As suposições levantadas de que o atirador da escola de Realengo sofria bullying podem nem mesmo ser confirmadas, mas certamente fazem com que a discussão do tema contribua para a melhoria da relação entre os alunos. A observação é do autor e diretor teatral carioca Francis Ivanovich, que desenvolve, há oito anos, um trabalho que envolve o teatro ligado à educação, numa concepção de ensino mais humanista, que inclua as artes, a filosofia e a sociologia. Ele acredita que essa associação de áreas complementares do conhecimento pode aprofundar a discussão de temas como o bullying e contribuir para a melhoria da relação entre colegas de escola. Desde o ano passado, a Companhia Teatral EnsinoemCena, que ele dirige, vem encenando, em escolas privadas e públicas do Rio, a peça Bullying, Tô Fora, com texto de sua própria autoria. Segundo Ivanovich, esse trabalho é resultado de um processo de criação que demandou seis anos. A peça, explica, busca uma linguagem não apenas didática, mas também emocional, para abordar a questão. “Nossa experiência vem demonstrando que, de fato, a arte realmente contribui muito dentro do ambiente escolar. A gente percebe que a questão do bullying mexe muito com os alunos e que, nesse caso, o teatro faz diferença”, afirma Ivanovich. Para ele, o teatro, quando associado à educação, proporciona uma reflexão muito mais tocante para os alunos do que as palestras. “A questão do bullying vem sendo tratada na maioria das escolas apenas com convites a psicólogos e a outros especialistas, mas, muitas vezes, numa linguagem distante do universo da criança e do jovem”, diz. (Continua)
Crédito: http://www.folhape.com.br/index.php/noticias-geral/630773?task=view
A Faculdade Barretos, juntamente com o coordenador do Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, dão as Boas Vindas a todos os alunos para o ano letivo de 2012! Sejam Bem Vindos!
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
"Que continuemos a nos omitir da política é tudo o que os malfeitores da vida pública mais querem. (Bertold Brecht)"
sábado, 9 de abril de 2011
As várias faces do Bullying
A exemplo do último acontecimento de violência na Escola Municipal Tasso da Silveira no Rio de Janeiro, percebemos níveis tão complexos que envolvem e geram a violência, e como esta é mascarada a tal ponto, que não somos capazes de reconhecê-la se analisarmos somente os aspectos superficiais dos fatos que envolvem a sociedade.
Entenda o caso:
Wellington Menezes de Oliveira de 23 anos, na manhã do dia 07 de abril, disfarçado de palestrante entra na Escola municipal Tasso da Silveira na Zona Oeste do Rio de Janeiro, e atira a queima roupa em uma sala de aula lotada, ferindo 20 crianças que estão hospitalizadas, matando outras 12. Em seguida suicidou-se.
Wellington ex aluno da escola, durante toda sua vida escolar sempre foi taxado como "estranho", devido a sua dificuldade de socialização e por ser bastante introvertido. Atualmente ele sofria de distúrbios psicológicos, deixou uma carta fazendo alguns relatos estranhos, de como seu corpo deveria ser tratado, e para quem sua casa deveria ficar. E segundo relatos de sobreviventes atirou para matar preferencialmente nas meninas, e um relato ainda mais curioso diz que o assassino poupou a vida de um dos alunos, dizendo a seguinte frase: Fica calmo "Gordinho" não vou te matar.
Analise pessoal:
Este recente acontecimento gerou uma revolta na sociedade em relação a atitude de Wellington, que assassinou brutalmente crianças inocentes. Revolta compreensível por parte dos amigos, familiares e de todo colégio.
Porém sensacionalista por parte da mídia que gera até um falso moralismo da sociedade, e um senso comum de que pessoas com as características parecidas a de Wellington, introvertido, calado e com dificuldades de socializar-se, tendem a ter problemas psicológicos e em conseqüência cometer atrocidades como essa. Esse tipo de mentalidade só faz aumentar a divisão de grupos sociais nas escolas, bairros, entre outros, gerando ainda mais o preconceito, hostilização e o desprezo em ambientes que deveriam educar os cidadãos, e não constrange-los.
De certa forma passam uma falsa idéia que as pessoas que não se encaixam em perfis da grande maioria, são estranhas ou anormais,o que gera o tão falado Bullying, e que dependendo da formação psicológica e estrutura familiar da vítima, se converte em tragédias como a da escola no Rio.
Entenda o caso:
Wellington Menezes de Oliveira de 23 anos, na manhã do dia 07 de abril, disfarçado de palestrante entra na Escola municipal Tasso da Silveira na Zona Oeste do Rio de Janeiro, e atira a queima roupa em uma sala de aula lotada, ferindo 20 crianças que estão hospitalizadas, matando outras 12. Em seguida suicidou-se.
Wellington ex aluno da escola, durante toda sua vida escolar sempre foi taxado como "estranho", devido a sua dificuldade de socialização e por ser bastante introvertido. Atualmente ele sofria de distúrbios psicológicos, deixou uma carta fazendo alguns relatos estranhos, de como seu corpo deveria ser tratado, e para quem sua casa deveria ficar. E segundo relatos de sobreviventes atirou para matar preferencialmente nas meninas, e um relato ainda mais curioso diz que o assassino poupou a vida de um dos alunos, dizendo a seguinte frase: Fica calmo "Gordinho" não vou te matar.
Analise pessoal:
Este recente acontecimento gerou uma revolta na sociedade em relação a atitude de Wellington, que assassinou brutalmente crianças inocentes. Revolta compreensível por parte dos amigos, familiares e de todo colégio.
Porém sensacionalista por parte da mídia que gera até um falso moralismo da sociedade, e um senso comum de que pessoas com as características parecidas a de Wellington, introvertido, calado e com dificuldades de socializar-se, tendem a ter problemas psicológicos e em conseqüência cometer atrocidades como essa. Esse tipo de mentalidade só faz aumentar a divisão de grupos sociais nas escolas, bairros, entre outros, gerando ainda mais o preconceito, hostilização e o desprezo em ambientes que deveriam educar os cidadãos, e não constrange-los.
De certa forma passam uma falsa idéia que as pessoas que não se encaixam em perfis da grande maioria, são estranhas ou anormais,o que gera o tão falado Bullying, e que dependendo da formação psicológica e estrutura familiar da vítima, se converte em tragédias como a da escola no Rio.
Não é correto afirmar que ao sofrer essa violência moral, o indivíduo deve-se fazer "justiça" com a violência física. Entretanto devemos analisar os fatos em todos os seus aspectos, "os dois lados da moeda" para não cairmos no erro de explicar os acontecimentos superficialmente.
No caso citado acima, é fácil afirmar que o jovem cometeu os assassinatos por possuir distúrbios psicológicos. E é fácil se revoltar ao ponto de taxá-lo como monstro,mas não analisamos profundamente a situação.
Ocorreu um fato, o assassinato em massa de crianças inocentes, por um jovem,ex aluno da escola. A questão é: Porque ele cometeu este crime? Em que circunstâncias ele viveu durante seus estudos neste colégio? Que fatores influenciaram sua mente para uma atitude brutal como esta? Até que ponto uma simples zoação afeta a mente da criança e do adolescente, desencadeando sucessivos distúrbios que terminam em tragédias? São reflexões assim que a sociedade deveria fazer em relação ao acontecimento da última quinta-feira. Pensar e perceber que uma atitude negativa ou positiva da sociedade diante de um indivíduo, pode ser decisiva na sua formação psico-socio-cultural.
Porque a sociedade se choca tanto com violências físicas desse tipo? E se naturaliza tanto com a violência moral a tal ponto, que convivemos diariamente com ela, sem a consciência de que seus efeitos são tão devastadores quanto a violência física.
No caso citado acima, é fácil afirmar que o jovem cometeu os assassinatos por possuir distúrbios psicológicos. E é fácil se revoltar ao ponto de taxá-lo como monstro,mas não analisamos profundamente a situação.
Ocorreu um fato, o assassinato em massa de crianças inocentes, por um jovem,ex aluno da escola. A questão é: Porque ele cometeu este crime? Em que circunstâncias ele viveu durante seus estudos neste colégio? Que fatores influenciaram sua mente para uma atitude brutal como esta? Até que ponto uma simples zoação afeta a mente da criança e do adolescente, desencadeando sucessivos distúrbios que terminam em tragédias? São reflexões assim que a sociedade deveria fazer em relação ao acontecimento da última quinta-feira. Pensar e perceber que uma atitude negativa ou positiva da sociedade diante de um indivíduo, pode ser decisiva na sua formação psico-socio-cultural.
Porque a sociedade se choca tanto com violências físicas desse tipo? E se naturaliza tanto com a violência moral a tal ponto, que convivemos diariamente com ela, sem a consciência de que seus efeitos são tão devastadores quanto a violência física.
Porém são efeitos silenciosos, de longo prazo, que fazem ainda mais vítimas no desenrolar da vida. Uma bola de neve que se inicia com uma simples zombação, mas que pode afetar dolorosamente a mente do ser humano, atitude aparentemente inocente, mas que influencia direta e indiretamente a vida das pessoas.
Relatos impressionantes de jovens garotas, que para não serem vítimas do Bullying, se submetem a cirurgias de redução de estômago, visando emagrecer e não serem taxadas de "gordinhas".
Até que ponto o ser humano chegou? A alienação e a busca insana de adequar-se a um tipo ideal de vida, aparência ou princípios, temendo o desprezo da maioria, do grupo dominante. Essa busca que gera tantos problemas psicológicos, stress e que a sociedade encara como algo normal, natural.
A reflexão, o pensar por si mesmo e não acomodarem-se na mesmice do senso comum, sensacionalismo e aceitação de atos não naturais, cotidianos, é um dos ingredientes fundamentais para de fato começarmos a compreender os problemas que assolam tanto os jovens.
Nota-se que ao passo que avançamos com extrema rapidez tecnologicamente, cientificamente, fruto da racionalidade e inteligência humanas tão valorizadas, regredimos ao mesmo nível humanisticamente, socialmente.
Nada adianta tanta sabedoria em certos aspectos, se os seres humanos estão cada vez mais desumanos.
Relatos impressionantes de jovens garotas, que para não serem vítimas do Bullying, se submetem a cirurgias de redução de estômago, visando emagrecer e não serem taxadas de "gordinhas".
Até que ponto o ser humano chegou? A alienação e a busca insana de adequar-se a um tipo ideal de vida, aparência ou princípios, temendo o desprezo da maioria, do grupo dominante. Essa busca que gera tantos problemas psicológicos, stress e que a sociedade encara como algo normal, natural.
A reflexão, o pensar por si mesmo e não acomodarem-se na mesmice do senso comum, sensacionalismo e aceitação de atos não naturais, cotidianos, é um dos ingredientes fundamentais para de fato começarmos a compreender os problemas que assolam tanto os jovens.
Nota-se que ao passo que avançamos com extrema rapidez tecnologicamente,
Nada adianta tanta sabedoria em certos aspectos, se os seres humanos estão cada vez mais desumanos.
Gabriela J. Aiello
Licenciaturaem História
Licenciatura
AFRICA X BRASIL = AFRO BRASIL
Em mês de copa do mundo estamos recebendo, através dos meios de comunicação, informações das mais diversas de seu país sede, a África do Sul. Suas riquezas naturais e seu povo com suas músicas, suas danças, cores e alegria tão parecidas com nosso país e nosso povo. Entretanto em seus bastidores, mesmo em meio a tantas cores e alegrias, se escondem o sofrimento, a pobreza e a exclusão.
Semelhanças que se entrelaçam e nos remetem a uma reflexão e esta, até o MUSEU AFRO BRASIL, instalado Pavilhão Manoel da Nóbrega, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo/SP, foi inaugurado em outubro de 2004 e é voltado à pesquisa, salvaguarda e comunicação de acervos museológicos relativos à diáspora africana e a sua contribuição para o patrimônio nacional. Tem por um lado o compromisso com a preservação e por outro, com a educação transformadora.
Com um acervo de aproximadamente 4.000 obras entre pinturas, esculturas e gravuras, de artistas brasileiros e estrangeiros, o museu abriga também a Biblioteca “Carolina Maria de Jesus”, com cerca de 2.000 títulos voltados para a arte e a escultura africana e para as artes visuais brasileiras e estrangeiras. Registra, preserva e argumenta, a partir do olhar e da experiência do negro, a formação da identidade brasileira.
Vislumbra, a partir da arte e outras expressões, a possibilidade de nos permitir conhecer muito de nossa cultura, bem como, promove a reelaboração de novos conceitos sobre diversidade racial e inclusão social e a desconstrução de estereótipos de imagens deturpadas e expressões ambíguas sobre personagens e fatos históricos relativos aos negros.
Pensar e repensar, fazer e refazer são os desafios que o Museu Afro Brasil tem de enfrentar ao mesmo tempo em que apresenta para a sociedade novos conteúdos.
Religar fatos, pessoas, imagens e circunstâncias sob outro ponto de vista, revelando o silêncio e as violências que excluem a voz de quem sofreu a marca do ferro quente sobre o seu corpo, as cicatrizes dos ferros das algemas, das gargalheiras e do vira-mundo, imposto pela narração da historiografia oficial.
Reconhecer a diversidade que originou nossas manifestações culturais significa reconhecer a saga de mais de cinco séculos e de dez milhões de africanos, homens e mulheres que com seu trabalho, foram fundamentais na construção do Brasil.
Walkiria V. Masiero
07/06/2010.
"O texto foi escrito pela aluna do segundo ano do Curso de História da Faculdade Barretos".
UM DIA NO MUSEU
Programa de sábado para uma turma de estudantes do curso de História: um passeio ao museu do Ipiranga em São Paulo.
Na chegada, recepcionados por uma técnica que logo nos informou que aquele não era o Museu do Ipiranga e que ali nunca fora habitado por qualquer realeza ou nobreza, mesmo sendo sua arquitetura, inspirada em um palácio renascentista europeu.
Eis que dado ao senso comum, devido a sua localização no Parque Independência, região sul da cidade de São Paulo, tornou-se conhecido como Museu do Ipiranga, mas seu verdadeiro nome é MUSEU PAULISTA, já que o edifício era também uma demonstração de poder econômico de fazendeiros e empresários paulistas que ocupavam uma posição de prestígio junto ao governo central.
Construído com o objetivo de assinalar o local onde teria ocorrido o “grito do Ipiranga” e preservar a memória de D. Pedro I, entre 1885 e 1890, para comemoração à Proclamação da Independência. Oficialmente inaugurado em 7 de setembro de 1895 e inicialmente dedicado ao estudo de história natural, a partir de 1889, com a organização da República, transformou-se em sede de um museu público, sendo este o mais antigo museu de São Paulo.
Foi pelas mãos do diretor Afonso de Escragnolie Taunay, entre 1917 e 1945, que o museu Paulista começou a alterar seu perfil de história natural para tornar-se um museu especializado em pesquisas no campo da História. Adaptação que só se completou no final do século 20.
Isto posto demos início a nossa verdadeira viagem.
Em seu interior, encontramos pinturas, esculturas e demais detalhes que compõem um panorama visual da formação histórica paulista e brasileira, entre 1500 e 1822, fundamentados nas concepções vigentes nas décadas de 1920 e 1930, de que o destino do Brasil se identificava com o de São Paulo.
Já no saguão de entrada, encontramos a colonização portuguesa e a formação da sociedade paulista, representadas nos retratos de Martim Afonso de Souza, D. João II, Tibiriçá e João Ramalho, seguido do movimento bandeirante, simbolizam a formação do território brasileiro e o caráter particular do período colonial paulista; idéias essas, notadas nas esculturas no saguão e escadaria, cada qual com seu nome e região desbravada, além das pinturas que registram atividades econômicas do período colonial e como elas contribuíram para a expansão do povoamento e a ampliação das fronteiras. Representado pela escultura de D. Pedro I e as ânforas de cristal contendo águas dos principais rios brasileiros, procuram simbolizar a soberania nacional, a unificação do território e o papel dos paulistas nesse processo, o terceiro momento é o da Independência.
Por fim, no Parque, com184 m2 , encontram-se também a Casa do Grito, o Monumento à Independência, a Capela Imperial e o Museu de Zoologia.
Final da tarde de sábado, a visita terminou dando lugar à viagem de volta para casa.
Museu Paulista da USP, eis o roteiro de uma viagem no tempo...
"O texto foi escrito pela aluna do segundo ano do Curso de História da Faculdade Barretos, Walkiria Masiero."
Na chegada, recepcionados por uma técnica que logo nos informou que aquele não era o Museu do Ipiranga e que ali nunca fora habitado por qualquer realeza ou nobreza, mesmo sendo sua arquitetura, inspirada em um palácio renascentista europeu.
Eis que dado ao senso comum, devido a sua localização no Parque Independência, região sul da cidade de São Paulo, tornou-se conhecido como Museu do Ipiranga, mas seu verdadeiro nome é MUSEU PAULISTA, já que o edifício era também uma demonstração de poder econômico de fazendeiros e empresários paulistas que ocupavam uma posição de prestígio junto ao governo central.
Construído com o objetivo de assinalar o local onde teria ocorrido o “grito do Ipiranga” e preservar a memória de D. Pedro I, entre 1885 e 1890, para comemoração à Proclamação da Independência. Oficialmente inaugurado em 7 de setembro de 1895 e inicialmente dedicado ao estudo de história natural, a partir de 1889, com a organização da República, transformou-se em sede de um museu público, sendo este o mais antigo museu de São Paulo.
Foi pelas mãos do diretor Afonso de Escragnolie Taunay, entre 1917 e 1945, que o museu Paulista começou a alterar seu perfil de história natural para tornar-se um museu especializado em pesquisas no campo da História. Adaptação que só se completou no final do século 20.
Isto posto demos início a nossa verdadeira viagem.
Em seu interior, encontramos pinturas, esculturas e demais detalhes que compõem um panorama visual da formação histórica paulista e brasileira, entre 1500 e 1822, fundamentados nas concepções vigentes nas décadas de 1920 e 1930, de que o destino do Brasil se identificava com o de São Paulo.
Já no saguão de entrada, encontramos a colonização portuguesa e a formação da sociedade paulista, representadas nos retratos de Martim Afonso de Souza, D. João II, Tibiriçá e João Ramalho, seguido do movimento bandeirante, simbolizam a formação do território brasileiro e o caráter particular do período colonial paulista; idéias essas, notadas nas esculturas no saguão e escadaria, cada qual com seu nome e região desbravada, além das pinturas que registram atividades econômicas do período colonial e como elas contribuíram para a expansão do povoamento e a ampliação das fronteiras. Representado pela escultura de D. Pedro I e as ânforas de cristal contendo águas dos principais rios brasileiros, procuram simbolizar a soberania nacional, a unificação do território e o papel dos paulistas nesse processo, o terceiro momento é o da Independência.
Por fim, no Parque, com
Final da tarde de sábado, a visita terminou dando lugar à viagem de volta para casa.
Museu Paulista da USP, eis o roteiro de uma viagem no tempo...
Walkiria V. Masiero
10/05/2010.
"O texto foi escrito pela aluna do segundo ano do Curso de História da Faculdade Barretos, Walkiria Masiero."
Ministério Público pede aula em casa para gestante universitária
O Ministério Público Federal (MPF) em Sergipe está processando a Faculdade de Administração e Negócios de Sergipe (Fanese) por não assegurar às estudantes grávidas o direito ao regime de exercícios domiciliares. No ano passado, a instituição se recusou a conceder tal direito a uma acadêmica durante o período sua licença maternidade.
Para o MPF a Fanese criou obrigações para as estudantes gestantes que não cumprem a lei. A faculdade declarou que “a licença maternidade não é doença que impeça a aluna de normalmente desenvolver as práticas acadêmicas convencionais”.
O procurador da República autor da ação, Pablo Coutinho Barreto, explica que a legislação protetora visa assegurar o direito fundamental da educação à gestante, sem que haja prejuízo à gestação e à criança. O regime de exercícios domiciliares deve ser realizado com acompanhamento do estabelecimento de ensino que deve, ainda, preparar o conteúdo e exercícios a serem cumpridos pela estudante em função da sua condição de gestante e/ou lactante.
O MPF, considerando o teor da manifestação da faculdade, expediu uma recomendação pedindo que a instituição garantisse o acesso das estudantes gestantes ao regime de exercícios domiciliares e que excluísse das suas normas regimentais a cláusula que obrigava a aluna a frequentar as aulas durante a licença maternidade. A faculdade não acatou e o MPF mover uma ação civil pública contra a instituição de ensino.
É pedido ainda que a faculdade aplique provas no domicílio das estudantes em gozo da licença maternidade, mediante requerimento das mesmas e que abone as faltas das alunas em condição de licença maternidade.
Crédito:http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/ministerio+publico+pede+aula+em+casa+para+gestante+universitaria/n1300032245899.html
Para o MPF a Fanese criou obrigações para as estudantes gestantes que não cumprem a lei. A faculdade declarou que “a licença maternidade não é doença que impeça a aluna de normalmente desenvolver as práticas acadêmicas convencionais”.
O procurador da República autor da ação, Pablo Coutinho Barreto, explica que a legislação protetora visa assegurar o direito fundamental da educação à gestante, sem que haja prejuízo à gestação e à criança. O regime de exercícios domiciliares deve ser realizado com acompanhamento do estabelecimento de ensino que deve, ainda, preparar o conteúdo e exercícios a serem cumpridos pela estudante em função da sua condição de gestante e/ou lactante.
O MPF, considerando o teor da manifestação da faculdade, expediu uma recomendação pedindo que a instituição garantisse o acesso das estudantes gestantes ao regime de exercícios domiciliares e que excluísse das suas normas regimentais a cláusula que obrigava a aluna a frequentar as aulas durante a licença maternidade. A faculdade não acatou e o MPF mover uma ação civil pública contra a instituição de ensino.
É pedido ainda que a faculdade aplique provas no domicílio das estudantes em gozo da licença maternidade, mediante requerimento das mesmas e que abone as faltas das alunas em condição de licença maternidade.
Crédito:http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/ministerio+publico+pede+aula+em+casa+para+gestante+universitaria/n1300032245899.html
Governo de São Paulo desagrada gregos e troianos
O governo de São Paulo distribuiu entre os professores 340 milhões (prêmio, bônus, gratificação). Premiando o quê? Uma escola falida, de 3.517 alunos, apenas cinco tiram nota aceitável. Duas mil tiraram 1 e alguma coisa e 202 tiraram 0. As penitenciárias lotadas de jovens. Fundação Casa que é cadeia para adolescente infrator, sendo construída aos montes, enquanto escolas fecham. Fechamos escolas, turnos e salas. Abrimos Fundação Casa e superlotamos cadeias com jovens entre 18 e 20 anos. Alguém tem dúvida que a escola tem relação direta com a criminalidade? Pitágoras já dizia que se educássemos os jovens não precisaríamos punir os adultos. Não se educa criança nem adolescente, e colocamos os jovens na cadeia. O Governo Serra permitiu que seu Secretário de Educação distribuísse nas escolas uma cartilha onde autorizava a escola a suspender aluno por até 10 dias. Uma proposta ilegal e imoral, insana, cruel e desonesta. As escolas abraçaram a “autorização”, que na verdade já faziam em escala menor. No ano passado, depois dessa cartilha (normas gerais de condutas escolares), a cartilha dos corvos, a escola do ensino médio esvaziou a metade. Só ficou na escola aluno bonzinho, que não questionava nada e aceitava tudo. Nem esvaziando as escolas pela metade os alunos bonzinhos levaram vantagem. A escola piorou. Veio o Alckmin e não acena com a possibilidade de moralizar a escola pública. Seu secretário não escuta os pais. Não mostra intenção de revogar a CARTILHA DOS CORVOS, e ainda joga 340 milhões do imposto suado do trabalhador no lixo, em forma de bônus para o professor. Lembrando que o critério da distribuição do bônus é tão nebuloso que até os professores reclamam dele. Os maus professores reclamam, que vão reclamar sempre. Os educadores pais e alunos reclamam com razão. Devemos então dizer que os nossos governantes conseguiram a proeza de desagradar todos.
Créditos: Cremilda Teixeira
http://www.itu.com.br/colunistas/artigo.asp?cod_conteudo=28355
Créditos: Cremilda Teixeira
http://www.itu.com.br/colunistas/artigo.asp?cod_conteudo=28355
Senado quer combater o "bullying"
A ocorrência de intimidações e agressões no ambiente escolar, prática conhecida como bullying, é tema de três projetos em tramitação no Senado. O assunto voltou a chamar a atenção por causa da suspeita de que o autor do ataque que matou 12 estudantes de uma escola pública no bairro de Realengo, na quinta-feira (7), possa ter sido vítima de bullying. O mais recente dos projetos, PLS 228/10, de autoria do senador Gim Argello (PTB-DF), altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) para incluir entre as incumbências dos estabelecimentos de ensino a promoção de um ambiente escolar seguro e a adoção de estratégias de prevenção e combate a intimidações e agressões. No projeto essas práticas estão abrigadas sob o termo bullying, importado do inglês. A matéria, que teve como relatora a ex-senadora Fátima Cleide (PT-RO), foi redistribuída na nova legislatura, ficando a cargo do senador Aloysio Nunes (PSDB-SP). O projeto será examinado em decisão terminativa. É aquela tomada por uma comissão, com valor de uma decisão do Senado. Quando tramita terminativamente, o projeto não vai a Plenário: dependendo do tipo de matéria e do resultado da votação, ele é enviado diretamente à Câmara dos Deputados, encaminhado à sanção, promulgado ou arquivado. Ele somente será votado pelo Plenário do Senado se recurso com esse objetivo, assinado por pelo menos nove senadores, for apresentado à Mesa. Após a votação do parecer da comissão, o prazo para a interposição de recurso para a apreciação da matéria no Plenário do Senado é de cinco dias úteis. na Comissão de Educação, Cultura e Esporte (CE). O projeto define o bullying como um conjunto de ações recorrentes de intimidações e agressões, perpetradas sem motivação aparente contra uma mesma vítima. Para Gim Argello, caracteriza-se como bullying "extenso leque de comportamentos violentos observados sistematicamente nas escolas - e também em outros ambientes sociais, como prisões, quartéis e até mesmo no trabalho". (Continua)
Leia a reportagem completa em: http://www.paraibaonline.com.br/noticia.php?id=797495&ano=
Leia a reportagem completa em: http://www.paraibaonline.com.br/noticia.php?id=797495&ano=
Atendimento psicológico a alunos, parentes e professores presentes no massacre do Rio começa semana que vem
A secretária municipal de Educação, Claudia Costin, informou hoje (8) que a prefeitura está montando uma equipe de assistentes sociais e psicólogos para prestar atendimento aos parentes e professores das crianças atingidas ontem no massacre na Escola Tasso da Silveira. Segundo a secretária, serão atendidas todas as pessoas que, direta ou indiretamente, estiveram envolvidas no episódio, que resultou na morte de 12 crianças. O atirador, Wellington Menezes de Oliveira, matou-se depois de ser atingido na perna por um policial. Claudia Costin disse que as equipes visitarão os alunos e suas famílias em casa, ao longo da próxima semana. No mesmo período, os professores receberão atendimento na própria escola. A secretária negou, entretanto, a possibilidade de fechamento da escola. “A tragédia que aconteceu na Escola Tasso da Silveira dificilmente seria evitada, mesmo que houvesse um aparato maior de segurança, e continuará aberta a ex-alunos e também à comunidade. Não podemos transformar uma unidade de ensino em um bunker (abrigo bem protegido) ou um presídio.” De acordo com Claudia Costin, as aulas nesta unidade só deverão recomeçar no próximo dia 18, uma segunda-feira. A secretária, que chegou hoje do exterior, deu a entrevista ao lado dos ministros Fernando Haddad, da Educação, e Luiz Sérgio, das Relações Institucionais. Na entrevista, Haddad informou que existe no Ministério da Educação um órgão específico para lidar com a questão do bullying nas escolas de todo o país. “É necessário desenvolver de mecanismos que possam proteger o aluno do bullying, de modo que, se isso ocorrer, ele não se sinta violentado e venha a introspectar essa violência, guardando-a para si, e posteriormente vindo a utilizá-la para fazer o mal."
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Faculdade afasta suposta agressora de aluna vítima de bullying
A universitária suspeita de ter agredido a colega de sala Ana Cláudia Karen Lauer, 20, em Ribeirão, na última sexta-feira, foi afastada ontem pela faculdade.
A estudante foi suspensa, segundo o Centro Universitário Barão de Mauá, temporariamente, até a comissão de sindicância apurar o fato -o prazo é de 30 dias.
Ontem, Ana Cláudia prestou depoimento na DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Ribeirão.
Ela reafirmou a versão de que foi agredida na última sexta-feira depois de ter denunciado à coordenação do curso que sofria bullying.
A agressão ocorreu após as aulas, por volta das 12h30, em frente ao Centro Universitário Barão de Mauá.
De acordo com Ana Cláudia, uma aluna discutiu com ela na saída da instituição de ensino e outras duas a abordaram quando ela pegava sua moto, do lado de fora.
Uma delas pegou um capacete, ainda de acordo com a versão de Ana Cláudia, e bateu na estudante.
A jovem teve lesão no rosto e, após exame, constatou-se que não houve fratura no nariz. Ela aguarda o resultado de um exame para saber se dois dentes foram abalados.
A partir desse laudo, segundo a delegada da DDM, Lúcia Bocardo Batista Pinto, será possível definir se a lesão foi grave (pena de 1 a 5 anos de prisão) ou leve (3 meses a um ano).
Ana Cláudia foi à delegacia acompanhada do pai, o comerciante Paulo Lauer, 57, que disse que a filha tem tomado remédios. 'Ela está indo a uma psicóloga e tomando antidepressivo. Mexeu muito com toda família.'
A jovem afirmou que não volta para a Barão de Mauá.
A agressora e outras pessoas envolvidas devem ser ouvidas ainda nesta semana.
Créditos: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/899651-faculdade-afasta-suposta-agressora-de-aluna-vitima-de-bullying.shtml
A estudante foi suspensa, segundo o Centro Universitário Barão de Mauá, temporariamente, até a comissão de sindicância apurar o fato -o prazo é de 30 dias.
Ontem, Ana Cláudia prestou depoimento na DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Ribeirão.
Ela reafirmou a versão de que foi agredida na última sexta-feira depois de ter denunciado à coordenação do curso que sofria bullying.
A agressão ocorreu após as aulas, por volta das 12h30, em frente ao Centro Universitário Barão de Mauá.
De acordo com Ana Cláudia, uma aluna discutiu com ela na saída da instituição de ensino e outras duas a abordaram quando ela pegava sua moto, do lado de fora.
Uma delas pegou um capacete, ainda de acordo com a versão de Ana Cláudia, e bateu na estudante.
A jovem teve lesão no rosto e, após exame, constatou-se que não houve fratura no nariz. Ela aguarda o resultado de um exame para saber se dois dentes foram abalados.
A partir desse laudo, segundo a delegada da DDM, Lúcia Bocardo Batista Pinto, será possível definir se a lesão foi grave (pena de 1 a 5 anos de prisão) ou leve (3 meses a um ano).
Ana Cláudia foi à delegacia acompanhada do pai, o comerciante Paulo Lauer, 57, que disse que a filha tem tomado remédios. 'Ela está indo a uma psicóloga e tomando antidepressivo. Mexeu muito com toda família.'
A jovem afirmou que não volta para a Barão de Mauá.
A agressora e outras pessoas envolvidas devem ser ouvidas ainda nesta semana.
Créditos: http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/899651-faculdade-afasta-suposta-agressora-de-aluna-vitima-de-bullying.shtml
O bullying no Brasil e no mundo
Um dia depois do massacre na escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo, zona oeste do Rio, surgem indícios de que o bullying – agressão física e verbal sistemática à qual uma pessoa é submetida –é um dos fatores contribuintes para o crime. Colegas de classe afirmaram que o assassino, Wellington Menezes de Oliveira assassino, ex-aluno da escola Tasso da Silveira, era vítima de bullying e que um colega chegou a fazer a macabra previsão de que um dia ele "mataria muita gente". Há algumas semanas, ÉPOCA publicou um balanço sobre o bullying no Brasil e no mundo junto a uma reportagem que contando a história do garoto australiano Casey Heynes. Heynes era a estrela de um vídeo no qual, após um dos vários episódios de bullying ao qual foi submetido, revidou, agredindo o colega de classe que havia batido nele. A reportagem é a que se segue abaixo: VÍTIMA O estudante Casey Heynes, em entrevista a uma TV. Ele disse sofrer agressões na escola quase todos os dias A história do garoto australiano que ganhou fama na internet e nas redes de TV do mundo inteiro por revidar uma agressão de um colega da escola poderia ter tido um final trágico. Aos 14 anos, Casey Heynes sofria o mesmo tipo de agressão física e verbal que sofrem milhões de crianças e adolescentes em escolas de todo o mundo. Sistematicamente e sem motivo, era atacado física e verbalmente por colegas apenas por ser gordo. Até que, numa espécie de catarse (como mostra o vídeo que virou hit on-line), Heynes contra-ataca seu algoz, o franzino Richard Gale, de 13 anos. O revide foi de tal ordem que poderia ter quebrado o pescoço de Gale. Era a vingança das vítimas de perseguição – especialmente dos gordinhos, que, segundo uma pesquisa americana, têm 60% mais chance de ser atacados. A prática da perseguição repetida – conhecida pelo termo inglês bullying – é tão antiga quanto a própria escola. Mas só começou a ser estudada como fenômeno com consequências dramáticas a partir da década de 70. De lá para cá, o que era tratado como brincadeira normal de criança virou uma questão tão séria que, em alguns países, como nos Estados Unidos, é considerada assunto de saúde pública. O próprio Heynes, em entrevista a uma rede de TV australiana, mostrou a exata medida do sofrimento de uma vítima de bullying. “Pensei em me suicidar”, disse. Ele contou que era alvo dos colegas desde o 2o ano do ensino fundamental. “Eles me chamavam de gordo, me davam tapas na nuca (...). Praticamente todos os dias.” Felizmente, a única consequência foi uma suspensão de quatro dias para ambos. O revide é justificável? Não há consenso entre psicólogos e educadores. Alguns acreditam que sofrer as agressões em silêncio estimula o agressor a repetir seus atos, além de arrasar a autoestima da vítima. Por isso, o revide poderia ser saudável. Se for frequente, funcionaria como uma bomba de pressão cuja válvula é aberta de pouco em pouco, em vez de acumular raiva até uma explosão desastrosa. Mas há quem argumente que o revide apenas intensifica a perseguição. A saída ideal seria denunciar o bullying à escola e aos pais dos envolvidos e promover ações que modifiquem a cultura em que a perseguição floresce. O bullying ganhou maior atenção das escolas, pais e até de governos quando a violência praticada nos corredores e pátios escolares começou a desencadear reações muito mais violentas e radicais que a de Heynes. Como a dos colegas Eric Harris e Dylan Klebold, que, no dia 20 de abril de 1999, entraram na escola em que cursavam o ensino médio, o Instituto Columbine, nos Estados Unidos, mataram 14 pessoas, deixaram outras 23 feridas e cometeram suicídio. No Brasil, onde um em cada três estudantes já sofreu bullying, houve um caso parecido em 2003, na cidade de Taiúva, em São Paulo. Um ex-aluno de 18 anos atirou em sete pessoas e depois se matou na escola onde estudava. Na ocasião dos crimes, a polícia considerou o bullying como um dos principais motivadores dos assassinatos.
Crédito: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI224607-15228,00.html
Crédito: http://revistaepoca.globo.com/Revista/Epoca/0,,EMI224607-15228,00.html
Ataque no Rio preocupa colégios de São Paulo
A tragédia causada pelo atirador na escola do Rio de Janeiro deixou diretores de colégios de São Paulo preocupados com a segurança. O Colégio Agostiniano Mendel, no Tatuapé, zona leste, acelerou a contratação de vigilantes para controlar o acesso às dependências. "É crucial ter mais gente cuidando da entrada e saída de nossos estudantes", diz o coordenador do ensino médio, Luiz Felipe Fuke. O professor afirmou que ninguém tem acesso livre à escola, com exceção dos estudantes uniformizados. "Os visitantes precisam se identificar na recepção. Nem os pais podem entrar sem autorização." Segundo Fuke nunca houve ocorrências graves envolvendo alunos no Mendel. Já o Vértice vai manter seu esquema de segurança atual. "O que aconteceu no Rio nos deixou muito preocupados, mas nosso modelo de vigilância tem funcionado bem", disse o diretor Adilson Garcia. O colégio do Campo Belo, zona sul, tem funcionários antigos na portaria e terceiriza o serviço de vigilância externa. Agentes a pé e em carros fazem rondas nos arredores da escola, que também instalou câmeras em ruas vizinhas. Estudantes só entram de uniforme e ex-alunos têm horário determinado para visitas. Para a diretora-geral do Rio Branco, Esther Carvalho, apesar da comoção do momento, é preciso "tranquilidade" para "refinar" os procedimentos de vigilância. "Vamos avaliar o que pode ser melhorado, mas não podemos entrar nesse clima de insegurança coletiva."
Crédito: http://www.ovale.com.br/cmlink/o-vale/brasil/ataque-no-rio-preocupa-colegios-de-s-o-paulo-1.92929
Crédito: http://www.ovale.com.br/cmlink/o-vale/brasil/ataque-no-rio-preocupa-colegios-de-s-o-paulo-1.92929
Ex-colegas mostram como Wellington sofria com o bullying
Wellington Menezes de Oliveira morreu solitário. Passou parte de sua
vida escolar assim. A exceção era a companhia de um amigo chamado Bruno.
A amizade gerou comentários maldosos. O atirador de Realengo não
escapou dos preconceitos e dos ataques dos colegas. Era a brincadeira
das garotas que mais irritava e magoava o estudante. Nesta quinta-feira,
Wellington voltou à escola e matou 10 meninas e dois meninos. Os
depoimentos de ex-colegas da escola de Ensino Fundamental Tasso da
Silveira mostram que o assassino era vítima de bullying. Os ataques
pioraram a partir do 7º ano. Thiago Costa da Cruz, 23 anos, assessor
cultural, estudou da 5ª à 8ª série com Wellington. Ele afirma que o
colega era introvertido e "rejeitado pela turma". A pressão era tão
grande que, segundo dizem, ele teria feito uma lista com o nome daqueles
que mataria. "A gente brincava e dizia que estaríamos nela", lembra.
Apesar da crueldade constante dos colegas, Thiago afirma que Wellington
nunca chorou ou reclamou. "Pelo contrário, ele ria com os meninos".
Segundo Thiago, Wellington não tinha problemas com os estudos até o
último ano, quando não conseguiu aprovação. "Ele tinha um grande amigo, o
Bruno. Os dois andavam juntos. Eram os únicos rejeitados", conta. "Eles
eram estranhos mesmo, nada sociáveis. Para nós, adolescentes idiotas, a
aparência contava muito e eles não se encaixavam", avalia. Thiago
afirma que Wellington se vestia como os demais, mas sempre andava de
cabeça baixa. "Ele só não passava desapercebido quando era zoado". A
amizade entre os jovens rejeitados chamou atenção da turma. "Começou a
rolar um boato de que eles eram gays, mas hoje percebo que eles deviam
ser virgens. Até um professor falou para nós que estava preocupado com a
relação deles", disse Thiago. As agressões de conotação sexual também
partiam das meninas. "Elas fingiam que davam bola para eles. Simulavam
que iam ficar com ele e depois mandavam ele ir embora. Tudo para
ridicularizá-los", afirma. O assessor cultural conta que em uma ocasião
Wellington saiu da sala e foi até o banheiro para dar socos em uma
parede. "O repúdio das garotas era tão forte que hoje sinto nojo das
coisas que elas faziam", afirma. Josemar Sebastião Telles,
desempregado, foi colega de classe de Wellington e Thiago. "Ele era
muito excluído. A galera sacaneava ele por conta do jeito esquisito",
afirma. Bruno, o único amigo de Wellington, também sofria bullying. Mas
reagia de forma diferente. "Chamavam o Bruno de gay, diziam que ele era
namorado do Wellington. Mas ele não parecia ter a mesma raiva do
Wellington". Outra colega, Gabriela Santos Moreno, 23 anos, estudou
com ele na 5ª série do Ensino Fundamental. "Não tinha nada de anormal.
Ele tinha alguns apelidos, mas não era nada demais. Naquela época isso
era comum", afirma. O rendimento escolar dele também era satisfatório.
"Ele tirava as notas na média. Não ficou de recuperação nem de prova
final", relembra. Ao receber a notícia, Gabriela não pôde acreditar que
se tratava dele. "Até hoje moramos perto da escola. Meu pai foi comprar
pão e quando voltou comentou sobre a confusão em volta da nossa escola.
Não pude acreditar quando vi o nome dele", afirma. A diretora da
escola Madre Teresa de Calcutá, também situada em Realengo, disse que
Wellington não possuía nenhuma observação em sua ficha estudantil no
ensino médio. Nem de cunho comportamental, nem pedagógico. De acordo com
informações repassadas pela professora à Secretaria de Educação do
Estado do Rio de Janeiro, o estudante não teve nenhum problema de
repetência no últimos três anos de sua formação e era bom aluno.
Wellington estudou na escola até 2006, quando se formou.
Credito : http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=4873
Credito : http://www.unb.br/noticias/unbagencia/unbagencia.php?id=4873
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Como se defender do bullying?
Os resultados de um estudo feito na UNICAMP, em 2010, com o objetivo de refletir sobre o bullyingna escola brasileira apontam para um número grande (60%) de vítimas que se sentem menosprezadas pelos seus pares. Acompanhe como esse fenômeno de agressão física e moral pode ser combatido.
Cotidianamente, educadores se deparam com o problema comum nas escolas: a violência entre os alunos. Uma dessas formas de violência hoje tem sido alvo de investigações e de melhor compreensão de suas características: o bullying. No livro El Bullying: la intimidación y maltrato entre iguales(2002), de J. Martinez, a palavra “bully”, do inglês, significa “aquele que é valente”, sentido ligado às condutas relacionadas a intimidação, agressão, tiranização, ameaças e insultos sobre uma vítima de quem ocupa tal papel.
Hoje em dia, a palavra também se emprega para considerar o assédio que uma pessoa ou um grupo pratica. Por outro lado, no Japão, o termo que se utiliza para a palavra é “ljime”, ou “ljime-ru” (quando agressão verbal). No entanto, o mais significativo da definição japonesa é a confluência de três características: os agressores têm uma posição dominante, os atos causam sofrimento mental e/ou físico e ocorrem entre iguais.
Identificamos o bullying a partir de condutas agressivas entre estudantes, com tipos distintos de agressão e manifestando-se por meio do exercício de ações negativas de um sobre o outro. É importante ter em mente que, em todos os casos de bullying, há um (ou mais) autor mal intencionado querendo causar dano a uma vítima, os alvos de bullying.
Os alvos, geralmente, são sujeitos excessivamente acanhados e tristes, apresentando alguma característica culturalmente estabelecida que os destoam do grupo social de que fazem parte: a cor do cabelo, o tipo físico, a opção sexual etc. Além disso, o autor do bullying agride o alvo em frente a espectadores durante um período de tempo tal para que seja uma violência recorrente. (continua)
Leia a reportagem completa em: http://clickeaprenda.uol.com.br/mostraConteudo.action?nivel=f2&codigoPagina=NOT1103300501
Cotidianamente, educadores se deparam com o problema comum nas escolas: a violência entre os alunos. Uma dessas formas de violência hoje tem sido alvo de investigações e de melhor compreensão de suas características: o bullying. No livro El Bullying: la intimidación y maltrato entre iguales(2002), de J. Martinez, a palavra “bully”, do inglês, significa “aquele que é valente”, sentido ligado às condutas relacionadas a intimidação, agressão, tiranização, ameaças e insultos sobre uma vítima de quem ocupa tal papel.
Hoje em dia, a palavra também se emprega para considerar o assédio que uma pessoa ou um grupo pratica. Por outro lado, no Japão, o termo que se utiliza para a palavra é “ljime”, ou “ljime-ru” (quando agressão verbal). No entanto, o mais significativo da definição japonesa é a confluência de três características: os agressores têm uma posição dominante, os atos causam sofrimento mental e/ou físico e ocorrem entre iguais.
Identificamos o bullying a partir de condutas agressivas entre estudantes, com tipos distintos de agressão e manifestando-se por meio do exercício de ações negativas de um sobre o outro. É importante ter em mente que, em todos os casos de bullying, há um (ou mais) autor mal intencionado querendo causar dano a uma vítima, os alvos de bullying.
Os alvos, geralmente, são sujeitos excessivamente acanhados e tristes, apresentando alguma característica culturalmente estabelecida que os destoam do grupo social de que fazem parte: a cor do cabelo, o tipo físico, a opção sexual etc. Além disso, o autor do bullying agride o alvo em frente a espectadores durante um período de tempo tal para que seja uma violência recorrente. (continua)
Leia a reportagem completa em: http://clickeaprenda.uol.com.br/mostraConteudo.action?nivel=f2&codigoPagina=NOT1103300501
Pela internet, Unesco repudia massacre em escola do Rio
A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) condenou hoje (7) com veemência o crime ocorrido na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio.
Na rede social do Twitter, a Unesco Brasil repudiou o crime. “A Unesco repudia ataques à escola do Rio e se solidariza com as famílias. A escola deve ser um lugar para reconstruir a paz e a cultura”. O assunto está entre o dez mais comentados no Twitter.
Identificado como ex-aluno da escola municipal, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, entrou no início da manhã no colégio informando ser um palestrante. Depois de conversar normalmente com algumas pessoas na entrada da escola, Oliveira atirou na direção de estudantes e funcionários.
Na rede social do Twitter, a Unesco Brasil repudiou o crime. “A Unesco repudia ataques à escola do Rio e se solidariza com as famílias. A escola deve ser um lugar para reconstruir a paz e a cultura”. O assunto está entre o dez mais comentados no Twitter.
Identificado como ex-aluno da escola municipal, Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, entrou no início da manhã no colégio informando ser um palestrante. Depois de conversar normalmente com algumas pessoas na entrada da escola, Oliveira atirou na direção de estudantes e funcionários.
‘Ele matou minha amiga’, diz aluna que sobreviveu a ataque em escola
Uma das alunas da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, nesta quinta-feira (7), lembra os momentos de terror na unidade. Aos 12 anos, ela viu o atirador entrar na escola e estava dentro da sala de aula quando ele abriu fogo contra os alunos.
“Ele começou a atirar. Eu me agachei e, quando vi, minha amiga estava atingida. Ele matou minha amiga dentro da minha sala”, conta ela, que afirma que estava no pátio na hora em que Welligton Menezes de Oliveira entrou na escola.
“Ele estava bem vestido. Subiu para o segundo andar e eu ouvi dois tiros. Depois, todos os alunos subiram para suas salas. Depois ele subiu para o terceiro andar, onde é a minha sala, entrou e começou a atirar”, completou.
Atirador diz, em carta, que tinha HIV
O subprefeito da Zona Oeste, Edmar Peixoto, afirmou nesta quinta-feira (8) que o homem que abriu fogo na escola, identificado pela polícia como Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, deixou uma carta em que contava ser portador do vírus HIV. Segundo a Polícia Militar, ele era ex-aluno.
De acordo com o coronel Djalma Beltrami, a carta de Wellington tinha inscrições complicadas. “Ele tinha a determinação de se suicidar depois da tragédia”, contou Beltrami. A carta foi entregue a agentes da Divisão de Homicídios.
Conhecido na escola por ser ex-aluno, ele teria entrado sob alegação de que iria fazer uma palestra. Segundo a polícia ele usou dois revólveres, que chegou a recarregar várias vezes.
Mortos e feridos
“Ele começou a atirar. Eu me agachei e, quando vi, minha amiga estava atingida. Ele matou minha amiga dentro da minha sala”, conta ela, que afirma que estava no pátio na hora em que Welligton Menezes de Oliveira entrou na escola.
“Ele estava bem vestido. Subiu para o segundo andar e eu ouvi dois tiros. Depois, todos os alunos subiram para suas salas. Depois ele subiu para o terceiro andar, onde é a minha sala, entrou e começou a atirar”, completou.
Atirador diz, em carta, que tinha HIV
O subprefeito da Zona Oeste, Edmar Peixoto, afirmou nesta quinta-feira (8) que o homem que abriu fogo na escola, identificado pela polícia como Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos, deixou uma carta em que contava ser portador do vírus HIV. Segundo a Polícia Militar, ele era ex-aluno.
De acordo com o coronel Djalma Beltrami, a carta de Wellington tinha inscrições complicadas. “Ele tinha a determinação de se suicidar depois da tragédia”, contou Beltrami. A carta foi entregue a agentes da Divisão de Homicídios.
Conhecido na escola por ser ex-aluno, ele teria entrado sob alegação de que iria fazer uma palestra. Segundo a polícia ele usou dois revólveres, que chegou a recarregar várias vezes.
Mortos e feridos
De acordo com informações do Corpo de Bombeiros, 11 pessoas morreram e 18 ficaram feridas. O Relações Públicas da Polícia Militar, coronel Ibis Pereira, confirmou que o atirador morreu.
Segundo ele, uma equipe do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV) teria sido chamada ao local e trocou tiros com o suspeito.
Funcionária viu crianças feridas
Segundo ele, uma equipe do Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV) teria sido chamada ao local e trocou tiros com o suspeito.
Funcionária viu crianças feridas
Uma funcionária da unidade afirmou que viu várias crianças feridas no local. “O cara entrou, foi para o terceiro andar e começou a atirar. As crianças disseram que foi pai de aluno. Vimos muitas crianças carregadas, desacordadas, baleadas”, disse ela, que preferiu não se identificar.
Ataque em escola no Brasil é sem precedentes, dizem especialistas
Estudiosos de assassinatos em massa, a escritora Ilana Casoy e o psiquiatra forense Guido Palomba dizem serem nunca terem visto no país um caso como o ocorrido nesta quinta-feira (7) na Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio, quando pelo menos 11 estudantes foram mortos e 18 feridos. O ministro da Educação, Fernando Haddad, também considerou o ataque a tiros na escola municipal do Rio de Janeiro como uma "tragédia sem precedentes no Brasil". Para Ilana, este deve ser até agora o o caso mais emblemático de atirador que provoca mortes em escolas no país. O outro caso ocorrido em escolas do Brasil lembrado pela escritora ocorreu em 2002, quando um estudante de 17 anos matou a tiros uma colega e deixou outra ferida após realizar disparos em uma sala de aula em Salvador. "Enquanto nos Estados Unidos estas situações ocorrem com maior facilidade, aqui no Brasil é mais difícil, porque nossa cultura é menos armamentista. Lá nos Estados Unidos há maior facilidade de se adquirir armas, então pessoas transtornadas conseguem mais rapidamente transformar a fantasia em ação", diz Ilana. "Este tipo de ação é raro no mundo, e mais ainda no Brasil", acrescenta ela. O psiquiatra Guido Palomba, que diz que não há registros brasileiros de um caso semelhante ao ocorrido no Rio de Janeiro. "Este é o primeiro caso no Brasil. Não tenho conhecimento de literatura a respeito", diz. Atirador do shopping O mais emblemático dos casos no Brasil até então, segundo especialistas, foi quando o ex-aluno de medicina Mateus da Costa Meira abriu fogo contra pessoas que assistiam a uma sessão de cinema no Shopping Morumbi, em São Paulo, na noite de 3 de novembro de 1999. O "atirador do shopping", como ficou conhecido, usou uma submetralhadora e deixou três mortos, quatro feridos e pelo menos quatro feridos. "Todos que fazem isso são desequilibrados", diz Guido Palomba. "O Mateus já tinha fantasias desde criança, e conseguiu executar seu desejo de atirar contra a ultidão do cinema aos 17 anos. Só que uma pessoa interrompeu o Mateus quando recarregava a arma, por isso a tragédia não foi maior" , diz Ilana. Auto índice de doença mental, graves perturbações, passado de bullying e gosto por assuntos paramilitares são características que integram o perfil dos atiradores em massa, segundo Ilana. "É comum que eles se suicidam depois de cometer a ação, pois são pessoas traumatizadas, que tem um passado de um longo período de humilhação e baixa auto-estima", afirma Ilana. Palomba acredita que o entendimento da personalidade de um indivíduo deve levar em consideração o ambiente social em que ele vive. "Há uma pitada da cultura social maior ou menor em cada caso. Culturalmente falando, esse tipo de caso ocorre com mais frequência nos Estados Unidos. Isso fica aparente quando se conversa com as pessoas sobre o caso do Rio. Elas fazem relação imediata com casos ocorridos no exterior". O psiquiatra disse que a ausência de casos como o ocorrido na escola municipal do Rio de Janeiro automaticamente elimina as chances de que histórias assim existam com mais naturalidade. "Nos Estados Unidos, o porte de arma legal é mais fácil do que no Brasil. Ataques a escolas por lá são mais frequentes e são fatos repetitivos, o que se torna exemplo para os olhos da sociedade. Isso passa a fazer parte do imaginário do povo e do doente mental também. Os exemplos servem de caminho para ele escoar sua doença, sua patologia".
Crédito: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/04/ataque-em-escola-no-brasil-e-sem-precedentes-dizem-especialistas.html
Crédito: http://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2011/04/ataque-em-escola-no-brasil-e-sem-precedentes-dizem-especialistas.html
Tecnologia ou Metodologia
A professora Alethéia passou em uma de suas aulas passadas um video muito legal, intitulado "Tecnologia ou Metodologia". Em debate com a sala, pediram para que o mesmo fosse publicado no BLOG, e aqui está...
Divirtam-se...
Divirtam-se...
CINEMA COMENTADO - TROPA DE ELITE 2
O próximo cinema comentado, realizado pelo Curso de Licenciatura em História da Faculdade Barretos, será no dia 16/04/2011, hora a confirmar.
O filme trabalho no dia será "Tropa de Elite 2" (Brasil, José Padilha, 2010).
Sinopse
Os acontecimentos de Tropa de Elite 2 ocorrem treze anos após os do primeiro filme. Um dos seus focos é o amadurecimento do então Coronel Nascimento, personagem de Wagner Moura, que tem que lidar com problemas com seu filho adolescente. O filme também mostra o crescimento do BOPE e conflitos entre os policiais e milícias do Rio de Janeiro. O diretor José Padilha afirmou que "o filme trata da relação entre segurança pública e financiamento de campanha. Faz ligação entre a segurança e a política". Além disso, uma rebelião é realizada na penitenciária de Bangu 1, liderada por Beirada, personagem de Seu Jorge.
Lembre - se
O Cinema Comentado, é livre para todos. A participação no mesmo vale como ATIVIDADE COMPLEMENTAR. O tema deste semestre do cinema comentado é SOCIAL.
Crédito: Hassan e Alethéia
O filme trabalho no dia será "Tropa de Elite 2" (Brasil, José Padilha, 2010).
Sinopse
Os acontecimentos de Tropa de Elite 2 ocorrem treze anos após os do primeiro filme. Um dos seus focos é o amadurecimento do então Coronel Nascimento, personagem de Wagner Moura, que tem que lidar com problemas com seu filho adolescente. O filme também mostra o crescimento do BOPE e conflitos entre os policiais e milícias do Rio de Janeiro. O diretor José Padilha afirmou que "o filme trata da relação entre segurança pública e financiamento de campanha. Faz ligação entre a segurança e a política". Além disso, uma rebelião é realizada na penitenciária de Bangu 1, liderada por Beirada, personagem de Seu Jorge.
Lembre - se
O Cinema Comentado, é livre para todos. A participação no mesmo vale como ATIVIDADE COMPLEMENTAR. O tema deste semestre do cinema comentado é SOCIAL.
Crédito: Hassan e Alethéia
Lei do piso do professor vale para todo o país, decide STF
O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quarta-feira (6), por 8 votos a 1, a validade da Lei do Piso Nacional do Magistério. Após adiar por duas vezes o julgamento do mérito da matéria, o Supremo rejeitou a ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade) 4167. A ação alegava que a lei era inconstitucional, e havia sido impetrada por cinco Estados.
A lei, que foi sancionada em 2008, determinava o rendimento mínimo por 40h semanais de trabalho para professores da educação básica da rede pública. O valor atual do piso é de R$ 1.187,14, que passa a ser considerado como o "vencimento básico" da categoria, ou seja: gratificações e outros extras não podem contar como parte do piso.
Os ministros Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello, Ayres Britto e Gilmar Mendes votaram a favor do piso; as ministras Cármen Lúcia e Ellen Gracie o aprovaram parcialmente; e o voto do ministro Marco Aurélio Mello foi o único contrário à lei.
Os proponentes da ADI queriam que o termo "piso" fosse interpretado como remuneração mínima, incluindo os benefícios, sob a alegação de que os Estados e municípios não teriam recursos para arcar com o aumento.
“Não há restrição constitucional ao uso de um conceito mais amplo para tornar o piso mais um mecanismo de fomento à educação”, defendeu o ministro Joaquim Barbosa, relator da ação, durante seu voto.
Além disso, os representantes dos Estados contrários ao piso alegaram que haveria cidades que não teriam verbas suficientes para cumprir a lei e que a norma feria o pacto federativo previsto na Constituição, uma vez que dizia respeito ao orçamento e à gestão de Estados.
Parte dos ministros considerou que há invasão da competência legislativa dos entes federativos (estados e municípios) e, portanto, violação do pacto federativo. Com isso, não se chegou ao quórum necessário de seis votos para a declaração de constitucionalidade ou inconstitucionalidade dessa norma.
O ministro Ayres Britto, que presidiu a sessão, afirmou que a votação deste item deve ser retomada na próxima semana.
Crédito: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/04/06/lei-do-piso-do-professor-vale-para-todo-o-pais-decide-stf.jhtm
A lei, que foi sancionada em 2008, determinava o rendimento mínimo por 40h semanais de trabalho para professores da educação básica da rede pública. O valor atual do piso é de R$ 1.187,14, que passa a ser considerado como o "vencimento básico" da categoria, ou seja: gratificações e outros extras não podem contar como parte do piso.
Os ministros Luiz Fux, Ricardo Lewandowski, Celso de Mello, Ayres Britto e Gilmar Mendes votaram a favor do piso; as ministras Cármen Lúcia e Ellen Gracie o aprovaram parcialmente; e o voto do ministro Marco Aurélio Mello foi o único contrário à lei.
Os proponentes da ADI queriam que o termo "piso" fosse interpretado como remuneração mínima, incluindo os benefícios, sob a alegação de que os Estados e municípios não teriam recursos para arcar com o aumento.
“Não há restrição constitucional ao uso de um conceito mais amplo para tornar o piso mais um mecanismo de fomento à educação”, defendeu o ministro Joaquim Barbosa, relator da ação, durante seu voto.
Além disso, os representantes dos Estados contrários ao piso alegaram que haveria cidades que não teriam verbas suficientes para cumprir a lei e que a norma feria o pacto federativo previsto na Constituição, uma vez que dizia respeito ao orçamento e à gestão de Estados.
Tempo para atividades extraclasse ainda será discutido
Por meio da ação impetrada no mesmo ano da sanção da lei, Mato Grosso do Sul, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Ceará também questionavam pontos específicos, tais como a regra de que um terço da carga horária do professor deveria ser reservada para atividades extraclasse, como planejamento de aula e atualização. Esse dispositivo foi suspenso pelos ministros à época da aprovação da lei, e voltou a ser discutido hoje.Parte dos ministros considerou que há invasão da competência legislativa dos entes federativos (estados e municípios) e, portanto, violação do pacto federativo. Com isso, não se chegou ao quórum necessário de seis votos para a declaração de constitucionalidade ou inconstitucionalidade dessa norma.
O ministro Ayres Britto, que presidiu a sessão, afirmou que a votação deste item deve ser retomada na próxima semana.
Crédito: http://educacao.uol.com.br/ultnot/2011/04/06/lei-do-piso-do-professor-vale-para-todo-o-pais-decide-stf.jhtm
Professores X Direção
Professores e alunos unidos contra uma diretoria que acusam de omissão com a situação precária da escola. Este foi o tema que protagonizou a sessão da Câmara de Vereadores de Guabiruba na noite de terça-feira, 5. O plenário ficou lotado de alunos, professores e pais, que foram à reunião para apoiar o protesto contra o diretor Norberto Ulber, que de acordo com as denúncias mantém a Escola de Ensino Básico Professor João Carlos Boos em situação de penúria.Antes que a professora escolhida para representar os outros profissionais da escola fizesse as suas declarações, a aluna Dalana Fischer, do primeiro ano do Ensino Médio, leu um texto falando da situação precária da escola, e de como os alunos não teriam assistência por parte da direção. "Alunos brigando entre si e batendo em professores, salas sendo incendiadas, portas e janelas sem trincos e sem vidros e alunos fazendo sexo dentro da escola. Isso para a antiga diretoria do João Boos seriam casos de expulsão e delegacia, e hoje qualquer pessoa que entrar lá irá ver tudo isso que estou falando, pois não é invenção e sim a palavra de quem vive dentro dessa dura realidade", declarou, relatando um episódio onde sofreu uma agressão física e não teve respaldo do diretor da escola. "Minha mãe me levou para a escola e mostrou para o diretor o meu rosto todo ensanguentado. Ele disse que não poderia fazer nada além de falar para o agressor pedir desculpas", desabafou, finalizando seu relato com um pedido de ajuda a comunidade para mudar a situação da escola.DenúnciasDenúnciasDenúnciasA professora de Química, Márcia Antônia Moreira foi à tribuna para falar da situação da escola. Segundo ela, escolhida como porta-voz da maioria dos professores e funcionários da E. E. B. Professor João Carlos Boos, a escola passa por uma situação insustentável, em virtude da falta de comunicação entre professores, direção e Associação de Pais e Professores (APP), e apesar das muitas tentativas de conciliação não houve entendimento entre a comunidade escolar. "Queremos alguém com quem possamos dialogar. Em nenhum momento fazemos exigências políticas, pois aceitaremos perfeitamente outro profissional do mesmo partido, desde que o mesmo se disponha a recuperar nossa escola da posição lastimável em que ela se encontra", destacou.A professora de Química, Márcia Antônia Moreira foi à tribuna para falar da situação da escola. Segundo ela, escolhida como porta-voz da maioria dos professores e funcionários da E. E. B. Professor João Carlos Boos, a escola passa por uma situação insustentável, em virtude da falta de comunicação entre professores, direção e Associação de Pais e Professores (APP), e apesar das muitas tentativas de conciliação não houve entendimento entre a comunidade escolar. "Queremos alguém com quem possamos dialogar. Em nenhum momento fazemos exigências políticas, pois aceitaremos perfeitamente outro profissional do mesmo partido, desde que o mesmo se disponha a recuperar nossa escola da posição lastimável em que ela se encontra", destacou.A professora de Química, Márcia Antônia Moreira foi à tribuna para falar da situação da escola. Segundo ela, escolhida como porta-voz da maioria dos professores e funcionários da E. E. B. Professor João Carlos Boos, a escola passa por uma situação insustentável, em virtude da falta de comunicação entre professores, direção e Associação de Pais e Professores (APP), e apesar das muitas tentativas de conciliação não houve entendimento entre a comunidade escolar. "Queremos alguém com quem possamos dialogar. Em nenhum momento fazemos exigências políticas, pois aceitaremos perfeitamente outro profissional do mesmo partido, desde que o mesmo se disponha a recuperar nossa escola da posição lastimável em que ela se encontra", destacou.Leia na edição de amanhã, 7, a reportagem completa com o posicionamento do diretor e da Gerência de Educação da Secretaria de Desenvolvimento RegionalLeia na edição de amanhã, 7, a reportagem completa com o posicionamento do diretor e da Gerência de Educação da Secretaria de Desenvolvimento RegionalLeia na edição de amanhã, 7, a reportagem completa com o posicionamento do diretor e da Gerência de Educação da Secretaria de Desenvolvimento RegionalLeia na edição de amanhã, 7, a reportagem completa com o posicionamento do diretor e da Gerência de Educação da Secretaria de Desenvolvimento Regional
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