos à censura. A década de 1960 iniciou também, um período de grandes modificações na economia do Brasil: de modernização da indústria e dos serviços, de concentração de renda, de abertura ao capital estrangeiro e de endividamento externo.
Por Tiago Dantas
Equipe Brasil Escola
Créditos: http://www.brasilescola.com/imprimir/297/
domingo, 27 de março de 2011
Reação de adolescente australiano que revidou bullying com violência é compreensível
A colunista da BandNews FM, Inês de Castro, diz que é difícil julgar os casos de brigas em escolas, mas é mais difícil ainda para os pais ouvir que os filhos apanham na escola e pedem para que eles não façam nada, para não apanhar mais. Para a colunista, rebater o bullying com violência não é o melhor caminho, mas foi o contra-ataque que fez o australiano Casey Heynes, de 16 anos, se livrar dos assédios dos colegas.
Inês diz ainda que em situações como essa, “dá até para a gente entender quando um pai pega o seu filho que está rodeado de gente violenta e diz: “da próxima vez, bate de volta’”. Segundo ela, milhares de crianças são vítimas do bullying todos os dias e se calam por medo.
A situação aconteceu com o adolescente Heynes, que por anos sofreu na escola por ser gordo, até o dia em que revidou e se tornou herói. Um vídeo postado na internet mostra o momento em que o menino, que ganhou o apelido de Zangief Kid – em alusão a um personagem de vídeo game – é agredido diversas vezes por outro garoto, Richard Gale, de 12.
Vídeo
De repente, Heynes revida, levanta Gale no ombro e o joga no chão. As filmagens foram assistidas por milhões de pessoas no mundo todo e fizeram de Heynes um herói. Em entrevista ao canal australiano ACA , o adolescente diz que por anos foi atacado na escola, com insultos, agressões e conta um episódio que foi amarrado em um poste com fita adesiva.
Questionado pelo apresentador sobre o motivo que teria feito que ele fosse vítima das provocações, ele diz que isso acontecia porque ele nunca reagia. Heynes conta que perdeu amigos nas escolas e se sentia sozinho, em certa ocasião, pensou em suicídio.
Ao ver o vídeo, a irmã de Heynes disse “não sei se deveria fazer isso, mas toca aí!". O pai do estudante, por sua vez, disse que chorou diversas vezes ao ver a entrevista do filho e afirmou que não sabia das provocações.
Outro lado
Sobre a reação do filho, ele contou que não perdoa a violência, mas não condenou o menino. “Foi algo horrível de ver, nada a se orgulhar. Mas estou feliz por ele ter se defendido”, afirmou.
Dias após a entrevista de Heynes ir ao ar, foi a vez de Gale falar ao mesmo canal . Durante a entrevista, ele afirma que o vídeo não mostra tudo o que aconteceu. Segundo Gale, foi provocado antes pelo colega e teria apanhado primeiro.
Quando o repórter diz que muitos pensam que Haynes sofria com as provocações de Gale, ele diz que “é isso o que ele quer que pensem, para todo mundo ficar do lado dele”.
O pai de Gale diz que não perdoa o que o filho fez, mas acredita que existam mais coisas do que o vídeo mostra. Além disso, ele diz que está preocupado com as reações agressivas de pessoas que viram o vídeo. “Tudo o que peço é que parem, ele teve o bastante”, afirma o pai.
Lição
A mãe do menino também diz estar chocada com as cenas, e quer que a família de Casey saiba disso. Gale, no entanto, diz que sempre sofreu de bullying na escola e afirma não estar sentido, “porque ele começou mexendo comigo”, defendeu-se.
Mas, ao final da entrevista, ele diz que não sabia que Casey sofria com as provocações dos colegas há muito tempo e, devido à repercussão da briga, ele pode dar alguns conselhos aos seus amigos. “Não cometam bullying, senão poderão se machucar bem”, afirmou.
Redator: Marielly Campos
Créditos: http://www.band.com.br/jornalismo/educacao/conteudo.asp?ID=100000414455
sábado, 26 de março de 2011
Capela Constrída Por Índios Na Zona Leste Da Capital Paulista é Restaurada e Reaberta ao Público
Após passar por obras de restauração, a Capela de São Miguel Arcanjo está pronta para ser reaberta ao público. Para marcar a reaberuta a capela receberá um circuito de visitação, exibindo objetos utilizados na construção da capela e imagens sacras dos séculos XVI a XVIII.
A igreja mais antiga da cidade de São Paulo estará reaberta a partir desta quinta-feira (24/3). Construída em 1622, a Capela de São Miguel Arcanjo será colocada à disposição do público após sua restauração e ganhará um circuito de visitação. Nesta terça-feira (22/3), o prefeito de São Paulo vistoriou a capela - localizada em São Miguel Paulista, na Zona Leste da Capital - e elogiou o trabalho de revitalização realizado no espaço.
"Foi uma iniciativa muito bem conduzida e com um resultado extraordinário. Essa obra foi realizada com o apoio de todos, mas em especial graças ao entusiasmo da sociedade civil, que tem nesse local uma das referências da Zona Leste", afirmou o prefeito, que visitou a capela em companhia do padre Geraldo Rodrigues, pároco do local, e do subprefeito de São Miguel Paulista.
Serão exibidos no circuito de visitação os utensílios e ferramentas usados em sua construção, encontrados nas pesquisas arqueológicas realizadas durante o restauro em 2009, ao lado de onze imagens sacras dos séculos XVI a XVIII, destruídas há mais de 40 anos por vândalos e totalmente restauradas.
Além das imagens sacras e das ferramentas utilizadas pelos índios para a construção do local, a exposição mostra ainda, em painéis e totens, a história de São Miguel Paulista, um dos bairros mais antigos da capital paulista. "A partir de agora, a população vai poder, aqui, respirar um pouco da nossa história. Isso é importante para a preservação da memória da Cidade", reiterou o chefe do Executivo Municipal.
Com a idéia de dar mais visibilidade ao local, a Praça Padre Aleixo Monteiro Mafra, em frente da capela, também foi restaurada e recebeu uma área ajardinada. Além disso, algumas construções que impediam a visão da igreja foram retiradas. No novo projeto paisagístico, executado pela subprefeitura de São Miguel Paulista, foram usadas 3 mil mudas de plantas rasteiras de variadas espécies. Todos os 54 zeladores de praça da subprefeitura participam do trabalho.
História da Capela
Sob a orientação do carpinteiro e bandeirante Fernão Munhoz, a Capela de São Miguel Arcanjo foi construída pelos índios guaianases em 1622. A igreja foi um dos primeiros prédios tombados pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (atual IPHAN). Em 1938, quase três séculos depois de sua construção, a Capela dos Índios (como é conhecida) passou pelo primeiro processo de revitalização.
Créditos: http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=43577
A igreja mais antiga da cidade de São Paulo estará reaberta a partir desta quinta-feira (24/3). Construída em 1622, a Capela de São Miguel Arcanjo será colocada à disposição do público após sua restauração e ganhará um circuito de visitação. Nesta terça-feira (22/3), o prefeito de São Paulo vistoriou a capela - localizada em São Miguel Paulista, na Zona Leste da Capital - e elogiou o trabalho de revitalização realizado no espaço.
"Foi uma iniciativa muito bem conduzida e com um resultado extraordinário. Essa obra foi realizada com o apoio de todos, mas em especial graças ao entusiasmo da sociedade civil, que tem nesse local uma das referências da Zona Leste", afirmou o prefeito, que visitou a capela em companhia do padre Geraldo Rodrigues, pároco do local, e do subprefeito de São Miguel Paulista.
Serão exibidos no circuito de visitação os utensílios e ferramentas usados em sua construção, encontrados nas pesquisas arqueológicas realizadas durante o restauro em 2009, ao lado de onze imagens sacras dos séculos XVI a XVIII, destruídas há mais de 40 anos por vândalos e totalmente restauradas.
Além das imagens sacras e das ferramentas utilizadas pelos índios para a construção do local, a exposição mostra ainda, em painéis e totens, a história de São Miguel Paulista, um dos bairros mais antigos da capital paulista. "A partir de agora, a população vai poder, aqui, respirar um pouco da nossa história. Isso é importante para a preservação da memória da Cidade", reiterou o chefe do Executivo Municipal.
Com a idéia de dar mais visibilidade ao local, a Praça Padre Aleixo Monteiro Mafra, em frente da capela, também foi restaurada e recebeu uma área ajardinada. Além disso, algumas construções que impediam a visão da igreja foram retiradas. No novo projeto paisagístico, executado pela subprefeitura de São Miguel Paulista, foram usadas 3 mil mudas de plantas rasteiras de variadas espécies. Todos os 54 zeladores de praça da subprefeitura participam do trabalho.
História da Capela
Sob a orientação do carpinteiro e bandeirante Fernão Munhoz, a Capela de São Miguel Arcanjo foi construída pelos índios guaianases em 1622. A igreja foi um dos primeiros prédios tombados pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (atual IPHAN). Em 1938, quase três séculos depois de sua construção, a Capela dos Índios (como é conhecida) passou pelo primeiro processo de revitalização.
Créditos: http://www.prefeitura.sp.gov.br/portal/a_cidade/noticias/index.php?p=43577
ALUNO DE DO CURSO DE HISTÓRIA DA UNIPAMPA É PERSEGUIDO PELA BRIGADA MILITAR
Estudante da Unipampa será recebido por representantes da Secretaria de Direitos Humanos na Capital
O estudante de História da Unipampa, Helder Santos, que denunciou ser vítima de racismo e agressões por integrantes da Brigada Militar (BM) de Jaguarão, no Sul do Estado, abandonou o município na noite dessa quinta-feira. Ele está em Porto Alegre, onde será recebido por representantes da Secretaria Estadual de Direitos Humanos. O acadêmico, que trabalhava na prefeitura, alega que foi obrigado a deixar a cidade por conta de ameaças recebidas de Policiais Militares (PMs). Ele pretende voltar à Bahia, onde nasceu, e ainda não sabe se conseguirá tocar os estudos.
O caso está sob análise da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial, ligada à Presidência da República, e da Promotoria de Direitos Humanos do Ministério Público gaúcho. A Brigada Militar tem duas sindicâncias em andamento contra um soldado, um sargento e o comandante da BM de Jaguarão, major José Antônio Ferreira.
O major disse que houve “sensacionalismo” e afirmou que está apurando o que aconteceu. No entanto, o secretário Estadual de Justiça e Direitos Humanos, Fabiano Pereira, afirma que a denúncia é grave e será alvo de atenção da pasta. Ele designou duas equipes, uma de investigação e outra de proteção, para a cidade de Jaguarão.
Na Capital, Santos será enviado para um abrigo de acolhimento provisório. Depois, vai voltar para a Bahia. “Eu não sei nem o que falar, porque eu vim pra cá com tantos sonhos, já estava concretizando alguns deles trabalhando como estagiário de história na prefeitura, e vou ter que abandonar tudo e retornar para casa”, lamentou ele, em entrevista à Rádio Guaíba.
Santos é o primeiro integrante da família a iniciar formação universitária, mas corre o risco de ter de parar de estudar, caso o Ministério da Educação não consiga sua transferência para uma universidade no Nordeste.
Entenda o caso
Os transtornos de Santos começaram na semana anterior ao Carnaval, quando foi parado em uma abordagem da Brigada Militar (BM) na saída de uma festa. Um amigo de Santos teria sido agredido pelos policias e o estudante interveio. Na confusão, Santos também teria apanhado dos PMs e teria sido chamado de “negão”.
Santos procurou a corregedoria da Brigada Militar, que instaurou processo para investigar os responsáveis, apontados por colegas. O estudante também fez denúncia ao Ministério Público da cidade por abuso de autoridade e discriminação racial. Ele ainda registrou ocorrência na Polícia Civil.
Após as denúncias, Santos recebeu uma carta de um soldado da BM, dizendo que ele deveria se cuidar, porque os envolvidos eram perigosos. A mensagem recomendava que ele deixasse Jaguarão, visando sua própria segurança.
Pouco tempo depois, o estudante recebeu uma nova carta – essa com tom de amaça – com selo de Bento Gonçalves, na Serra. A correspondência começava com “Baiano Nego Sujo”. Em um dos trechos, o texto dizia: “Se tu for lá na Brigada e falar a verdade e me caguetar no meu processo, eu vou te cobrir de porrada. No carnaval, tu escapou, mas dei um jeito de embolachar teu amiguinho Seco Edson sem sujar as mãos. Deixamos a cara dele mais feia e preta que a tua, seu otário”. fonte: Correio do Povo 25.03.2011.
Texto retirado do site: http://jorgeterra.wordpress.com/
O estudante de História da Unipampa, Helder Santos, que denunciou ser vítima de racismo e agressões por integrantes da Brigada Militar (BM) de Jaguarão, no Sul do Estado, abandonou o município na noite dessa quinta-feira. Ele está em Porto Alegre, onde será recebido por representantes da Secretaria Estadual de Direitos Humanos. O acadêmico, que trabalhava na prefeitura, alega que foi obrigado a deixar a cidade por conta de ameaças recebidas de Policiais Militares (PMs). Ele pretende voltar à Bahia, onde nasceu, e ainda não sabe se conseguirá tocar os estudos.
O caso está sob análise da Secretaria Especial de Promoção da Igualdade Racial, ligada à Presidência da República, e da Promotoria de Direitos Humanos do Ministério Público gaúcho. A Brigada Militar tem duas sindicâncias em andamento contra um soldado, um sargento e o comandante da BM de Jaguarão, major José Antônio Ferreira.
O major disse que houve “sensacionalismo” e afirmou que está apurando o que aconteceu. No entanto, o secretário Estadual de Justiça e Direitos Humanos, Fabiano Pereira, afirma que a denúncia é grave e será alvo de atenção da pasta. Ele designou duas equipes, uma de investigação e outra de proteção, para a cidade de Jaguarão.
Na Capital, Santos será enviado para um abrigo de acolhimento provisório. Depois, vai voltar para a Bahia. “Eu não sei nem o que falar, porque eu vim pra cá com tantos sonhos, já estava concretizando alguns deles trabalhando como estagiário de história na prefeitura, e vou ter que abandonar tudo e retornar para casa”, lamentou ele, em entrevista à Rádio Guaíba.
Santos é o primeiro integrante da família a iniciar formação universitária, mas corre o risco de ter de parar de estudar, caso o Ministério da Educação não consiga sua transferência para uma universidade no Nordeste.
Entenda o caso
Os transtornos de Santos começaram na semana anterior ao Carnaval, quando foi parado em uma abordagem da Brigada Militar (BM) na saída de uma festa. Um amigo de Santos teria sido agredido pelos policias e o estudante interveio. Na confusão, Santos também teria apanhado dos PMs e teria sido chamado de “negão”.
Santos procurou a corregedoria da Brigada Militar, que instaurou processo para investigar os responsáveis, apontados por colegas. O estudante também fez denúncia ao Ministério Público da cidade por abuso de autoridade e discriminação racial. Ele ainda registrou ocorrência na Polícia Civil.
Após as denúncias, Santos recebeu uma carta de um soldado da BM, dizendo que ele deveria se cuidar, porque os envolvidos eram perigosos. A mensagem recomendava que ele deixasse Jaguarão, visando sua própria segurança.
Pouco tempo depois, o estudante recebeu uma nova carta – essa com tom de amaça – com selo de Bento Gonçalves, na Serra. A correspondência começava com “Baiano Nego Sujo”. Em um dos trechos, o texto dizia: “Se tu for lá na Brigada e falar a verdade e me caguetar no meu processo, eu vou te cobrir de porrada. No carnaval, tu escapou, mas dei um jeito de embolachar teu amiguinho Seco Edson sem sujar as mãos. Deixamos a cara dele mais feia e preta que a tua, seu otário”. fonte: Correio do Povo 25.03.2011.
Texto retirado do site: http://jorgeterra.wordpress.com/
Sorteio do Livro "HISTÓRIA E DIDÁTICA"
O Professor Lucas Malho sorteou na última sexta - feira (25/03), para os alunos do segundo ano do curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, dois exemplares do livro "HISTÓRIA E DIDÁTICA", do autor Celso Antunes.
No sorteio, as alunas sorteadas foram nossas amigas Lorena e Renata, porém a aluna Renata presenteou a sua amiga de sala Fátima com o exemplar do livro, pois a mesma estava fazendo aniversário no mesmo dia.
Fica aqui os parabéns dos organizadores do blog ao Professor Lucas Malho pela iniciativa de incentivo a leitura, e pelo sorteio dos livros. As duas alunas sorteadas (Lorena e Renata). A aluna Renata, pela sua iniciativa de presentear sua amiga de sala. E a nossa amiga Fátima, por mais um ano de vida.
Abaixo, um breve resumo do livro.
'Aprender é se informar e, dependendo da natureza da informação, aprender História pode ser também se transformar. Se, por exemplo, aprende-se o nome de um grande herói grego ou egípcio, colhe-se apenas uma informação que pode ser útil para fazer palavras cruzadas, às vezes necessárias, mas que em nada transforma. Mas se, por exemplo, não consegue-se argumentos para algum conflito e lembram-se de uma lição de História e, dessa forma, se faz disso um meio para resolver um problema imediato, o saber ganha significação e transforma.'
No sorteio, as alunas sorteadas foram nossas amigas Lorena e Renata, porém a aluna Renata presenteou a sua amiga de sala Fátima com o exemplar do livro, pois a mesma estava fazendo aniversário no mesmo dia.
Fica aqui os parabéns dos organizadores do blog ao Professor Lucas Malho pela iniciativa de incentivo a leitura, e pelo sorteio dos livros. As duas alunas sorteadas (Lorena e Renata). A aluna Renata, pela sua iniciativa de presentear sua amiga de sala. E a nossa amiga Fátima, por mais um ano de vida.
Abaixo, um breve resumo do livro.
'Aprender é se informar e, dependendo da natureza da informação, aprender História pode ser também se transformar. Se, por exemplo, aprende-se o nome de um grande herói grego ou egípcio, colhe-se apenas uma informação que pode ser útil para fazer palavras cruzadas, às vezes necessárias, mas que em nada transforma. Mas se, por exemplo, não consegue-se argumentos para algum conflito e lembram-se de uma lição de História e, dessa forma, se faz disso um meio para resolver um problema imediato, o saber ganha significação e transforma.'
Da esquerda para direita: Lorena, Professor Lucas, Fátima, Renata
Da esquerda para direita: Lorena, Professor Lucas, Fátima
Créditos Fotos: Hassan Jorge
sexta-feira, 25 de março de 2011
Criação e Publicação de Artigos (Atividades Complementares)
Vale lembrar mais uma vez, que artigos publicados em revistas, jornais, sites, blogs e outras mídias, valem como horas para atividade complementar.
Sendo assim, todo artigo elaborado e publicado no blog do Curso de História da Faculdade Barretos valerá 10 (dez) horas de atividade complementar.
Os interessados poderão procurar: Junior (1º ano), Hassan (2º ano) ou a Professora Alethéia, para sanar eventuais dúvidas.
Observação: As atividades complementares são obrigatórias todos os semestres (do 1º ao 5º), sendo 40 (quarenta) horas de atividades por semestre, totalizando 200 (duzentas) horas de atividades complementares.
Sendo assim, todo artigo elaborado e publicado no blog do Curso de História da Faculdade Barretos valerá 10 (dez) horas de atividade complementar.
Os interessados poderão procurar: Junior (1º ano), Hassan (2º ano) ou a Professora Alethéia, para sanar eventuais dúvidas.
Observação: As atividades complementares são obrigatórias todos os semestres (do 1º ao 5º), sendo 40 (quarenta) horas de atividades por semestre, totalizando 200 (duzentas) horas de atividades complementares.
Trote Solidário (Quinta - Feira)
No dia 24/03, estiveram na ABAVIN (Associação Barretense Vida Nova) os alunos do 1º e 2º ano, do curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos. Eles preparam mais um dia de atividades para o "Trote Solidário".
Os atendidos pela entidade, ficaram muito felizes com o carinho recebido dos alunos do curso, e também retribuirão esse carinho. Abaixo segue alguns momentos do dia na ABAVIN.
Agora veja o depoimento da aluna "Gabi" Aiello, que está no 1º ano do curso de História, sobre o Trote Solidário:
"Olá, sou aluna do 1º ano de História e tive a grande oportunidade de ajudar no trote solidário apoiado pela Faculdade Barretos e representantes do curso de Historia, uma idéia diferente e gratificante, com um objetivo maior de dar apoio e carinho a quem necessita. E não somente de zoação, ridicularização e até mesmo violencia fisica dos antigos trotes universitários. Recomendo a todos levar essa idéia aditante, assim construiremos uma sociedade mais solidária e consciente de seu papel social."
Créditos Fotos: Gabi Aiello
Os atendidos pela entidade, ficaram muito felizes com o carinho recebido dos alunos do curso, e também retribuirão esse carinho. Abaixo segue alguns momentos do dia na ABAVIN.
Agora veja o depoimento da aluna "Gabi" Aiello, que está no 1º ano do curso de História, sobre o Trote Solidário:
"Olá, sou aluna do 1º ano de História e tive a grande oportunidade de ajudar no trote solidário apoiado pela Faculdade Barretos e representantes do curso de Historia, uma idéia diferente e gratificante, com um objetivo maior de dar apoio e carinho a quem necessita. E não somente de zoação, ridicularização e até mesmo violencia fisica dos antigos trotes universitários. Recomendo a todos levar essa idéia aditante, assim construiremos uma sociedade mais solidária e consciente de seu papel social."
Créditos Fotos: Gabi Aiello
quarta-feira, 23 de março de 2011
Trote Solidário
Os alunos do primeiro ano do curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, estão participando, juntamente com os alunos dos primeiros anos dos outros cursos da entidade do Trote Solidário.
Esse projeto visa estimular um comportamento empreendedor e de protagonismo social entre jovens universitários e contribuir para a formação de cidadãos mais engajados e profissionais mais conscientes de seu papel social.
A iniciativa partiu do professor Rodrigo Ruiz Sanches, coordenador do Núcleo de Responsabilidade Social da Faculdade Barretos. “Aguardei as primeiras semanas para que houvesse maior entrosamento entre os alunos e Solicitei que cada turma visitasse uma instituição social da cidade de Barretos e verificasse alguma carência, seja material, seja de serviço”, EXPLICOU ELE. Todas essas ações, segundo o coordenador, serão registradas em um relatório e fotografadas ou filmadas.
As entidades a serem avaliadas são: Casa Acolhedora Vovô Antonio e APAE (Administração), Casa Ágape e André Luiz (Direito), Vila dos Pobres (Enfermagem), ABAVIN (História) e Mariano Dias (Sistemas de Informação).
A seguir algumas fotos do primeiro dia do Trote Solidário realizado pelo curso de História na ABAVIN.
Colaboração: Fotos: Gabi Aiello
Outros: http://www.faculdadebarretos.com.br/
Esse projeto visa estimular um comportamento empreendedor e de protagonismo social entre jovens universitários e contribuir para a formação de cidadãos mais engajados e profissionais mais conscientes de seu papel social.
A iniciativa partiu do professor Rodrigo Ruiz Sanches, coordenador do Núcleo de Responsabilidade Social da Faculdade Barretos. “Aguardei as primeiras semanas para que houvesse maior entrosamento entre os alunos e Solicitei que cada turma visitasse uma instituição social da cidade de Barretos e verificasse alguma carência, seja material, seja de serviço”, EXPLICOU ELE. Todas essas ações, segundo o coordenador, serão registradas em um relatório e fotografadas ou filmadas.
As entidades a serem avaliadas são: Casa Acolhedora Vovô Antonio e APAE (Administração), Casa Ágape e André Luiz (Direito), Vila dos Pobres (Enfermagem), ABAVIN (História) e Mariano Dias (Sistemas de Informação).
A seguir algumas fotos do primeiro dia do Trote Solidário realizado pelo curso de História na ABAVIN.
Colaboração: Fotos: Gabi Aiello
Outros: http://www.faculdadebarretos.com.br/
ETA! CARNAVAL DE SALÃO !
ETA! CARNAVAL DE SALÃO !
Os famosos bailes de carnaval eram uma tradição cultural enraizada em nossa região, no entanto, este ano fomos surpreendidos com a falência do carnaval de salão em Barretos, depois da diminuição sensível dos bailes promovidos pelos clubes.
Nos anos 70 participávamos do bloco “As Moderninhas”, que tanto sucesso obteve no carnaval de rua de Barretos, após o desfile de momo pela avenida 19, percorríamos todos os salões, pulando o carnaval. Eram muitos os clubes que promoviam os bailes, como: Grêmio, União, Jockey Club, Rio das Pedras, Estrela d’Oriente, Clube do Bom Jesus, Clube do Frigorífico, Marília, até debaixo da arquibancada do Barretos Esporte Clube havia baile de carnaval. Infelizmente, com o passar do tempo foram diminuindo os tradicionais bailes de carnaval.
No entanto, outras cidades da região, como Planura, MG e as paulistas Guarací, Olímpia e Guaira, além de outras cidades, investiram pesado em seus bailes, atraindo turistas de várias cidades, ocasionando a debandada de muitos foliões barretenses.
Este fato inusitado do carnaval de salão, em 2011, fez-nos lembrar de um outro fato ocorrido há oitenta anos. Barretos contava com escolas primárias privadas, muitas delas de vida efêmera e o 1º Grupo Escolar, o qual foi inaugurado em 1912. Em 1930, foi criada a S.E.B. – Sociedade Escolas de Barretos, visando dotar a cidade de um ginásio. No livro “Barretos de Outrora”, o autor Osório Faleiros da Rocha, relata, “A população recebe não com indiferença, mas com hostilidade, essa iniciativa. O maioral da política, segundo foi propalado, dissera ao seu estado-maior que não valia a pena de criar um ginásio local, pois isso iria prejudicar o ginásio de Bebedouro” (p. 308). No entanto, a luta da S.E.B. não foi em vão, em 1932, foi inaugurado o Ginásio Municipal de Barretos, com a ajuda do dr. Antonio Augusto dos Reis Neves, da cidade de Agudos.
Será que havendo carnaval em Barretos poderá prejudicar o carnaval da região? Nós devemos pensar no melhor para Barretos. As nossas atrações devem ser melhores, para que os jovens e as famílias barretenses possam pular o carnaval em nossa cidade, começar na sexta-feira e parar só na quarta-feira de cinzas a hora que o sol raiar..
O carnaval de salão de Barretos precisa de uma união dos clubes que sempre promoveram o melhor carnaval e que façam a melhor festa de momo da região. .
Que em 2012 seja diferente!
Salve o carnaval barretense!
José Antonio Merenda
Ator e diretor teatral do GTAAB, Membro da ABC
e graduando da Faculdade de História de Barretos.
O artigo acima foi escrito pelo nosso ilustríssimo amigo "Merenda". Que está no 2º Ano do curso de Licenciatura em História. O artigo foi publicado no Jornal O Diário.
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