A decisão de reconhecer juridicamente a união estável entre pessoas do mesmo sexo abriu possibilidade para os polêmicos beijos gays tomarem conta das cenas de novelas e da mídia em geral. O SBT deve exibir hoje, na novela Amor e Revolução, o primeiro beijo entre duas mulheres. Esse tipo de cena vinha sendo ensaiado pela teledramaturgia brasileira desde a novela Mulheres Apaixonadas, exibida em 2003 pela Rede Globo, quando as atrizes Alinne Moraes e Paula Picarelli deram um selinho. Depois, cenas de beijos gays chegaram a ser filmadas na mesma emissora, mas não foram ao ar, como na novela Senhora do Destino, em 2004, e América, no ano seguinte. Para o professor da Faculdade de Comunicação da UnB e coordenador do projeto SOS Imprensa Luiz Martins, os beijos gays estampados nas capas dos jornais não surgiram ao acaso, vieram para repercutir uma decisão da maior Corte de Justiça do país e, por isso, não pode ser considerado agressivo ou atentado ao pudor. “O jornal tocou no problema e questionou se a sociedade brasileira está preparada para lidar com a decisão do Supremo", justificou. “Daqui a dez anos, capas como a do Correio serão olhadas com certo lirismo. A gente vai ter que se acostumar com os casais beijos gays”, explicou. No caso da teledramaturgia, o professor analisa o beijo gay com mais cuidado, porque a novela é o principal agente de sociabilização e educação do povo brasileiro, mais do que a igreja e a escola. “Assuntos reais na telenovela ganham força persuasiva e dissemina valores.” Para Luiz Martins, desde que respeitada a classificação indicativa, como a usada nas cenas de beijo e sexo de casais heterossexuais, o beijo homossexual deve aparecer e se tornar comum.
Crédito: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/5/12/beijo-um-simbolo
A Faculdade Barretos, juntamente com o coordenador do Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, dão as Boas Vindas a todos os alunos para o ano letivo de 2012! Sejam Bem Vindos!
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
quinta-feira, 12 de maio de 2011
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Ferramentas para o ensino digital
Não gosto muito de escrever artigos-listas, como este que você está para ler. Porém, movido pela enorme discussão que minha última coluna causou, achei que seria melhor, só dessa vez, deixar de lado as especulações e questionamentos e partir direto para os exemplos. Naquele texto defendi que a maioria das escolas não prepara seus alunos para exercer as profissões do século XXI. Minha intenção não foi crucificar as instituições de ensino, mas mostrar que elas não são perfeitas nem estão imune à inovação.
Entre aquela coluna e esta tive a oportunidade de assistir ao excepcional documentário Waiting for Superman, que, ao mostrar as deficiências do sistema educacional público no país líder em inovação e tecnologias digitais, me fez ver como o problema das escolas está distante de ser exclusividade de países desprovidos de recursos.
Ao redor do mundo, o aluno que não gosta da escola muitas vezes é porque não vê nela conexão com a realidade. Até um congestionamento de trânsito tem mais opções e estímulos do que um ambientes de ensino monótono, entediante, silencioso e autoritário.
O professor que evita a tecnologia entra em uma relação perde-perde: se convencer a classe que o computador e a internet não prestam, terá criado analfabetos digitais, despreparados para viver em um mundo de conexões. Se fracassar nessa tentativa, poderá gerar um sentimento que a escola não presta para nada, e que tudo pode ser aprendido em tutoriais na rede. Não sei qual cenário é pior.
Mas sou otimista. Muito otimista. Acredito sinceramente que a maioria das tecnologias que nos tornam nerds podem ser usadas, sem muito esforço, para construir a escola do futuro. Apresento a seguir 40 ferramentas, a maioria gratuitas, que podem ser usadas para incrementar a qualidade das aulas, sem demérito do professor. Não é preciso conhecimento técnico para operá-las.
Blogs - Transformam o professor em material didático de referência. Podem conter o programa das aulas, bibliografia, exemplos e tarefas, abrir espaço nos comentários para que os alunos publiquem suas dúvidas e criar um ambiente de contato extraclasse. As principais ferramentas para se construir um Blog são Wordpress, Blogger, MovableType e TypePad.
Microblogs - Se a informação for curta e menos estruturada, com pequenos conteúdos dispostos em periodicidade aleatória (como exemplos de aplicações práticas do que foi ensinado em classe), talvez seja melhor usar formas simplificadas de Blogs, também chamados de microblogs. O Tumblr é a ferramenta mais conhecida para essa tarefa, mas, Posterous, Presently e Xanga também dão conta da função.
CMS - Para sistemas maiores e informações mais complexas, com várias funções integradas, talvez seja melhor usar administradores de conteúdo, sistemas dinâmicos de publicação como Joomla, Plone, TextPattern ou Drupal --este último é usado, por exemplo, pelo governo dos EUA em uma tentativa de aumentar a transparência de seus dados.
Sites - Se o que se precisa é um site simples, estático, com algumas informações estáticas ou que mudam pouco (como endereços ou telefones, por exemplo), o mais fácil é usar um construtor de sites, ferramenta que automatiza sua criação sem precisar de uma linha de código. Os principais portais do país têm essas ferramentas, como o UOL, Terra e iG. Meu predileto é o WebFácil.
Redes sociais - Se não dá para ignorar o Facebook, possível replicá-lo e criar, em aula, um pequeno sistema de relacionamento. Escolas, afinal, sempre foram redes sociais. Digitalizar as discussões em sala de aula pode aumentar o contato do aluno com a disciplina. As melhores ferramentas para essa tarefa são SocialGo, Elgg, Lovdbyless e CommunityEngine.
Ambientes - Até mesmo sistemas completos de ensino à distância podem ser criados por um professor qualquer, em uma sala de aula de qualquer lugar do mundo, desde que ele tenha um computador mediano e um acesso à rede. Serviços como o Moodle, Engrade, Atutor e Manhattan têm comunidades fortíssimas que servem como boas redes de apoio para qualquer dúvida técnica ou de aplicação.
Referências - Há muito material científico compilado das bibliotecas digitalizadas pelo Google Acadêmico. O Projeto Gutenberg compila vários livros de acesso público e gratuito. Sites como o Scribd são boas alternativas para a busca de conteúdo. E se você tem medo que seus alunos copiem o material da rede, pode desmascará-los com o CopyScape.
Fóruns e debates -As precursoras da Internet eram quase só compostas por sistemas de mensagens e grupos de discussão. Mesmo hoje, ferramentas que estimulam a troca de idéias são bastante populares e fáceis de usar. Nelas o professor pode criar um tópico e deixar que os alunos discutam suas aplicações. Não se preocupe se os alunos terão alguma dificuldade em operá-los: boa parte dos repositórios de pirataria tem esse formato, eles devem estar habituados. Boas ferramentas para a criação de fóruns são PHPbb, IP Board, SimpleMachines e Bbpress --este feito pelos mesmos criadores da ferramenta de blogs Wordpress, e tão fácil de usar quanto ele.
Wikis - Os trabalhos de alunos não precisam mais ser impressos. Eles podem ser transformados em verbetes de uma Wiki, um sistema de produção de conteúdo colaborativo como se fosse sua versão própria da Wikipédia. O sistema usado pela enciclopédia mundial é o MediaWiki, mas o Twiki e o WikiSpaces também são muito bons. . Existem muitos serviços parecidos, que podem ser comparados no site WikiMatrix.
Podcasts - Para encerrar a lista, podcasts, ou arquivos em áudio transmitidos pela rede. Já que boa parte dos alunos têm celulares e que passam o tempo todo com eles, nada melhor do que gravar as aulas ou conteúdos associados e torná-las portáteis. Audacity é uma ótima ferramenta para gravar e editar som, SoundCloud é muito boa para levar o som para as redes, LiveMocha para aprender e ensinar línguas e TreinaTOM para criar web-aulas.
Essas são só algumas ferramentas. Não seria difícil listar serviços gratuitos para gerar formulários de pesquisa, compartilhar documentos, mostrar vídeos educativos, criar e-Books, organizar projetos coletivos, fazer listas de tarefas, estruturar mapas conceituais, mostrar frisas do tempo, promover eventos, compartilhar websites, textos e planilhas com contribuição remota... a lista não tem fim.
Até mesmo quem não quer ou não pode lidar com as ferramentas novas pode usar as redes conhecidas para gerar conteúdo de qualidade. Twitter pode ser usado pelos alunos para matar dúvidas ou para coordenar equipes, como mostra esta professora do Texas. Grupos privados no Orkut ou Facebook respondem melhor e mais rápido às mensagens que seus equivalentes por e-mail (além de serem muito mais fáceis de configurar). O YouTube pode ser o melhor recurso para expandir os horizontes de salas de aulas com poucos recursos. Por ele se pode mostrar Paris, uma gráfica ou movimentos de ginástica olímpica. Só não se pode ignorá-lo.
A Internet, enfim, não é o inimigo. A resistência ao progresso e a recusa em aprender é que o são.
Entre aquela coluna e esta tive a oportunidade de assistir ao excepcional documentário Waiting for Superman, que, ao mostrar as deficiências do sistema educacional público no país líder em inovação e tecnologias digitais, me fez ver como o problema das escolas está distante de ser exclusividade de países desprovidos de recursos.
Ao redor do mundo, o aluno que não gosta da escola muitas vezes é porque não vê nela conexão com a realidade. Até um congestionamento de trânsito tem mais opções e estímulos do que um ambientes de ensino monótono, entediante, silencioso e autoritário.
O professor que evita a tecnologia entra em uma relação perde-perde: se convencer a classe que o computador e a internet não prestam, terá criado analfabetos digitais, despreparados para viver em um mundo de conexões. Se fracassar nessa tentativa, poderá gerar um sentimento que a escola não presta para nada, e que tudo pode ser aprendido em tutoriais na rede. Não sei qual cenário é pior.
Mas sou otimista. Muito otimista. Acredito sinceramente que a maioria das tecnologias que nos tornam nerds podem ser usadas, sem muito esforço, para construir a escola do futuro. Apresento a seguir 40 ferramentas, a maioria gratuitas, que podem ser usadas para incrementar a qualidade das aulas, sem demérito do professor. Não é preciso conhecimento técnico para operá-las.
Blogs - Transformam o professor em material didático de referência. Podem conter o programa das aulas, bibliografia, exemplos e tarefas, abrir espaço nos comentários para que os alunos publiquem suas dúvidas e criar um ambiente de contato extraclasse. As principais ferramentas para se construir um Blog são Wordpress, Blogger, MovableType e TypePad.
Microblogs - Se a informação for curta e menos estruturada, com pequenos conteúdos dispostos em periodicidade aleatória (como exemplos de aplicações práticas do que foi ensinado em classe), talvez seja melhor usar formas simplificadas de Blogs, também chamados de microblogs. O Tumblr é a ferramenta mais conhecida para essa tarefa, mas, Posterous, Presently e Xanga também dão conta da função.
CMS - Para sistemas maiores e informações mais complexas, com várias funções integradas, talvez seja melhor usar administradores de conteúdo, sistemas dinâmicos de publicação como Joomla, Plone, TextPattern ou Drupal --este último é usado, por exemplo, pelo governo dos EUA em uma tentativa de aumentar a transparência de seus dados.
Sites - Se o que se precisa é um site simples, estático, com algumas informações estáticas ou que mudam pouco (como endereços ou telefones, por exemplo), o mais fácil é usar um construtor de sites, ferramenta que automatiza sua criação sem precisar de uma linha de código. Os principais portais do país têm essas ferramentas, como o UOL, Terra e iG. Meu predileto é o WebFácil.
Redes sociais - Se não dá para ignorar o Facebook, possível replicá-lo e criar, em aula, um pequeno sistema de relacionamento. Escolas, afinal, sempre foram redes sociais. Digitalizar as discussões em sala de aula pode aumentar o contato do aluno com a disciplina. As melhores ferramentas para essa tarefa são SocialGo, Elgg, Lovdbyless e CommunityEngine.
Ambientes - Até mesmo sistemas completos de ensino à distância podem ser criados por um professor qualquer, em uma sala de aula de qualquer lugar do mundo, desde que ele tenha um computador mediano e um acesso à rede. Serviços como o Moodle, Engrade, Atutor e Manhattan têm comunidades fortíssimas que servem como boas redes de apoio para qualquer dúvida técnica ou de aplicação.
Referências - Há muito material científico compilado das bibliotecas digitalizadas pelo Google Acadêmico. O Projeto Gutenberg compila vários livros de acesso público e gratuito. Sites como o Scribd são boas alternativas para a busca de conteúdo. E se você tem medo que seus alunos copiem o material da rede, pode desmascará-los com o CopyScape.
Fóruns e debates -As precursoras da Internet eram quase só compostas por sistemas de mensagens e grupos de discussão. Mesmo hoje, ferramentas que estimulam a troca de idéias são bastante populares e fáceis de usar. Nelas o professor pode criar um tópico e deixar que os alunos discutam suas aplicações. Não se preocupe se os alunos terão alguma dificuldade em operá-los: boa parte dos repositórios de pirataria tem esse formato, eles devem estar habituados. Boas ferramentas para a criação de fóruns são PHPbb, IP Board, SimpleMachines e Bbpress --este feito pelos mesmos criadores da ferramenta de blogs Wordpress, e tão fácil de usar quanto ele.
Wikis - Os trabalhos de alunos não precisam mais ser impressos. Eles podem ser transformados em verbetes de uma Wiki, um sistema de produção de conteúdo colaborativo como se fosse sua versão própria da Wikipédia. O sistema usado pela enciclopédia mundial é o MediaWiki, mas o Twiki e o WikiSpaces também são muito bons. . Existem muitos serviços parecidos, que podem ser comparados no site WikiMatrix.
Podcasts - Para encerrar a lista, podcasts, ou arquivos em áudio transmitidos pela rede. Já que boa parte dos alunos têm celulares e que passam o tempo todo com eles, nada melhor do que gravar as aulas ou conteúdos associados e torná-las portáteis. Audacity é uma ótima ferramenta para gravar e editar som, SoundCloud é muito boa para levar o som para as redes, LiveMocha para aprender e ensinar línguas e TreinaTOM para criar web-aulas.
Essas são só algumas ferramentas. Não seria difícil listar serviços gratuitos para gerar formulários de pesquisa, compartilhar documentos, mostrar vídeos educativos, criar e-Books, organizar projetos coletivos, fazer listas de tarefas, estruturar mapas conceituais, mostrar frisas do tempo, promover eventos, compartilhar websites, textos e planilhas com contribuição remota... a lista não tem fim.
Até mesmo quem não quer ou não pode lidar com as ferramentas novas pode usar as redes conhecidas para gerar conteúdo de qualidade. Twitter pode ser usado pelos alunos para matar dúvidas ou para coordenar equipes, como mostra esta professora do Texas. Grupos privados no Orkut ou Facebook respondem melhor e mais rápido às mensagens que seus equivalentes por e-mail (além de serem muito mais fáceis de configurar). O YouTube pode ser o melhor recurso para expandir os horizontes de salas de aulas com poucos recursos. Por ele se pode mostrar Paris, uma gráfica ou movimentos de ginástica olímpica. Só não se pode ignorá-lo.
A Internet, enfim, não é o inimigo. A resistência ao progresso e a recusa em aprender é que o são.
MEC deve ter secretaria para sistema nacional articulado antes de julho
Ministério da Educação (MEC) deve colocar em funcionamento, até julho, a Secretaria de Articulação dos Sistemas de Ensino, que prevê implantar um sistema de colaboração entre municípios, estados e governo federal nas políticas de educação. A aprovação da secretaria tramita no Congresso Nacional desde janeiro deste ano.
A previsão foi dada pelo futuro secretário do órgão, Carlos Abicalil, durante um debate sobre o novo Plano Nacional de Educação (PNE) promovido pelo Movimento Todos pela Educação, nesta terça-feira (10/5), em São Paulo (SP). “Acredito que bem antes de julho a secretaria já esteja funcionando”.
Segundo Abicalil, que atualmente é secretário de Educação Especial do MEC, o órgão deve funcionar em três eixos principais: Plano Nacional de Educação e cooperação; valorização dos profissionais de educação; e relações com órgãos normativos nos sistemas de ensino.
“Queremos uma forma de colaboração concreta, para que medidas provisórias de repasse de recurso, por exemplo, não encontrem barreiras”, avaliou. “Concretizar o Plano Nacional de Educação depende de um sistema nacional”.
A secretária de Educação de São Bernardo do Campo (SP), Cleuza Repulho, que também participou do evento, concordou. “Sem um regime de colaboração é inviável que 80% dos municípios consigam alcançar pelo menos uma das metas do Plano”.
No entanto, mesmo com a articulação da nova secretaria do MEC, o presidente do Conselho Nacional de Educação, Antônio Carlos Ronca, avaliou que “no novo Plano Nacional de Educação falta algo mais detalhado sobre o regime de colaboração”.
“O sistema é fundamental para o país”, afirmou. “O Brasil não pode mais conviver com a desigualdade entre estados, municípios e União. Há um hiato que deixa crianças sem transporte escolar, sem merenda e sem construção de novos prédios”.
Crédito: http://aprendiz.uol.com.br/content/cichifreth.mmp
A previsão foi dada pelo futuro secretário do órgão, Carlos Abicalil, durante um debate sobre o novo Plano Nacional de Educação (PNE) promovido pelo Movimento Todos pela Educação, nesta terça-feira (10/5), em São Paulo (SP). “Acredito que bem antes de julho a secretaria já esteja funcionando”.
Segundo Abicalil, que atualmente é secretário de Educação Especial do MEC, o órgão deve funcionar em três eixos principais: Plano Nacional de Educação e cooperação; valorização dos profissionais de educação; e relações com órgãos normativos nos sistemas de ensino.
“Queremos uma forma de colaboração concreta, para que medidas provisórias de repasse de recurso, por exemplo, não encontrem barreiras”, avaliou. “Concretizar o Plano Nacional de Educação depende de um sistema nacional”.
A secretária de Educação de São Bernardo do Campo (SP), Cleuza Repulho, que também participou do evento, concordou. “Sem um regime de colaboração é inviável que 80% dos municípios consigam alcançar pelo menos uma das metas do Plano”.
No entanto, mesmo com a articulação da nova secretaria do MEC, o presidente do Conselho Nacional de Educação, Antônio Carlos Ronca, avaliou que “no novo Plano Nacional de Educação falta algo mais detalhado sobre o regime de colaboração”.
“O sistema é fundamental para o país”, afirmou. “O Brasil não pode mais conviver com a desigualdade entre estados, municípios e União. Há um hiato que deixa crianças sem transporte escolar, sem merenda e sem construção de novos prédios”.
Crédito: http://aprendiz.uol.com.br/content/cichifreth.mmp
Bolsonaro distribui panfletos antigay
Jair Bolsonaro mandou imprimir 50 mil cópias de um panfleto contra o plano nacional que defende os direitos dos homossexuais. O deputado federal eleito pelo PP do Rio está distribuindo o material em residências e escolas do Estado. “Apresento alguns dos 180 itens deste que chamo Plano Nacional da Vergonha, onde meninos e meninas, alunos do 1º Grau, serão emboscados por grupos de homossexuais fundamentalistas, levando aos nossos inocentes estudantes a mensagem de que ser gay ou lésbica é motivo de orgulho para a família brasileira’’, diz o folheto na primeira de suas quatro páginas. Segundo a leitura de Bolsonaro, que é capitão da reserva do Exército, o Plano Nacional de Promoção e Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais do governo cria de “cotas para professor gay’’, “batalhões policiais gays nos Estados’’, “Bolsa Gay’’ e “MST Gay’’. Mas o principal alvo é o que o deputado chama de “kit gay’’, material didático antidiscriminação preparado pelo Ministério da Educação (MEC) que será distribuído a escolas públicas. No material há filmes em que adolescentes descobrem que são gays. “Querem, na escola, transformar seu filho de 6 a 8 anos em homossexual. Com o falso discurso de combater a homofobia, o MEC, na verdade incentiva o homossexualismo nas escolas públicas do 1º grau e torna nossos filhos presas fáceis para pedófilos’’, diz o panfleto do deputado.
Crédito: http://www.comerciodojahu.com.br/novo/50136/BOLSONARO+DISTRIBUI+PANFLETOS+ANTIGAY.html
Crédito: http://www.comerciodojahu.com.br/novo/50136/BOLSONARO+DISTRIBUI+PANFLETOS+ANTIGAY.html
Justiça diz que professor não fez apologia ao crime
A Justiça entendeu que o professor Lívio Celso Pini, de 55 anos, não praticou apologia ao crime e arquivou o inquérito que apurou a conduta do professor de matemática da Escola Estadual João Octávio dos Santos, no morro do São Bento, em Santos (SP). O professor está afastado de suas funções desde fevereiro, quando os pais de uma aluna procuraram a polícia para denunciar que ele havia passado à uma classe do primeiro ano do Ensino Médio seis problemas citando temas como tráfico de entorpecentes, prostituição, roubo de veículos, assassinato e uso de armas de fogo. O processo contra o professor foi arquivado no dia 4 de maio pelo juiz do Juizado Especial Criminal (Jecrim) de Santos, Mario Roberto Negreiros Velloso, que atendeu ao pedido do Ministério Público. Em seu despacho ao juiz, o promotor do Juizado Especial Criminal da Comarca de Santos, Éuver Rolim, afirma que para que configurasse apologia ao crime, o professor teria que desejar a prática do crime, o que não ocorreu.
Crédito: http://www.dgabc.com.br/News/5885014/justica-diz-que-professor-nao-fez-apologia-ao-crime.aspx
Crédito: http://www.dgabc.com.br/News/5885014/justica-diz-que-professor-nao-fez-apologia-ao-crime.aspx
Fundação Casa fecha em SP por falta de demanda
Por falta de demanda, a Fundação Casa fechou ontem uma unidade de semiliberdade que mantinha em São Carlos (SP). Segundo a assessoria de imprensa da fundação, o local tinha capacidade para 20 adolescentes, mas contava com apenas seis internos.
A Fundação alegou ainda que a unidade de Araraquara, município vizinho, também costuma operar abaixo da capacidade e que, portanto, não valeria a pena manter os dois locais. Dos seis internos, quatro tiveram extinção de medida e puderam retornar à sociedade.
Outros dois foram transferidos para Araraquara, mas continuarão realizando suas atividades como estudos e cursos de qualificação em São Carlos. Os adolescentes no regime de semiliberdade costumam sair das unidades pela manhã e retornar no meio da tarde. As famílias acompanharam a transferência.
Crédito: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/05/10/fundacao-casa-fecha-em-sp-por-falta-de-demanda.jhtm
A Fundação alegou ainda que a unidade de Araraquara, município vizinho, também costuma operar abaixo da capacidade e que, portanto, não valeria a pena manter os dois locais. Dos seis internos, quatro tiveram extinção de medida e puderam retornar à sociedade.
Outros dois foram transferidos para Araraquara, mas continuarão realizando suas atividades como estudos e cursos de qualificação em São Carlos. Os adolescentes no regime de semiliberdade costumam sair das unidades pela manhã e retornar no meio da tarde. As famílias acompanharam a transferência.
Crédito: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/05/10/fundacao-casa-fecha-em-sp-por-falta-de-demanda.jhtm
Kit traz vídeo sobre travesti adolescente
Mantido em sigilo pelo MEC (Ministério da Educação), o kit anti-homofobia a ser entregue a escolas ainda neste ano inclui vídeos que já estão na internet e têm causado o furor de deputados contra a distribuição. O kit vai ser enviado para escolas públicas de ensino médio a partir do segundo semestre. A reportagem conseguiu acesso a cinco vídeos que estão em análise pelo governo federal para entrar no pacote. Alguns filmes, ou trechos deles, ainda podem ficar de fora. O mais conhecido, o filme Encontrando Bianca já foi parar no YouTube, depois de ser exibido num seminário da Câmara dos Deputados em novembro passado. No curta-metragem, com duração de quatro minutos, José Ricardo, um estudante adolescente, conta em primeira pessoa como descobriu que era um travesti e como enfrentou o preconceito e a discriminação entre os colegas e professores.
Outro vídeo chama-se Probabilidade, também de curta duração. O filme conta a história de Leonardo, que deixa sua namorada e se apaixona por um menino numa festa. No final, numa aula de matemática, vê a vantagem de ser bissexual por ter "duas vezes mais chances de encontrar alguém". Outro curta é Torpedo, em que duas meninas passam a ser perseguidas na escola por terem se beijado numa festa. No final, tomam coragem e assumem o namoro no meio em frente aos colegas, no pátio do colégio. Um quarto vídeo, chamado Medo de quê, feito em forma de desenho animado, mostra um garoto, Marcelo, que se sente atraído por um colega na escola e surpreende a família e os amigos. Na internet, apenas o trailer está disponível no site da ONG responsável pela produção, chamada Ecos. A Ecos diz trabalhar há mais de 20 anos com educação sexual entre crianças e jovens adolescentes. Na descrição, a entidade descreve o quarto vídeo como “um convite à reflexão sobre esses medos e à busca de uma sociedade mais plural, solidária e cidadã”. O site também oferece o trailer do média-metragem Boneca na Mochila, feito em 1995, que mostra uma mãe a caminho da escola, para onde foi chamada após os professores encontrarem uma boneca na mochila de seu filho. Preconceitos A diretora da Ecos, Lena Franco, diz que o kit para as escolas, incluindo a parte impressa, tem como objetivo “erradicar a homofobia”, mas também combater preconceitos e estereótipos que motivam o bullying. - No cotidiano escolar, aparece (no vídeo) quando a menina não pode jogar futebol, o menino não pode fazer uma atividade com meninas, o espaço da quadra geralmente só os meninos que podem usar, como se dão as perseguições. Ela diz que os vídeos devem ser exibidos em sala de aula com materiais impressos que estimulem a discussão da homofobia, com sugestões de como lidar com o tema. - Vai entender o conceito de que a homossexualidade não é uma opção. Você escolher ser gay ou não?
Crédito: http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/kit-traz-video-sobre-travesti-adolescente-que-vence-o-preconceito-veja-20210506.html
Outro vídeo chama-se Probabilidade, também de curta duração. O filme conta a história de Leonardo, que deixa sua namorada e se apaixona por um menino numa festa. No final, numa aula de matemática, vê a vantagem de ser bissexual por ter "duas vezes mais chances de encontrar alguém". Outro curta é Torpedo, em que duas meninas passam a ser perseguidas na escola por terem se beijado numa festa. No final, tomam coragem e assumem o namoro no meio em frente aos colegas, no pátio do colégio. Um quarto vídeo, chamado Medo de quê, feito em forma de desenho animado, mostra um garoto, Marcelo, que se sente atraído por um colega na escola e surpreende a família e os amigos. Na internet, apenas o trailer está disponível no site da ONG responsável pela produção, chamada Ecos. A Ecos diz trabalhar há mais de 20 anos com educação sexual entre crianças e jovens adolescentes. Na descrição, a entidade descreve o quarto vídeo como “um convite à reflexão sobre esses medos e à busca de uma sociedade mais plural, solidária e cidadã”. O site também oferece o trailer do média-metragem Boneca na Mochila, feito em 1995, que mostra uma mãe a caminho da escola, para onde foi chamada após os professores encontrarem uma boneca na mochila de seu filho. Preconceitos A diretora da Ecos, Lena Franco, diz que o kit para as escolas, incluindo a parte impressa, tem como objetivo “erradicar a homofobia”, mas também combater preconceitos e estereótipos que motivam o bullying. - No cotidiano escolar, aparece (no vídeo) quando a menina não pode jogar futebol, o menino não pode fazer uma atividade com meninas, o espaço da quadra geralmente só os meninos que podem usar, como se dão as perseguições. Ela diz que os vídeos devem ser exibidos em sala de aula com materiais impressos que estimulem a discussão da homofobia, com sugestões de como lidar com o tema. - Vai entender o conceito de que a homossexualidade não é uma opção. Você escolher ser gay ou não?
Crédito: http://noticias.r7.com/vestibular-e-concursos/noticias/kit-traz-video-sobre-travesti-adolescente-que-vence-o-preconceito-veja-20210506.html
Professores debatem o fim da greve
Uma assembleia geral dos professores que servem ao Estado decidirá, hoje, sobre o possível término da greve ou como deverá proceder o movimento se as reivindicações não forem atendidas. A reunião acontecerá às 15h, na sede do Sindicado dos Trabalhadores em Educação do Estado da Paraíba (Sintep-PB), em João Pessoa. Há uma semana e meia em paralisação, os docentes esperam uma segunda proposta do Governo do Estado. Enquanto não há um acordo entre a Secretaria de Educação do Estado e os manifestantes, cerca de 400 mil alunos em toda Paraíba estão sem aulas. Dentre eles, os mais preocupados com o período sem ir à escola são os estudantes do ensino médio, que terão que enfrentar o Processo Seletivo Seriado (PSS) no final do ano, concorrendo com milhares de outros alunos que se preparam de forma ininterrupta nas escolas particulares. Márcia Cristina, de 17 anos, é aluna do segundo ano do ensino médio na Escola Estadual Profº Pedro Augusto Caminha (EEPAC) e será uma candidata no PSS 2. Ela tem medo de não conseguir acompanhar todo conteúdo do concurso até o dia da prova: "Isso tudo é horrível pra a gente. Depois vão querer repor as aulas nos dias de sábado, e pra mim vai ser péssimo, pois eu trabalho nesses dias". O impasse entre o Governo e os professores continua porque, de acordo com o coordenador do Sintep/PB, Antônio Arruda, não é verdade que foi oferecido um complemento para que o salário atinja o piso nacional: "O que foi anunciado foi uma bolsa de, no máximo, R$ 230. Mas não deixaram claro os critérios que seriam utilizados para definir as pessoas e a forma de distribuição", frisou. Já a assessoria de imprensa da Secretaria de Educação afirmou que a decisão da greve dos docentes foi uma surpresa para o Governo, já que a proposta ofertada pelo Estado adequa-se às solicitações dos docentes.
Crédito: http://www.jornalonorte.com.br/2011/05/11/diaadia4_0.php
Crédito: http://www.jornalonorte.com.br/2011/05/11/diaadia4_0.php
Brincadeira perigosa repercute
Na manhã de ontem, em entrevista concedida ao JJ Regional, Sônia de Souza, mãe de um dos adolescentes apontados como autores do estouro de uma bomba no corredor da Escola Estadual Getúlio Nogueira de Sá, no Caxambu, durante o intervalo das aulas de segunda-feira, disse esperar pelas investigações do caso para saber como proceder. "Como mãe fico chateada, mas confio no meu filho." De poucas palavras, a moradora de uma rua próxima à escola reconhece: "Foi uma brincadeira que teve consequências sérias. Não sei ao certo o que aconteceu, mas espero que as investigações sejam levadas até o fim". Sônia afirmou ainda estar abalada com a situação e acredita na inocência do filho, de 16 anos, aluno do 1º ano do ensino médio. "O que eu sei foi o que ele me contou. Não gostaria que ele fosse prejudicado, mas caso ele tenha sido um dos responsáveis, vamos acatar a punição." Segundo conversa do adolescente com a mãe, no momento do estouro da bomba no corredor da escola, ele estava conversando com colegas e chegou a proteger uma de suas amigas. O outro garoto, acusado de ter levado o artefato à escola, estava perto, mas R.A.S (como foi identificado no Boletim de Ocorrência registrado no 3º Distrito Policial da Ponte São João) disse não ter participado da ação. Ontem, o dia letivo na escola Getúlio Nogueira de Sá foi normal. Do outro lado da avenida Humberto Cereser, era possível ver alunos interagindo no horário de intervalo. Segundo Sônia, seu filho não foi à aula. A diretoria da escola não se pronunciou sobre o caso. "Vou tentar conversar com a diretora nos próximos dias", informou a mãe. Para ela, o debate sobre violência em ambiente escolar deve acontecer. "Mas é a primeira vez que ouço falar de um incidente como este por aqui." A sensação de surpresa é a mesma de outra mãe, Márcia de Souza, cuja filha, Bruna, de 15 anos, estuda na escola e esteve próxima do estouro da bomba na última segunda-feira. "Ela não se machucou, mas teve uma vermelhidão na perna e dores de ouvido. Fiquei muito assustada, mas isso nunca tinha acontecido antes." A garota foi à escola, ontem, ainda que tenha insistido para faltar, como contou a mãe. Avó de um dos oito alunos levemente feridos com a explosão, Gertrudes Marquesin disse que o neto, de 15 anos, não foi à escola ontem. "Ele tem atestado médico para dois dias, mas já foi medicado e está bem, ainda que assustado." Os outros alunos feridos foram consultados e liberados no mesmo dia pelo Hospital São Vicente e pelo Hospital Universitário. Secretaria de Educação - Em nota oficial, a Diretoria Regional do Ensino de Jundiaí informou que o Conselho Tutelar já foi informado sobre o incidente. A administração da unidade ainda convocou o Conselho de Escola para analisar o caso e decidir qual será punição aplicada aos responsáveis. Segundo a nota, o ocorrido não caracteriza o cotidiano da escola, que integra o Sistema de Proteção Escolar (SPE). A conselheira tutelar Ariane Zanatta Bagnarol Siqueira disse que Conselho deve esperar por decisão judicial e, só então, acompanhar o caso, se necessário. "Por se tratar de um ato infracional, a punição será decidida pelo juiz." De acordo com informações do 3º Distrito Policial da Ponte São João, os dois alunos acusados pela autoria da infração já foram apresentados à Vara da Infância e da Juventude.
Crédito: http://www.portaljj.com.br/interna.asp?Int_IDSecao=14&Int_ID=147641
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Faculdade de Educação promove seminário sobre educação integral
O Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGE) da UFRJ e o Grupo de Estudos e Pesquisas dos Sistemas Educacionais (Gesed) promovem o Seminário sobre Educação Integral, no próximo dia 20, das 9h às 17h, no Auditório Anexo do Prédio do Centro de Cultura e Ciências Humanas (CFCH). O evento será divido em duas partes. A primeira será um seminário que abordará a ampliação da carga horária nas salas de aulas, e que terá a participação de Janaína Menezes, professora da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio), Thiago Luz Alves dos Santos e Ana Maria Cavaliere, ambos professores da professor da Faculdade de Educação (FE) da UFRJ. Já a segunda parte contará com a apresentação dos resultados da pesquisa Avaliação e Acompanhamento do Bairro-Escola/Mais Educação em Nova Iguaçu. O evento terá a presença de Sabrina Moehlecke, professora do Gesed-UFRJ, Jaqueline Moll, da Secretaria de Educação Básica do Ministério da Educação (SEB/MEC), Luciene Muniz, secretária adjunta da coordenação do Bairro-Escola de Nova Iguaçu ??" RJ e Dilcéia da Rocha Quintela, secretária de Educação de Nova Iguaçu. O conceito de Bairro-Escola, implementado em Nova Iguaçu, em 2006, permeia todas as ações da cidade. Nas escolas, todos chegam às 7h da manhã. Parte da turma vai para sala de aula e outra, para o bairro. Salões de igrejas, clubes, corpo de bombeiros são transformados em locais de estudo e construção de conhecimento. Acompanhamento pedagógico, atividades de reforço escolar e incentivo à leitura, informática, capoeira fazem parte das atividades. Ao meio-dia, os estudantes se encontram para tomar banho e almoçar. ?? tarde, as turmas invertem o processo de ocupação dos espaços. Lá, as escolas ficam abertas também durante a noite para a prática de esportes. A primeira parte do evento ocorrerá das 9 às 12h e a segunda, das 14 às 17h. O Seminário sobre Educação Integral será realizado no dia 20 de maio, das 9 às 17h, no Auditório Anexo do Prédio do CFCH, no Campus da Praia Vermelha. O endereço é Av. Pauster, 250, Urca.
Crédito: http://www.ufrj.br/mostraNoticia.php?noticia=11606_Faculdade-de-Educacao-promove-seminario-sobre-educacao-integral.html
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Afastada diretora que denunciou fiado na compra da merenda
Quem protege as crianças de escolas públicas no Brasil? O que aconteceu depois do escândalo das merendas esfcolares? Em uma escola de Goiás, a diretora que fez a denúncia foi afastada. A providência tomada pela Secretaria de Educação de Goiás em relação à demora no repasse do dinheiro da merenda foi afastar a diretora que fez a reclamação. Os alunos do colégio em Águas Lindas, em Goiás, estão revoltados. Já os professores foram proibidos de dar entrevista. A subsecretária de Ensino da regional de Planaltina, em Goiás, não deixou a equipe de reportagem do Bom Dia Brasil entrar na escola. "Não, infelizmente não está, gente. Obrigada", disse. Os professores dizem que foram ameaçados, proibidos de dar qualquer declaração. "Não posso falar", declarou um. "Não estamos autorizados a dar nenhum tipo de informação", comentou outro. Só os alunos reclamaram e fizeram um protesto. "Mais educação, queremos a diretora na coordenação", pleitearam. A manifestação foi em apoio à diretora Maria Cleuza Ribeiro, afastada temporariamente do cargo depois que declarou ao "Fantástico" que o dinheiro da merenda chega atrasado. "Compramos fiado, porque o dinheiro nunca chega no início do mês para a gente poder comprar", disse a diretora. "Algumas crianças necessitam desse lanche mesmo. Elas vêm por causa da merenda." Um mercado de Águas Lindas de Goiás vende os ingredientes para a merenda. O dono da loja, que não quis gravar entrevista, diz que a escola demora mesmo mais de um mês para pagar a conta. A Secretaria de Educação de Goiás diz que as escolas recebem dinheiro, compram, guardam, preparam os alimentos e distribuem a merenda. Afirma que os colégios estaduais têm autonomia e, portanto, responsabilidade de fazer um lanche com a melhor qualidade possível para os alunos. Inspetores da secretaria fiscalizaram as condições da escola, principalmente da cantina. Os alunos dizem que o cardápio da merenda é muito ruim. "O lanche daqui não presta", afirmou um estudante. "Eu mesmo não lancho nessa escola", disse outro. A comissão de educação do Senado aprovou um pedido para que o Tribunal de Contas da União faça uma auditoria no Programa Nacional de Alimentação Escolar, do Ministério da Educação.
Crédito: http://g1.globo.com/bom-dia-brasil/noticia/2011/05/afastada-diretora-que-denunciou-fiado-na-compra-da-merenda.html
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terça-feira, 10 de maio de 2011
Educação financeira na escolas já mostra resultados e pode ajudar no combate à inflação
O ensino de educação financeira nas escolas pode ajudar o país a aumentar a poupança interna e a combater a inflação. É o que avaliam pesquisadores do Banco Mundial (Bird) que divulgaram hoje (9) resultados preliminares de um projeto desenvolvido em 450 escolas estaduais do Ceará, de Minas Gerais, do Rio de Janeiro, de São Paulo, do Tocantins e do Distrito Federal.
Nos primeiros seis meses de curso, o Bird constatou que os alunos passaram a poupar mais e a organizar melhor as compras. O percentual dos estudantes que faziam poupança antes do programa, que se estenderá até o fim do ano passou de 44% para 49%, entre agosto e dezembro de 2010. Já os que faziam lista de compras passou de13% para 16%.
Segundo o especialista do banco Rogeli Marchetti, o resultado chama atenção porque a mudança de comportamento nos cerca de 12 mil estudantes que participam do programa Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) ocorreu em apenas seis meses, um prazo considerado curto. "O resultado também é positivo quando comparado com escolas que não receberam as aulas [de finanças pessoais]", acrescentou.
O Bird continuará a avaliar o aprendizado dos estudantes até o fim do projeto e pensa, inclusive, em acompanhá-los no mercado de trabalho, por meio do número do CPF. Para os pesquisadores, o comportamento dos jovens no longo prazo permitirá comprovar como a educação financeira pode se refletir em dados macroeconômicos.
"Dentro do país isso tem relevância, principalmente, no contexto de crescimento da classe média, que está entrando no mercado e precisa entender os produtos financeiros", afirmou Rogeli Marchetti. Com esses conhecimentos, o Bird avalia que a classe média pode impulsionar um "ciclo virtuoso" na economia, com incentivo à poupança e à redução do consumo.
Os pesquisadores também esperam que os jovens influenciem o planejamento financeiro familiar, acelerando o processo de educação financeira na população. Por isso, o Banco Central e o Ministério da Educação, dentre os organizadores do programa, já discutem como ampliar a iniciativa para outras escolas, por meio de uma comissão com mais três ministérios.
Durante apresentação da pesquisa, hoje, o representante do Ministério da Educação Sergio Jamal Gotti disse que o grande desafio é envolver as redes de ensino. "Não há intenção de criar uma disciplina separada", disse. Porém, acrescentou que estratégias como criação de páginas na internet e de material didático próprio podem ser usadas para chamar a atenção de professores e gestores.
O projeto de educação financeira no Brasil também foi bem avaliado pelo diretor do Bird para o Brasil, Maktar Diopp, que tem a intenção de levar o curso para outros países. Diopp destacou que o diferencial do programa é fato de o curso ser aplicado no ensino formal. "Não é à toa que a carteira do Bird no Brasil é a maior do mundo. Queremos exportar experiências inovadoras assim", afirmou.
As aulas de educação financeira em turmas do segundo ano do ensino médio de 450 escolas integram o projeto piloto do Banco Central, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Superintendência Nacional de Previdência Complementar, em parceria com o Bird, o Ministério da Educação e o Unibanco.
Os resultados parciais da pesquisa sobre a aplicação da estratégia foram apresentados durante o encontro de avaliação do Enef, no Centro de Convenções da Bolsa, no Rio de Janeiro.
Crédito: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/05/09/educacao-financeira-na-escolas-ja-mostra-resultados-e-pode-ajudar-no-combate-a-inflacao.jhtm
Nos primeiros seis meses de curso, o Bird constatou que os alunos passaram a poupar mais e a organizar melhor as compras. O percentual dos estudantes que faziam poupança antes do programa, que se estenderá até o fim do ano passou de 44% para 49%, entre agosto e dezembro de 2010. Já os que faziam lista de compras passou de13% para 16%.
Segundo o especialista do banco Rogeli Marchetti, o resultado chama atenção porque a mudança de comportamento nos cerca de 12 mil estudantes que participam do programa Estratégia Nacional de Educação Financeira (Enef) ocorreu em apenas seis meses, um prazo considerado curto. "O resultado também é positivo quando comparado com escolas que não receberam as aulas [de finanças pessoais]", acrescentou.
O Bird continuará a avaliar o aprendizado dos estudantes até o fim do projeto e pensa, inclusive, em acompanhá-los no mercado de trabalho, por meio do número do CPF. Para os pesquisadores, o comportamento dos jovens no longo prazo permitirá comprovar como a educação financeira pode se refletir em dados macroeconômicos.
"Dentro do país isso tem relevância, principalmente, no contexto de crescimento da classe média, que está entrando no mercado e precisa entender os produtos financeiros", afirmou Rogeli Marchetti. Com esses conhecimentos, o Bird avalia que a classe média pode impulsionar um "ciclo virtuoso" na economia, com incentivo à poupança e à redução do consumo.
Os pesquisadores também esperam que os jovens influenciem o planejamento financeiro familiar, acelerando o processo de educação financeira na população. Por isso, o Banco Central e o Ministério da Educação, dentre os organizadores do programa, já discutem como ampliar a iniciativa para outras escolas, por meio de uma comissão com mais três ministérios.
Durante apresentação da pesquisa, hoje, o representante do Ministério da Educação Sergio Jamal Gotti disse que o grande desafio é envolver as redes de ensino. "Não há intenção de criar uma disciplina separada", disse. Porém, acrescentou que estratégias como criação de páginas na internet e de material didático próprio podem ser usadas para chamar a atenção de professores e gestores.
O projeto de educação financeira no Brasil também foi bem avaliado pelo diretor do Bird para o Brasil, Maktar Diopp, que tem a intenção de levar o curso para outros países. Diopp destacou que o diferencial do programa é fato de o curso ser aplicado no ensino formal. "Não é à toa que a carteira do Bird no Brasil é a maior do mundo. Queremos exportar experiências inovadoras assim", afirmou.
As aulas de educação financeira em turmas do segundo ano do ensino médio de 450 escolas integram o projeto piloto do Banco Central, da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Superintendência Nacional de Previdência Complementar, em parceria com o Bird, o Ministério da Educação e o Unibanco.
Os resultados parciais da pesquisa sobre a aplicação da estratégia foram apresentados durante o encontro de avaliação do Enef, no Centro de Convenções da Bolsa, no Rio de Janeiro.
Crédito: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/05/09/educacao-financeira-na-escolas-ja-mostra-resultados-e-pode-ajudar-no-combate-a-inflacao.jhtm
Alunos não bebem água filtrada em pelo menos 9,6 mil escolas
Pelo menos 9.621 escolas em atividade do país declararam que os alunos não têm água filtrada para beber e, tampouco, recebem água potável da rede pública. Os dados estão no Censo da Educação Básica de 2010, o mais recente disponível. Esse número representa 4,8% das 200.876 unidades em atividade.
O levantamento feito pelo UOL Educação exclui as escolas que não responderam às perguntas, mas os números são autodeclaratórios. Ou seja: esse total pode ser ligeiramente menor ou maior, caso algumas escolas tenham preenchido erroneamente o questionário do censo.
Quando não se considera o quesito água da rede pública, o número mais que duplica e sobe para 21.120 escolas. A maioria delas (8.799 do total) é rural e da rede municipal (7.874 das 9,6 mil). Também há 80 unidades particulares na lista.
A única unidade da federação que não tem nenhuma escola na lista é o Distrito Federal. Lideram o "ranking" Pará (2.552), Rio Grande do Sul (1.688), Amazonas (1.643), Paraná (819) e Santa Catarina (781).
Para Denise Carreira, da Ação Educativa, os números são informações "sintonizadas com os desafios da igualdade brasileira". "Esses dados jogam mais uma vez na nossa cara que essa desigualdade está aí. Ela persiste apesar dos avanços dos indicadores", afirma.
Segundo ela, uma das justificativas para o fato de que a maioria das escolas fica na zona rural é que boa parte desta população é "excluída". "Às vezes, há uma negação do campo brasileiro. Cadê essa população? Há uma negação de que existe uma população aí", diz. "É fundamental que o PNE [Plano Nacional de Educação, em tramitação no Congresso] estabeleça metas de equalização. Além das metas de melhoria do acesso de qualidade pra todo mundo, também tem que prever metas para diminuir a desigualdade entre grupos da população."
Crédito: http://click.uol.com.br/?rf=educacao_home_manchete&u=http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/05/09/agua-nas-escolas-censo-2010.jhtm
O levantamento feito pelo UOL Educação exclui as escolas que não responderam às perguntas, mas os números são autodeclaratórios. Ou seja: esse total pode ser ligeiramente menor ou maior, caso algumas escolas tenham preenchido erroneamente o questionário do censo.
Quando não se considera o quesito água da rede pública, o número mais que duplica e sobe para 21.120 escolas. A maioria delas (8.799 do total) é rural e da rede municipal (7.874 das 9,6 mil). Também há 80 unidades particulares na lista.
A única unidade da federação que não tem nenhuma escola na lista é o Distrito Federal. Lideram o "ranking" Pará (2.552), Rio Grande do Sul (1.688), Amazonas (1.643), Paraná (819) e Santa Catarina (781).
Para Denise Carreira, da Ação Educativa, os números são informações "sintonizadas com os desafios da igualdade brasileira". "Esses dados jogam mais uma vez na nossa cara que essa desigualdade está aí. Ela persiste apesar dos avanços dos indicadores", afirma.
Segundo ela, uma das justificativas para o fato de que a maioria das escolas fica na zona rural é que boa parte desta população é "excluída". "Às vezes, há uma negação do campo brasileiro. Cadê essa população? Há uma negação de que existe uma população aí", diz. "É fundamental que o PNE [Plano Nacional de Educação, em tramitação no Congresso] estabeleça metas de equalização. Além das metas de melhoria do acesso de qualidade pra todo mundo, também tem que prever metas para diminuir a desigualdade entre grupos da população."
Crédito: http://click.uol.com.br/?rf=educacao_home_manchete&u=http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/05/09/agua-nas-escolas-censo-2010.jhtm
Jovem adia procura por trabalho e estuda mais
A proporção de jovens de 15 a 17 anos ocupados ou que buscam emprego caiu 27% em oito anos, segundo estudo do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) realizado em seis regiões metropolitanas: São Paulo, Rio, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Porto Alegre. É o que informa matéria da Folha de S.Paulo desta segunda-feira (9) (clique aqui para ler reportagem completa).
Os jovens desta faixa etária estão estudando mais e trabalhando menos. E nem mesmo o forte aumento de salários e vagas em 2010, com a economia crescendo 7,5%, bastou para atraí-los para o mercado.
Eles são 18,9% da população economicamente ativa em 2010, a menor taxa média já apurada nas regiões metropolitanas de. Em 2003, quando o IBGE iniciou o levantamento, eram 26%.
Para especialistas, a principal causa da mudança é a valorização da educação num ambiente profissional cada vez mais competitivo.
Além disso, a expansão da renda nos últimos anos permite que os pais sustentem os filhos por mais tempo, adiando sua entrada no mercado e possibilitando sua permanência na escola.
Políticas públicas como o Bolsa Família, que exige que os beneficiários estudem, e a progressão continuada, que evita a repetência escolar, também estimulam crianças e jovens a ficar por mais tempo na sala de aula.
A transformação no perfil do mercado de trabalho brasileiro não se dá apenas entre os mais jovens: em abril, levantamento feito pela Folha a partir de dados do IBGE mostrou que o número de pessoas ocupadas acima de 50 anos subiu 56,1% de 2003 ao primeiro trimestre de 2011.
Crédito: http://click.uol.com.br/?rf=educacao_home_hard1&u=http://noticias.uol.com.br/empregos/ultimas-noticias/2011/05/09/jovem-adia-procura-por-trabalho-e-estuda-mais.jhtm
Os jovens desta faixa etária estão estudando mais e trabalhando menos. E nem mesmo o forte aumento de salários e vagas em 2010, com a economia crescendo 7,5%, bastou para atraí-los para o mercado.
Eles são 18,9% da população economicamente ativa em 2010, a menor taxa média já apurada nas regiões metropolitanas de. Em 2003, quando o IBGE iniciou o levantamento, eram 26%.
Para especialistas, a principal causa da mudança é a valorização da educação num ambiente profissional cada vez mais competitivo.
Além disso, a expansão da renda nos últimos anos permite que os pais sustentem os filhos por mais tempo, adiando sua entrada no mercado e possibilitando sua permanência na escola.
Políticas públicas como o Bolsa Família, que exige que os beneficiários estudem, e a progressão continuada, que evita a repetência escolar, também estimulam crianças e jovens a ficar por mais tempo na sala de aula.
A transformação no perfil do mercado de trabalho brasileiro não se dá apenas entre os mais jovens: em abril, levantamento feito pela Folha a partir de dados do IBGE mostrou que o número de pessoas ocupadas acima de 50 anos subiu 56,1% de 2003 ao primeiro trimestre de 2011.
Crédito: http://click.uol.com.br/?rf=educacao_home_hard1&u=http://noticias.uol.com.br/empregos/ultimas-noticias/2011/05/09/jovem-adia-procura-por-trabalho-e-estuda-mais.jhtm
Uso do computador ainda assusta professores
Em pleno século XXI, o mundo virtual ainda é um território que causa medo em muitos professores. Uma pesquisa realizada em parceria pela Secretaria municipal de Educação do Rio, pelo Instituto Oi Futuro e pelo Ibope com 5.505 docentes revela que mais da metade deles (53%) admitiu ter dificuldades em lidar com tecnologia na escola por várias razões. Entre 1.532 diretores de colégios entrevistados, a porcentagem também foi de 53%. O levantamento ouviu 25.145 alunos: 40% disseram ter problemas para usar a informática nas unidades de ensino. - Até há pouco tempo, havia uma relação de poder onde o professor era o detentor da informação. Era uma via de mão única. O que estamos notando agora é que os alunos estão um pouco à frente dos docentes, mais familiarizados com tecnologia. E os professores ainda não estão preparados para a aplicação pedagógica. Esse descompasso revela a necessidade de um processo de treinamento e acompanhamento dos profissionais - comentou o vice-presidente do Instituto Oi Futuro, George Moraes. Entre os professores, 35% disseram usar bastante a tecnologia em sua profissão, mas admitiram ter dificuldades em aproveitar seu potencial; 11% alegaram simplesmente não usar por falta de habilidade; outros 7% informaram não usar por outros motivos como falta de interesse ou acesso. Já entre os alunos, só 18% disseram usar muito a tecnologia, mas com dificuldades. Apenas 3% assinalaram não usar a informática por falta de habilidade. A maioria, 19%, apontou problemas como falta de interesse ou acesso para não usufruir a tecnologia. Apesar de acusarem a falta de habilidade, os docentes querem aprender: 83% apontaram os cursos de informática como os mais importantes para o aperfeiçoamento da sua atuação profissional. A pesquisa foi realizada entre maio e julho do ano passado e só foi divulgada agora, como parte da preparação para um projeto ousado da prefeitura do Rio. Com apoio do Oi Futuro e do Ministério da Educação (MEC), o município começou este ano a implementar em todas as turmas de segundo segmento do ensino fundamental (6º ao 9º ano) um sistema de aulas digitais: o Educopédia. O investimento total é de cerca de R$30 milhões, e o objetivo da Secretaria municipal de Educação é chegar até o segundo semestre com o programa completo em 430 unidades. Professores já têm projetores nas salas de aula Atualmente, mais da metade das escolas com segundo segmento já está utilizando as aulas digitais. Foram instalados nas salas de aula projetores em que os professores expõem o conteúdo do site (www.educopedia.com.br). Elementos como vídeos e jogos auxiliam nos conteúdos das disciplinas. Os docentes têm material disponível para uma aula por semana. Na Escola Municipal Epitácio Pessoa, no Andaraí, na Zona Norte, a professora de matemática Maria Helena Ferreira Moreira é uma das entusiastas da tecnologia, mas admite que muitos colegas ainda têm resistência. - É preciso entender o novo papel de mediador na sala de aula. A tecnologia é um instrumento dinâmico, atrativo, que envolve o aluno e o motiva mais - destacou Maria Helena. A intenção da Secretaria de Educação é que cada aluno possa realizar as atividades do Educopédia em seu próprio netbook. (Continua)
Crédito: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/5/9/uso-do-computador-ainda-assusta-professores
Crédito: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2011/5/9/uso-do-computador-ainda-assusta-professores
Departamento de Ciências Sociais realiza Seminário de Antropologia
O Departamento de Ciências Sociais - DIECS, em conjunto com o Programa de Pós-Graduação em Antropologia e Arqueologia - PPGAArq da UFPI, vai realizar de 18 a 20 de maio, dentro de os Encontros de Antropologia e Arqueologia, o Seminário Interfaces entre Etnicidade, Raça, Gênero e Religião, sob a coordenação da Profª. Dra. Verônica Cavalcante, do PPGAArq/UFPI. O evento será realizado no Auditório do CCE - Centro de Ciências da Educação da UFPI, contemplando seções de comunicações de pesquisa, conferências e Mesas Redondas. O seminário terá a participação de importantes nomes dos estudos de raça, gênero e religião no país. Professores ligados ao programa de Mestrado em Antropologia e Arqueologia da UFPI também terão espaço na programação discutindo aspectos da religiosidade. O evento terá dois minicursos, a serem ministrados nas salas de aula do CCHL: A problemática de gênero na teoria do campesinato, com a profa. Drª. Maria José Carneiro - CPDA/RJ; e Metodologias Participativas: práticas e implicações no campo, a ser ministrado pela Profa. Ms. Isis Maria Cunha Lustosa - Doutoranda em Geografia -IESA-UFG. Os pesquisadores também podem apresentar Estudos sobre Etnia, Gênero e Religião. Para isso, os interessados devem acessar as normas de apresentação dos trabalhos científicos e os dias previstos para as seções de comunicações de pesquisa. Mais informações e inscrições podem ser obtidas pelo e-mail etnicidade.ufpi@hotmail.com e pelo telefone (86) 32372152.
Crédito: http://www.ufpi.br/noticia.php?id=19062
Crédito: http://www.ufpi.br/noticia.php?id=19062
Exame da OAB é tão difícil que, hoje, eu não passaria, diz desembargador
Só quem passa na prova pode exercer a advocacia. G1 ouviu opiniões de juristas, advogados e estudantes de direito. Andressa Gonçalves e Paulo Guilherme Do G1 - Rio e em São Paulo O adiamento da divulgação do resultado da prova do Exame de Ordem da OAB, a Ordem dos Advogados do Brasil, aumentou a expectativa de mais de 26 mil bacharéis em direito. Eles esperam passar na prova para obter o certificado que garante o direito de exercer a profissão de advogado. O resultado da segunda fase, que seria anunciado no final de abril, será divulgado no próximo dia 20, e a lista dos aprovados sairá no dia 26. Muitos candidatos afirmam que o Exame de Ordem está cada vez mais difícil. O índice de reprovação chegou a quase 90% na última edição. SAIBA MAIS SOBRE O EXAME DE ORDEM O que diz a lei: O Exame da OAB se baseia no artigo 5º parágrafo XIII da Constituição Federal: "XIII - é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer"; e no Estatuto da Advocacia (lei 8.906/94): "Art. 3º O exercício da atividade de advocacia no território brasileiro e a denominação de advogado são privativos dos inscritos na Ordem dos Advogados do Brasil (OAB)" Quem deve participar Todo bacharel de direito precisa fazer o exame para poder exercer a profissão de advogado. Quantas provas são feitas por ano? São três edições por ano e o candidato que não for aprovado pode fazer a edição seguinte. Como é a prova? A prova é dividida em duas fases. A primeira fase é composta de 100 questões de múltipla escolha. Quem acertar o mínimo de 50 questões passa para a segunda fase. Na segunda fase o candidato precisa redigir uma peça processual e responder a cinco questões, sob a forma de situações-problema, compreendendo as seguintes áreas de opção do bacharel, indicada no momento da inscrição: Direito Administrativo, Direito Civil, Direito Constitucional, Direito do Trabalho, Direito Empresarial, Direito Penal ou Direito Tributário. Quanto custa a taxa de inscrição? O candidato paga R$ 200 para fazer o exame “As provas da OAB estão num nível de dificuldade absolutamente igual às da defensoria do Ministério Público e, se bobear, da magistratura”, diz o desembargador Sylvio Capanema, ex-vice-presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (assista ao vídeo acima). “Posso dizer com absoluta sinceridade que eu, hoje, não passaria no Exame de Ordem.” São realizadas três edições do exame por ano, cada uma com duas fases. A taxa de inscrição para cada edição é de R$ 200. A prova é organizada pela Fundação Getulio Vargas. A edição mais recente, a 2010.3, teve 104 mil inscritos na primeira fase, composta por 100 questões de múltipla escolha, e só 26% dos candidatos passaram para a segunda fase, que teve perguntas com respostas dissertativas. Em março, a Comissão de Constituição de Justiça (CCJ) do Senado rejeitou por unanimidade a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propunha considerar o diploma de curso superior como comprovante da qualificação profissional e extinguiria o Exame de Ordem. Na defesa da importância da prova, o presidente da OAB, Ophir Cavalcante, disse que o maior problema é a baixa qualidade do ensino jurídico no país. “Cerca de 70% dos alunos formados por universidades públicas e particulares de boa qualidade passam no exame. O problema são as faculdades ruins, de fundo de quintal", disse Cavalcante. Hoje, segundo ele, há 1,3 milhão de bacharéis em direito no país sem inscrição na OAB. E apenas 700 mil profissionais aptos a advogar. O Ministério da Educação registra 1.164 cursos superiores de direito no país. Obrigatoriedade divide opiniões A obrigatoriedade do Exame de Ordem e o formato da prova geram muita discussão no meio jurídico. O G1 foi à feira Expo Direito, realizada na semana passada, no Rio, para ouvir as opiniões e sugestões de advogados, desembargadores, professores e estudantes de direito. Afinal, o exame de ordem é necessário para definir quem pode ou não exercer a profissão de advogado?
Crédito: http://news.cmconsultoria.com.br/#Exame da OAB é tão difícil que, hoje, eu não passaria, diz desembargador
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Programa "Mais Educação" conta com mais de 15 mil escolas no Brasil
Este ano, 15.018 escolas públicas do país passam a oferecer educação integral, por meio do programa Mais Educação, do Ministério da Educação. Do total, 5.256 participam do programa pela primeira vez. Todas as novas escolas são de ensino fundamental. Desde a criação do Mais Educação, o número de estudantes atendidos em tempo integral em escolas públicas é crescente. Passou de 386 mil, em 2008, para 2,2 milhões, em 2010; este ano, 3 milhões de alunos poderão estudar em escolas de educação integral. A estimativa de recursos aplicados é de R$ 574 milhões. O principal objetivo do programa é oferecer mais espaços e oportunidades de aprendizado aos estudantes da educação básica. As atividades fomentadas pelo Mais Educação foram organizadas em dez macrocampos: acompanhamento pedagógico; educação ambiental; esporte e lazer; direitos humanos em educação; cultura e artes; cultura digital; promoção da saúde; comunicação e uso de mídias; investigação no campo das ciências da natureza, e educação econômica. Funcionamento – Para participar, as escolas elaboram um plano de atendimento e recebem recursos do Programa Dinheiro Direto na Escola (PDDE-Escola) para desenvolver atividades com os estudantes. O dinheiro é depositado na conta da escola, em cota única, para aquisição de materiais, custeio de atividades e pagamento de transporte e alimentação dos monitores. Em média, cada escola recebe R$ 37 mil, para aplicar nos 10 meses letivos. O cadastro dos alunos é que determina o valor do repasse. A inclusão de dados é feita no Sistema de Informações Integradas de Planejamento, Orçamento e Finanças do MEC (Simec). Após a avaliação, pelo ministério, de cada plano de atendimento das escolas, os gestores devem acessar o Simec para gerar o plano geral consolidado de seu município e ou estado e enviar para a coordenação do Mais Educação, via correios, o documento devidamente assinado.
Crédito: http://www.24horasnews.com.br/index.php?mat=368309
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Alckmin está destruindo tudo que foi conquistado em dezesseis anos, afirma diretor do Colégio Bandeirantes
Mauro de Salles Aguiar, diretor do Colégio Bandeirantes e membro do Conselho Estadual de Educação Mauro de Salles Aguiar nasceu para educar. Formado em administração de empresas, abraçou há 31 anos a direção do Colégio Bandeirantes e contribuiu decisivamente para transformar a escola numa das melhores de São Paulo. Coerente no discurso e nas ações em defesa da autonomia de estados e municípios para a definição de prioridades na área educacional, Aguiar também é membro do conselho do escritório de representação no Brasil da Universidade de Harvard. Há uma década e meia, faz parte do Conselho Estadual de Educação, responsável por regulamentar o sistema paulista. E, desde o começo do ano, está profundamente pessimista com a política educacional adotada pelo governador Geraldo Alckmin. “O governo está destruindo o que foi conquistado nos últimos dezesseis anos na área da educação”, lamenta Aguiar. A seguir, a entrevista: Como o senhor vê a política de aproximação do governo de São Paulo com o movimento sindical na área de educação? O governo de Geraldo Alckmin está destruindo o que foi conquistado nos últimos dezesseis anos na área da educação. O governador tem a mesma visão de cultura do ex-secretário Gabriel Chalita, que escreve um livro de autoajuda a cada quinze minutos. Alckmin talvez não tenha percebido que o PT centrou toda a campanha eleitoral na política educacional. Foi a primeira vez que isso aconteceu no Brasil. A Apeoesp, sindicato dos professores do estado, é dominada pela CUT. Alckmin acha que se favorecer a CUT - ou seja, a Apeoesp - ficará livre de greves e críticas. Ainda não entendeu que a CUT está totalmente cooptada pelo PT. Os sindicatos são contra todas as reformas. Eles se opõem até aos bônus, que hoje são pagos de acordo com o desempenho dos alunos na prova do Saresp, que avalia o rendimento dos alunos da rede estadual, e que têm como objetivo melhorar o aprendizado. Os sindicatos não pensam no aluno. Querem controlar os professores, e também por isso combatem a municipalização do ensino, que quebra a força do sindicato. Nos municípios menores, o professor tem contato direto com a população, com os pais. Quando aparece uma goteira na escola, por exemplo, o prefeito é acionado na hora. No estado, com mais de 5.000 escolas, a goteira é o pedido número 982 da área de manutenção. é impossível gerir um sistema desse tamanho. Alckmin suspendeu os convênios com escolas de inglês como a Cultura Inglesa e o CCAA que davam bolsas de estudo para cerca de 80 mil alunos da rede estadual. Ele alega que os centros de idioma mantidos pelo estado podem ministrar essas aulas. Isso é possível? O governo acabou com os convênios antes de expandir a rede para atender à demanda. é uma decisão arriscada. Nenhuma empresa importante contrata quem não sabe inglês. Sem saber outra língua, o aluno da escola pública vai diplomar-se numa faculdade, mas dificilmente conseguirá uma das centenas de vagas disponíveis para pessoas capacitadas. A Copa do Mundo e a Olimpíada deveriam motivar os governos estadual e federal a prepararem esses jovens para o trabalho de monitor. (Continua)
Crédito: http://veja.abril.com.br/noticia/educacao/alckmin-esta-destruindo-tudo-que-foi-conquistado-em-dezesseis-anos-na-educacao-afirma-diretor-do-colegio-bandeirantes
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Depois de quase 200 anos, a volta para casa
A cidade mineira de Jequitinhonha festeja esta semana o recebimento dos restos mortais do índio botocudo Kuêk, que em 1818 foi levado à Europa por príncipe alemão naturalista Eduardo Tristão Girão Uma viagem feita para a Europa em 1818 somente agora terá uma espécie de volta para casa. Levado para a Alemanha há dois séculos, o jovem botocudo Kuêk saiu de Minas Gerais com o príncipe alemão Maximilian Alexander Philipp Wied-Neuwied (1782-1867), que, além dos afazeres monárquicos, atuou fortemente como naturalista e etnógrafo. Uma de suas expedições teve como destino o Brasil, onde desembarcou em 1815. Por dois anos, Wied-Neuwied percorreu Minas, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Bahia. Ele chegou a morar entre índios que viviam às margens do Rio Jequitinhonha, onde fez amizade com muitos deles, especialmente com Kuêk. O indígena teria ajudado o príncipe alemão a registrar costumes, língua e hábitos dos botocudos, além de colaborar na elaboração de dicionário da língua botocuda. Depois de 16 anos vivendo na Europa, o índio morreu vítima de alcoolismo. Seu crânio serviu para experiências na Universidade de Bonn, na Alemanha, onde se encontrava em exposição desde então. Reivindicados para devolução à tribo crenaque (oriunda do tronco dos botocudos), os restos mortais de Kuêk chegam esta semana à cidade mineira de Jequitinhonha, a 677km de Belo Horizonte, que vai comemorar seu bicentenário com conferências e debates. Os eventos ocorrerão entre sexta-feira e domingo. “O trabalho científico do príncipe, que achou em Kuêk um colaborador fiel e fonte de inspiração, é a maior contribuição resultante do encontro entre os dois. Entretanto, nenhum deles deixou um depoimento pessoal sobre esse relacionamento. Um autor alemão afirma em uma de suas obras que o botocudo não imaginava que não voltaria a rever seu país. E se pergunta: ‘O que esperava encontrar na terra do príncipe? Teria sido para o príncipe somente uma espécie de ‘animal para experiências’ ou, de fato, tornara-se um amigo, um acompanhante, a quem devia ser dada uma nova existência?’. Nenhum dos dois deixou essas respostas”, diz a curadora do evento, Solange Pereira. O que ocorreu com o índio Kuêk, explica a professora Christina Rostworowski, autora da dissertação O príncipe Maximilian de Wied-Neuwied e sua viagem ao Brasil, não era algo comum no início dos anos 1800, mas tornou-se prática bastante difundida na segunda metade daquele século. “Os espetáculos envolvendo o que se convencionou chamar de ‘exótico’ não se restringiam aos índios, mas também aos não europeus de um modo geral. (Continua)
Crédito: http://www.correioweb.com.br/euestudante/noticias.php?id=19287
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