A Faculdade Barretos, juntamente com o coordenador do Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, dão as Boas Vindas a todos os alunos para o ano letivo de 2012! Sejam Bem Vindos!
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"

quarta-feira, 13 de abril de 2011

'Venda' de alunos negros em simulação de leilão de escravos causa polêmica nos EUA

'Uma professora em Norfolk, Virgínia (EUA), causou polêmica ao simular um "leilão de escravos" em uma escola americana, numa aula comemorativa aos 150 anos da Guerra Civil americana.
Segundo o Washington Post, a professora Jessica Boyle, que dá aulas para uma sala da 4ª série da escola Sewells Point, separou os alunos brancos dos negros e mestiços - estes últimos foram, então, "vendidos" para seus coleguinhas brancos.
A iniciativa despertou críticas dos pais dos alunos e forçou a escola a pedir desculpas, alegando que Boyle estava bem intencionada, mas agiu de forma "inapropriada".
"A aula (sobre a Guerra Civil) poderia ter sido pensada com mais cuidado, para não ofender os estudantes ou colocá-los em uma situação desconfortável", disse em comunicado a diretora da escola, Mary B. Wrushen.
Em entrevistas a uma TV local, alguns pais de alunos e moradores de Norfolk reclamaram do teor "ofensivo" da aula e de os alunos "vendidos" terem sido tratados como "animais".
Uma mãe, no entanto, defendeu Boyle, por acreditar que a professora só estava tentando "demonstrar" o papel desempenhado pela escravidão como um estopim da Guerra Civil. "Acho que ela não estava tentando ferir (os sentimentos) de ninguém", disse Tara Woodruff.
A professora, que trabalha na escola há seis anos, não comentou o caso.
A Guerra Civil (1861-1865) foi o confronto mais sangrento ocorrido em território americano, deixando centenas de milhares de mortos. A vitória dos Estados do norte sobre os do sul resultou na abolição da escravidão nos EUA.
Um caso parecido já havia acirrado os ânimos no Estado de Ohio, no mês passado, quando, segundo uma TV local, uma professora do ensino fundamental dividiu sua sala de aula entre escravos e senhores.

Crédito: http://educacao.uol.com.br/ultnot/bbc/2011/04/13/venda-de-alunos-negros-em-simulacao-de-leilao-de-escravos-causa-polemica-nos-eua.jhtm

Deputada Fátima Nunes defende História da África nas escolas baianas

Historicamente ligada as lutas pela igualdade racial, a deputada estadual Fátima Nunes (PT), titular da Comissão Especial da Promoção da Igualdade, participou na manhã da última terça-feira (12), das discussões sobre a Lei 10.639, que determina a inclusão da temática "História e Cultura Afro-Brasileira" no currículo oficial da rede de ensino.  Na reunião foram debatidas as ações implementadas pelo Estado da Bahia para garantir a aplicação da Lei. A coordenadora de Políticas Étnico-Raciais, da Secretaria Estadual da Educação, professora Nádia Cardoso explicou aos deputados todas as dificuldades encontradas na prática para cumprir a Lei, tendo em vista que falta qualificação para os professores e material didático. A professora disse ainda, que é necessário preparar a sociedade para transformações imediatas e reias.  Pela Lei 10.639, além de História da África e dos Africanos, o conteúdo se estende à luta dos negros no Brasil, a cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional, sendo ministrado no âmbito de todo o currículo escolar, em especial nas áreas de Educação Artística, Literatura e História Brasileira. "Temos muitos homens e mulheres em nossas memorias, pessoas que com muita coragem, resistência e determinação não permitiram a crueldade. É preciso ter um Brasil descente, com direitos iguais para negros e brancos, para homens e mulheres. É imprescindível que essa conscientização inicie na escolas, com as crianças e jovens. Temos que mexer com o comportamento, consciência e convivência das pessoas, conduzir a sociedade de uma maneira diferente", disse a deputada Fátima Nunes.
Crédito: http://www.bahiaja.com.br/noticia.php?idNoticia=35172

Ministério da Educação estuda uso de tablets nas escolas públicas

Apesar da crescente evolução da tecnologia digital dos últimos anos, computadores portáteis, telas sensíveis a toque e internet continuam uma realidade distante da maioria das salas de aula do País. Para os especialistas, as novas ferramentas tecnológicas podem e vão mudar o modo de ensinar no futuro. Com a popularização dos tablets – computadores portáteis sensíveis ao toque –, o Ministério da Educação decidiu, por sua vez, estudar como a ferramenta pode ser aproveitada em sala de aula. O ministro da Educação, Fernando Haddad, designou um grupo de técnicos do ministério para avaliar como essas novas tecnologias podem se tornar ferramentas didáticas em sala de aula e contribuir para a aprendizagem dos alunos. Até o fim de maio, esses especialistas entregarão um relatório completo sobre o tema nas mãos do ministro. O assunto se tornou mais importante depois do anúncio do investimento chinês na fabricação de tablets no País. Por trás do investimento chinês no Brasil, terceiro maior já feito no País por uma única empresa, está um enorme potencial de adoção de tablets no sistema educacional, público e privado. (Continua)

Crédito: http://www.jornalwebminas.com.br/noticias_imprimir.php?noticia=80677

terça-feira, 12 de abril de 2011

CINEMA COMENTADO DIA 16/04/2011 "TROPA DE ELITE 2"

Professora é acusada de agredir estudante com livro no rosto

Um caso de violência na escola municipal Dulce Nascimento, em Campinas no interior de São Paulo, causou tumulto entre os estudantes da instituição. Um aluno de 12 anos, que tem esquizofrenia e epilepsia, acusa a de português do 7º ano do ensino fundamental de agredi-lo com um livro no rosto.
Além da agressão, o jovem teria sido ofendido e chamado de “louco da cabeça” pela docente. O aluno conta que, após ter dito à professora que não estava conseguindo acompanhar a aula, foi expulso da sala e, então, trocou xingamentos com a educadora.
Estudantes de outras turmas assistiram a agressão. A mãe do estudante, Roseli Aparecida dos Santos, registrou um boletim de ocorrência. Segundo ela, o menino tem transtorno bipolar, além dos outros problemas. A educadora não poderia ter contado seus problemas à escola toda, como fez.
A professora admitiu ter ofendido o garoto e sua mãe verbalmente “na hora do nervoso”, mas nega ter batido com o livro no rosto do aluno. Segundo ela, a discussão que tiveram “após o garoto sair dos limites” deu margem para que as crianças "inventassem a história".

Crédito: http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/professora-e-acusada-de-agredir-aluno-especial-com-livro-no-rosto-20110412.html

Mais de 72 mil professores e educadores paralisam aulas hoje no Rio de Janeiro

Mais de 72 mil professores e funcionários de escolas estaduais do Rio de Janeiro preveem fazer uma paralisação do trabalho nesta terça-feira (12), a partir das 14h.
Os profissionais atuam em 1.652 escolas estaduais, atendendo a 1,2 milhão de alunos. Eles exigem reajuste salarial e pedem reabertura das negociações com o governo do Estado.
A pauta é de aumento emergencial de 26% no salário - em 2007, o governador Sério Cabral admitiu que os servidores (tanto professores quanto diretores e técnicos) tiveram perda salarial de 60%, após ficarem mais de dez anos sem reajuste.
A remuneração inicial de um professor é de R$ 610; já um professor com jornada de 22 horas semanais, com dez anos de rede, recebe R$ 766. O piso salarial definido pelo governo federal por lei é de R$ 1.188 - o piso foi reafirmado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) como constitucional.
O Sepe (Sindicato dos Professores do Rio de Janeiro) espera que seja aberto um canal de negociação com o governo do Estado, a partir da paralisação.

Crédito: http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/mais-de-72-mil-professores-e-educadores-paralisam-aulas-hoje-no-rio-de-janeiro-20110412.html

Aluna da UFMS é estuprada dentro da universidade

Uma estudante de química da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul), de 20 anos de idade, foi estuprada nesta segunda-feira, dentro do campus de Campo Grande. Até o início da noite, a polícia não havia identificado o agressor. Por conta do ataque, em protesto pela falta de segurança, acadêmicos da instituição fecharam as duas vias da avenida Costa e Silva, estrada próxima à universidade, na saída para São Paulo.
A estudante foi abordada por volta das 8h, quando seguia por uma ponte que liga o teatro Glauce Rocha ao bloco do curso de química, dentro do campus onde estudam ao menos 20 mil alunos se somados os três turnos. Ela disse à polícia que achava tratar-se de um assalto, mas como o desconhecido não viu nada em sua bolsa, o arrastou até uma mata que fica dentro da universidade e a violentou.
A vítima disse também aos policiais que viu marcas de tatuagens nas partes íntimas do agressor. Isso fez com que o delegado do caso, Fernando Nogueira, presumisse que o homem já tenha passagens pela polícia pelo mesmo crime. “É comum o detido por violência sexual receber tatuagens como as narradas pela estudante ”, disse o policial.
A pró-reitoria da UFMS informou nesta tarde que vai compor uma comissão para mapear os pontos tidos como críticos na instituição. O grupo será integrado por representantes das polícias Civil, Militar, Federal e ainda da Abin (Agência Brasileira de Inteligência). Hoje, a segurança da UFMS é feita por 33 servidores concursados e cinco contratados de empresas terceirizadas.

Crédito: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/04/11/aluna-da-ufms-e-estuprada-dentro-da-universidade.jhtm

Professores do Estado terão alto-falantes

A Secretaria de Estado da Educação vai distribuir alto-falantes aos professores da rede pública de ensino que têm problemas de voz.
Para isso, um levantamento com o número de docentes que já ficou afastado por doenças das cordas vocais está sendo feito nas mais de 5.000 escolas de São Paulo.
Segundo as Secretarias de Estado da Educação e da Gestão, que estão administrando conjuntamente a medida, ainda não há data prevista para a implantação do projeto. "Todas as medidas estão em estudo", disse a Educação.

Crédito: http://www.agora.uol.com.br/trabalho/ult10106u901402.shtml

Prefeitura matricula crianças em escolas a 40 km de distância

Pais de alunos matriculados em escolas municipais da região do Grajaú (zona sul de SP) reclamam que seus filhos chegaram a ficar mais de um mês sem assistir aulas porque foram cadastrados em escolas em bairros como a Penha, na zona leste, mais de 40 km distantes de suas casas.
Moradora do Jardim Gaivotas, perto da represa Billings, a dona de casa Marlene do Carmo Boa Ventura, 32 anos, disse que ficou surpresa quando soube, em dezembro, que seu filho de seis anos, havia sido cadastrado em uma escola estadual na Penha (zona leste).
"A diretora da escola onde ele estudava disse foi um erro do sistema, e que 35 crianças daqui foram para lá. Só que depois, para resolver o problema, ela disse eu teria que ir a uma escola do Estado."

Crédito: http://www.agora.uol.com.br/saopaulo/ult10103u901416.shtml

Delegacia investiga autores de ameaças

Os boatos envolvendo o nome de Wellington de Oliveira em redes sociais levaram a Delegacia de Repressão a Crimes na Internet a investigar adolescentes que espalham ameaças. Na sexta-feira, mensagem em comunidade do Orkut levou a polícia até um colégio particular de Santa Cruz, na zona oeste do Rio. O autor fazia referência a uma suposta cumplicidade com Wellington e prometia chacina similar à de Realengo. Por causa do boato, metade dos pais não levou os filhos à escola na sexta-feira e ontem, data do suposto ataque. Segundo os diretores do colégio, policiais passaram a sexta-feira na escola, reforçando a segurança e tentando rastrear as mensagens. Chegaram a um menino de 13 anos, aluno de uma escola vizinha, que confirmou a autoria do texto, mas negou conhecer Wellington ou ter intenção de promover a chacina. A mensagem teria sido recebida por outro internauta investigado: o que, sob o perfil falso do deputado Jair Bolsonaro, fez, no mesmo site, espécie de previsão de uma versão brasileira de Columbine uma semana antes do crime de Realengo. O internauta disse a policiais que foi uma infeliz coincidência e também negou conhecer Wellington. Calado - Ícaro Belini, de 23 anos, conta que estudou com Wellington no penúltimo ano do Ensino Fundamental na Escola Tasso da Silveira e, depois, em todo o Ensino Médio. Mesmo sendo alvo de brincadeiras por outros colegas. Belini diz que o atirador nunca reagiu. "Ele baixava a cabeça, saía de perto. Nunca arranjou confusão. Era uma pessoa que, se sentasse do seu lado, você nem ia reparar que estava ali, de tão fechado, de tão quieto que ele era."

Crédito: http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=24&int_id=145014

Estudo aponta que taxa de evasão de universitários cresceu de 14% para quase 20%

 Um dos principais obstáculos para a expansão do ensino superior no país, o aumento da cobertura do ensino médio - hoje, metade dos jovens entre 15 e 17 anos não se encontra nesse nível de ensino - está entre as metas mais difíceis do novo Plano Nacional de Educação (PNE), hoje na Câmara. O plano traz como duas das suas 20 metas duplicar as matrículas do ensino médio técnico e aumentar a taxa de matrículas no ensino médio para 85% dos jovens entre 15 e 17 anos. Outra das metas mais problemáticas do novo PNE é a ampliação da própria taxa de matrículas no ensino superior. A meta para esse ponto determina o aumento das matrículas no ensino superior para uma cobertura de 33% entre aqueles com 18 a 24 anos. Hoje, esse percentual é, segundo o MEC, de 17% - enquanto a Turquia tem 21,1%; o Chile, 28,3%; e a Hungria, 29%. A Coreia, referência de desenvolvimento tecnológico, tem 56,5%. Além do empecilho causado por uma baixa cobertura do ensino médio, o crescimento do ensino superior no país também tem enfrentado um aumento na evasão dos alunos que conseguem chegar à universidade, segundo estudo do Sindicato das Entidades Mantenedoras de Estabelecimentos de Ensino Superior em São Paulo (Semesp). O estudo mostra que a taxa de evasão no ensino superior no país foi de cerca de 12% em 2007 para mais de 15% hoje. Se for visto apenas o ensino superior privado - que, com programas como o ProUni e o Fies, é responsável por cerca de 75% das matrículas no nível superior hoje -, a evasão cresceu de cerca de 14% para quase 20%. Segundo o Semesp, pelo menos metade dessa evasão é de alunos das classes C e D - cerca de 40% das matrículas no nível superior hoje - que chegariam despreparados ao nível universitário. No ensino superior privado, onde boa parte dos alunos dessas faixas de renda tem ingressado, a evasão devido ao despreparo também é maior em cursos ligados ao desenvolvimento econômico e tecnológico do país: dos 20 cursos com maior evasão, 11 são de ciências exatas, como os de informática. - Os alunos das classes menos privilegiadas têm conseguido chegar à universidade, por conta justamente da expansão proporcionada pelo ProUni, por exemplo; e, até quando vemos a curva de crescimento das matrículas no ensino superior, ela acompanha a curva de crescimento da população nessas classes. No entanto, pelo despreparo, por terem vindo de escolas com qualidade de ensino baixa, eles não conseguem acompanhar o curso e abandonam - afirma o diretor-executivo do Semesp, Rodrigo Capelato. O secretário de Educação Superior do MEC, Luiz Claudio Costa, contesta os dados: - Hoje, como o censo escolar não conta o aluno por seu CPF, acaba contabilizando como evasão a migração de estudantes de um curso a outro, ou de uma instituição a outra. A partir deste ano, com o censo passando a ser feito com base no CPF, poderemos conhecer melhor esse quadro - diz, destacando que a taxa de diplomação no ensino superior teria subido 195% nos últimos dez anos. - Além disso, não concordo com a hipótese de que há evasão por causa de despreparo. Estudantes que recebem alguma assistência federal, como bolsa do ProUni, têm bons rendimentos.
Crédito: http://oglobo.globo.com/educacao/mat/2011/04/11/estudo-aponta-que-taxa-de-evasao-de-universitarios-cresceu-de-14-para-quase-20-924216807.asp

Governo decide antecipar campanha pelo desarmamento

Campanha deve começar dia 6, quase um mês após tragédia no Rio.
Conselho vai coordenar organização da campanha.

O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, afirmou nesta terça-feira (11) que o governo decidiu, em parceria com entidades da sociedade civil, antecipar para maio o lançamento da campanha do desarmamento. A previsão inicial do ministério era dar início à campanha em junho.
Por sugestão do governo, a campanha deverá começar no próximo dia 6 de maio, quase um mês depois da tragédia na escola de Realengo, no Rio de Janeiro, que resultou nas mortes de 12 crianças e do atirador. A campanha vai durar até o final do ano, segundo o ministro.
Na última campanha do desarmamento, realizada entre 31 de dezembro de 2008 e dezembro de 2009, foram recolhidas mais de 40 mil armas, informou Cardozo.
“Ficou absolutamente caracterizado que quando se realiza essas campanhas você tem uma redução muito forte na mortalidade, que se reduz mais de 50% no Brasil. Tínhamos previsto realizar uma campanha em junho, mas diante dessa tragédia decidimos sugerir a antecipação. Essas campanhas não são feitas sozinhas, são feitas em conjunto com a sociedade civil”, disse o ministro.
Um conselho, formado por integrantes do governo federal e de representantes da sociedade civil vai coordenar a implementação da campanha no país.
“Estamos muito felizes - tristes pela tragédia -, mas felizes em poder colaborar com a campanha que vai ser melhor que a de 2004. Ninguém pode ser contra uma campanha voluntária. Estamos felizes com essa atitude e confiantes em uma campanha ainda maior. Estamos otimistas que esta tragédia não foi em vão. Ela vai nos ajudar a construir um país sem armas”, disse Antônio Rangel, representante do Viva Rio. Segundo ele, há 14,5 milhões de armas em circulação no país.
O conselho se reunirá na próxima segunda. Nessa reunião, deverá oficializar o dia 6 de maio como data de início da campanha. Além de ONGs, devem ser convidados para integrar o conselho Ordem dos Advogados do Brasil, Conselho Nacional do Ministério Público, entre outras organizações.
“Vamos sugerir ao conselho que a data de lançamento seja dia 6 de maio, 30 dias depois da tragédia do Rio de Janeiro. É ideia fazer um concurso para a nova logomarca do programa. Vamos trabalhar também na publicidade oficial, e vamos também dialogar com órgãos de comunicação na obtenção de mídia gratuita”, disse o ministro.
Na tarde desta segunda (11), Cardozo esteve reunido com representes do Instituto Sou da Paz e da Organização Não-Governamental Viva Rio.
Segundo o ministro, ainda não está definido o valor que o governo vai investir diretamente na campanha. Representantes do Banco do Brasil participaram da reunião e estudam  formas de pagamento das indenizações aos proprietários que entregarem as armas.
Na última campanha, os valores variavam entre R$ 100 e R$ 300 por arma entregue. Segundo o ministro, também estão sendo discutidas formas de acelerar o pagamento das indenizações, que chegavam a demorar cerca de três meses. Atualmente, afirmou, o ministério dispõe de cerca de R$ 10 milhões para a campanha, mas o valor poderá ser aumentado.
“Esta semana, vamos trabalhar em conjunto para definir como será feito o credenciamento para a arrecadação das armas, definição de pagamentos para as armas, se poderemos pagar as munições, e a forma de pagamento. Temos claro que temos de acelerar o processo de pagamento das armas. Por isso, o Banco do Brasil já esteve conosco nesta reunião para avaliar a forma de pagamento dessas armas”, afirmou o ministro.
Referendo
O ministro não descartou a possibilidade de realização de um novo referendo do desarmamento, aos moldes do que foi realizado em 2005. A proposta foi defendida nesta segunda pelo  presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Segundo Sarney, a iniciativa será proposta, segundo Sarney, na próxima reunião de líderes da Casa, que deve ocorrer ainda nesta semana."Juridicamente, é possível se convocar um novo referendo. Eu vou ser favorável ao que o conselho decidir”, disse Cardozo.


Creditos : http://g1.globo.com/Tragedia-em-Realengo/noticia/2011/04/governo-decide-antecipar-campanha-pelo-desarmamento.html



 

 

 

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Número de graduados no ensino superior triplicou nos últimos dez anos, diz ministro

“A modernização da universidade brasileira corresponde ao avanço da educação, nos padrões da evolução detectada pelos organismos internacionais, que colocaram o país como um dos três que mais avançaram na última década”. A afirmação foi feita pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, ao desembarcar na manhã desta segunda-feira, 11, em Natal. O ministro está na capital potiguar para proferir palestra na Universidade Federal do Rio Grande Norte (UFRN) e inaugurar instalações do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do estado. De acordo com Haddad, apesar de determinados setores da sociedade insistirem em afirmar que a educação não acompanha o desenvolvimento econômico do país, o número de estudantes formados por ano na educação superior é o triplo do que se formava há dez anos (950 mil contra 350 mil). “O governo federal investe de forma sólida e constante na modernização e na ampliação do ensino superior nas universidades federais”, sustentou o ministro. “Dobramos as vagas de acesso, ampliamos a proporção de estudantes por função docente e investimos em inovações pedagógicas como os bacharelados interdisciplinares, entre outras ações.” Orçamento Quanto ao orçamento da educação, o ministro assegurou ser intocável tudo o que foi comprometido em termos de docentes, técnicos e obras na esfera do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni). “Quando há prioridade e vontade política, as universidades e institutos federais respondem aos desafios que o país precisa superar”, disse, ao participar da inauguração da Escola de Ciência e Tecnologia da UFRN. Haddad salientou ainda que o Ministério da Educação registra hoje cerca de 3,5 milhões de metros quadrados de obras. “O equivalente a 500 desses pavilhões de sete mil metros quadrados que estamos inaugurando agora”, disse. Fonte: MEC

Aluno ameaça diretora de colégio em Campos e causa pânico entre os estudantes


Policiais militares de Campos dos Goytacazes, no norte fluminense, apreenderam no início da tarde desta quarta-feira (11) um adolescente de 13 anos que ameaçou a diretora do colégio municipal Fernando de Andrade no bairro de Parque Guarus. Os policiais passaram a manhã fazendo buscas à procura do jovem. Ele foi levado para a Delegacia de Guarus (146ª DP).
O jovem, que tinha abandonado o colégio depois de ter agredido uma colega de sala no segundo dia de aula, voltou nesta segunda-feira (11) uniformizado. A diretora da instituição proibiu a entrada do adolescente informando que ele só poderia voltar às aulas com a presença dos pais. O jovem saiu do colégio e, nervoso, ficou chutando o portão de entrada da escola, ameaçando a diretora.  Preocupada, ela chamou a polícia.
Durante toda a manhã desta segunda-feira, a escola foi ocupada por policiais militares e guardas municipais. Os pais dos alunos que souberam do ocorrido foram buscar seus filhos mais cedo preocupados que se repita a tragédia que aconteceu na Escola Tasso da Silveira, em Realengo, na zona norte do Rio de Janeiro, no último dia 7, quando um homem matou 12 estudantes e feriu outros 12. A direção do colégio não confirma, mas alguns alunos afirmam que o rapaz estava armado.
Uma viatura da Guarda Municipal passou a manhã na porta da escola.

Crédito: http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/aluno-ameaca-diretora-de-colegio-em-campos-e-causa-panico-entre-os-estudantes-20110411.html

Aluno poupado pelo atirador sofre para superar as lembranças ruins e a morte dos amigos

O estudante Mateus Moraes, 13, aluno da sétima série da escola Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro, conseguiu escapar dos tiros de Wellington Menezes de Oliveira, 24. Depois de ter uma arma apontada para a sua cabeça, na quinta-feira (7), rezou, implorou para que o homem não o matasse e foi atendido. Ficou conhecido no bairro como o "gordinho que escapou do atirador".
Passado o alvoroço, no entanto, o menino sofre para se recuperar e voltar à vida normal. Ele contou ao UOL Notícias que não tem conseguido dormir ou comer direito. Nos primeiros dias após a invasão, não conseguia sair de casa. "Só de pensar em botar o pé na rua já me dava vontade de vomitar", afirmou.
Sobre o dia do crime, ele repete rapidamente as lembranças, como se já tivesse decorado uma resposta: "A gente estava sala, todo mundo gritando e chorando, todo mundo nervoso e se escondendo. Uns correram, a professora saiu, mais gente correu. Vi ele atirando nas garotas, mas não vi a cara dele". Respira e conta finalmente o que o atirador lhe falou: "Pedi para ele não me matar e ele disse para eu ficar tranquilo, que não ia me matar. Me deixou vivo e subiu para o outro andar".
Mateus está visivelmente sofrendo com o episódio. Além de ser testemunha de um massacre sem precedentes no país, ele perdeu seus dois maiores amigos de colégio --Igor da Silva, 13, e Rafael Pereira, 14. "Tinha acabado de entrar nessa escola, então não conhecia muita gente. Eles eram os que eu mais convivia. Conversava mais com o Rafael, porque a gente gostava de jogos de computador e videogame e falava sobre isso. Com o Igor, eu brincava na hora do recreio", afirmou.
O menino aposta em recomeço a partir dessa semana. Ele não quer mais voltar para a escola Tasso da Silveira, mas diz que "a vida está voltando ao normal". "Hoje, joguei videogame com uns amigos que vieram aqui em casa", contou. E, promete, vai "trabalhar com o psicólogo". (Continua)

Crédito: http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2011/04/11/aluno-poupado-pelo-atirador-sofre-para-superar-as-lembrancas-ruins-e-a-morte-dos-amigos.jhtm

Brasil supera países ricos no gasto em escola privada

Uma pesquisa do instituto Insper (ex-Ibmec São Paulo) aponta que as famílias brasileiras fazem mais esforço financeiro para educar os seus filhos do que as famílias de países desenvolvidos.
O estudo apontou que, no Brasil foi gasto 1,3% do PIB com educação privada, em 2009, enquanto a média da OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), que reúne nações ricas, foi de 0,9%.

A reportagem completa está disponível para assinantes da Folha.

Crédito: http://www1.folha.uol.com.br/saber/901011-brasil-supera-paises-ricos-no-gasto-em-escola-privada.shtml

Adolescente é detido com duas armas dentro de escola em Goiânia

A polícia apreendeu nesta segunda-feira (14), em flagrante, um menor de 17 anos com duas armas, dentro de uma sala de aula, no Colégio Estadual Benito Lucimar, em Goiânia. No momento da detenção, o estudante portava um revólver calibre 22, de fabricação argentina, dez munições e um canivete.
Levado para a Depai (Delegacia de Polícia de Apuração de Atos Infracionais), o rapaz será encaminhado para o Ministério Público. Denunciado pelos alunos, o menor estaria frequentando a escola armado há uma semana.
O adolescente disse que pegou a arma e dez munições do pai, um policial militar, para se defender de um suposto grupo de torcedores de futebol. Segundo ele, o revólver não seria utilizado para machucar ninguém.
Ele comentou ainda com os presentes na delegacia que sofria agressões de forma gratuita, pois nunca arrumou briga com ninguém. Ao ser questionado se o crime ocorrido na Escola Municipal Tasso de Oliveira, em Realengo, no Rio de Janeiro, na quinta-feira passada, teria o influenciado a levar a arma para o colégio, ele afirmou que não, pois ainda não tinha parado para pensar sobre isso.
Após ouvir a versão do adolescente, a delegada Nadir Cordeiro disse que não acredita na versão apresentada porque, além de não torcer para times do Estado, ele não teria citado nomes dos possíveis agressores no depoimento.
Essa é a segunda detenção de menor armado dentro de escolas, em menos de uma semana, no Estado. Na sexta-feira, 8, um adolescente também de 17 anos foi apreendido com um revólver calibre 32 e munições, na Escola Pastor José Antero Ribeiro, no município de Bom Jesus de Goiás, a 207 quilômetros da capital.

Crédito: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/04/11/adolescente-e-detido-com-duas-armas-dentro-de-escola-em-goiania.jhtm

Menos lousas, melhores professores, por Rodrigo Galvão de Castro

Um projeto recentemente adotado em uma escola americana mostrou o quanto alunos podem ser eficientes no processo de ensino e aprendizagem – especialmente quando a eles é dada a oportunidade de tomar decisões, de sentirem que estão sendo ouvidos e de que fazem parte fundamental do processo em vez de estarem ali como meros espectadores. Em uma cidade de Massachussets, alunos do ensino médio de uma escola pública foram convidados a criar uma “escola dentro da escola”, isto é, elaborar uma grade de disciplinas e atividades que melhor atendesse às suas expectativas. Eles contaram um orientador e eventualmente buscavam a orientação de professores, acompanhavam a caminhada dos próprios colegas na escola e lhes davam retorno. Entre as atividades eles definiram o programa escolar, escolheram obras literárias, desenvolveram estratégias, táticas e ações de aprendizado com base em processos de investigação de ciências naturais, geometria e outras disciplinas. Paralelamente, assumiram tarefas individuais (que poderiam ser de aprender um instrumento a fotografia) e sociais. Por fim, diante da percepção de como as experiências se mostraram transformadoras, realizaram um filme para mostrar a outros estudantes que é possível atuar positivamente na construção da própria educação. Dos quatro envolvidos no programa (chamado Projeto Independente), dois estavam prestes a abandonar a escola antes do início. Retomaram os estudos e vão concluí-los. Outros dois se preparam para tentar obter vagas em faculdades extremamente competitivas. Não há grandes segredos no que eles – alunos, o orientador e professores - fizeram. É a receita básica composta por boa vontade, criatividade, empenho e objetivos. É assim que deveria ser em educação, especialmente diante de situações como evasão, desinteresse e retenção (outro nome para a velha repetência ou “bomba”). É isso que faz a diferença. Não são computadores, a distribuição de notebooks para os alunos ou lousas digitais compradas a peso de ouro. A diferença é que bons programas podem custar muito mais caro e dar muito mais trabalho do que se pretende em termos políticos, pois o foco do investimento são as pessoas envolvidas no processo e os efeitos costumam demorar mais tempo para aparecer do que o tempo decorrido entre uma eleição e outra. O que faz valer a pena é a melhoria contínua, no longo prazo e com resultados perenes. Em educação, resultados aparecem a partir de uma combinação razoavelmente simples de entender: professores bem remunerados, boas condições de trabalho e investimento pesado em qualificação. Tudo isso devidamente acompanhado por cobrança de metas e resultados e, claro, por um acompanhamento que também exija do professor aquilo que é esperado dele – dedicação e comprometimento absolutos com a sala de aula. Nada disso acontece, no entanto, quando se prioriza o investimento de milhões de reais em apostilas que podem ser facilmente substituídas por livros gratuitos e de qualidade; quando equipamentos eletrônicos ganham prioridade em detrimento de professores, cujas carreiras seguem sem planejamento ou perspectiva; e quando o que se vê são desencontros no lugar de um programa sólido e factível para melhorar o que há de mais importante em qualquer país – a educação básica. O próprio ofício de professor não pode ser encarado como ainda o é por alguns colegas, como um “a mais” na carreira ou uma opção para quem não consegue se colocar em outras funções no mercado de trabalho. Essa dedicação exclusiva, no entanto, só será possível e real quando a carreira estiver consolidada o suficiente para atrair os melhores profissionais disponíveis.


domingo, 10 de abril de 2011

Músicos da Orquestra Sinfônica Brasileira fazem protesto no palco

A polêmica envolvendo a direção da Orquestra Sinfônica Brasileira (OSB) teve um novo capítulo ontem no Rio de Janeiro, no Theatro Municipal. Pouco antes de um concerto em homenagem ao pintor Candido Portinari, os músicos da OSB Jovem abandonaram o palco em protesto ao maestro Roberto Minczuk e às demissões dos integrantes da orquestra principal. O programa iria inaugurar a temporada deste ano.
Todo o corpo da OSB Jovem já estava no palco posicionado perante o público quando Minczuk entrou em cena e foi recebido por vaias. Um representante do grupo leu um manifesto afirmando que a OSB Jovem se recusava a substituir a orquestra principal. "Para haver música, devem haver músicos. Para haver músicos, deve haver respeito", dizia um trecho. Do lado de fora, músicos demitidos da OSB e simpatizantes faziam um protesto nas escadarias. O público deixou a sala e o concerto previsto para este domingo foi cancelado.
No início do ano, o diretor artístico e regente titular da OSB, Roberto Minczuk, decidiu submeter os 82 integrantes da orquestra a testes de avaliação de desempenho. Metade deles não acatou a decisão e não compareceu às avaliações. Há cerca de duas semanas, começaram a receber comunicados de demissão por justa causa.
Grandes nomes da música erudita mundial, como os pianistas Nelson Freite e Cristina Ortiz, cancelaram os concertos que fariam junto com a OSB por conta das demissões.
Em comunicado oficial, a Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira considera encerradas as negociações com os 41 músicos da instituição que se recusaram a participar das avaliações internas de desempenho. De acordo com o texto, a posição foi tomada diante da decisão dos músicos, informada por meio do sindicato, de não aceitarem a proposta da fundação de reabrir o Programa de Demissão Voluntária (PDV) oferecido a eles.

Crédito: http://ultimosegundo.ig.com.br/cultura/musica/musicos+da+orquestra+sinfonica+brasileira+fazem+protesto+no+palco/n1300046972850.html

Assassino que invadiu escola em Realengo escreveu que meditava sobre 11/09

Numa carta apreendida pela polícia na mochila de Wellington Menezes de Oliveira, logo após o massacre, o assassino escreveu que lia o Alcorão (o livro sagrado do islamismo) quatro horas por dia, segundo reportagem publicada neste sábado na revista “Veja”. O atirador revela ainda que algumas vezes meditava sobre os atendados de 11 de setembro de 2001 às Torres Gêmeas, em Nova York, e ao Pentágono, em Washington. Na carta de próprio punho, ele dizia que estava “fora do grupo”, mas ainda fazia orações a Deus todos os dias. A revista teve acesso ainda a cópias de duas fichas de Wellington de renovação de matrícula no Colégio Estadual Madre Teresa de Calcutá, onde ele cursou o ensino médio. No documento de 2004, ele assinalava que sua religião era “Testemunha de Jeová”. No entanto, na ficha de 2006, o assassino mudou a resposta para “muçulmano”. Essas informações, descobertas no dia da carnificina, fizeram com que a Polícia Federal entrasse no caso para investigar o envolvimento com algum grupo terrorista. Em outra ficha de Wellington, obtida por “Veja”, há ainda uma observação escrita por um professor: “um aluno que caminha muito devagar, está em processo, precisando de ajuda direta do professor ou dos colegas do seu grupo, para realizar, no máximo, 39% do trabalho escolar”. Abandono - O corpo de Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, o atirador que matou 12 estudantes em Realengo, na última quinta-feira, continua no Instituto Médico Legal, no Centro do Rio.

Crédito: http://www.diariodepernambuco.com.br/brasil/nota.asp?materia=20110410094840

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